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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!


18
Mai20

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Viva!
 
Hoje quero falar-te de um dos temas do momento na minha vida: o amor. Antes que comeces com ideias, vou já adiantando que não me refiro a esse amor em que provavelmente estás a pensar, mas antes a um tipo de amor incondicional, aquele que só acontece no plano espiritual.
 
À conta da minha bem-aventurança no mundo da espiritualidade, tenho estado a encetar uma profunda redefinição de alguns conceitos essenciais a uma existência plena: abundância, gratidão, perdão, realização pessoal, e, ora aí está, amor. Volta e meia aqui tenho partilhado alguns episódios desta odisseia para lá da matéria, como por exemplo aquele workshop de coaching espiritual que fiz em janeiro, e cujo efeito transformador ainda hoje conservo bem presente.
 
À boleia desta quarentena, estou a tirar um curso de tarot – yep, ando a reunir aptidões e conhecimentos para tentar a sorte na cartomância. A par disso, a meditação é outra compenente da espiritualidade na qual venho investindo fortemente; não só pela sua indiscutível capacidade relaxante, mas, sobretudo, pelos inúmeros benefícios em termos de autoconhecimento, autoaceitação e autoamor.
 
É neste contexto que, estou prestes a concluir um ciclo de meditação de 21 dias com Deepak Chopra, médico indiano e autor de mais de 25 livros de autoajuda, traduzidos em 35 línguas. Fundador do The Chopra Center for Well Being, este professor de ayurveda, espiritualidade e medicina corpo-mente, desenvolve os seus próprios programas e cursos para o desenvolvimento pessoal.
 
Do tanto que com ele – e a sua filosofia de vida – tenho aprendido, a visão do amor é, sem sombra de dúvida, a que mais tem impactado a minha perceção do mundo, dos outros e, sobretudo, de mim mesma. Sempre encarei o amor como a força mais poderosa do universo, aquele sentimento que extasia, inspira, preenche, transforma e cura. A maioria de nós vê o amor como externo a nós mesmos; como algo que tanto pode ser dado como retirado, por terceiros, a qualquer momento. O que este guru espiritual tem reforçado na minha pessoa é a convicção de que a vida é amor e o amor é vida.
 
Se tudo o que existe no universo é energia, nós, enquanto componentes desse universo, só podemos ser energia. Como o amor é uma manifestação energética, nós somos amor. Um dom eterno, imprescendível a nós mesmos e aos outros, o amor é a via direta para nos conectarmos intima e definitivamente com o nosso eu superior. Quando vivemos de verdade o amor, encontramo-nos a nós mesmos e (re)descobrimos o nosso propósito nesta vida.
 
Termino com esta frase: "Toda a vez que experenciamos amor, mais não fazemos do que homenagear o divino que há em nós!"
 
Que esta tua semana seja repleta de amor!

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6 comentários

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De Margarida a 18.05.2020 às 18:07

Tudo o que damos, o universo devolve-nos em dobro. Se damos amor, receberemos muito amor
Beijinhos
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De Sara Sarowsky a 18.05.2020 às 18:12

Sem dúvida nenhuma! Vejo que também estás sintonizada na frequência do amor 💓
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De Luísa de Sousa a 18.05.2020 às 21:07

Que lindo post Sista!
E tão assertivo!


Beijinhos
Boa Noite
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De Sara Sarowsky a 18.05.2020 às 21:35

Digamos que estou em estado de graça 😉
Vivendo um amor, como jamais antes.
Muito amor a ti Sista 💕
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De bii yue a 20.05.2020 às 21:51

Se colocarmos amor em tudo um pouco de que fazemos, havemos de receber em abundância
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De Sara Sarowsky a 20.05.2020 às 22:30

Sem dúvida nenhuma. E o efeito é tão imediato e compensador 🥰

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