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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

04
Set20

117819018_738621603592154_8767006675854178992_n.jpViva ✌️!

Cá estou eu a dar-te um cheirinho daquilo que foi o meu agosto de 2020, um ano turbulento a todos os níveis. Nem bem se passaram sete dias e já tenho saudades da vida que levei nas últimas três semanas, passadas (novamente) no sudoeste de França, junto da minha irmã do meio e da sua adorável família.

Faço aqui um desvio na narrativa para indagar se serei a única criatura assalariada a acusar a retoma ao ritmo da vida real após o interregno veranil.
O mundo laboral seria tão mais justo se as "formigas" tivessem direito a uns dias extras de folga, exclusivamente dedicados à recuperação pós-férias. No meu caso, tenho a sorte de estar sozinha no escritório durante esta semana, já que as chefias e a colega com a qual (agora) partilho sala estão ainda a desfrutar do prazer do dolce far niente.

Voltando às minhas maravilhosas férias em terras gaulesas, posso garantir que estas foram ainda melhores do que as do ano passado, coisa que não julgara possível, confesso. Guiada pelo "faz tudo o que tiveres vontade, pois o amanhã nunca foi tão incerto como agora", aproveitei-as ao máximo, não me privando de nenhuma experiência, mesmo que isso implicasse expulsar a minha própria pessoa da zona de conforto onde tem estado refugiada na última década. Só para teres uma ideia a que me refiro, iniciei-me na marcha aquática, no paddle e no surf; logo eu que tenho medo do mar e fraca aptidão para a natação. Se soubesse o quão divertida é a dinâmica dos tombos e quedas na água, há muito que teria experimentado o desporto aquático.


O que quero frisar é o seguinte: permiti-me experienciar coisas novas, ainda que isso exigisse suor, sangue, lágrimas e... risos. Um bom exemplo disso foi o facto de ter recorrido ao Tinder, tendo até conseguido um rendez-vouz amoureux (encontro amoroso) com um mec (gajo) francês. Pena que, ao invés do príncipe que ansiava encontrar, deparei-me com um sapo. Pas grave! A vida sabe o que faz e tanto sabe que acabei por conhecer Ben, um francês legítimo que veio trazer aquela pitada extra de emoção ao meu querido mês de agosto. Por incrível que pareça, conhecemo-nos na vida real, mais precisamente à beira-lago, numa bela tarde de domingo. Sobre ele, e o nosso summer affair express, falarei depois, que ainda estou a digerir a coisa (se é que me entendes). 😉

Continuando... nem o facto de a minha viagem de regresso ter sido antecipada dois dias foi capaz de comprometer o meu alto astral. Estou numa maré tão positiva que a vida por estes dias tem-me tratado com luvas de pelica. Por mais lugar comum que possa parecer, o que me tem acontecido ultimamente é mais uma prova (irrefutável) de que quando estamos de bem com a vida ela também fica de bem connosco. E quando ela está de bem connosco, a magia faz-se presente o tempo todo.

Bem mais tenho eu para contar. Só que não será hoje. À sexta-feira os neurónios já estão de malas aviadas para o fim de semana, pelo que de pouco vale assoberbá-los.

Aquele  abraço 🤗  amigo e até breve!

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11
Ago20

Vou ali "feriar" e já volto!

por Sara Sarowsky

4DA394FE-3E34-401F-8B15-194E922E98E1.jpegOra viva! 👋

Eis-nos na segunda semana de agosto, tradicionalmente o mês mais "querido" de praticamente todos os habitantes do hemisfério norte. Digo "praticamente todos" porque, por incrível que pareça, há quem não goste do verão, precisamente por estar associado ao calor, à praia, ao sol e à diversão. Como não é o caso desta solteira aqui, o oitavo mês do ano é por mim, de há uns tempos para cá, aguardado com ansiedade e expectativa.

O engraçado é que - até tornar-me numa assalariada que dá expediente todos os dias úteis, das 9 às 18, cerca de 231 vezes ao ano - costumava encarar agosto como outro mês qualquer, com a particularidade de haver pouco que fazer, logo muito que desfrutar. Curioso como a vida nos leva a valorizar coisas às quais não dávamos grande importância quando tidas como garantidas. Penso que a isso se chama amadurecer.

Voltando ao tema deste post, o último da primeira temporada da série dramática 2020, cumpre ele o propósito de te informar que vou estar ausente nas próximas semanas, para aquele merecido descanso que só agosto é capaz de nos proporcionar.

Citando a Michelle Obama, acredito estar a braços com uma "depressão ligeira", resultado, não só da situação epidemiológica global, mas sobretudo da impotência em concretizar, para já, alguns dos meus planos e projetos. 
Tenho perfeita noção de que este desabafo denuncia uma pitada de egocentrismo, bem como alguma insensibilidade para com aqueles a quem a pandemia ceifou saúde, vida, entes queridos, emprego, rendimentos e tudo o mais. No meu caso ela só está a ceifar-me o ânimo e a esperança, o que acaba por comprometer a minha alegria de viver.

Ainda há pouco li uma frase de Diana Gaspar que dizia o seguinte: "Às vezes para avançarmos, precisamos mesmo de parar!" De facto, as férias cumprem essa missão. Após meses e meses de limitações, alterações e adaptações constantes e profundas, num cenário nunca dantes visto em toda a minha existência, esta pausa vai-me saber melhor do que todas as outras que alguma vez tive. Assim, é minha intenção aproveitar as próximas semanas para descansar, recuperar o ânimo, reconectar-me com o essencial e desligar o mais que puder da minha realidade atual.

Como e onde conto-te depois. Para já, fica com aquele abraço amigo e votos de que este agosto te seja o mais "querido" possível. Até setembro!

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22
Jul16

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Hoje quero falar-te sobre as conclusões, algumas bastante curiosas e outras surpreendentes até, de um estudo realizado pelo site de encontros Victoria Milan sobre o tipo de corpo que chama mais a atenção na praia (e acredito que em todo o lado).

Para os homens, a caraterística física mais atraente são nádegas bem definidas, com 85% a dizer que esta é a que mais lhes chama a atenção quando vêm uma mulher na praia. A atração pelos seios confirma-se, com 70% a assumir que os grandes despertam atenção imediata, enquanto 45% assume que os prefere pequenos.

O que me deixou de queixo caído foi o facto de uma barriga lisa ser a caraterística física menos popular entre a amostra estudada, atraindo apenas 28%. Assim como os corpos magros, que atraem apenas 25% dos entrevistados. E eu que me farto de fazer abdominais para estar sequinha e eles nem ligam. Os homens são mesmo umas criaturas muito estranhas, não são? Ou será que nós mulheres é que somos exigentes demais?

Já agora, aproveito para dizer-te que, de acordo com esta pesquisa que abordou 5.874 indivíduos do sexo masculino e 3.412 do sexo feminino, a maioria de nós mulheres (65%) sente-se atraída por um homem com costas largas e torso musculado, valor quase idêntico para as que preferem homens altos (63%). Em relação aos pelos do peito, os dados recolhidos atestam que elas - porque aqui não me revejo - preferem um macho com pelo no peito (37%), em oposição a um peito depilado (10%).

m último dado bastante interessante neste estudo é que, definitivamente, as mulheres vão atrair mais atenção se escolherem fio dental.

Recapitulando: uma gaja para fazer sucesso na praia só precisa de ter um rabo bem definido, peito firme (independentemente do tamanho) e fio dental. Simples assim! Com certeza que eles vão olhar com luxúria e elas com inveja.

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03
Mai16

bronzeamento.jpgO artigo de hoje é, acima de tudo, um tributo a este belo tempo que se faz sentir por estes dias em Lisboa. Um tempo que traz consigo o cheiro do verão, da praia, do bronze, das happy hours, das sunset partys e por aí adiante. Já que verão rima com sedução, nada como rever a matéria dada sobre os motivos porque as mulheres ficam mais bonitas e sexys nesta época do ano.

 
Curiosa? Toma nota de cinco dos motivos para investires forte e feio nesta estação:
 
1- Unhas mais bonitas
Vários estudos demonstram que as nossas unhas tendem a crescer um pouco mais rápido com o tempo quente. O aumento da circulação sanguínea pode ainda ajudar a resolver alguns problemas como unhas frágeis e quebradiças. Tira partido do tamanho e opta por um formato oval.
 
2- Pele mais limpa
Esta é talvez a melhor altura do ano para quem sofre de borbulhas (moi!), já que os raios UV atuam na bactéria do acne e ajudam a normalizar os níveis de açúcar no sangue. Ao removeres grande parte da roupa, expões a pele dos ombros e das costas ao sol, o que também ajuda a eliminar quaisquer outras erupções indesejáveis.
 
3- Maior sensação de felicidade
A luz solar faz libertar a endorfina (neurotransmissor) no cérebro que atua no estado do humor, reduzindo os níveis de stress e depressão, fazendo-te sentir mais feliz. E como o sol leva-nos quase obrigatoriamente para a rua, o facto de estares mais ativa ainda liberta mais endorfinas.
 
4- Mais "vitamina-maravilha"
A fantástica vitamina D é sintetizada na sua maioria através da exposição do corpo aos raios ultravioleta. É grátis e agradável, e ainda atua sobre a nossa saúde óssea, a função muscular, o coração, a imunidade, entre outros benefícios que não podes prescindir.
 
5- Menos desejo por carbohidratos
Uma boa noticia para o tempo do biquíni, já que com o calor temos mais vontade de substituir as batatas, pão ou massa por frutas e saladas. É a altura ideal para fazer dietas saudáveis, impulsionadas por mais energia. Adeus pastas e batatas fritas.
 
Depois disto, juntas-te a mim para um viva ao sol e ao verão? Because i’m happy!

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