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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Viva!

 

Há dias uma seguidora interpelou-me sobre qual a melhor estratégia a adotar por quem está solteira e disponível para uma nova relação. Sem pestanejar, respondi-lhe: "estar recetiva!"

 

De tão óbvia, esta resposta até parece infantil. Mas a verdade é que dar uma de Bela Adormecida à espera do Príncipe Encantado não é uma estratégia sustentável. Primeiro, porque o príncipe encantado é cada vez mais uma espécie em vias de extinção. Segundo, porque a mulher moderna não está para depositar a sua felicidade nas mãos de um estranho (por mais azul que seja o seu sangue); até porque ela tem plena consciência de que não existe nenhuma garantia de que ele, após o beijo, não vá se transformar num sapo qualquer da vida.

 

Que o digam as mulheres vítimas de todo o tipo de violência por parte daqueles a quem confiaram o coração. 

 

Se contentar-se com o primeiro pretendente a despertar-nos do "sono amoroso" não é lá muito boa ideia, ser demasiado exigente no processo de escolha menos ainda, já que pode estar a impedir-nos de viver boas experiências. A solução passa, portanto, por não definir requisitos de forma rígida.

 

De forma consciente (ou não) todas nós procuramos a perfeição; mas quantos mais critérios estabelecemos menos compatibilidade vamos encontrar. Falo em meu nome pessoal e no de todas as demais desemparelhadas do meu círculo de amizades (reais e virtuais). 

 

Depois de uma certa idade (geralmente, depois dos 30), das duas uma: ou os padrões de exigência de uma mulher aumentam mais e mais ou diminuem mais e mais. Aumentam porque ela vai ganhando consciência do seu valor, ao ponto de não se contentar com alguém que não considere estar à sua altura. Mais do que saber o que quer de um homem e de uma relação, ela sabe, com uma exatidão alarmante, o que não quer para a sua vida. Por observação direta das outras ao seu redor, ela vai tomando consciência de que a presença de um homem na sua vida, na sua cama, na sua família e no seu círculo social só se justifica se este acrescentar valor. Se assim não for, ela prefere estar sozinha, pois sabe que consegue ser feliz solteira, mesmo que não plenamente. 

 

Do lado oposto, está a mulher que, em desespero de causa, aceita abrir mão de uma boa parte dos seus padrões de exigência só para não "ficar para tia", como se diz na gíria popular. Ou porque o relógio biológico não para de piscar, ou porque as amigas/colegas desemparelhadas vão minguando a olhos vistos, ou porque a pressão da família e da sociedade assumem proporções dantescas ou simplesmente porque não sabe nem tem interesse em estar só. Para esse tipo de mulher, qualquer um destes motivos é razão mais do que válida para abraçar uma relação, mesmo que, no fundo do seu coração, ela se sinta tão ou mais solitária do que aquela que descrevi no parágrafo anterior. 

 

Portanto, à querida seguidora ND, deixo este conselho: "Interage com eles de forma tranquila, sem pensar de antemão no que pode ou não desencadear, aproveita cada momento e cada pessoa que cruza o teu caminho. Limita as tuas expectativas e retira a pressão de ter que ter alguém só porque sim. Sê o tipo de pessoa que gostavas de ter ao teu lado. Vais ver que mais cedo ou mais tarde o amor que tanto desejas e mereces chegará. E se não chegar tens-te a ti, o teu primeiro, grande e verdadeiro amor."

 

Capice? Estamos juntas!

 

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Viva!

 

Diz o Buzzfeed que a maioria de nós faz coisas pouco higiénicas todos os dias. Coisas, que de tão banais, algumas essenciais até, podem comprometer a nossa saúde e o nosso bem-estar sem que nos apercebamos sequer. Através do vídeo How Dirty Are You?, o site retrata alguns desses hábitos.

 

Sem nem ousar por em causa as evidências científicas do conteúdo do vídeo, tomo a liberdade de refutar (ou não) cada um deles, com a dose de humor que a situação exige, obviamente! Vejamos:

 

1. Andar em casa com os sapatos que usámos na rua (o que estava na rua passa para dentro de casa)

Concordo; tanto assim é que há muito que os meus sapatos entram e saem da minha casa via mãos e não pés. Tenho no hall de entrada uma sapateira onde coloco aqueles pares que uso com mais frequência. Para as visitas que se recusam a colaborar, pretendo comprar aqueles chinelos brancos (iguais aos que se usam nos spa's) ou aquelas luvas de plásticos só que para os pés.

 

2. Usar o teclado do computador (muitas bactérias gostam de fazer deste a sua casa)
Sobre isso nem me vou pronunciar, já que a solução passaria por usar luvas, tipo 12 horas por dia. Como não sou, nem pretendo ser, um clone do Michael Jackson, passemos ao próximo item.

 

3. Passar o dia na cama (os lençóis ficam cheios de células mortas)
A não ser que células resolvam dar uma de alma penada, não vejo razão para alarme. Afinal, se elas estão mortas, que mal nos poderão fazer?

 

4. Usar uma tábua de cozinha (acumulam 200 vezes mais bactérias fecais do que uma casa de banho)
Já que os alimentos não se cortam sozinhos, deveremos passar a cortá-los na banheira?

 

5. Usar toalhas (a sujidade e as bactérias ficam agarradas ao tecido)
Ainda bem que assim é. Antes elas infestadas de germes do que o meu amado corpinho danone.

 

6. Levar o telemóvel para a casa de banho (Pois…)
Pode até fazer mal, mas que sabe bem lá isso sabe.

 

 7. Usar uma escova de dentes (estes objetos acumulam bactérias fecais)
Ai sim? E devo lavar os dentes com palitos? Francamente, os sítios onde essas parasitas se lembram de infiltrar.

 

8. Usar uma esponja (as bactérias e os fungos adoram-na)
Os pratos também, daí que a solução passa por ver quem é mais resistente, se a esponja ou se os vermezinhos.

 

9. Usar a maçaneta da porta (raramente as lavamos, certo?)
Se elas existem por algum motivo é...

 

10. Dar um aperto de mão (não sabemos por onde andaram as mãos da pessoa)
Um dos motivos porque não ambiciono entrar para a política. Nos casos em que é (praticamente) impossível evitar, o jeito é apertar, passar desinfetante ou ir a correr para os lavados mais próximos. Ou então invocar a Nossa Senhora da Imunidade, a padroeira do sistema imunitário.

 

11. Mexer em dinheiro (o papel do dinheiro acumula cerca de 3000 bactérias)
Por mim, pode até acumular zilhões delas, que continuarei a querer tê-lo nas mãos, na carteira, na conta bancária, debaixo do colchão, nas ilhas Caimão. Percebeste a ideia, certo?

 

12. Partilhar headphones (passa-se sujidade e bactérias dos outros para os nossos ouvidos)
A sério que há quem faça isso?

 

13. Beijar o animal de estimação (óbvio…)
Desse mal não morrerei nem que vá viver para um zoo.

 

E tu, single mine, depois do que acabaste de ler sentes que a tua saúde corre perigo ou nem por isso?

 

Até à próxima!

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07
Set18

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Viva!

 

Ontem deparei-me com um artigo do Delas que se debruçava sobre a preferência dos millennials (nados vivos que deram o ar da sua graça neste milénio) por amizades coloridas. De acordo com o mesmo, os jovens de hoje não querem saber nem de compromissos nem de sexo ocasional, com as raparigas a se distanciarem tanto do romantismo das relações prolongadas como das aventuras de uma noite com um desconhecido. Atualmente, elas (e eles também) procuram sobretudo amigos coloridos, também conhecidos como amigos com benefícios, sex budys ou fuck friends. Simplificando: a nova geração só quer saber de amigos com quem, volta e meia, dão umas cambalhotas e tal, se é que me entendes.

 

Não é que o artigo – bastante refinado, diga-se de passagem – me tenha suscitado alguma epifania. Ao contrário; farta estou eu de levar com propostas do género. O seu principal contributo foi tão somente inspirar-me a dedicar esta crónica aos prós e contras deste tipo de relação, do qual não sou adepta, mas a cuja evidência empírica não me é possível ficar alheia.

 

Adentrando na questão, importa perceber o quão benéfico pode ser dar cor a algo que, na sua génese, sempre se quis a preto e branco. Para não estar para aqui a disparar teorias baseadas exclusivamente na minha perceção pessoal, chamo à conversa um estudo de 2013, da Boise State University, que atestou que o sexo entre amigos ajuda a fortalecer a relação de amizade. Os investigadores concluíram que cerca de 20% da amostra (num total de 300 idivíduos de ambos os sexos) admitiram ter tido sexo com pelo menos um amigo, em algum momento da vida. Desses 20%, 76% afirmou que a amizade ficou fortalecida desde então.

 

Ora, sabemos nós que os norte-americanos não são propriamente o exemplo mais fidedigno para o que quer que seja, pelo menos não para os padrões europeus e africanos. Tenho que vos lembrar que foram eles que elegeram o Trampa para presidente?

 

Tanto assim é que, três anos depois, um outro estudo, desta vez realizado no Europa, deita por terra esta teoria. Em abril de 2017, uma pesquisa das universidades polacas de Lodz e Silésia comprova que os amigos coloridos tendem a ser pessoas manipuladoras e com pouca empatia. Isto porque apresentam uma satisfação sexual mais elevada e realizam as suas fantasias sexuais mais frequentemente, confirmando que esta é uma situação propícia à descoberta de novas experiências sexuais. Mas, em contrapartida, tornam-se pessoas menos felizes e satisfeitas nas suas relações pessoais.

 

Por ter sido educada sob a tabuada dos mais tradicionais valores africanos – ainda que conteste uma boa parte deles, especialmente os respeitantes ao papel da mulher no seio da esfera familiar –, em matéria de amor, assumo, sem ponta de constrangimento, continuar fiel aos princípios mais elementares: compromisso, exclusividade e seriedade. Se a isso acrescentar o facto de gostar de ser do contra, isto é, de caminhar em direção contrária à manada, a minha posição perante as amizades coloridas é inequívoca.

 

Quanto a ti, depois do que acabaste de ler, penso teres elementos suficientes para assumires uma posição, pró ou contra, sobre esta modalidade de interação amorosa. Independentemente de qual for ela, o meu conselho é que só entres nessa onda se essa for realmente a tua praia. Só porque está na moda ou porque as amigas o fazem não são razões válidas para teres sexo com um amigo, arriscando comprometer uma bonita e saudável relação de afeição. Mantém-te fiel ao teu coração e às tuas convicções.

 

Até à próxima!

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Viva!

 

De entre todas as outras, o verão é provavelmente a estação mais propícia aos amores fugazes e às relações abertas, logo ao sexo casual. O calor; o bronze; a praia; a aparência mais cuidada; as férias; as viagens; os corpos à mostra; a descontração típica; as caras novas com que se cruza na praia, nos hotéis, nos passeios, nos concertos e nos bares/discotecas/esplanadas; os dias escaldantes e as noites languidas são dignos contribuintes para esta causa.

 

Feito o match e consumada a primeira intimidade sexual, o drama que a quase todos assalta (mais mulheres que homens, é certo) é o dia seguinte. Que fazer torna-se uma questão de vida e morte, sobretudo se a coisa foi tão boa ao ponto de só pensarmos em bis, tris, tetras, pentas e por aí fora... Nestas alturas, o medo de assustar a conquista esgrima ferozmente com a vontade de voltar a estreitá-la nos braços tão logo possível.

 

Se for esse o teu caso, em que depois de uma noite fantástica ele nada diz, não te desesperes que a especialista em terapia de casal e aconselhamento individual, Margarida Vieitez – quiçá bombardeada por pedidos de conselhos sobre como agir quando o(a) provedor(a) de orgasmo se remete ao silêncio depois do acontecido –, explica o que deves fazer:

 

Age de forma natural
Segundo ela, "se tiveres vontade de enviar uma mensagem, envia. Se tiveres vontade de ligar, liga". Se é isso que queres, faz, mas sem insistir, "porque assim estás a dar demais".

 

Não dês demais
Sonhar e ser romântica é o que torna o sucedido ainda mais especial. Contudo, convém teres os pés assentes na terra, sob pena de acabares a viajar na maionese. Focares-te demasiado na relação pode levar-te a desviar dos seus objetivos e isso não é boa ideia, sabemos ambas.

 

Foca-te em ti
De certeza que a noite, por mais frenética que tenha sido, não foi a primeira e menos ainda a última. Muitas outras virão, com ou sem sexo, portanto, "foca-te na tua vida, continua a vivê-la tal como tens feito até esse momento e segue em diante com os teus objetivos", aconselha a especialista.

 

Economiza no drama
Se tentaste entrar em contacto e não obtiveste reação, há, certamente, uma razão. Pode ser porque não quer ou porque não pode, "não tem que ver diretamente com o momento, se gostou ou não".

 

Já passaram três dias e nenhuma resposta?
Nesse caso, recomenda Vieitez, "o melhor a fazer é esquecer e passar para outra".

 

Independemente de como terminar o teu affair, o deves reter é que nestas situações não existe um certo e um errado sobre o que fazer. Sejas tu do tipo que manda logo mensagem, do tipo que prefere manter o orgulho e esperar que seja ele o primeiro a reagir ou do que faz de conta que nada se passou e parte para a próxima caçada, o importante é seres fiel a ti mesma e seguires o teu coração.

 

Até à próxima e bons amores de verão!

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Viva!

 

Neste dia muito especial – em que a minha filhota do coração, a pessoa que eu mais amo neste mundo, completa uma década de vida –, retomo ao teu convívio, para já com as previsões da minha guru do bem e conselheira espiritual deste blog, a iluminada Isabel Soares dos Santos.

 

Acreditas que ela no outro dia sonhou que eu andava com o CR7 (sim, esse mesmo)? No entender dela o sonho é um presságio de que a caminho da minha vida está "dinheiro e um homem muito generoso", palavras da própria, não minhas.

 

Bem, este será seguramente tema para outra publicação, que hoje o assunto é saber o que nos reservam os astros para o nono mês do ano, o da rentrée, o da volta à ditadura do relógio, o dos dias mais curtos e menos quentes. Deixa-me mas é parar com as divagações poéticas e dar-te a conhecer de uma vez por todas as vibrações energéticas para este mês.

 

Finalmente chegou setembro! Depois de um agosto que parecia nunca mais acabar, com tantos planetas retrógrados e tantas pessoas em sofrimento... a boa notícia é que o pior mês do ano 2018 já passou. Já podemos respirar fundo, já podemos aos poucos sair do nosso esconderijo que nada de mal nos irá acontecer.

 

Setembro chega-nos com uma energia de maturidade, de recomeços, de início de ciclos com mais sabedoria e menos ansiedade. Enquanto que agosto teve uma energia de términos, setembro chega com uma energia renovada para iniciar algo novo. Mas para isso acontecer, seria bom que tivesses deixado tudo o que te causava dor no passado. Para quem conseguiu fazer isso, irá sentir uma leveza quase inexplicável durante este mês. E com essa leveza surge uma paz interior acompanhada da certeza de que tudo está bem.

 

Setembro é o mês da colheita. Depois dos últimos oito meses de aprendizagem, que foram meses de libertação emocional, é chegado o momento de colher tudo o que andaste a plantar nos últimos tempos. Para quem fez boas escolhas, daqui para a frente e até ao final do ano irá ter uns meses muito abençoados. Por outro lado, para quem decidiu permanecer agarrado a situações, pessoas ou coisas que lhe têm causado dor, vai ter a vida dificultada. Infelizmente, a energia pesada de agosto irá perdurar para essas pessoas até que a sua aprendizagem esteja completa e se consigam libertar do passado.

 

A maioria das pessoas pensa que já perdoou tudo, que não tem mais nada para esquecer nem para se libertar. E está tudo certo. Mas se assim for, porque continuam doentes? Porque continuam com uma sensação de vazio? Porque a abundância e o amor incondicional não são uma constante em suas vidas? É justamente aí que reside a resposta: quando ainda existe alguma sensação de mal-estar, seja ela física ou emocional, ainda não nos libertamos verdadeiramente.

 

O melhor que podes fazer neste mês é deixares de mentir a ti mesma e deixar toda a tua luz vir ao de cima. Mas uma coisa é certa, antes de existir luz, existe escuridão. Só quando aceitas completamente a tua escuridão é que és capaz de fazer a tua luz brilhar. Tudo depende de ti: se não aceitares a tua escuridão irás continuar na sombra e na dor, mas se a aceitares irás deixar que toda a tua luz venha ao de cima e milagres acontecerão.

 

Estou certa que és merecedora de todas as bênçãos do mundo. Contudo, és a única responsável por abrir os braços para as receber. Se não o fizeres irás continuar a ver todos à tua volta a mudar de vida e seguirem felizes e tu cada vez mais frustrada na tua escuridão e revolta.

 

Desejo, do fundo do coração, que consigas abraçar a vida com toda a tua luz. Desejos de um mês de setembro muito feliz a todos!

 

Abraço de luz,
Isabel 💗

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Viva!

 

O bloqueio criativo do qual tenho padecido nas últimas semanas ainda não deu o ar da sua desgraça, só para saberes. Como a vida segue o seu rumo, não esperando por ninguém (menos ainda pela minha pessoa), eis-me de volta ao teu convívio com um artigo sobre a perceção dos géneros em relação ao mundo, em geral, e ao romance, em particular. 

 

Que elas e eles são diferentes, determinou o criador no momento da criação. Que essas diferenças são muitas e percetíveis a olho nu, estamos cientes. E no que ao flirt se refere, será que a visão feminina é assim tão díspar da masculina? A ver vamos com esta crónica!

 

Antes de adentrar pelo âmago da questão, convém fazer uma pequena análise das principais dissemelhanças entre o feminino e o masculino, entre o yin e o yang, para usar uma linguagem mais fancy. Por exemplo, a nós discípulas de Eva é reconhecido o talento inato da multifuncionalidade (ou multitasking, na gíria empresarial). É-nos, igualmente, associado um maior grau de intuição, emoção e sensibilidade. Aos descendentes de Adão – ou pelo menos à maioria – costuma-se agregar caraterísticas como frontalidade, praticidade, racionalidade e serenidade.

 

Ao que parece, também no campo amoroso existe uma acentuada discrepância na forma como ambos os sexos expressam e interpretam as coisas. Um estudo da Universidade de Tecnologia do Texas vem agora reforçar o que estamos cansados de saber: a forma de atuação e comunicação entre mulheres e homens é de tal forma distinta que esta tem implicação direta na arte da conquista.

 

Enquanto que nós flertamos para nos divertirmos, numa lógica de caça desportiva, eles o fazem para "comer", numa lógica de caça fisiológica. Por valorizarmos muito mais a comunicação, conseguimos captar todo o tipo de sinais não-verbais bem melhor do que eles, que precisam de tradução simultânea, muitas vezes com recurso à legenda e linguagem gestual.

 

Por sua vez, eles revelam-se uns experts em confundir as coisas, ao ponto de conseguirem encontrar insinuações sexuais onde elas não existem, de todo. Isto não te traz à memória nenhuma situação em que tal tenha ocorrido?

 

Talvez resida aqui o motivo porque os homens se sentem tão à vontade com a praga moderna que é o fazer a corte por mensagens. Por terem conversas bem mais factuais do que as mulheres, revelam-se mais fraquinhos quando se trata de entender tudo o que não sejam palavras.

 

Essa coisa de ler nas entrelinhas, os tais sinais não-verbais que referi há pouco, não é de todo o forte do sexo oposto. A ciência assim o comprova com este estudo.

 

Bom descanso e até à próxima!

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Jul18

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Viva!

 

Volto ao teu convívio, exatamente um mês depois, com as previsões da conselheira espiritual do Ainda Solteira, Isabel Soares dos Santos, para o sétimo mês do ano, que hoje arranca.

 

Meio ano já passou e entramos na segunda metade do ano com a mensagem de assumirmos a nossa essência, de assumirmos quem realmente somos.

Ainda ontem numa formação explicava a importância de vivermos o nosso eu verdadeiro e deixarmos cair todas as nossas máscaras, pois só assim conseguimos entrar em contacto com a nossa verdade e saber o que estamos cá a fazer.

Julho é o mês ideal para deixares cair todas as tuas máscaras e assumires a tua verdade. À medida que avançamos na nossa evolução espiritual vai-se tornando praticamente impossível continuarmos a mentir a nós próprios. Os sentimentos verdadeiros e as pessoas verdadeiras da tua vida estão agora prontos para aparecerem. Aproveita essa oportunidade e não tenhas medo da mudança. Bem sei que não é fácil quando escolhemos determinados caminhos, mas sei com toda a minha certeza que, quando chegamos ao destino final, o que encontramos é bem melhor do que o que deixámos para trás.

Por isso, está na hora de saboreares a tua essência sem medos do que os outros irão pensar. Não te escondas mais. Aceita-te com toda a tua luz e também com toda a tua sombra. Estás a iniciar um processo incrível de evolução. Mesmo com medo, arrisca. Deita fora todos os teus pesos, todas as tuas máscaras e arrisca a viver a tua verdade a cada dia da tua vida.

Cada dia é um bom dia para iniciares a mudança. Cada dia é um bom dia para seres uma pessoa melhor, mais verdadeira e disponível para te amares tal como és, mesmo com todas as tuas limitações. E a cada novo dia surgem oportunidades fantásticas para transformares as tuas limitações em aprendizagens incríveis que te vão dar mais força a cada novo dia. A tua maior limitação pode tornar-se na tua fonte de poder.

Eu adoro as minhas limitações, pois a cada dia me lembram que tenho novas oportunidades de aumentar o meu poder pessoal.


Julho é sem duvida um mês de poder. Quem o souber viver da melhor maneira, quem não tiver medo, quem se conhecer muito bem e souber utilizar todas as suas limitações a seu favor tem agora a oportunidade de mudar radicalmente a sua vida e começar a viver todos os seus sonhos.

A cada dia eu mudo mais um pouco. A cada dia tenho um novo sonho. E a cada dia tenho novas conquistas. Sou mesmo muito grata e abençoada por tudo o que a vida me tem dado.

Saiba que a mudança faz parte da vida e arrisca. Assume a tua verdade. Afasta-te de pessoas que não te fazem bem. Afasta-te de situações que te desgastam. Mesmo com medo, escolhe viver apenas aquilo que te faz feliz. Escolhe viver apenas a tua verdade.

Este é o mês do meu aniversário e estou mesmo muito feliz por todas as mudanças que tenho realizado em mim e por todas as conquistas que a vida me tem dado. No dia 15 de julho iniciarei um novo ciclo de vida (falando dos ciclos de 7 anos) e garanto-vos que vou estar imparável. A cada dia aumento o meu poder pessoal e a cada dia fico mais feliz por ver os meus sonhos a realizarem-se 🌟

Desejos de um mês muito feliz a todos!
Abraço de Luz,
Isabel 💗

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Viva!

 

Estou com bloqueio. Volto quando tiver recuperado a inspiração. Até lá, vou-me consolando com este bom e velho amigo.

 

Até um dia destes!

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Jun18

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Viva!

 

No parecer da conselheira espiritual do Ainda Solteira, o sexto mês do ano, que hoje arranca com uma ovação aos humanos mirins, promete estranheza, turbulência, mas também recompensa e abundância para quem souber tirar partido das oportunidades. Eis as previsões energéticas de junho, gentilmente cedidas pela guru do bem, a Isabel Soares dos Santos.

 

E estamos quase a chegar a meio do ano de 2018! Um ano que pode ser absolutamente incrível para quem o souber aproveitar da melhor maneira para transformar a sua vida. Uma onda de energia positiva, amor incondicional e abundância irá acompanhar-nos durante todo o ano.

 

Mas junho chega-nos com uma energia estranha, de tudo ou nada, de 8 ou 80, de ganhar ou perder oportunidades, de num dia nos sentirmos invencíveis e no seguinte parecer que um camião nos passou por cima, ao ponto de não nos conseguirmos levantar da cama.

 

Esquizofrenia é o nome desta imagem. E se olharmos bem vemos um homem que está preso pelas mãos e pelos pés, alguém que tem medo de largar um dos lados, pois acredita que vai cair no abismo. Como o mais importante é arranjarmos soluções para lidar com o momento presente, vamos lá analisar o sentido desta carta:

1) Ficares na posição em que estás, significa que nada irá acontecer na tua vida, nem de bom nem de mau; ou seja ficas estagnado, numa inércia constante. O mês vai passar e quando chegar ao fim irás perceber o tempo que andaste a perder e que podias ter feito muito mais.

2) Largares as mãos significa ficares agarrado ao passado, não quereres andar para a frente e o peso do passado vai acabar por te arrastar para o abismo.

3) Ficares agarrado pelas mãos no momento presente significa libertares-te do passado e começares a subir degrau a degrau a montanha da liberdade. Faz pequenas coisas a cada dia, que te vão deixar mais forte, mais consciente do que queres e mais focado nos teus objetivos.

 

Para sobreviveres e viveres cheio de luz e energia positiva durante este mês podes começar por adotar hábitos de vida saudáveis, como por exemplo, meditar, praticar exercício físico, alimentares-te de forma saudável, beber (mais) água, ler, estar próximo de pessoas positivas e fazer da gratidão o sentimento predominante o tempo todo.

 

Eu sou muito grata a tudo o que a vida me tem dado; mesmo todos os desafios eu agradeço profundamente, pois só me tornaram mais forte. E tenho um orgulho imenso na pessoa que sou hoje e na missão de vida que tenho, que a cada dia ajudo mais pessoas a encontrarem o seu caminho. Espero que estas minhas simples palavras também te ajudem. 🙏

 

Estamos juntos na caminhada para a felicidade.

 

Desejos de um mês muito feliz!
Abraço de luz,
Isabel 💗

 

As precisões da Isabel acabam de dissipar o restinho de dúvidas que eu ainda pudesse ter sobre o meu futuro profissional e financeiro. Elas acabam de confirmar a minha sensação de que este mês ser me á especialmente generoso, ainda mais auspicioso que maio, que foi um dos mais felizes dos últimos 10 anos.

 

Espero de todo o coração que estes prognósticos tenham acionado aquela luz (verde) da esperança que tanta falta tem feito à humanidade. Fica bem e até à próxima!

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Viva!

 

Porque estou plenamente convicta do impacto que poderá ter na tua existência e porque a conselheira espiritual do Ainda Solteira merece este mais do que justo tributo, já que todos os meses nos cede pro bono as suas previsões energéticas, desafio-te a inscreveres-te no próximo workshop de reprogramação mental da spiritual coach Isabel Soares dos Santos, a minha guru do bem, como gosto de lhe chamar.

 

Feito um anjo de luz, esta alma iluminada adentrou pela minha vida para me consciencializar que a saúde espiritual  – a par da física e da mental  – é uma das três pedras basilares da felicidade humana. Foi com ela que me iniciei na arte da meditação, que encetei a minha primeira regressão a uma vida passada, que abri a minha mente para o invisível aos olhos, que aprendi a aquietar o meu coração e que renovei a esperança em mim e na humanidade. 

 

Desde que fiz este curso, no passado dia 28 de abril, a minha vida conheceu melhorias inesperadas e inimagináveis, numa mescla de milagres e mistérios. Não tenho dúvidas de que tais mudanças foram despoletadas pelos ensinamentos assimilados nesse dia e que se resumem a um único propósito: fazer da minha mente uma aliada e não uma adversária, como até então.

 

Para teres uma ideia mais concreta a que me refiro, digo-te que, apenas cinco dias depois de ter estado nesse evento, surgiu a oportunidade de viajar para Barcelona, uma oferta surpresa de uma amiga muito querida, que fez questão de me proporcionar a concretização de um sonho há muito acalentado. Literalmente de um dia para o outro, ainda por cima com o passaporte caducado, lá consegui apanhar um voo da TAP com destino à cidade de Gaudi. Coincidência? Provavelmente! 

 

À chegada a Barcelona, ainda antes de recolher a bagagem, recebo um telefonema de uma antiga entidade patronal a perguntar se tinha disponibilidade para reforçar (temporariamente) o serviço com o qual colaborei há dois anos e no qual não consegui permanecer por pura implicância de uma Cruella de Vida que me considerou demasiado "vistosa" para a instituição em questão. 

 

Foi assim que – ainda que por meras semanas – regressei ao trabalho dos meus sonhos e com todos os meus direitos salvaguardados em contrato: descontos para a segurança social e fisco, seguro de saúde, salário decente, horário reduzido, uma equipa fantástica e a possibilidade de exercer na área que eu mais gosto e que tão bem sei criar valor. Outra coincidência? Já não estou tão certa disso! 

 

À minha amiga maior foi-lhe diagnosticada, no auge dos seus 40 aninhos, um tumor no peito, cujo índice de malignidade pairava entre os 50 e os 95%. Como é de se prever, ao tomar conhecimento da notícia desmoronei-me feito um iglu em plena praia de Ipanema, vergada pela antevisão do sofrimento pelo qual ambas iríamos seguramente passar. O desespero que me tomou de assalto a alma representou uma séria ameaça à onda de pensamentos e vibrações positiva na qual tinha estado a trabalhar até à data.

 

Numa operação digna de Hollywood, lá consegui resgatar os preceitos apreendidos no workshop, obrigando a minha mente a encarar o assunto, não como uma sentença de morte, mas antes uma provação, ainda que duríssima, por certo. Inspirada pela atitude serena e corajosa da minha mana do coração (que nem por um momento se deixou panicar), lá consegui voltar aos braços da aura positiva e otimista de antes, na firme crença de que no fim tudo acabaria por dar certo.

 

E não é que deu mesmo? O resultado da tal biópsia que visava determinar a localização do carcinoma, não poderia ser mais tranquilizador: a malignididade não se confirmou. Esta minha amiga revelou-se mais sortuda que o primo Gastão da Disney. Perante uma chance mínima de 50%, conseguiu ela a proeza de acertar em cheio na metade que lhe garantia conservar a saúde.

 

Removida a espada que nos pendia sobre a cabeça, eis-nos de volta à rotina nossa de sempre; eu em Lisboa e ela do outro lado do Atlântico. Depois do que acabaste de ler, ainda achas que a força do pensamento positivo é conversa de quem não tem mais o que fazer?

 

O texto já vai longo, reconheço, mas ainda há tempo para confessar que, ainda à custa deste workshop, rendi-me ao poder do ho'oponopono, uma técnica capaz de proporcionar a dose diária recomendada de leveza espiritual e mental e que consiste em duas meditações (de manhã e à noite) de 15 minutos apenas, durante 21 dias, tempo que o ser humano precisa para se adaptar à mudança.

 

A versão tradicional desta terapia é composta por quatro frases chaves: sinto muito, perdoa-me, amo-te e sou grata; ambicionando cada uma delas conduzir o praticante na passagem por quatro etapas sentimentais: arrependimento, perdão, amor e gratidão. De acordo com os entendidos na matéria, a simples repetição destas palavras revela-se capaz de ativar a libertação de bloqueios, lembranças negativas e traumas, de modo a podermos assumir um controlo mais tranquilo sobre o próprio corpo e a própria vida.

 

Se ainda te sobra alguma réstia de dúvida em relação à revolução que uma formação destas pode provocar na tua vida, deixa-me dizer-te que os seguidores do AS terão direito a condições especiais de participação, desde que para isso se inscrevam através do blog. Atreve-te, que não te arrependerás, garanto-te!

 

Deixo-te que são horas do meu ho'oponopono. Hasta!

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