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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que ainda não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

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Viva!

Esta quinta-feira trouxe uma boa nova aos solteiros deste país, pelos quais dou a cara, com gosto e orgulho. O Facebook Dating, do qual dei-te conhecimento no post A solteirice é que está a dar (até o Facebook já se apercebeu disso), já se encontra operacional em Portugal, ainda que apenas na versão app.

Esta nova funcionalidade da gigante tecnológica de Mark Zuckerberg fará uso do perfil dos utilizadores, a partir das suas preferências, páginas seguidas, atividade, grupos e eventos, para encontrar potenciais pares românticos. A melhor parte é que estes sequer precisam "conhecer-se" para serem "apresentados".

Com muita pena minha, ao meu telemóvel a dita cuja ainda não se dignou a dar as caras. Logo eu que estou (por todos os motivos e mais algum) ansiosa por conhecê-la e dela fazer-me amiga; caso haja empatia, obviamente... Mal lhe ponha a vista em cima, virei aqui contar-te. Promessa de solteira a quem o Facebook vai dar uma oportunidade para encontrar o amor.

Aquele abraço amigo e até segunda!

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Viva!

Single mine, para o caso de ainda não te teres apercebido, o Dia dos Namorados está mesmo mesmo à porta. Não é por ser o mais romântico do ano, e também o mais duro para aqueles que não têm par, que o 14 de fevereiro tem que ser um dia amargo para as mulheres solteiras. A não ser que assim o queiram, claro!

Tomemos como exemplo o meu caso. Há muito que nesse dia ofereço a mim mesma uma prenda amiga, que tanto pode ser uma peça de roupa, uma bela refeição ou uma experiência sensorial. Este ano, será uma estada num hotel de 5 estrelas, com direito a massagem, spa, jacuzzi, sauna e otras cositas más. A ideia resultou tão bem por ocasião do meu aniversário, que não via a hora de... ups, I did it again!

Como solteira de longa duração que sou, o Dia de São Valentim há muito que deixou de ser um melodrama pessoal. Longe de mim insinuar que namorar, e tudo o mais que isso implica, não seja bom. A questão é que não ter com quem trocar juras de amor nesse dia não é coisa que me desmereça, muito menos entristeça. Arrisco-me a dizer que desfrutar da minha própria companhia no dia que o mundo (comercial) consagrou ao amor é quase tão bom como passá-lo na companhia de outrém, com a vantagem de que todas as despesas inerentes serão em benefício próprio e não alheio.

Infelizmente, nem todas as portadoras de corações solitários encaram esta realidade com a mesma leveza e presença de espírito. É precisamente a elas que dedico este post, no intuito de lhes fazer ver que estar solteira no Dia dos Namorados pode, e deve, ser encarado como uma oportunidade para se proporcionarem um dia digno da rainha que nelas habita. Como? Deixando-se inspirar por estas seis sugestões:

Banho de imersão

Desperta a diva que há em ti com um belo banho de imersão, daqueles dignos de Hollywood. Para tal, só tens que encher a banheira, atirar lá para dentro os sais de banho que tens guardado para a "tal" ocasião especial, escolher uma playlist que te faça sentir nas nuvens, bebericar uma bela taça de vinho e deixar-te embalar pelo momento.

Chocolate
O chocolate, a alegria aos pedaços, costuma ser a cura, ainda que momentânea, para a maioria dos males femininos. Caso sejas apreciadora desta ou de outra iguaria com açúcar, esquece a dieta, aplaca a culpa e rende-te à luxúria. Come o que te apetecer, na quantidade que te apetecer. Afinal, o São Valentim só te visita uma vez por ano, por isso recebe-o em grande estilo.

Home cinema
Nada melhor que um filme lamechas para dar aquele gostinho de romance; o tal que nos tem faltado na vida real. Recomendo que apostes em comédia romântica, pois drama é tudo que não precisas neste momento. Confesso que esta é a minha parte favorita de um Dia dos Namorados a solo. Consumir filmes românticos é uma forma de restaurar a esperança de que um dia serei (novamente) protagonista de uma bela estória de amor, tal como no cinema.

Drink
Desfruta da noite a um na companhia da tua bebida favorita, seja ela vinho, gin, vodca, champanhe, mojito ou caipirinha. Não te esqueças é dos aperitivos (queijo, pipocas, presunto, pizza, sushi ou outro snack que gostes), pois beber de estômago vazio nunca é boa ideia. Boa ideia é apreciares a tua própria companhia, o teu drink e o facto de desfrutares deste momento tão teu, gozado na santa paz da tua liberdade.

Disco night
Caso estejas numa de celebrar porta fora, porque não ligar às amigas desemparelhadas e sair para a borga? Emboneca-te, escolhe uma discoteca in e toma conta da pista como se não houvesse amanhã. Não te esqueças é do baton escandalosamente rouge, dos saltos altos e de um dress code que te favoreça. Afinal, nada como um look bem conseguido para fazer com que te sintas poderosa e autoconfiante.

Blind date
Que tal saíres da tua zona de conforto e arriscares um encontro às cegas? Se estás numa onda de aventura ou a querer fazer pela tua vida amorosa, esta é uma boa altura para isso. E opções não te faltam, é só ir a uma dessas apps de engate e... voilá! O pior que pode acontecer é teres uma divertida estória para contar às amigas. Na melhor das hipóteses, podes acabar a noite nos braços (ou na cama) de alguém.


Meu bem, depois daquilo que acabaste de ler ainda acreditas que uma mulher desemparelhada tem motivos para amaldiçoar o Dia de São Valentim? 

Despeço-me com aquele abraço amigo e este conselho: Be Your Valentine, hoje, amanhã e sempre!

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Viva!

Estes dias gélidos só nos fazem salivar (ainda) mais pelas férias, de preferência num sítio que envolva sol, praia, areia branca, cocktails, sunset. Soa-te a paraíso? Sabendo que mais mortais partilham de tal sentimento, esta crónica debruça-se sobre ofertas de férias exclusivas para aqueles que como nós andam com o coração desocupado, mas o espírito escancarado a novas experiências.

Atenta ao drama dos desemparelhados em conseguirem ofertas decentes para os seus momentos de lazer - drama esse que eu mesma farto-me de vivenciar -, a Single Travels propõe para este verão duas viagens às Caraíbas, mais precisamente à República Dominicana e ao México. O que estas têm de diferente das inúmeras outras ofertas disponíveis no mercado? São exclusivas a pessoas solteiras; ou seja, foram concebidas à medida das realidades, necessidades e expectativas de quem está leve, livre e solta, quiçá à procura de aconchego amoroso (se é que me faço entender).


A Riviera Maya Singles Week, que já vai na segunda edição, decorrerá de 7 a 15 de junho e inclui visitar praias paradisíacas, ruínas maias, parques temáticos ecológicos, entre outras atrações. Já a sétima edição do Punta Cana Singles Week decorrerá entre 19 e 27 de junho, sendo perfeita para os amantes de praia e ritmos calientes. Ambas as propostas incluem voos diretos de Lisboa, sete noites de alojamento em resorts de cinco estrelas (em regime de tudo incluído), transfers, seguro de viagem, um coordenador para acompanhar o grupo e ainda um programa com atividades exclusivas.

A promotora destas ofertas propõe assim aos solteiros de Portugal uma semana de férias inesquecível, com dias cheios de diversão e convívio na companhia de outras pessoas descomprometidas.

Single mine, lá porque estamos desemparelhadas não quer dizer que não possamos desfrutar de umas férias de sonho. Acaso ainda não tenhas fechado os teus planos para a próxima temporada de dolce fare niente, anota aí estas duas propostas. Eu estou a ponderar seriamente embarcar nessa; afinal, o pior que poderia acontecer seria desfrutar de uma semana num dos mais cobiçados destinos de férias do mundo.

Vais querer ficar fora desta aventura caribenha com sol, praia, cultura e muita animação? Tens até 1 de fevereiro para te decidires.

Aquele abraço amigo!

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Viva!

Estou para escrever sobre isto já faz algum tempo, só que entre um post e outro acabei sempre por protelar o assunto. Até que decidi que de hoje não passa. Assim, eis-me aqui para te apresentar o Livres para Amar, um grupo do Facebook no qual me alistei há uns mesitos, quatro para ser mais exata. 

Criado, gerido e moderado pel'A Gaja, uma solteira empedernida cujas aventuras e desventuras amorosas acompanho através das redes sociais, é propósito desse fórum privado "permitir que pessoas solteiras se conheçam e interajam". Assim, demanda a sua mentora que a prioridade das publicações seja dada a posts com perfis, apresentações, temas ou questões diretas.


Não obstante tratar-se de um grupo exclusivo a pessoas disponíveis e livres para amar – solteiras, para quem tem dificuldade em entender a língua de Camões – o bando do chico esperto tem-se por lá infiltrado sempre que possível. Em relação a esses penetras (entenda-se casados e/ou num relacionamento), os membros que os denunciem com vista à sua imediata expulsão de uma comunidade que não é a sua. Nem poderia ser.

Faço aqui uma pausa para deixar um recado a essa malta emparelhada incapaz de perder uma oportunidade para dar uma ciscada em galinheiro alheio: "Tomem vergonha na cara e parem com essa obsessão em estarem precisamente onde não é suposto estarem. Escolhem emparelhar e depois querem fazer vida de leve, livre e solto, como se de facto assim o fossem? O vosso problema não é fome mas gula, não é falta mas gana, não é carência mas promiscuidade. Se estão infelizes, epa, livrem-se da trela e façam-se à estrada da vida. Agora permanecer "busy" e "online" ao mesmo tempo é que não. Isso é imoral, indecente, inconcebível, desleal e imperdoável. Tratem de procurar quem vos ajude a lidar com essa síndrome de engate compulsivo!

Voltando a grupo de que falava há pouco, no que toca ao conteúdo que por lá circula, não obstante a apertada supervisão d’A Gaja, convém saber separar o trigo do joio, pois, como em tudo na vida, há tanto do melhor como do piorio. Volta e meia somos compensados com textos deveras cativantes, como este, por exemplo, cujo autor deu-me permissão para aqui partilhar:

O grupo 'Livres para Amar' não é, nem pode ser visto, como um grupo de desesperados anónimos (por ser fechado) que se lamentam diariamente de não terem uma mulher ou homem com quem partilhar o seu dia a dia.
Quantos de nós aqui estamos solteiros ou divorciados por opção? Não tenho dúvidas que ainda sejamos alguns…
Façam uma experiência: andem pela rua, durante uma hora que seja, e vejam qual a percentagem de casais que vos parecem felizes? Já para não falar em descontar aqueles que se esforçam para transmitir uma união feliz em público, quando em privado…
Façam outra experiência: olhem para a vossa família e verifiquem em quantos casamentos ainda existe cumplicidade entre o casal. Quantas vezes não ouviram: "Foi o homem que escolhi e é esta a minha cruz" ou "Tenho de dar comer a quem tem fome, se não ele procura fora" ou "Fulano ou sicrano vai-se separar. Ai o falatório que vai ser."
Resumindo e indo diretamente à "ferida", conto pelos dedos os namoros/casamentos em que me revejo, que não sejam mais que uma imposição social, só porque: "ah e tal, Maria já estás a caminho dos 30/40 anos. Não achas que está na altura de arranjares alguém?!"
Só a palavra "arranjar" já me faz vomitar.
Na mesma ótica, tenho lido por aqui, e por mais que uma vez, a expressão "encalhada". Considero essa palavra muito infeliz; parece que a maioria dos casais com quem conviveis amiúde e que "desencalharam" são mais felizes que vós, só por viverem na mesma casa (sim, porque muitas vezes é a única partilha que fazem).
Atenção: isto não quer dizer que um verdadeiro amor, alimentado continuamente e incondicionalmente, não seja bem melhor que estar sozinho… Disso também não tenho dúvidas, já amei uma (única) vez e sei como é magnífico. Agora, não façam do ser "solteiro" ou "divorciado" um drama, porque acreditem que somos bem mais felizes que muitos casais. E se não encontrarmos novamente o amor, qual o problema? Vamos casar com a amiga de um amigo que também está "encalhada" só para "português ver"?
Caramba, se encontrarem alguém que vos faça fervilhar por dentro e sentirem que é recíproco não hesitem em arriscar, independentemente do vosso passado. Mas se não encontrarem qual é o mal? Ainda não se paga multa, pessoal 😌
Desculpem a frontalidade, mas considerei importante falar sobre isto.

Como sabe bem ler este tipo de texto, uma verdadeira ode ao nosso estado civil. Termino com esta prece: mais respeito e menos depreciação, que a solteirice não é nenhum cancro social, pelo contrário!

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11864999_1018760344830862_7564104024534853268_o.jpOra viva!

Onze de onze. Sabes que dia é hoje, meu bem? Dia Nosso, ou seja, Dia dos Solteiros. Recuando um pouco no tempo, este foi instituído, em 1993, pela Universidade de Nanjing, que começou a celebrá-lo como forma de dar uma oportunidade aos estudantes sem parceiros de celebrar o próprio estatuto. Foi assim escolhido 11 de novembro (11.11 ou Double 11), uma vez que é a única data do ano com quatro dígitos que simboliza a solitude. Capice?

Infelizmente, o que era suposto ser uma celebração para os solteiros chineses transformou-se numa extravagância que supera as vendas da Black Friday e da Cyber Monday juntas. Ai esse consumismo desenfreado que anda a dar cabo da nossa sociedade. Só para teres uma ideia, a gigante chinesa de comércio eletrónico Alibaba assegura que as vendas deste ano totalizaram 10 bilhões de iuanes (1,51 bilhão de dólares) em pouco mais de três minutos.

A data que se tornou a maior maratona de compras a nível mundial é assinalada um pouco por todo o mundo, só que em dias diferentes. Em terras de Afonso Henriques está, desde 2006, agendada para 29 de setembro. Em terras de Vera Cruz para 15 de agosto, curiosamente o dia de Nossa Senhora da Graça. Quererá isso dizer que os desemparelhados brasileiros benefeciam da graça divina?

E já que este é um dia dedicado ao nosso estado civil, que tal celebrá-lo com pompa e circunstância? Vai um doube date, cara mia? É que decidi aceitar o convite de um pretendente para sair hoje. Ao menos não deixo a efeméride passar em branco e posso sempre dar-me bem ao final da noite.

Happy Single's Day, my dear!

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15
Set16

Vai um meetup hoje?

por LegoLuna

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Como hoje é quinta-feira, quero falar-te do English-Portuguese Conversation, um grupo de conversação semissecreto que se reúne precisamente às quintas-feiras para conviver num ambiente divertido, descontraído e multicultural.

Aposto que deves estar a perguntar-te como é que sei destas coisas. Acertei? As coisas que eu sei, meu bem, as coisas que eu sei...

Por ser informal, este meetup é caraterizado por conversações bilingue, uma mistura de inglês e português, durante toda a noite. Qualquer cidadão pode participar, bastando para tal aderir ao grupo, fechado, através do Facebook. Feito isso, o membro passará a receber, por e-mail, o convite com as coordenadas do próximo encontro.

Estou para lá ir cuscar faz tempo - até porque seria uma excelente oportunidade de melhorar o meu inglês, que anda bem precisado, como sabes - e todas as semanas quando chega o meu e-invitation digo a mim mesma: "É desta que vou!". O facto é que ainda não cheguei lá, apesar de ser mesmo aqui na vizinhança.

Caso este inovador e didático programa para solteiros tenha despertado o teu interesse, ou pelo menos curiosidade, anota aí as coordenadas: quintas-feiras, 19h30, Casa Independente (Largo do Intendente), Lisboa. Uma coisa posso adiantar-te desde já: o espaço é giríssimo, já lá estive um par de vezes, pelo que, nem que seja por ele, já vai ter valido a pena dar um saltinho até o Intendente.

Quem sabe não nos vemos por lá uma quinta destas?

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