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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

11
Mar22

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Ora viva! ✌️ 

No que toca ao amor, qual é a coisa qual é ela que os homens solteiros querem mais do que aparência ou dinheiro? Maturidade emocional, meu bem, maturidade emocional! Pelo menos é o que garante o Homem na Prática, que cita a mais recente pesquisa do Match.
 
Ao que tudo indica a estabilidade é o novo must have da check list dos solteiros americanos, os quais assumiram preferir a maturidade emocional à aparência ou ao dinheiro. Esta é uma das principais conclusões do inquérito anual 'Singles in America', levado a cabo por aquele gigante norte-americano de encontros online.
 
As prioridades dos celibatários mudaram muito com a pandemia, o que implicou uma reorganização de prioridades. A atratividade física diminuiu em importância e aspetos como comunicação, confiança e senso de humor ganharam particular relevância, apurou o citado estudo.
 
De acordo com a conselheira-chefe de ciência do Match, Helen Fisher, "a aparência está fora da jogada, a maturidade emocional está dentro. A estabilidade é o novo sexy. Embora o covid tenha causado estragos nas nossas vidas, também desencadeou um momento de crescimento pós-traumático". Assim, "parceiros imaturos estão fora de questão; os solteiros de hoje querem-se educados, bem-sucedidos, fundamentados, de mente aberta e comprometidos, uma redefinição que aumentará a estabilidade da família nas próximas décadas", remata a cientista.
 
Outro dado deveras interessante: os homens estão mudando suas prioridades, preferindo mulheres mais educadas e financeiramente estáveis, prontas para relacionamentos de longo prazo. Serão estes um prenúncio de que a cultura das relações superficiais, vazias de conteúdo, têm os dias contados? Só o tempo o dirá!
 
De acordo com a mesma pesquisa, as evidências de que o romantismo masculino - tantas vezes menosprezado por uma sociedade em que a superficialidade e a descartabilidade nas relações amorosas parecem ter montado acampamento – são inequívocas. Por exemplo, 53% dos homens revelaram-se mais propensos a sentir uma conexão emocional no segundo encontro do que as mulheres (38%). Tem mais: 38% dos homens expressaram vontade de se envolver num relacionamento à distância, em comparação com apenas 29% das mulheres.
 
Parece que finalmente o cérebro masculino despertou para aquilo que realmente importa num relacionamento amoroso. Para o caso de não ter ficado claro, a maturidade emocional, a estabilidade financeira e o senso de humor são agora bem mais importantes do que a mera aparência física. Aos corações solitários em busca do seu par ideal a nossa sugestão (minha e do autor do post que de origem a esta crónica) é que, antes de começarem a cortejar alguém, se certifiquem que têm a vida em ordem.
 
Com esta saio de cena, não sem antes deixar-te aquele abraço amigo e votos de um ótimo fim de semana. Hasta!

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Ora viva! ✌️

Este manhã, uma das minhas besties partilhou comigo um conteúdo sobre a solteirice. Na sequência da conversa que a partir daí se desenrolou, diz-me ela o seguinte: "Que fique registado que às 10h da manhã do dia 13 de dezembro eliminei a minha conta do Tinder. Sinto me muito mais livre, em paz e feliz".

Nem duas semanas de utilização aguentou ela, o tempo por mim estipulado para um primeiro balanço do mundo (des)encantado desta aplicação de encontros. No que toca à minha pessoa, só não a desativo de uma vez por todas pelos motivos óbvios: tenho que estar a par do que se passa no mundo do engate online. Afinal, de que outra forma conseguiria conteúdo fidedigno para escrever sobre a odisseia dos solteiros em busca do amor?

À parte isso, nunca tive esperança de que a seta do cupido fosse atingir-me pelas mãos do Tinder
E, pelos vistos, não sou a única, já que são cada vez mais os corações solitários que assumem o seu desânimo/desencanto em relação às aplicações de encontro. Para esses, recomendo a (re)leitura de um artigo datado novembro do ano passado, intitulado Há vida para além das apps de engate, através da qual dou conta do seguinte:

As plataformas de encontro - apps de engate, como gosto de chamá-las - são um tema que não se esgota na sua (in)significância, até porque nos dias que correm, com todas as restrições ao convívio e ao contacto físico que a Covid-19 veio impor, os desemparelhados precisam mais do que nunca de toda e qualquer ajuda para incrementar a sua vida amorosa.

Com uns mais focados na parte sentimental e outros assumidamente interessados em sexo, as relações românticas, tal como tudo na vida (e no mundo), estão a ser alvo de uma transformação sem precedentes. As plataformas de encontro assumem assim um papel preponderante nesta mudança de paradigma, não só por permitirem a tão conveniente interatividade, imediata e ininterrupta, como por aumentarem exponencialmente o leque de opções.

"Conhecer" alguém nunca foi tão fácil, barato e descompromissado. Iniciar/terminar uma relação faz-se num piscar de olhos, melhor dizendo, num deslizar de dedos. Os encontros, que antes implicavam conhecer fisicamente a pessoa, passaram a estar ao alcance de dois ou três cliques. Os conhecidos de amigos ou colegas de trabalho/universidade deram lugar a fotografias, as quais vamos aceitando ou rejeitando, conforme o nosso agrado.

A excitação inicial que é descobrir pretendentes, explorar os seus perfis, encetar uma conversa, trocar informações, para, no final, arriscar um tête-à-tête, com o passar do tempo vai dando lugar ao tédio, à impaciência, à frustração e à desilusão. Precisamente por haver demasiadas opções à nossa mercê, acreditamos que o próximo perfil será sempre melhor do que o anterior. Só assim é-nos possível alimentar a esperança de que nada perdemos com aqueles que rejeitamos. Esta dinâmica torna-nos aditos, ao ponto de, ao invés de apreciarmos o que temos garantido, continuarmos a correr compulsivamente os dedos pelo ecrã na expectativa do que ainda poderemos vir a ter.

A minha odisseia pelo ciberespaço em busca do amor é sobejamente conhecida pelos meus leitores/seguidores. A última aliada nesta aventura foi o Facebook Dating, do qual dei conhecimento em dois posts. Do que ainda não tinha dado conhecimento é que, duas semanas após a sua descoberta, e exploração, o veredicto resume-se a "menos do mais". Falando curto e grosso, a nova funcionalidade do Facebook é uma versão low-coast do Tinder, motivo pelo qual não me restou outra opção que não fosse eliminar o perfil. Claro que um encontro aquém das expectativas, no sábado, foi a gota de água para acabar de vez com esta estória de conhecer gajos interessantes através desta, ou de qualquer outra, plataforma digital.

Assim, de momento, e por tempo indeterminado, está suspensa da minha vida toda e qualquer procura do amor através da internet. Se tiver que acontecer, que seja de forma espontânea, de preferência ao estilo convencional, como sucedeu com o tal mec francês. Sim, porque não desisti do amor, pelo contrário! A cada dia que passa, mais convencida fico de que uma vida sem amor é meia vida. A questão aqui é esclarecer o tipo de amor que cobiçamos: o próprio ou o alheio. O primeiro é algo que tenho de sobra, pelo que, nesse quesito, tenho uma vida inteira. Quanto ao segundo, anseio pela sua versão maior, aquela que soma, acrescenta, engrandece, enaltece e envaidece.

Meu bem, caso estejas de coração livre, na ânsia de viver ou reviver um grande amor, o meu conselho só pode ser este: estar atenta, ser paciente e não procurar muito. Afinal, não somos nós que encontramos o amor, mas o amor que nos encontra. Bem sei que amar intimida, sobretudo quando já fomos magoados. Ainda assim, continua a valer a pena. Mesmo com o coração despedaçado, é possível amarmos com esses pedaços. Amar alguém e não resultar, não tira valor ao que se viveu e lá porque terminou, não deixa de ser uma estória de amor.

Aquele abraço amigo de sempre!

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28
Jul21

people-247459_1920.jpgOra viva! ✌️ 

Hoje trouxe a minha mais recente crónica para o portal de notícias Balai Cabo Verde, acabadinho de ser publicado. Bom proveito!

No outro dia, no decurso de um almoço com ex-colegas de trabalho, alguém perguntou-me se na verdade existem mais mulheres solteiras do que homens solteiros. A resposta que dei na altura serve de mote a esta crónica, a qual intenta lançar um olhar sobre a (aparente) discrepância entre os géneros no que toca à solteirice.

Dita a minha experiência que a percentagem de corações solitários está praticamente elas por eles, ainda que com uma ligeira vantagem do sexo feminino, facilmente explicado pela sua predominância em termos populacionais. O que acontece é que para a maioria dos indivíduos do sexo masculino estar solteiro não tem necessariamente que rimar com estar sozinho.

É bem mais fácil - e socialmente tolerável - que os celibatários tenham "amigas", as quais vão rodando consoante o estado de espírito ou apetência sexual. Muito mais à vontade do que nós mulheres em separar o coração da libido, eles lidam e gerem melhor o seu estado civil, mais não seja porque a sociedade é mais branda e condescendente com eles. "Ter alguém" sem assumir uma relação é melhor aceite quando se trata do género masculino; disso não tenhamos dúvida, ainda que nos console pensar o contrário.

Uma mulher que vai colecionando "amigos" é comum e inevitavelmente rotulada de "fácil", "leviana", "promíscua", para não dizer outra palavra de quatro letras começada por p. Nos nossos dez grãozinhos de terra, em que a dimensão do território é inversamente proporcional ao falatório sobre a vida alheia, esta é uma situação flagrante, condicionante, incapacitante. Com a mulher que vai fazendo a sua vida amorosa, à margem do seu celibato, a comunidade é implacável no criticismo, no julgamento, na condenação e na ostracização.

Com os homens a conversa é outra. Em inúmeras paragens deste planeta ficam até bem vistos; afinal, cultivar e perpetuar o dogma do macho alfa valoriza o seu passe perante tudo e todos. Ele é encarado como um servidor social, que mais não faz do que cumprir o seu papel de provedor da satisfação feminina e da perpetuação da espécie. Mulher que vai saltando de par em par de calças incomoda bem mais do que mulher que prefere aguardar pelo par de calças ideal. Homem que adota a mesma postura incorre no pecado mortal de ver sua masculinidade posta em causa.

A eles é permitido provar da doce fragrância do romantismo, desde que isso não comprometa a sua macheza, claro está. A elas injetam-se doses cavalares do mesmo elixir do amor, na expectativa de que se mantenham puras e castas até à chegada do tal dito cujo montado no cavalo branco, o qual, no final da estória, fica-se a saber que não passa de um sapo sob o encantamento de uma fada madrinha ressabiada. Mas isso já é assunto para outra ocasião.

Termino lembrando que, sobretudo no caso dos homens, estar solteiro não implica necessariamente estar sozinho, assim como não ter uma relação assumida não implica estar em abstinência sexual. As coisas são como são e, em matéria de solteirice, cada um conduz a sua vida da forma que melhor lhe convier, que ninguém tem nada a ver com isso. O importante é ser feliz e desfrutar da vida tal como ela se nos apresenta.

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18
Jun21

background-2062206_1920.jpgViva! 💖

Parece que os meus seguidores (finalmente) decidiram-se a dar uma oportunidade ao amor. Após um mutismo ensurdecedor, eis que acordaram para a minha oferta de consultoria sentimental gratuita. Como num passe de mágica, começam a chover pedidos de ajuda, os quais vou materializando nos tais anúncios sentimentais que aqui tenho publicado.

Será efeito do verão, do desconfinamento ou tão simplesmente da solidão? Seja lá qual for o motivo por detrás deste despertar da consciência amorosa, o facto é que estou contente por ver que os corações solitários resolveram confiar em mim, ao ponto de saírem da sua zona de conforto. É como disse lá atrás: o amor só precisa de coração e os solteiros de uma oportunidade. E essa oportunidade, por ora, são os anúncios sentimentais.


Caso também andes à procura de amor, e estejas disposta a fazer algo nesse sentido, toma nota de que continuo disponível para dar-te uma mão amiga. Pode ser que não dê em nada, mas e se der? Pensa nisso!

Aquele abraço amigo e bom fim de semana!

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16
Abr21

Viagens para solteiros

por Sara Sarowsky

Viagens para Solteiros_Miguel Moreira.jpgViva! 👋

Cá estamos nós a braços com uma nova sexta-feira, o dia em que a maioria dos assalariados dá por encerrada a jornada semanal. Em modo semi-férias, na minha terra natal, este tem um sabor especial, mais não seja pela fabulosa água do mar que aguarda por mim, mal consiga despachar os meus afazeres, entre os quais a redação deste post.

A estada por aqui decorre ao ritmo criolo, exceto o aumento brutal dos casos de covid, à custa da campanha eleitoral para as legislativas, que acontecem já este domingo. De acordo com os dados oficiais, ontem fica para a história como o dia em que foi batido o recorde do número de infeções. Que sorte a minha; vim de Portugal achando que estaria mais tranquila aqui e agora isto... às tantas começo a achar que o problema sou eu 😉. Adiante que a praia, o sol e o ócio esperam por mim.

Como já vem sendo hábito, sábado é dia de live no Instagram. Com a chegada do bom tempo e a proximidade do verão, faz todo o sentido analisar as opções de viagens para os desemparelhados. Assim, o tema da próxima sessão do ciclo 'Saturday Single Spot' será precisamente 'Viagens para Solteiros' e terá como convidado Miguel Moreira, em representação da Singles Travel.

Assim, neste direto vamos analisar não só as motivações que levaram à criação deste conceito inovador em Portugal, que tem como objetivo oferecer uma solução de viagens e turismo exclusivamente dedicada a pessoas descomprometidas, como também o perfil dos clientes, o tipo de ofertas, os destinos e tudo o mais relacionado com lazer para um, ainda que acompanhado por muitos.

Em mais um daqueles felizes acasos (serendepity, como lhe chamam os falantes da língua inglesa), há coisa de dois anos estive a uma decisão de embarcar num dos cruzeiros promovidos pela Singles Travel. Com a minha coachbusiness partner Isabel Soares dos Santos ponderei ir para Riviera Maya. Cheira-me que será este ano que nós as duas iremos concretizar o desejo de partilhar as experiências de uma viagem com outras pessoas descomprometidas.

Livra-te de perder esta live, pois nela vamos anunciar em primeira mão as ofertas para este 2021, um ano em que precisamos viajar mais do que nunca. Terás ainda oportunidade de ficar a conhecer a dinâmica de viajar com pessoas que, além de partilharem a mesma condição amorosa, procuram companhia para momentos de lazer longe de casa. Só para te aguçar o apetite, vou já adiantando que os destinos na calha são Palma de Maiorca, Algarve, Cabo Verde, Punta Cana e Riviera Maya.

Conto contigo, amanhã, às 22 horas (20 em Cabo Verde), no meu perfil sara_sarowsky. Um beijo, um abraço e um até lá!

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naked-1123184_1920.jpgOra viva!

Circunstâncias adversas impelem-nos a adotar soluções menos convencionais, daí que aproveite este tempo de antena para anunciar que procuro um(a) sexólogo(a) para a próxima live do ciclo 'Saturday Single Spot', cujo tema será 'A vida sexual dos solteiros em tempo de pandemia'.

Tenho preferência por alguém sem papas na língua, capaz de abordar a questão numa perspetiva pragmática, direta e simplificada. Se for do outro lado do Atlântico, entenda-se Brasil, melhor ainda, pois tenho imensos seguidores lá.


Caso conheças alguém com o perfil mencionado, agradeço a indicação do meu email direto: aindasolteira@gmail.com.

Agradeço desde já a tua ajuda. Aquele abraço amigo!

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18
Jan21

versão blog.jpegOra viva! ✌️ 

Ano novo vida nova, costuma dizer-se. No meu caso, será ano novo, projeto novo. Em parceria com a Isabel Soares dos Santos, acabo de criar um serviço de matching, a que batizamos de ❤️Love for You❤️. Fruto do meu percurso como autora deste blog, mas sobretudo da minha experiência enquanto solteira de longa duração, e da sabedoria da Isabel, na área do coaching espiritual e da organização de casamentos, este serviço que hoje aqui apresento vai dar a cara a 14 de fevereiro, dia em que promoveremos um primeiro encontro entre os solteiros que decidirem embarcar connosco nesta aventura. 

Importa referir que este serviço não tem nada a ver com apps ou sites de encontros, menos ainda com speed dates. Assenta ele em encontros reais (ainda que virtuais) entre pessoas que querem dar uma oportunidade ao amor, mesmo em tempo de pandemia. No fundo, vou oficializar (e rentabilizar, claro) aquilo que há muito venho fazendo nos bastidores do Ainda Solteira: tentar arranjar um par para os solteiros que partilham comigo a sua vontade em viver uma estória de amor. Já aqui partilhei, em várias ocasiões até, episódios que ilustram bem esse meu papel de cupido amadora.

Dado que o segredo é a alma do negócio, por ora mais não digo, a não ser para ficares atenta à pagina do Instagram @love4ymatch, através da qual vamos dando mais informações sobre este recém-criado serviço de encontros. Caso tenhas interesse em saber mais ou em fazer a tua pré-inscrição no Banquete do Amor, contacta-nos por aqui, pelo Instagram ou por email, que teremos todo o gosto em ajudar-te a encontrar a tua cara-metade. E não te preocupes que o preço será meramente simbólico. Palavra de solteira!

Aquele abraço amigo, de boa semana e de boa sorte no amor!

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23
Out20

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Viva!

Esta quinta-feira trouxe uma boa nova aos solteiros deste país, pelos quais dou a cara, com gosto e orgulho. O Facebook Dating, do qual dei-te conhecimento no post A solteirice é que está a dar (até o Facebook já se apercebeu disso), já se encontra operacional em Portugal, ainda que apenas na versão app.

Esta nova funcionalidade da gigante tecnológica de Mark Zuckerberg fará uso do perfil dos utilizadores, a partir das suas preferências, páginas seguidas, atividade, grupos e eventos, para encontrar potenciais pares românticos. A melhor parte é que estes sequer precisam "conhecer-se" para serem "apresentados".

Com muita pena minha, ao meu telemóvel a dita cuja ainda não se dignou a dar as caras. Logo eu que estou (por todos os motivos e mais algum) ansiosa por conhecê-la e dela fazer-me amiga; caso haja empatia, obviamente... Mal lhe ponha a vista em cima, virei aqui contar-te. Promessa de solteira a quem o Facebook vai dar uma oportunidade para encontrar o amor.

Aquele abraço amigo e até segunda!

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girl-4791674_1920.jpgViva! ✌️ 

Single mine, para o caso de ainda não te teres apercebido, o Dia dos Namorados está mesmo mesmo à porta. Não é por ser o mais romântico do ano, e também o mais duro para aqueles que não têm par, que o 14 de fevereiro tem que ser um dia amargo para as mulheres solteiras. A não ser que assim o queiram, claro!

Tomemos como exemplo o meu caso. Há muito que nesse dia ofereço a mim mesma uma prenda amiga, que tanto pode ser uma peça de roupa, uma bela refeição ou uma experiência sensorial. Este ano, será uma estada num hotel de 5 estrelas, com direito a massagem, spa, jacuzzi, sauna e otras cositas más. A ideia resultou tão bem por ocasião do meu aniversário, que não via a hora de... ups, I did it again!

Como solteira de longa duração que sou, o Dia de São Valentim há muito que deixou de ser um melodrama pessoal. Longe de mim insinuar que namorar, e tudo o mais que isso implica, não seja bom. A questão é que não ter com quem trocar juras de amor nesse dia não é coisa que me desmereça, muito menos entristeça. Arrisco-me a dizer que desfrutar da minha própria companhia no dia que o mundo (comercial) consagrou ao amor é quase tão bom como passá-lo na companhia de outrém, com a vantagem de que todas as despesas inerentes serão em benefício próprio e não alheio.

Infelizmente, nem todas as portadoras de corações solitários encaram esta realidade com a mesma leveza e presença de espírito. É precisamente a elas que dedico este post, no intuito de lhes fazer ver que estar solteira no Dia dos Namorados pode, e deve, ser encarado como uma oportunidade para se proporcionarem um dia digno da rainha que nelas habita. Como? Deixando-se inspirar por estas seis sugestões:

Banho de imersão
Desperta a diva que há em ti com um belo banho de imersão, daqueles dignos de Hollywood. Para tal, só tens que encher a banheira, atirar lá para dentro os sais de banho que tens guardado para a "tal" ocasião especial, escolher uma playlist que te faça sentir nas nuvens, bebericar uma bela taça de vinho e deixar-te embalar pelo momento.

Chocolate
O chocolate, a alegria aos pedaços, costuma ser a cura, ainda que momentânea, para a maioria dos males femininos. Caso sejas apreciadora desta ou de outra iguaria com açúcar, esquece a dieta, aplaca a culpa e rende-te à luxúria. Come o que te apetecer, na quantidade que te apetecer. Afinal, o São Valentim só te visita uma vez por ano, por isso recebe-o em grande estilo.

Home cinema
Nada melhor que um filme lamechas para dar aquele gostinho de romance; o tal que nos tem faltado na vida real. Recomendo que apostes em comédia romântica, pois drama é tudo que não precisas neste momento. Confesso que esta é a minha parte favorita de um Dia dos Namorados a solo. Consumir filmes românticos é uma forma de restaurar a esperança de que um dia serei (novamente) protagonista de uma bela estória de amor, tal como no cinema.

Drink
Desfruta da noite a um na companhia da tua bebida favorita, seja ela vinho, gin, vodca, champanhe, mojito ou caipirinha. Não te esqueças é dos aperitivos (queijo, pipocas, presunto, pizza, sushi ou outro snack que gostes), pois beber de estômago vazio nunca é boa ideia. Boa ideia é apreciares a tua própria companhia, o teu drink e o facto de desfrutares deste momento tão teu, gozado na santa paz da tua liberdade.

Disco night
Caso estejas numa de celebrar porta fora, porque não ligar às amigas desemparelhadas e sair para a borga? Emboneca-te, escolhe uma discoteca in e toma conta da pista como se não houvesse amanhã. Não te esqueças é do baton escandalosamente rouge, dos saltos altos e de um dress code que te favoreça. Afinal, nada como um look bem conseguido para fazer com que te sintas poderosa e autoconfiante.

Blind date
Que tal saíres da tua zona de conforto e arriscares um encontro às cegas? Se estás numa onda de aventura ou a querer fazer pela tua vida amorosa, esta é uma boa altura para isso. E opções não te faltam, é só ir a uma dessas apps de engate e... voilá! O pior que pode acontecer é teres uma divertida estória para contar às amigas. Na melhor das hipóteses, podes acabar a noite nos braços (ou na cama) de alguém.

Meu bem, depois daquilo que acabaste de ler ainda acreditas que uma mulher desemparelhada tem motivos para amaldiçoar o Dia de São Valentim? 

Despeço-me com aquele abraço amigo e este conselho: Be Your Valentine, hoje, amanhã e sempre!

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Viva!

Estes dias gélidos só nos fazem salivar (ainda) mais pelas férias, de preferência num sítio que envolva sol, praia, areia branca, cocktails, sunset. Soa-te a paraíso? Sabendo que mais mortais partilham de tal sentimento, esta crónica debruça-se sobre ofertas de férias exclusivas para aqueles que como nós andam com o coração desocupado, mas o espírito escancarado a novas experiências.

Atenta ao drama dos desemparelhados em conseguirem ofertas decentes para os seus momentos de lazer - drama esse que eu mesma farto-me de vivenciar -, a Single Travels propõe para este verão duas viagens às Caraíbas, mais precisamente à República Dominicana e ao México. O que estas têm de diferente das inúmeras outras ofertas disponíveis no mercado? São exclusivas a pessoas solteiras; ou seja, foram concebidas à medida das realidades, necessidades e expectativas de quem está leve, livre e solta, quiçá à procura de aconchego amoroso (se é que me faço entender).


A Riviera Maya Singles Week, que já vai na segunda edição, decorrerá de 7 a 15 de junho e inclui visitar praias paradisíacas, ruínas maias, parques temáticos ecológicos, entre outras atrações. Já a sétima edição do Punta Cana Singles Week decorrerá entre 19 e 27 de junho, sendo perfeita para os amantes de praia e ritmos calientes. Ambas as propostas incluem voos diretos de Lisboa, sete noites de alojamento em resorts de cinco estrelas (em regime de tudo incluído), transfers, seguro de viagem, um coordenador para acompanhar o grupo e ainda um programa com atividades exclusivas.

A promotora destas ofertas propõe assim aos solteiros de Portugal uma semana de férias inesquecível, com dias cheios de diversão e convívio na companhia de outras pessoas descomprometidas.

Single mine, lá porque estamos desemparelhadas não quer dizer que não possamos desfrutar de umas férias de sonho. Acaso ainda não tenhas fechado os teus planos para a próxima temporada de dolce fare niente, anota aí estas duas propostas. Eu estou a ponderar seriamente embarcar nessa; afinal, o pior que poderia acontecer seria desfrutar de uma semana num dos mais cobiçados destinos de férias do mundo.

Vais querer ficar fora desta aventura caribenha com sol, praia, cultura e muita animação? Tens até 1 de fevereiro para te decidires.

Aquele abraço amigo!

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