Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que ainda não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

pair-2498704_1920.jpg
Viva ✌️!

Como se não bastasse ser segunda-feira, ainda temos que levar com 'Bárbara', a depressão que acaba de chegar a Portugal, acompanhada de chuva, frio e vento... muito vento. Como tal, proponho animarmos este dia com o tal ranking dos melhores provedores de orgasmo espalhados por esse mundo fora.

Visando apurar quais as nacionalidades dos melhores (e piores) amantes a nível mundial, a Global Search promoveu uma sondagem junto de 15 mil indivíduos do sexo feminino, aos quais foi pedido que classificassem os homens com quem tinham "sexado". As inquiridas, mulheres bem viajadas, apontaram os espanhóis, seguidos dos brasileiros e dos italianos, como os melhores performistas na arte do amor carnal. Os franceses, sobre cujo desempenho estou em condições de opinar,  apareceram em quarto lugar. Com muita pena, não me foi possível descortinar o(s) motivo(s) porque elas os consideraram tão bons entre lençóis.

Em contrapartida, na cauda da tabela figuram os alemães e os ingleses, com os americanos a ocuparem o 5º lugar entre os piores amantes dos mundo. Escuso dizer que, ao tomar conhecimento destes resultados, o Trump não hesitou em dizer que eram fake news, já que os americanos são os melhores do mundo em tudo 🤣. Já aqui, as anónimas não se inibiram em apontar os motivos porque os consideram má foda, como poderás comprovar mais abaixo.

Eis as nacionalidades dos melhores amantes do mundo:
1. Espanha
2. Brasil
3. Itália
4. França
5. Irlanda
6. África do Sul
7. Austrália
8. Nova Zelândia
9. Dinamarca
10. Canadá

O top ten dos piores é composto pelas seguintes nacionalidades:
1. Alemanha (demasiado fedidos)
2. Inglaterra (demasiado preguiçosos)
3. Suécia (demasiado rápidos)
4. Países Baixos (demasiado dominantes)
5. Estados Unidos da América (demasiado rudes)
6. Grécia (demasiado amorosos)
7. País de Gales (demasiado egoístas)
8. Escócia (demasiado ruidosos)
9. Turquia (demasiado melosos)
10. Rússia (demasiado apressados)

Dado que os cabo-verdianos, os amantes com os quais estou familiarizada, não constam deste ranking, vou abster-me de tecer comentários sobre a sua fiabilidade. Uma coisa estou eu em condições de afirmar: caso a ocasião venha a proporcionar-se, pensarei duas vezes antes de dar umas cambalhotas com qualquer um dos integrantes da segunda lista. Just in case... 😉

Até breve!

Autoria e outros dados (tags, etc)

02
Out20

Sexo sem tabus

por LegoLuna

pair-4647624_1920.jpgOra viva!

Este post assenta numa publicação da talentosa Miriam Medina, amiga pessoal, socióloga, terapeuta, escritora e autora da página Sem.tabus. Como o próprio nome indica, esta visa abordar todo o tipo de temas que, infelizmente, ainda são alvo de censuras, ainda que veladas, por parte de uma sociedade descaradamente tolerante com alguns assuntos e hipocritamente condescendente com outros tantos, entre os quais o sexo. 

Sem.tabus é um espaço onde se fala, de forma descomplexada, de temas como a prostituição, a sexualidade da mulher, a gravidez precoce, a violência doméstica e no namoro, a maternidade, a depressão, a deficiência e o sexo. Sobre este último, escreveu ela o seguinte:

Sextou com S de Sono acumulado. Se pensaste que era S de Sexo estás perdoada, porque o é também. Vamos falar de sexo? Essa palavrinha tão pequena, mas tão cheia de tudo, que em pleno século 21 é ainda um tabu. Se nossos pais não fizessem sexo, não estaríamos aqui, certo?? E graças a Deus que os meus fizeram e fabricaram essa coisa maravilhosa, que sou eu.

Sexo é um assunto que não é muito explorado publicamente, é um tabu, mas ganha espaço na boca das pessoas com muita facilidade nos dias de hoje. A realidade é bem justa e precisa: sexo é bom, todo mundo faz ou vai fazer um dia. E ainda bem. E não precisa ter um parceiro para sentir prazer. Masturba-te! Toca-te! Permite-te!

Hoje vivemos um momento em que o sexo desempenha um papel curioso. Apesar da libertação sexual ocorrida nas últimas décadas, a sexualidade ainda é um assunto embaraçoso em determinados contextos. Mencionar as palavras "vagina", "pénis", "coito interrompido", "masturbação" ou "camisinha"… Uiiiiii as puritanas vão à loucura. É ridículo que algo tão básico quanto a sexualidade ainda provoque essas reações.

O sexo na sociedade é visto como um tabu, especialmente na família e na educação, e isso traz sérias consequências. Em toda a nossa vida, isso terá seu próprio papel, tanto em termos de desenvolvimento biológico quanto social. Se tratarmos a sexualidade como algo embaraçoso e a ignorarmos, teremos uma educação sexual deficiente. Uma boa educação sexual precisa de um diálogo aberto.

É importante mudar a conceção que temos a respeito do sexo, deixar de vê-lo como um tabu ou uma obrigação. A sexualidade é um conjunto de comportamentos humanos que podem trazer muitos benefícios para qualquer pessoa. Aí mulherada, as unhas, o cabelo e a pele ficam um luxo só. Vamos normalizar falar sobre o sexo?

Aproveita bem o feriadão, que para a semana haverá mais. Até lá fica com aquele abraço amigo tão nosso!

Autoria e outros dados (tags, etc)

sexy-4577984_1920.jpg
Ora viva! ✌️

Já que estamos sintonizados na frequência do prazer carnal, hoje trago-te um artigo sobre boas práticas sexuais em tempo de pandemia. Cientes estamos todos de que a Covid-19 veio bagunçar a nossa vida, afetando sobretudo o modo como interagimos com os outros, seja ao nível social, profissional ou sexual, este último condenado a um confinamento inédito e inusitado na sua versão casual.

Sexo sem compromisso tem conhecido dias difíceis desde março a esta parte. Nos últimos seis meses, os desemparelhados têm-se visto gregos para dar vazão às suas necessidades libidinosas. O que antes era obtido com uma descarada facilidade/velocidade, nos dias que correm tornou-se, mais do que uma tarefa complicada, uma missão de alto risco. A proximidade física, sem a qual este acaba por perder a sua própria identidade, passou a ser um jogo somente à altura dos mais destemidos, imprudentes até.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), organismo internacional que regula as questões relacionadas com o bem-estar coletivo, também as práticas sexuais devem adaptar-se ao atual contexto epidemiológico. O que antes acontecia segundo a nossa vontade, e disponibilidade, agora tem de respeitar uma série de recomendações. Dar rédea solta à tesão em "espaços grandes, abertos e bem ventilados" é provavelmente aquela que suscita maior estranheza, mais não seja pela sua colisão com o código penal, o qual proíbe expressamente o sexo em locais públicos. A não ser que estejam a pensar em criar áreas sexuais, como acontece com áreas verdes, esta recomendação é um contrassenso, sem falar que atenta contra a moral e os bons costumes.

É facto assente que a exposição "à respiração ou à saliva", através do qual se propaga o novo coronavírus, representa uma grande ameaça à saúde pública. Daí que dar o corpo ao manifesto de forma segura deixou de se resumir ao uso do preservativo para passar a evitar contactos físicos de qualquer natureza, especialmente os que implicam troca de fluidos salivais. A gravidade é tal que o uso da camisinha e de barreiras dentais é aconselhado no caso do sexo oral. Quanto aos beijos, a indicação é que sejam evitados a todo o custo.

Para a OMS, seguras seguras são as práticas sexuais que não implicam proximidade física com outro alguém, como, por exemplo, a masturbação, a pornografia, o sexting ou o sexo virtual. Pergunto eu se não seria mais fácil desaconselharem terminantemente toda e qualquer espécie de cópula au pair? Ao menos assim quem não têm um parceiro sexual à distância de uma almofada saberia que, na hora do bem bom, só deve contar consigo próprio. Que o melhor mesmo é matar a fome à la pate, respeitando assim o tão desejado afastamento social, vital à contenção desta maldita pandemia.

Aquele abraço amigo e muita coragem nesta hora difícil. Tamos juntos 😉!

Autoria e outros dados (tags, etc)

05
Ago20

sexy-4578028_1920.jpgOra viva!

Esta crónica assenta numa sugestão da FL, que encaminhou-me um texto sobre o orgasmo, na esperança de que pudesse ser um tópico para este blog, eleito, por duas vezes consecutivas, como o melhor da categoria sexualidade. Como não poderia ela estar mais certa, eis-me aqui a partilhá-lo contigo, acreditanto que será do teu interesse, tanto quanto foi do meu.

Pode o orgasmo ser um comportamento que se aprende, pergunta Barbara Cadabra, autora da página Lua das Colheitas, num post datado de 31 de julho deste ano. Sobre tal questão, considera ela que "a reprodução é instintiva, mas o prazer e o orgasmo são aprendidos durante a vida. E para aprender são necessárias informações claras e corretas sobre a sexualidade em si, mas, principalmente, sobre o nosso próprio corpo. E só vamos perceber como funciona o nosso corpo quando o tocarmos e o reconhecermos"  (como um instrumento de prazer).

Para ter um orgasmo é preciso que o corpo esteja preparado e, para a mulher, esse processo é muito mais demorado do que para o homem. Para que o corpo da mulher se sinta plenamente recetivo, é necessário que os órgãos internos, vagina e clitóris, estejam altamente irrigados de sangue, permitindo, assim, que a sensibilidade aumente. Esta preparação do corpo feminino leva em média 20 minutos e é essencial que a mulher não se distraia, sob pena da excitação desaparecer. Portanto, é absolutamente essencial a estimulação do corpo e da vagina através de festinhas, carícias, massagens e beijos.

Um dos grandes bloqueios ao orgasmo é a educação sexual que não temos... Conceitos rígidos sobre a sexualidade e sobre como devemos explorá-la dificultam imenso o processo de reconhecimento do prazer. É urgente refletirmos sobre as crenças relativas ao sexo, sobre o que consideramos ser o modo correto de o praticar. Se existe um bloqueio de crenças ou emoções relativamente à expressão sexual, o corpo não vai conseguir funcionar correta e plenamente, afastando a possibilidade de alcançar o máximo prazer orgásmico.

Se queres melhorar os teus orgasmos, começa a dedicar-te mais tempo, a conhecer os teus genitais, a tocar-lhes, a explorá-los e a estimulá-los... Entrega-te a um prazer só teu, de modo a que possas convidar alguém a desfrutar contigo.

Quem não alcança o orgasmo sozinho, dificilmente o alcançará com outra pessoa.

Meu bem, concordas que desfrutar plenamente do prazer sexual é algo que se aprende? Se assim for, és capaz de me dizer porque carga de água existem tantas mulheres que nunca lá chegaram?

Autoria e outros dados (tags, etc)

22
Mai20

gay-marriage-1571621_960_720.jpg

Viva!

O nome soava-me (vagamente) familiar, confesso! Apurar a sua origem, bem como o seu significado, é que já era outra cantiga. A minha primeira interpretação pendeu para algo relacionado com cruzeiro. Como estava enganada. Ou talvez não!

Um artigo do Público, de junho de 2016, deu-me conta de uma desconhecida – pelo menos para mim – tendência sexual praticada quase que maioritariamente entre indivíduos do sexo masculino: o cruising. Curiosa como tenho gosto em ser, fui à cata de mais informações sobre o tema, pelo que eis-me agora a partilhar contigo o resultado da minha pesquisa.

As relações humanas, em especial as amorosas, têm experienciado profundas mudanças ao longo das últimas décadas. Nas duas primeiras do presente século, elas parecem ter assumido uma outra personalidade, de tanto que se distanciam do conceito tradicional de amor, romance e intimidade.

A tecnologia, que veio revolucionar – e de que maneira – a forma como interagimos com os outros, revelou ser um terreno fértil para esse tal fenómeno chamado cruising, que mais não é do que a prática de sexo gratuito, consensual e anónimo entre homens, com a particularidade de terem os espaços públicos como teatro das operações. Para a sua concretização, parques, matas, praias e parques de estacionamento são os locais de eleição pelos adeptos desta modalidade. Particularmente interessante é o facto destes tipos, que não se conhecem de lado nenhum, recorrerem a tais pontos geográficos para obter satisfação sexual imediata e desprendida.

Anónimo, descomprometido e arriscado parecem ser os ingredientes deste cocktail sexual, somente ao alcance dos mais destemidos, e no qual a adrenalina assume o papel de afrodisíaco-mor. Embora essas interações carnais, chamemos-lhe assim, decorram exclusivamente entre homens, muitos são aqueles que rejeitam veementemente o rótulo de homossexual. Casados ou emparelhados, com filhos até, encaram estes momentos como um mero desvio do seu padrão comportamental. Nas suas mentes, o facto de não frequentarem espaços abertamente conectados à comunidade gay permite-lhes, intrinsecamente, evitar esse rótulo.

Moral da estória: gay não é aquele que gosta de fornicar outros gajos na calada do anonimato, mas sim aquele que tem (e assume) espírito de identidade homossexual. Capice?

E com esta do cruising dou por concluídas as publicações desta semana, soalheira como há um bom tempo não se via. Um abraço amigo de bom fim de semana!

Autoria e outros dados (tags, etc)

erotic-229682_960_720.jpg

Viva!

Que tal apimentar o dia com um papo de gajas sobre fantasias sexuais? Vem aí o Dia dos Namorados, pelo que estar com a matéria do erotismo na ponta da língua é uma opção mais do que pertinente, para não dizer inteligente. Afinal, sabemos lá se a seta do cupido não estará neste preciso momento a caminho do nosso coração. Mesmo que não chegue a tempo do Dia do São Valentim, um pouco de ação nunca fez mal a ninguém. Pelo contrário!

Admita-se (ou não), a verdade é que as mulheres também pensam – e não é pouco – em sexo. Tal como os homens, também têm desejos íntimos, pensamentos eróticos que muitas vezes nem às paredes confessam. No que toca ao campo sexual, também gostam de sair da zona de conforto e explorar cenários, parceiros e posições mais ousadas. Sim, nós as mulheres (também) temos fantasias sexuais!

Por mais normal, e saudável, que isso seja (não fazendo de nós umas galdérias pervertidas e amorais, como tantas vezes nos induzem a pensar), a verdade é que muitas são aquelas que ainda relutam em admitir/confessar ao seu parceiro que têm desejos e fantasias sexuais. Por não verbalizarem o que gostariam de vivenciar, autoprivam-se de experiências imensamente mais prazerosas e gratificantes. Por não se permitirem dar largas à imaginação, contentam-se com uma vida sexual insossa e inglória.

Para essas mulheres só tenho um conselho: no dia em que te libertares das amarras do tabu, daquela educação sexual rígida que recebeste, da tal exacerbada preocupação com a opinião alheia e do medo de assumires a tua sexualidade sem pudor, vais descobrir que o sexo é uma espécie de país das maravilhas onde o único limite ao prazer é a imaginação.

Meu bem, solteira ou não, com ou sem perspetiva de ação para o dia 14 de fevereiro, hoje é um bom dia para rever a lição de casa e conferir até que ponto esta lista com os 10 fetiches sexuais mais comuns nas mulheres vai de encontro à tua:
1 – Homens de fato ou com uniformes.
2 – Sexo num espaço público.
3 – Striptease para o companheiro.
4 – Ser dominada.
5 – Ouvir palavras mais obscenas.
6 – Ménage com o parceiro e mais uma mulher.
7 – Sexo com um estranho.
8 – Ménage com dois homens.
9 – Ser filmada durante o ato.
10 – Dominar.

Pessoalmente, só me revejo em apenas três destes itens. Como não sou, nem tenho pretensão de vir a ser, uma mortal como as outras, tal constatação não me preocupa por aí além. Estou bem ciente dos meus fetiches, e o facto de dois deles sequer constarem deste top ten só me faz ver que em matéria de fantasia sexual estou um passo à frente da maioria das mulheres. E tu, single mine, que tens a dizer sobre o assunto?

Aquele abraço amigo!

Autoria e outros dados (tags, etc)

10
Dez19

female-864400_1920.jpg

Viva!

Pergunto eu se, por acaso, saberás qual a tua personalidade sexual? Visando ajudar-te a encontrar a resposta a esta questão, a psicoterapeuta norte-americana Vanessa Marin definiu 11 tipos de personalidade sexual, baseados nos comportamentos que adotamos no contexto sexual.

No cumprimento do dever de informar, formar e desencardir mentes, eis-me aqui para dar a conhecer quais são eles e como podem ser identificados. Apesar de aplicável a ambos os sexos, optei pelo discurso no feminino para descrever o tipo de personalidade que cada uma de nós desempenha (ou pode vir a desempenhar) na intimidade sexual: 

Descompressora
A que vê o sexo como uma forma de descontração, um tubo de escape para momentos em que se sente tensa, estressada ou chateada.

Exploradora
A turista sexual: curiosa e ávida por aprender coisas novas. Gosta de ir além da sua zona de conforto e não leva o sexo demasiado a sério.

"Comerciante justo"
A que dá extrema importância à equação dar-receber, de modo que esta seja equilibrada. Gosta de saber que ambos estão atentos quanto às necessidades um do outro e dispostos a trabalhar em equipa. 

Dadora
A que dá mais do que recebe e está em sintonia com as experiências e necessidades do seu parceiro. Pessoa para quem é importante saber que consegue fazer o outro sentir-se bem.

Guardiã 
A que enfatiza a segurança mais do que tudo. Esta característica é típica de quem tenha sofrido algum tipo de trauma ou simplesmente precise do elo de confiança com o seu parceiro nos momentos de intimidade.

Apaixonada 
A que crê que a interação sexual deve trazer experiências intensas, quase animalescas, e que é preciso estar em sintonia total com a energia do seu parceiro.

Prazerosa 
A que encara o prazer físico como único objetivo, considerando o sexo um dos prazeres mais simples da vida. Gosta de contacto físico abundante, mas não sente necessidade da componente emocional para o fazer.

Prioritária
A que valoriza muito a vida sexual de ambos e está disposta a fazer sacrifícios para manter uma rotina, sem desculpas.

Romântica
A cujo sexo baseia-se numa conexão profunda entre os dois, sendo comum manter contacto visual com o parceiro ou dizer-lhe que o ama durante a relação sexual.

Espiritualista
A cujo sexo é mais do que aquilo que se passa no corpo, devendo ser uma experiência quase transcendente, uma comunhão de almas e não apenas de corpos.

Aventureira
A que encara o ato sexual como algo entusiasmante, quase interdito. Trata-se do tipo de pessoa que precisa do elemento tabu, quer isto signifique experimentar algo inusitado ou satisfazer um fetiche.

Salienta Marin, que é igulmente terapeuta sexual e autora, que, não obstante estas 11 personalidades sexuais, provavelmente, vamos relacionar-nos com mais de uma; daí que recomende que escolhamos um top 3 à nossa medida.

Caso estejas com a agenda sexual em dia, fica a dica para definires o teu top 3, pedir ao teu provedor de prazer para escolher o dele e comparem ambos, de modo a alinhar perspetivas e contribuir para o enriquecimento da vossa vida sexual. Pronta para o desafio?

Aquele abraço amigo!

Autoria e outros dados (tags, etc)

IMG_4745.jpg

Viva!

Os últimos posts giraram essencialmente à volta da minha pessoa, por isso é mais do que hora de mudar o foco e apontar os holofotes noutra direção. Assim, que tal aquecermos esta sexta-feira gélida, ainda que soalheira, com um artigo sobre sexualidade, tema picante o bastante para fazer corar as bochechas e acelerar a pulsação (e otras cositas más, se é que me entendes 😉).

É com este propósito que resgatei do meu arquivo digital um artigo publicado na Máxima, há mais de um ano e cujo tema, no mínimo intigrante, é de todo pertinente para o Sapo do Ano 2018 na categoria Sexualidade: o que o tamanho dos dedos tem a dizer sobre a nossa sexualidade.

Sobre isso, um estudo da Universidade de Essex atesta que as discípulas de Vénus (leia-se indivíduos do sexo feminino) com o dedo indicador mais comprido do que o anelar são, muito provavelmente, lésbicas ou bissexuais. Para tal conclusão contribuíram os dados apreendidos aquando da análise do comprimento dos dedos de 18 pares de gémeas idênticas, com orientações sexuais diferentes, em que, em média, as raparigas lésbicas ou bissexuais tinham o indicador e o anelar de tamanhos diferentes – mas apenas na mão esquerda.

Por forma a atestar a veracidade desta pesquisa, partilho uma fotografia da minha mão esquerda, onde é percetível que o meu dedo indicador não é mais comprido que o anelar. Logo, que fique registado por pixéis + caracteres que não sou lésbica, muito menos bissexual. Para aquelas almas encardidas que não se cansam de insinuar o contrário, eis a prova científica que tem faltado aos meus argumentos verbais.

Retomando o fio à meada, para os investigadores, ter o dedo indicador mais comprido do que o anelar é uma das características tipicamente masculinas, explicado pela quantidade de testosterona a que essas mulheres foram expostas no útero. Abro aqui um parêntesis para referir que já vários estudos indicaram que a sexualidade é determinada no útero, dependente da quantidade de hormonas masculinas a que o embrião é exposto. Assim, no caso dos homens, um dos dedos é maior do que o outro, mas nas mulheres o indicador e o anelar são, por norma, do mesmo tamanho.

Single mine, se a esta altura da leitura ainda não procedeste à comparação dos teus dedos indicador e anelar, a hora de o fazer é essa. Nem que seja, para validares (ou não) mais esta teoria empírica, que sabemos nós que é fidedigna, mas nem sempre infalível.

Desejos de um esplendoroso fim de semana e boas compras para o Natal. Um abraço amigo e até segunda!

Autoria e outros dados (tags, etc)

vegan-1091086_960_720.jpgViva!

Como prometido, eis-me aqui com a tal crónica sobre vegansexualidade, aquela que deveria ter ido para o ar na sexta-feira não fosse eu andar a meter o bedelho em conversa alheia.

Um artigo da Visão, datado de 13 de outubro, mas que só recentemente me chegou à vista, deu-me a conhecer uma nova designação sexual: vegansexual. Quanto a ti não sei, mas eu nunca tinha ouvido falar dessa coisa dos vegans só "sexarem" entre si. Ah pois é, ela não só já é uma realidade vincada em vários praticantes da dieta zero consumo de origem animal, como se prevê que no futuro exista em maior número.

A investigadora Annie Potts, a propósito de um estudo sobre consumo livre de crueldade na Nova Zelândia, deparou-se com tantos vegans que se assumiram incapazes de ter relações íntimas com carníveros que não hesitou em inventar o termo "vegansexuais".

Entre os 157 participantes no referido estudo (120 dos quais pertencentes ao sexo feminino), a maioria (63%) afirmou que tinha ou desejava ter um parceiro que também estivesse comprometido com a causa veggie. Uma de 21 anos admitiu mesmo estar a considerar deixar o namorado por este não partilhar do seu ponto de vista. Outra vai mais longe, afirmando que "não gostaria de ter intimidade com alguém cujo corpo é literalmente feito de corpos de outros seres que morreram para o sustentar". Segundo ela, "mesmo que achasse a pessoa muito atraente, não ia gostar de se aproximar dela se o seu corpo fosse derivado de carne".

Se para um fumador beijar quem fume é como lamber um cinzeiro, para um vegan o corpo de quem ingere carne é perfeitamente equiparável a um cemitério, já que no seu entender "os corpos das pessoas que não são vegan têm um cheiro diferente". É caso para nos perguntarmos se, entre os benefícios da dieta vegan, consta olfato ultrassensitivo.

Uma outra entrevistada confessou não cogitar a hipótese de beijar lábios que "permitem que pedaços de animais mortos passem entre eles". Para esta senhora de 49 anos, trata-se, mais do que uma questão de gosto pessoal, de ética sexual. Que dizer depois disto, pergunto-me eu a esta altura da escrita?

Não é de hoje que se fala na ascensão do número de vegans que procuram outros vegans para se relacionar, seja para amizades a preto&branco ou a cores. Uma realidade confirmada recentemente por uma empresa que organiza "speed dates" há cerca de 17 anos, em terras de sua majestade. De acordo com uma sondagem da SpeedDater, 56% dos vegetarianos e vegans dispensem conhecer um comedor de carne.

Ao ponto que isto chegou. Para além da idade, da altura, da cor da pele, do formato do corpo, da tonalidade dos olhos, do tom dos cabelos, etc., etc., etc., agora acrescenta-se um novo critério de seleção (ou exclusão) no campo sexual: tipo de dieta alimentar. Do tipo: "Olá, eu sou vegansexual. Como não como carne, também não "como" quem come carne. Se for esse o teu caso, baza daqui que só de olhar para ti faz-me lembrar um cemitério. Metes-me nojo!"

Por hoje é tudo, voltarei na quarta para mais um bate-papo só nosso. Até lá aquele abraço amigo e desejos de uma semana recheada de sexualidade, seja ela vegan ou não!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Compet~encias Digitais na Construção 061.JPG

Viva!
 
Que pensamento te ocorreu no momento em que leste o título deste post? Aposto que algum relacionado com sexo, mais precisamente fantasias. Acertei? De facto, o título, cuja escolha não foi por acaso, dá azo a essa interpretação. O que um escritor não faz para captar a atenção do leitor…
 
Retomando o nosso assunto, tenho a dizer que um estudo sobre o comportamento sexual dos norte-americanos, baseada numa amostra de mais de dois mil indivíduos de ambos os sexos, permitiu chegar a uma conclusão inesperada, e por isso mesmo, surpreendente: na intimidade, tanto eles como elas desejam beijos apaixonados e carinhos acima de qualquer outra coisa. Por esta não esperavas, confessa!
 
Por incrível que possa parecer, a maioria dos participantes admitiu que apenas procurava afeto sólido e romance. "Contrariamente aos estereótipos, os comportamentos mais apelativos, até para os homens, são românticos e afetuosos. Isso inclui beijos com mais frequência, carinhos e dizer coisas doces/românticas durante o sexo, bem como tornar o quarto mais romântico na preparação para o sexo", esclarece uma das líderes deste estudo publicado na revista científica PLOS One.
 
Na posse destes dados, os investigadores aconselham os casais a falarem mais abertamente sobre os seus desejos e interesses sexuais, já que, juntos, podem descobrir novas formas de serem românticos ou sexuais um com o outro, aumentando tanto a sua satisfação sexual como a felicidade no relacionamento.
 
Mesmo não me identificando em nada com a realidade da sociedade na qual se baseou (abro aqui um parêntesis para dizer que acho os norte-americanos marrados da cabeça e que depois que elegeram o Trampa essa perceção acentuou-se ainda mais), não posso deixar de reconhecer o mérito deste estudo. Deixou claro que, não obstante a superficialidade e descartabilidade que andam a contaminar sem dó nem piedade os relacionamentos amorosos nos dias de hoje, os sentimentos continuam a prevalecer sobre as emoções; ou seja, o coração ainda fala mais alto que a libido.
 
A necessidade que nós humanos, criaturas sociais por excelência, temos de nos sentir amados, desejados, apreciados e valorizados parece estar a roubar pontos ao seu primitivo e eterno adversário: a satisfação das necessidades sexuais. Esta batalha parece ganha, agora é esperar para ver se a guerra também.

Aquele abraço amigo de até breve!

Autoria e outros dados (tags, etc)


Mais sobre mim

foto do autor


Melhor Blog 2019 Sexo e Diário Íntimo


Melhor Blog 2018 Sexualidade





Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.