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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Viva!

 

Uma publicação da GQ veio lançar uma nova luz sobre o conceito feminino de sexy quando o assunto é o corpo masculino. Por não me rever minimamente na ordem de importância dessas preferências, daqui para a frente passarei a adotar um discurso na terceira pessoa do plural ("elas"). Comprometo-me a, no final da crónica, partilhar contigo a minha própria versão da tabela classificativa (que ainda não sabes qual é, mas que passarei a explicar tout de suite).

 

Retomando o fio à meada, é facto assente que o chamado "six-pack" é uma parte da anatomia masculina amplamente cobiçada pelas portadoras de estrogénio e descaradamente invejada pelos detentores de testosterona que não desfrutam dessa graça viril. Tanto assim é que muitos homens dão o suor, sangue e lágrimas para obterem um abdómen esculpido. Outros, e são cada vez mais, optam por recorrer a intervenções estéticas como forma de obterem a tão almejada barriga de tanquinho.

 

Independentemente da taxa de esforço indexada a uns abdominais definidos, trata-se de um investimento com retorno nunca abaixo dos 100 porcento. Mudando o discurso para a primeira pessoa do singluar, digo que um "six-pack" é meio caminho andado para o clímax. Se vier acompanhado do tal V (que eu batizei de vale da perdição), é satisfação garantida na certa; se é que me faço entender.

 

Favoritismo pessoal à parte, um estudo recente da revista americana GQ conseguiu que as discípulas de Vénus classificassem, por ordem de preferência, as partes do corpo masculino que mais apreciavam. Eis o resultado:

 

8. Peito
Apenas 2% das inquiridas destacou o peito como a zona que mais atração desperta. Aos humanóides que andam por aí a ostentar orgulhosamente uma espécie de camião TIR da cintura para cima fica o recado: esta é parte da vossa anatomia que reuniu menor preferência. Portanto, deixem-se dos anabolizantes e dessas cenas proteícas e continuem a ler que este artigo ainda tem muito a dizer.

 

7. Pernas
Só 5% das mulheres reconheceram as pernas como a parte mais sexy do corpo de um homem. Isto é um fluorescente cartão vermelho aos caramelos lá do ginásio cujas pernas mais parecem uma pata de bisonte de tão musculadas que são. A não ser que pretendam tornar-se o CR8, foquem as vossas energias noutras partes, que o mulherio agradece.

 

6. Rabo
A crença de que só os homens são chegados nuns glúteos bem definidos é um mito que urge ser relegado ao seu lugar na história. Nós também apreciamos (e como!) um bom derrière. A prova disso é que 7% das mulheres a consideram a parte do corpo deles que mais lhes agrada. Por isso, toca a incluir exercícios específicos para essa zona no vosso plano de treinos. Agacha, agacha, agacha...

 

5. Abdómen
Para meu espanto, os abdominais emparelhados de que eu sou uma adepta fanática só reuniu a preferência de 9% das entrevistadas. Ainda que no modesto 5º lugar, parece-me que investir nessa região inferior do tronco continua a ser uma aposta ganha. Nem que seja por uma questão de saúde, já que a gordura ao redor da cintura está associada a riscos acrescidos de uma série de doenças. Just in case, continuem a dar no duro, que mal não há de fazer.

 

4 . V
O corte V é aquela coisa magnífica, estrategicamente aninhada entre o abdómen e a pélvis, e apenas visível quando se goza de uma excelente forma física. Obter tão distinta certificação exige treinos intensivos, alimentação rigorosa e uma genética de primeira. Pena que só 15% das norte-americanas o tenha achado sexy. Tenho sérias dúvidas de que elas soubessem de facto o que seria um V. Inseridas numa das populações mais obesas do mundo, as coitadas não devem ter tido o previlégio de um encontro imediato de primeiro grau com algum exemplar todo talhado no V.

 

3. Costas
18% das mulheres admitiram não resistir a umas costas largas, considerado-o um atributo físico altamente sensual. Para quem sempre apostou no treino de costas, eis a merecida recompensa. Para quem nunca deu tanta importância à coisa, é hora de remadas, elevações e pesos mortos. Oh se é!

 

2. Ombros
A segunda surpresa do estudo: os ombros conseguiram a medalha de prata. Quase 19% da amostra considerou que estes eram a parte mais sexy no físico deles. Opinião da qual discordo veementemente. Desde quando os ombros são mais sensuais do que o V ou o "six-pack"? Só na América mesmo.

 

1. Bíceps
A parte da anatomia masculina que reuniu maior preferência foram os braços, com uma em cada quatro mulheres (24%) a admitirem não lhes resistir. Apesar de reconhecer o valor de uns bíceps tonificados, volto a protestar contra. Mas estas gajas têm o quê na cabeça, fast-food? Só pode!

 

Agora que já te dei a conhecer a lista deles, eis a minha: 4, 5, 8, 6, 3, 7, 2 e 1. Ilustrando: V, six-pack, peito, rabo, costas, pernas, ombros e bíceps. Como podes contastar a preferência das mulheres este lado do Atlântico – sim, porque fiz questão de levar a cabo o meu próprio estudo, desta vez com uma amostra mais representativa da realidade com a qual me identifico – são completamente diferentes. Enfim...

 

Até e um ótimo fim de semana!

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Ora viva!

 

Era minha intenção por-te a par das últimas da minha vida profissional, uma autêntica novela mexicana que poderá acabar na ACT, caso não sejam respeitados todos os meus direitos. A meio da descrição de mais um (lamentável) episódio na minha carreira, eis que recebo uma recomendação para a crónica de hoje.

 

Dado que prefiro mil vezes falar de coisas agradáveis, eis-me aqui a dar-te conhecimento de um estudo recente, que garante que os homens se conquistam, não pelo estômago, mas sim pela braguilha.

 

Atesta a University College London que o cérebro masculino está programado para, perante a escolha entre 'sexar' e comer, dar sempre prioridade à atividade sexual, ficando a comida relegada para o the moment-after. Achas que é à toa que eles ficam com uma fome de leão após o coito?

 

A meu ver, o dado mais curioso desta pesquisa é a constatação de que a mente feminina – cujos neurónios funcionam ao contrário – prefere optar pelo alimento, mandando o sexo para os bastidores. De acordo com Scott Emmons, um dos autores do estudo, isto acontece porque o cérebro masculino possui tipos de neurónios que o feminino não tem, e vice-versa.

 

Aproveito a deixa para sugerir a estes estudiosos que tentem estabelecer uma correlação entre este dado empírico e o excesso de peso nas mulheres. Como podem elas não engordar se, ao invés de queimarem calorias e tonificarem o corpo, preferirem chafurdar-se na comida?

 

Devo ser uma vergonha à classe, pois jamais – nunca de vida, como se diz na minha terra – trocaria um orgasmo por um petisco. A comida, ao fim de um par de horas, desaparece sanita abaixo, enquanto que o orgasmo – dependendo da qualidade e intensidade – é capaz de nos deixar com um sorriso pateta ao fim de horas, dias e até semanas. Nunca vi ninguém com um ar extasiado depois de comer, por melhor que tenha sido o cardápio.

 

Cara mia, esquece a comida e vai mais é pinar, que isso é que faz mesmo bem. A tudo. Vejamos: poupa-se na mercearia, poupa-se no size, poupa-se na dermocosmética, poupa-se no ginásio, poupa-se na terapia, poupa-se no mau-humor, poupa-se no envelhecimento e em muitas outras coisas, como mostra esta imagem.

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Ora viva!

 

Não querendo que os solteiros que me seguem se sintam órfãos de conversas de gajos, o artigo de hoje é um míssel teleguiado aos habitantes de Marte, planeta que alguns entendidos na matéria associam ao sexo masculino, enquanto que para nós mulheres reservaram Vénus.

 

A bordo deste projétil segue uma mensagem encriptada com a chave para o maior desafio masculino de todos os tempos: o orgasmo (feminino claro, que o vosso não tem que saber). Ainda ontem, o PL assumiu que vocês não passam de criaturas primitivas (sem ofensa).

 

Bom, vamos lá ao assunto desta crónica. Há dias dei de caras com um artigo da Visão sobre as conclusões de um estudo envolvendo três universidades (Chapman, Indiana e Kinsey) que assegura que 86% das mulheres lésbicas chegam ao ponto mais alto e desejado de qualquer relação sexual, ao contrário de apenas 65% das heterossexuais.

 

Uma vez que pertenço ao grupo que ficou mal visto nesta estória – perdão, pesquisa – nada mais previsível que tentasse entender os pressupostos que sustentam tal veredito. Ao que tudo indica, os 52.000 americanos de diferentes géneros e orientações sexuais sobre os quais recaiu a investigação, apontaram a estimulação genital, os beijos profundos e o sexo oral como a chave de três pontas que abre a porta do tão cobiçado OMG (leia-se, oh my god).

 

Para uma das investigadoras, Elisabeth Lloyd, a ideia que "cerca de 30% dos homens têm de que a penetração é a melhor forma de as mulheres chegarem ao orgasmo" é algo que já não faz sentido, uma vez que não corresponde à realidade. Residará aqui a razão para as heterossexuais serem o grupo com menos orgasmos durante o sexo, fazendo assim juz ao mito de que fingimos orgasmos?

 

Seja como for, meu bem, o que realmente importa reter é que a comunicação com a tua parceira sexual é fundamental em todo o processo (antes, durante e, sobretudo, depois). Estar atento ao feedback físico dela e não ter medo de inovar também são coisas nas quais deves apostar.

 

Por experiência própria, recomendo mais altruísmo na hora H, ou seja, que dês mais do que esperas receber. Uma mulher satisfeita é generosa como só ela sabe ser, retribuindo com um entusiasmo redobrado tudo aquilo que recebeu. Vai por mim!

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13
Abr17

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Ora viva!

 

Não é que hoje é o dia internacional do beijo? De acordo com o Calendarr, esta data visa comemorar o ato do beijo, comum em várias sociedades, seja como forma de cumprimentar ou saudar alguém ou de demonstrar amor e carinho por outra pessoa, assim como os benefícios da sua prática.

 

Beijar faz bem à saúde, tanto a nível emocional como físico, pelo que só tenho a lamentar por aqueles (eu, por exemplo) que neste dia não poderão dar tarefa aos beiços. Aos que possam desejo muitos, doces, melosos, apaixonados e escaldantes beijos.

 

Despeço-me com o artigo Mais e melhores beijos, sff, aqui publicado em outubro passado, aproveitando para te desejar uma santa e feliz páscoa, bem como um excelente fim de semana prolongado. Vemo-nos na segunda, meu bem. Até lá beija o mais que puderes, por mim e por todos os outros que não o vão fazer.

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Ora viva!

 

Espero que a pausa semanal tenha servido para recarregares as baterias e repores os níveis de energia positiva e boa disposição, já que arranca hoje uma nova maratona de 40 horas laborais, outras tantas de repouso, intercaladas com afazeres domésticos, atividade física, convívio, stress, cansaço, risos, beijos, abraços, insónias e todas as demais coisas que fazem parte do pacote "viver".

 

Infidelidade masculina é o tema do artigo de hoje, mais não seja porque o sonho de consumo amoroso de qualquer mulher é um homem fiel. Pela minha experiência pessoal, digo-te que conseguir um homem assim é tão fácil quanto encontrar um unicórnio na entrada do prédio. Fazendo um diagnóstico do meu histórico amoroso, só consigo garantir a não infidelidade de um único namorado. O que dá uma média de 5%, se tanto, logo eu que sou de uma fidelidade canina. Eis a prova viva de que os opostos, de facto, se atraem.

 

Experiência pessoal à parte, um estudo publicado na revista Social Psychology Quarterly garante que os homens que traem tendem a ter um quociente de inteligência (QI) mais baixo. Isto porque os inteligentes estão mais propensos a valorizar a exclusividade sexual.

 

A partir do cruzamento de dados de duas pesquisas que mediam atitudes sociais e QI de milhares de adolescentes e adultos, o autor do estudo, o especialista em psicologia evolutiva da London School of Economics, Satoshi Kanazawa, concluiu que aqueles que acreditam na importância da fidelidade sexual para uma relação demonstraram possuir um QI mais alto.

 

Está-se mesmo a ver que a escolha de parceiros amorosos não é de todo o meu forte, pois, a ser verdade esta teoria, torna-se claro que toda a vida só me envolvi com equus asinus. Poderá o facto de ser sagitariana (metade humana metade cavalo) ter alguma coisa a ver com essa minha preferência por espécie semelhante? Até encontrar uma explicação convincente, o melhor que faço é permanecer Ainda Solteira.

 

Aquele beijinho amigo e uma boa semana.

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16
Jan17

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Ora viva!

 

A rede é uma coisa fantástica, que não para de nos surpreender, não é mesmo? A cada clique uma novidade. A de hoje prende-se com uma nova designação da sexualidade. Para além de assexuado, bissexual, homossexual, pansexual, sapiossexual, metrossexual, e companhia limitada, agora existe o demissexual. Já tinhas ouvido falar?

 

De acordo com o site demisexuality.org, este conceito tem como definição "um estado em que a pessoa só se sente sexualmente atraída depois de formar uma ligação emocional". Ou seja, as pessoas demissexuais não se sentem sexualmente atraídas por alguém, independentemente do género, sem primeiro criarem um forte laço emocional.

 

Ainda sobre este assunto, um artigo do Washington Post, assinado por Meryl Williams, explica um pouco melhor em que consiste a demissexualidade: "Há uns anos, sentia-me culpada por deixar frustradas as pessoas com as quais me envolvia. Não queria sentir a necessidade de explicar o porquê de não me sentir preparada para uma fase mais íntima… Normalmente coloco o intelecto e o sentido de humor à frente da beleza de alguém. Se um homem não disser nada ofensivo e me fizer rir no primeiro encontro, é provável que marque um segundo. Mesmo assim, sei que os atributos de uma pessoa não garantem necessariamente que haja uma atração física. Tenho de ser paciente e esperar que esta surja".

 

Numa sociedade que parece incentivar o culto do "dar à primeira", assumir esta postura é, por vezes, uma tarefa hercúlea, inglória por demais. Disso não tenha dúvida! Vejamos: se damos logo somos fáceis, se não damos somos esquisitas, armadas em difíceis, complexadas ou estamos a jogar para valorizar o produto.

 

Independentemente de como a sociedade encara esta questão, o que sei é que está encontrada a minha orientação sexual. Sou demissexual e não se fala mais no assunto. Agora até tenho um argumento científico a que recorrer na hora do nega.

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Um estudo da House of Fraser, citado pelo jornal britânico Daily Mail, mostra que é depois dos 30 anos que as mulheres se sentem mais sexy. Mais precisamente aos 34, idade em que atingimos o auge da confiança sexual.

 

A investigação, baseada nas respostas de duas mil mulheres, mostra que depois dos 30 a confiança sexual do género feminino aumenta – 64% das inquiridas afirmam que gostam do estatuto de 'trintonas'. Para além disso, 34% das mulheres com mais de 30 anos assumem que parte dessa confiança deve-se a existência de uma vida a dois satisfatória e 26% diz estar sexualmente satisfeita.

 

Um brinde às minhas seguidoras de 34 anos - este post é para vocês com todo o meu afeto. Outro brinde para todas as outras (de vinte, trinta, quarenta, cinquenta ou até mais), que o que importa mesmo é termos vida, saúde, espírito jovem, mente aberta, coração puro e alma nobre. O resto é só uma questão de perspectivas.

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03
Fev16

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Por mais generosa que a mãe-natureza possa ser, retardando ou acelerando a lei da gravidade, a verdade é que à medida que os anos vão passando o corpo feminino vai sofrendo alterações. A propósito disso, o jornal 'El País' listou as (principais) mudanças corporais que ocorrem quando somos expulsas (por injusta causa) do clube dos 20. Preparada para conhecê-las?

 

20 anos: a idade das curvas sexualidade

Esta é conhecida como a idade da transformação, uma vez que a rapariga começa a ganhar formas de mulher. Com a estabilização hormonal, dá-se o aparecimento de gordura em certas zonas do corpo – peito e coxas – traduzindo-se numa silhueta mais curvilínea. Para além disso o período menstrual começa a regularizar e o desejo sexual atinge o seu pico. É também nesta idade que as mulheres têm maior probabilidade de desenvolver mais infeções vaginais, sendo recomendável o uso de um sabonete adequado. A vulva fica mais fina e a pele mais sensível à exposição solar. "Os excessos dos anos 20 traduzem-se em manchas e rugas aos 40, tanto que há cada vez mais jovens preocupadas em proteger-se antes dos 30", revela a dermatologista Isabel Aldanondo ao jornal espanhol.

 

30 anos: a idade das rugas e cuidados redobrados

Para muitas mulheres esta é a altura da sua vida em que a pele sofre mais alterações, como é o caso do aparecimento de acne. Como se não bastasse, as alterações hormonais também são mais frequentes uma vez que é durante os 30 que muitas mulheres se estreiam no papel de mães, fazendo com o seu peito mude consideravelmente e fique mais descaído. Os dentes são outras das coisas que podem piorar com a gestação, sendo recomendável o acompanhamento dentário adequado de forma a evitar problemas. Com menos produção de estrogénio, o corpo começa a ressentir-se, tornando-se mais flácido. É também durante esta década que começa a luta contra a balança, uma vez que é mais difícil para a mulher perder peso e tonificar o seu corpo.

 

40 anos: o fim da maternidade

Quando se chega à casa dos 40, a probabilidade da mulher voltar a desempenhar o papel de mãe é bastante reduzida. Apesar de não ser impossível voltar a conceber, a verdade é que se torna mais difícil voltar a fazê-lo de forma natural. "Os filhos têm mais probabilidades de desenvolver doenças, já que os óvulos não têm a mesma qualidade do que quando se era jovem", revela a médica Isabel Santillán. É também nesta fase que as descendentes diretas de Vénus começam a ficar com menos cabelo, o que acaba por ter um impacto devastador na sua autoestima. Quer seja por razoes genéticas, hormonais ou ambientais a verdade é que "o cabelo fica mais fino, passando dos 0,06 para os 0,03 milímetros", referem especialistas do Instituto Médico Laser.

 

50 anos: a idade das quedas e roturas

Os ossos começam a ficar mais frágeis devido à descida de estrogénio que acontece durante a menopausa. "Uma em cada duas mulheres com mais de 50 anos irá sofrer uma fratura devido à osteoporose", revela a Fundação Nacional de Osteoporose. A falta de desejo sexual, tristeza, insónias, aumento de peso e gordura corporal são outras das coisas que mudam na vida das mulheres durante esta faixa etária. A cara também sofre as suas alterações notando-se menos firmeza e mais secura na pele. Nesta altura os dentes também começar a dar mais problemas, sendo mais frequente o aparecimento de cáries.

 

60 anos: a idade em que pode desfrutar da sua vida

Nesta altura dão-se por terminadas as flutuações hormonais no corpo da mulher. Apesar de muitas pessoas ainda manterem uma vida sexual ativa, a verdade é que os orgasmos são mais débeis e existe menos lubrificação. Mas nem tudo são más notícias: é nesta altura que as terríveis enxaquecas aparecem com menos frequência e se verifica uma grande redução nos pelos no corpo da mulher.

 

E aí, companheira de luta, preparada para o que aí vem?

 

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