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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

20
Mai22

A inflação da sexualidade

por Sara Sarowsky

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Ora viva! ✌️ 

Depois de dois posts "escaldantes" 🥵, hoje trago algo mais light, se bem que o tema gira igualmente à volta da sexualidade, ainda que em moldes mais teóricos. Uma reflexão - muito pertinente, se queres que te diga - sobre o quão "banalizada" está a ser a sexualidade nos dias que correm pareceu-me uma ótima maneira de encerrarmos esta semana com chave de ouro.

Da autoria do jurista Sandro Alex Simões, para o Observador, em 9 de maio deste ano, a crónica que vou partilhar a seguir dá-nos que pensar, já que, de uma forma ou de outra, estamos todos a contribuir para o fenómeno sobre o qual reflete ele. De modo a encurtar o texto, que hoje é sexta-feira e ninguém está para grandes leituras, citarei apenas os trechos que considero relevante para este blog. Caso seja do teu interesse, este link dar te á acesso à crónica original.

Numa conferência proferida em 1974 no Lindenthal-Institut de Colónia, Viktor Frankl (1905-1997), um dos mais influentes pensadores do século XX, trouxe à baila a questão da inflação da sexualidade. De acordo com este psicanalista e filósofo austríaco, "na falta de um sentido que satisfaça a sua sede, a vontade irresistível do homem de significar a si mesmo e a sua vida, procura-se a fuga pelo prazer", escreve Sandro Simões.

Como tal, "a inflação da sexualidade é um escapismo e, como de resto com todas as ilusões, não apenas é incapaz de dar um sentido satisfatório ao que procuramos, mas ainda cria distorções na própria sexualidade. O Dr. Frankl referia na conferência a sua convicção de que 90% a 95% das disfunções de potência ou orgasmo devem-se à veneração do prazer, a hiper-intenção. Isto é, quanto mais se busca o prazer pelo prazer, menos prazer se obtém. Isso porque a inflação da sexualidade é essencialmente uma desvalorização da sexualidade, sua banalização.

A pornografia, nessa linha, e toda a indústria bilionária que a promove, é um exemplo do problema. Nela a sexualidade humana é uma mercadoria de montras e não leva ao autoconhecimento ou à valorização do prazer ou do corpo. Ao contrário disso, trata-se de transformar tudo em preço e mercado. E é de se notar, senão de se estranhar, tal como indica o Dr. Frankl na sua conferência, que uma juventude tão informada, tão crítica e atenta, não proteste e não perceba que na indústria pornográfica se encontra uma das formas mais vis e cruéis de exploração do homem pelo homem, o capitalismo em uma das suas versões mais brutais de objetificação da vida.

Contudo, se em relação à depressão, à agressividade e violência e à adição já se notam crescentes preocupações sociais e iniciativas governamentais e não-governamentais de sensibilização e atendimento, tal como a que se vê em relação à saúde mental, quanto à pornografia parece ser o contrário, ou seja, a tolerância, senão sua promoção social e mediática sob uma certa aura de progressismo e libertação das amarras do moralismo.

Este é um assunto que, decerto merece ser tratado em mais espaço de modo a explorar os seus contornos devidamente, porém, para os fins do presente texto basta-nos chamar a atenção para o que está por baixo do tapete nessa abordagem, por assim dizer. Devemos a nós mesmos, senão por outro relevante motivo, pelo menos em nome da tão preciosa razão crítica dos nossos tempos, a pergunta sobre as razões dessa inflação da sexualidade e o que isso nos traz de bem. Se percebemos os seus efeitos e as relações que possui com os outros sintomas perniciosos e perigosos da depressão, da agressividade e das adições para os quais parecemos estar mais atentos.

Deixo-te, com a promessa de estar de volta na segunda-feira. Fica com aquele abraço amigo e desejos de um ótimo fim de semana! 🫶

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18
Mai22

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Ora viva! ✌️ 

Já mais do que uma vez assumi que o sexo é tema best reader aqui neste blog. E não é que é mesmo? Prova disso é que o último post teve tanto impacto que, a pedido de muitas boas almas, eis-me aqui a expor uma outra verdade sobre sexo com "preto" versus sexo com "branco".

Obviamente que estou ciente de que o termo "preto" é pejorativo, mas, como portadora da mesma estirpe genética, arrisco-me a proferi-lo, alheia ao risco de uma acusação de racismo. Uso-o tão somente por uma questão de semântica drámatica, mas ao longo do texto usarei termos alternativos, como "negro", "black" ou "africano", como forma de não esticar demasiado a corda, não vá ela arrebentar-me na cara, se é que me entendes.

A minha interação sexual com gajos de uma raça diferente da minha - leia-se caucasianos, que o meu espírito aventureiro nunca foi mais longe - é um tanto ou quanto irrisória. Ela resume-se aos três (efémeros) encontros com o tal mec francês, o qual nem sei se será justo considerá-lo neste contexto, já que ele há mais de duas décadas que se "alimenta" exclusivamente de "carne africana", quanto mais bem passada melhor. Com isso quero deixar bem claro que todo o seu modo de funcionamento e desempenho é à "black", pelo que não seria justo compará-lo em igualdade de circunstâncias com os comuns dos caucasianos. Como tal, a minha narrativa vai restringir-se às outras três tentativas, cada uma mais frustrante que a outra. 

Falando na primeira pessoa, a avaliação - pela negativa - da performance sexual dos brancos com os quais andei na brincadeira, todos tugas, convém salientar, não se deve tanto ao tamanho mas sim à dureza do órgão sexual. Mil vezes um pénis menor e rijo do que um pénis maior e não rijo. Se for menor e não rijo, aí não há volta a dar, é estado de calamidade total e absoluto. 

O que constatei em todas as minhas experiências com homens caucasianos é que a dureza do pénis, de nenhum deles, esteve à altura do africano. Fónix, o pénis do "preto" é duro como o basalto, ao ponto de dar esticões quando o seguramos entre os dedos. Enquanto que o do branco é mais argila, digamos assim. O do branco, mesmo o do tal francês (com toda a sua alma africana), a rijeza nunca atingiu aquela plenitude e imponência que se reconhece nos amantes africanos. E isso faz toda a diferença. Se faz...

Pronto, está revelado o segredo porque o "black mambo" faz tanto sucesso entre a mulherada e porque branca que prova do "sonho africano" assume jamais querer deixar de o fazer. O órgão sexual do "black" é de uma rijeza que não se encontra em mais nenhuma outra raça deste planeta. E acredita que esta crença não é só minha, ela é acreditada por amigas e conhecidas que exploraram homens de outras paragens, como orientais ou árabes, por exemplo.

Entre as mulheres que provaram de mais do que uma "gastronomia sexual", eu inclusive, é consensual que a vantagem competitiva do "black" em relação aos "não black" é mais uma questão de rijeza do que de comprimento. Claro que quando nos deparamos com um daqueles duro, comprido e grosso, a sensação de que nos saiu o jackpot do Euromilhões é indisfarçável. 

Faço aqui uma pausa para deixar bem claro que de pouco nos vale apanhar um homem (fisicamente) bem dotado se ele não souber fazer bom uso da sua vantagem anatómica. Aliás, é das coisas mais frustantes que haver pode. Nunca me aconteceu, mas conheço uma ou outra a quem já... 😥

Voltando à dualidade "sexar" com um "black" e "sexar" com um "não black", é como comparar um Lamborghini com um Mercedes, mesmo que seja um Mercedes topo de gama. A explicação que me ocorre é que a própria anatomia da raça negra - constituição física mais forte, músculos mais salientes, pele mais firme, sangue mais quente – joga a favor da sua boa performance sexual. Se a isso acrescentarmos o facto de o sexo entre os africanos ser encarado como atividade de todo o santo dia, está explicado o sucesso dos homens negros entre os lençóis do mundo inteiro.

Eu até acho que o branco se esforça bem mais para agradar a mulher na cama, é mais carinhoso, generoso e menos egocêntrico. Capricha mais nos preliminares e em fazer a mulher atingir o orgasmo, enquanto que o “black”, na sua generalidade, cumpre apenas com os serviços mínimos, sendo a sua própria satisfação a prioridade primeira e última. O que lhe vale é a perfeição da sua anatomia, como se desfrutasse de um dom natural para "aquilo". É precisamente isso, aliado ao facto de gostar mesmo da "coisa", que faz com que ele consiga levar uma mulher à loucura sem ter que se esforçar muito.

Agora que já deitei mais lenha nessa fogueira de quem é melhor f*da, o "preto" ou o "branco", como se houvesse margem para dúvidas, vou à minha vidinha, no aguardo das reações daqueles que tiverem o privilégio de aceder a esta crónica.

Beijo 💋 no ombro e até sexta!

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16
Mai22

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Ora viva! 🫶

Que a vida gira em redor da sexualidade (literalmente falando) e que a sociedade é obcecada pelo sexo estamos todos cientes. Ainda no outro dia, numa amena cavaqueira com o tal crush do ginásio, praticamente amigos a esta altura do campeonato, já que é óbvio que da sua parte mais não obterei, assumi que os "brancos" e os "pretos" vivenciam o sexo de forma distinta, ainda que o pratiquem de forma similar.

O que quero dizer com isso? Que o "branco" fala mais de sexo do que faz sexo, ao contrário do "preto", que faz mais sexo do que fala de sexo. Para quem nunca "provou" um "black" legítimo, ou seja, born in Africa, pode ser difícil entender o que quero dizer. Mas para quem já, está tudo dito.

Por experiência própria, sei que os homens negros não são dados a falar de sexo, ao contrário dos brancos, que falam sobre isso com uma frequência indesejada, enervante até. Na minha terra, diz-se que "não se fala do sexo porque está-se ocupado a fazê-lo!". E esta máxima aplica-se a todos os géneros, idades, credos e preferências.

Em toda a minha vida sexual, jamais encontrei um "black" que me tivesse perguntado o que eu gostava na cama ou que apregoasse que era "bom de bola" e coisa e tal. Quando se trata de sexo, o "black" vai e faz, ou seja, vive-o na prática, ao invés do branco que o vive mais na teoria do que outra coisa qualquer. E olha que não sou só eu que o digo. O próprio crush com quem partilhei este meu ponto de vista, caucasiano até à medula, concordou comigo. Pudera, contra factos não há argumentos.

Exemplifico: nos inúmeros sites e apps de engate pelas quais passei ao longo da última década, a conversa desembocava quase sempre no mesmo: "O que gostas de fazer?", "O que gostas que te façam?", "Eu gosto disto!", "Eu faço isto e aquilo!", "A minha posição favorita é esta!", "A minha fantasia é coisa e tal!", "Adoro sexo!" e por aí fora. O que me faz chegar à óbvia conclusão de que o dito popular de que "quem muito fala, pouco faz" é perfeita para este contexto.

Os "blacks", pelo menos aqueles com quem me relacionei intimamente, nunca estiveram para conversas do género. Na hora do "vamos ver", deram tudo o que tinham, exigiram tudo o que queriam, fizeram tudo o que puderam. É na prática que os negros expressam o que gostam de fazer e o que gostam que lhes façam. Mais importante do que isso, não cometem o erro fatal de, no final do ato sexual, perguntar se gostaste. Sabes porquê? Porque asseguraram que assim foi!

Porque é que eu há pouco disse que tal questão era fatal? Simplesmente porque é ridícula, infantil até. Esperam mesmo que a parceira vá responder: "Não, não gostei. És péssimo na cama!"? Quando muito estão a induzi-la a uma mentira ou a uma meia verdade.

Homens que me estão a ler, fixem isto: mulher satisfeita - vou mais longe até, mulher bem f*dida - é tão expressiva que escusam de perguntar se ela gostou. Façam o vosso trabalho como deve ser, com gosto, dedicação e, sobretudo, altruísmo, que ela dar vos á todo o feedback que tanto apreciam. Sem precisar abrir a boca.

Percebem aonde quero chegar? Isto não quer dizer que não sabemos o quão importante é para vocês saber o que faz vibrar a parceira ou se esta ficou satisfeita. Acreditem que para nós mulheres é igualmente importante essa "validação", até porque sabemos que o ego masculino nutre-se precisamente disso. Um conselho de amiga? Menos conversa e mais ação. Poupem nas palavras e invistam na performance, que essa sim é que assegura o orgasmo e a vontade de ela querer voltar a estar convosco.

Eu pessoalmente detesto aqueles tagarelas que, durante o ato, não se calam, sempre a perguntar "Estás a gostar?". Corta-me logo a tesão. Eu não quero que me perguntem se estou a gostar, quero que façam com que eu goste! Capice? 😉

Agora que o recado está dado, vou à minha vidinha, que, para além das tarefas rotineiras de todo dia, ainda tenho que escrever a nova crónica para o Balai Cabo Verde, sem falar num conto erótico, encomendado há mais de dois meses, e do qual ainda não escrevi uma única linha.

Beijo no ombro e até quarta!

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24
Jan22

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Ora viva! ✌️ 

O post de hoje é uma repescagem de uma publicação de 2018, através da qual dei a conhecer as dez versões que a sexualidade humana pode assumir. Acredito que de lá para cá - quatro anos - mais versões terão surgido, já que a se trata de uma temática dinâmica, criativa e muitas vezes bizara, como poderás constatar pelo texto em baixo.

Qualquer mortal com uma fissura na mente – por mais pequena que seja – não pode deixar de reconhecer que há muito que a homossexualidade e a bissexualidade deixaram de ser as únicas alternativas à heterossexualidade. Nos dias que correm existem tendências sexuais para todos os gostos e preferências.

Com esta crónica pretendo fazer um apanhado das mais em voga, num total de 10, elencadas pelo psicólogo espanhol Arturo Torres:

1. Heterossexualidade
É a orientação sexual definida exclusivamente pela atração entre pessoas de sexo oposto. É a mais comum.
 
2. Homossexualidade
Carateriza-se pela atração sexual por pessoas do mesmo sexo. Popularmente, identificam-se os homens homossexuais como gays e as mulheres como lésbicas.
 
3. Bissexualidade
Pauta-se pela atração sexual por pessoas de ambos os sexos, mas não necessariamente com a mesma frequência ou intensidade.
 
4. Panssexualidade
Refere-se à atração sexual por pessoas, independentemente do seu sexo biológico ou identidade de género. A diferença entre esta orientação e a bissexualidade é que, neste caso, a atração sexual vai-se experienciando através das categorias de género, enquanto que na panssexualidade tal não acontece.
 
5. Demissexualidade
Esta versão descreve-se como o desenvolvimento da atração sexual apenas nos casos em que se terá estabelecido previamente um forte vínculo emocional ou afetivo.
 
6. Lithssexualidade
Indivíduos com este tipo de orientação sexual sentem atração por outras pessoas, mas não sentem necessidade de serem correspondidos.
 
7. Autossexualidade
Aqui a atração é unidirecional, ou seja por si mesmo, sem que isso seja sinónimo de narcisismo. Pode entender-se como uma forma de alimentar o afeto ou o amor próprio.
 
8. Antrossexualidade
Este conceito aplica-se àqueles que experimentam a sexualidade sem saber em que categoria identificar-se e/ou sem sentir necessidade de classificar-se em nenhuma delas.
 
9. Polissexualidade
Considera-se polissexual quem sente atração por vários grupos de pessoas com identidades de géneros concretos. Segundo o critério utilizado para o classificar, pode entender-se que a polissexualidade se confunde com outras orientações sexuais como, por exemplo, a panssexualidade.
 
10. Assexualidade
Esta orientação serve para nomear a ausência de atração sexual. Muitas vezes, considera-se que não faz parte da diversidade de orientações sexuais, ao ser mesmo a sua negação.
 
Este post mostra-nos o quão insensato é catalogar a orientação sexual humana, visto que esta vem-se revelando cada vez mais complexa e cheia de nuances.
 
Dou por concluída a escrita de hoje, não sem antes partilhar os resultados do teste à minha orientação sexual. À luz destas tipologias que acabei de citar, não restam dúvidas de que a minha sexualidade é fruto da tríade: heterossexualidade, demissexualidade e autossexualidade. De ora em diante, sempre que for necessário defini-la, direi que sou heterodemiautossexual. Impactante, não?
 
E tu, single mine, em que categoria inseres a tua sexualidade?

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eroticism-gb5ccbbd5d_1920.pngViva! 👋

Uma publicação do Notícias ao Minuto, datado de 27 de dezembro de 2020, dá conta do seguinte: ter múltiplos parceiros sexuais representa consideráveis riscos, tanto para o corpo quanto para a cabeça e o coração. E quem o diz não é o jornalista que assina a matéria, mas antes a ciência, a mãe de todas as sabedorias. 

Achando o tema a cara deste blog, eis-me aqui a partilhá-lo contigo, não só para reforçar a minha posição em relação ao "dar o corpo ao manifesto a custo zero", prática da qual sou assumidamente avessa, como para alertar-te para as consequências de uma prática cada vez mais disseminada na nossa sociedade, a qual faz questão de nos fazer crer que sucesso sexual equivale a sucesso social.

Vários estudos apontam que a popularidade sexual - chamemos-lhe assim - pode ser prejudicial tanto para a saúde física como para a mental. De acordo com a referida publicação, que cita o site Nueva Mujer, ter vários parceiros sexuais não só aumenta o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis (como VIH, clamídia ou sífilis), como pode estar relacionado a outras patologias, nomeadamente cancro ou depressão.

No que toca às consequências físicas de andar a pinocar a torto e a direito, um estudo divulgado na revista médica BMJ Sexual & Reproductive Health, menciona que há um risco 91% maior de cancro em mulheres que tiveram 10 ou mais parceiros sexuais, comparativamente àquelas que tiveram relações íntimas com menos pessoas. Relativamente aos homens, aqueles que afirmaram ter 10 ou mais parceiros registaram uma probabilidade 69% mais elevada de desenvolver algum tipo de tumor. 

Quanto ao impacto na saúde mental e emocional, a Dunedin School of Medicine apurou, através da realização de um ensaio clínico, uma relação com transtornos depressivos e de ansiedade, sobretudo na população feminina, sendo que lidar com essas doenças mentais aumenta consequentemente o risco de uso de substâncias.

Adicionalmente, os investigadores salientaram que ter parceiros em 'demasia' pode levar a dificuldades na formação de vínculos afetivos, sem falar que fazer sexo frequentemente está igualmente associado a uma maior chance de fumar e de consumir álcool em excesso.


Se os celebitários sexualmente abstémios não têm a vida facilitada, parece que os outros também não. Na dúvida, entre "dar" por demais ou "dar" por de menos, que venha a tesão e escolha.

Beijo no ombro e até sexta!

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Viva! 👋

Lembras-te de no último post ter referido que ainda não tinha decidido que tema iria abordar hoje? Nem de propósito, ontem, um amigo partilhou comigo um artigo da Men's Health, datado de 28 de outubro, que dá conhecimento de algo que a maioria de nós adora na intimidade sexual. És capaz de adivinhar qual é a coisa, qual é ela que 70% das mulheres adora na hora do bem bom?

De acordo com a empresa de brinquedos sexuais Lovehoney, as palmadas traseiras parecem ser uma aposta ganha na hora de proporcionar prazer sexual. Com base numa pesquisa a mais de 4.500 pessoas sobre as suas posições e fantasias favoritas, esta descobriu que, durante o sexo, 70 por cento das mulheres e 61 por cento dos homens estão ligados por este ato que pode estimular as terminações nervosas na vagina.

A ti gajo que estás a ler isto (sim, tu mesmo), preciso lembrar-te que informação é poder? Neste caso concreto, informação é prazer, por isso toca a por em prática mais esta dica da tua solteira favorita. Na tua próxima performance sexual, lembra-te que estaladas na parte inferior das nádegas pode levar a tua parceira à estratosfera. Escuso dizer que tal prática só se justifica se ela se mostrar receptiva e responsiva. Por isso, convém perguntar antes de avançares, não vá a coisa correr mal.

Por hoje é tudo. Conto voltar amanhã, excecionalmente, para falar-te do poderoso portal energético que vai acontecer neste 11 de 11, que é também o Dia dos Solteiros. Até lá, fica com aquele abraço amigo de sempre!

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passion-5120131_1920.jpgViva! 👋

Em reação ao post anterior, um seguidor questionou-me nestes termos: "antes de falar de sexo - com ou sem sentimento - convém falar do que nos leva a ter relações sexuais, pois só assim se pode entender os motivos por detrás de tal modalidade amorosa que tanto despreza."

Pertinente tal ponto de vista, não? Também achei, daí que tenha andado a cirandar pela net à procura de conteúdos elucidativos a respeito. Como tal, eis-me aqui, numa escapadinha rápida aos afazeres laborais, para dar conhecimento da justificação científica por detrás da vontade de fazer sexo.

Nem de propósito, a edição online da revista Activa, aonde vou consumir muito do conteúdo que aqui partilho (sobretudo os relacionados com a sexualidade), publicou esta manhã um artigo através do qual fica patente que, basicamente, os humanos têm relações íntimas por 237 razões, sendo que 25 das dominantes são comuns a ambos os géneros.

Acredites ou não, um estudo publicado na revista científica Archives of Sexual Behavior atesta que 'sexar' tem mais a ver com luxúria no corpo do que com amor no coração. "Os resultados refutaram muitos estereótipos de género (…) que os homens só querem sexo pelo prazer físico e as mulheres querem-no pelo amor. Não foi isso que averiguei nas minhas descobertas", disse Cindy Meston, professora de Psicologia Clínica na Universidade do Texas e coautora do estudo, em declarações à CBS News.

Meston e um colega, David Buss, começaram por questionar 444 indíviduos, de ambos os sexos, com idades entre os 17 e os 52 anos, com vista à elaboração de uma lista com as razões distintas pelas quais as pessoas fazem sexo. Atingido esse objetivo, os investigadores pediram a 1.549 estudantes universitários para classificarem os motivos, numa escala de um a cinco, sobre como estes se aplicavam às suas experiências. Eis as conclusões apuradas:

Top 10 dos homens
- Sentia-me atraído pela pessoa;
- Sabe bem;
- Queria sentir prazer físico;
- É divertido;
- Queria mostrar o meu afeto à outra pessoa;
- Sentia-me excitado sexualmente e queria o alívio;
- Estava excitado;
- Queria expressar o meu amor pela pessoa;
- Queria atingir um orgasmo;
- Queria dar prazer à minha parceira.

Top 10 das mulheres
- Sentia-me atraída pela pessoa;
- Queria sentir prazer físico;
- Sabe bem;
- Queria mostrar o meu afeto à outra pessoa;
- Queria expressar o meu amor pela pessoa;
- Sentia-me excitada sexualmente e queria o alívio;
- Estava excitada;
- É divertido;
- Apercebi-me de que estava apaixonada;
- Deixei-me levar pelo calor do momento.

Single mine, por esta não esperava, confesso. Queres ver que passei a vida toda convencida de que as motivações que levam homens e mulheres a darem o corpo ao manifesto eram divergentes quando na verdade não são. Vivendo e aprendendo, como se diz à boca pequena.

Por hoje é tudo, estarei de volta na quarta-feira para mais um papo de gajas. Beijo no embro e foco na felicidade!

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08
Out21

Novas formas de amar com Liliana Brazuna.jpg
Viva! ✌️ 

Coração abundante e alma extasiada é o meu estado de espírito nesta manhã. A cerimónia de ontem, durante a qual entreguei 900 dólares a três associações que prestam apoio a cabo-verdianos residentes em Portugal, superou as minhas mais otimistas expectativas. E não falo só por mim... quem atendeu ao meu chamado testemunhou momentos e emoções dignas de constarem do álbum de memórias de amor.

Fazer o bem compensa sempre, há tanta gente precisada de ajuda, por mais simbólica que esta seja. É pois minha intenção estreitar o abraço às causas sociais, pelo que não estranhes se, em breve, te desafiar para contribuires para uma nova campanha de angariação de fundos. 
Mas isso já é conversa para daqui a mais um tempo.

O motivo da minha vinda aqui hoje é a próxima sessão do ‘Saturday Single Spot’, que regressa no formato original: sábados, às 22 horas. A convidada do direto de amanhã será Liliana Brazuna, cujo currículo dispensa grandes floreados: sexóloga, terapeuta, formadora, coach do amor, blogger, locutora de rádio e escritora. É precisamente na qualidade de coautora do livro ‘Sexualidade Humana entre o Íntimo e o Social’, que vamos analisar as ‘Novas formas de amar’.


Convido-te, pois, a vir descobrir quais são essas novas formas de amar, bem como outros tópicos relacionados com o amor dos tempos modernos, a sexualidade, a intimidade, o relacionamento e tudo o mais que surgir ao longo da conversa. Esperamos por ti este sábado, a partir das dez da noite (oito em Cabo Verde e seis da tarde no Brasil) para mais um papo gostoso no meu perfil do Instagram.

Até lá, deixo-te com aquele abraço amigo e desejos de um ótimo fim de semana!

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breasts-1008881_960_720.jpegViva! ✌️ 

Conforme prometido no post anterior, eis-me aqui para te contar as últimas da minha vida amorosa, a qual não conhece trégua nem folga, não obstante continuar mais desemparelhada do que nunca. Como tal, está na hora de falarmos de gajos, mais concretamente sobre a sua - cada vez mais flagrante, e frustrante - inaptidão para abordar ou cortejar uma mulher solteira.

Na base desta premissa está, uma vez mais, a minha experiência pessoal, repleta de episódios deprimentes, sendo que as últimas mais não são do que a continuação da saga "mec" francês, de quem já te falei em mais do que uma ocasião. Abro aqui um parêntesis para confidenciar que estou cada vez mais convicta de que o meu estado civil cumpre um propósito maior do que apenas falta de sorte no amor. Provavelmente, haverá qualquer coisa que o universo determinou para a minha pessoa, com a qual não estou a conseguir atinar.

Enfim... vamos lá às últimas novidades de tipos que me abordam na expectativa de conseguirem benesses sexuais a custo zero, ou seja, sem qualquer investimento emocional. De compromisso nem vale a pena piar, já que se trata de assunto tabu nos dias que correm, em que as relações baseiam-se essencialmente na libido, na superficialidade e na descartabilidade. 

Há coisa de 4 semanas, recebi uma mensagem de um desconhecido, contendo um singelo emoji sorridente. Como tenho por norma responder a todos aqueles que entram em contacto comigo (pelo menos até saber qual a deles), lá respondi com um simpático "olá", após o qual a conversa desenrolou descontraída e despretensiosa. Pelo menos, assim pensava eu... Como não estava para perder tempo, até porque encontrava-me a "turismar" em Sintra, e escaldada de "entradas masculinas de pé em riste", fui logo perguntando o que tinha ele para contar, numa forma sutil de dizer: "O que queres de mim?"

O fulano, treinador de futebol (do Sporting, vê lá tu!), respondeu que tinha ficado curioso em relação à minha pessoa. Segundo ele, eu parecia "educada, inteligente, sensível, com energia forte... e com imenso sexappeal. Demasiadas coisas boas para deixar um homem indiferente". "Fica difícil", rematou ele. Nem bem a troca de mensagens tinha começado a cativar-me, já ele dizia: "queroooo, está a deixar-me com imensa vontade de... tudo, de explorar tudo". Quando questionado sobre o que significava tal coisa, saiu-se com esta: "Já me tocou, já me deixou cheio de vontade".

Antevendo o rumo da conversa, fiz questão de lhe perguntar se estava com intenções sexuais a meu respeito, ao que ele respondeu nestes termos: "Uma mulher interessante como tu pareces ser, suscita sempre interesses vários, sendo que essa parte não seria exceção, calculo...", ao qual contraargumento nestes termos: "Estou a ver... é que estou traumatizada com homens que me abordam única e exclusivamente nesse sentido. Fazem-me sentir um pedaço de carne". Aconselha-me ele a olhar para a questão de uma forma positiva, como "sinal de como era interessante e bonita".

Ainda meio iludida sobre as reais intenções do fulano, bem apessoado, detentor de uma escrita exemplar (entenda-se, sem calinadas na gramática) e com um sentido de humor apurado, lá continuei a dar-lhe tempo de antena, torcendo intimamente para que manifestasse alguma predisposição para uma abertura sentimental. O meu castelo de cartas ruiu por completo, quando a seguir ele pergunta-me, sem pudor, se eu gostava de sexo. Aí já não houve margens para dúvidas de que andava ele à procura de uma "despeja-c*lhões", como costumo chamar às mulheres que só servem para os homens irem "aliviar-se".

Todo o encanto por ele - um tipão, de acordo com as imagens que vi no seu perfil - esfumou-se naquele instante, ao ponto da conversa ter ficado suspensa. Quatro dias depois, em reação a uma story minha, volta o fulano à carga, através do envio de um novo emoji, desta vez com os olhos em coração. Querendo acreditar que a abordagem estivesse mais lapidada, lá lhe dei conversa, perguntando como estava, ao que ele responde, ultrapassada a conversa da praxe, que tinha ficado com "vontade de mim".

Numa última oportunidade para se mostrar digno das minhas melhores expectativas, questionei-o sobre como tinha chegado a mim, ao que ele respondeu: "Honestamente não me recordo". Não convencida de que estivesse a dizer a verdade, atirei-lhe com um: "pela tua abordagem, diria que foi via Tinder", ao qual ele não refutou. Perdida toda a esperança, não me restou outra saída que não fosse esta: "Como o meu tempo é precioso, e acredito que o teu ainda mais, convém eu deixar claro que não estou disponível para qualquer tipo de envolvimento sexual. E não me estou a fazer de difícil, apenas descarto essa possibilidade. Por isso escusas de perder o teu tempo comigo. Lamento estar a ser crua e dura, mas a sinceridade é sempre o melhor caminho."

Perante o emoji de tristeza com que reagiu, rematei que haveria de ficar bem e que o que não falta são mulheres disponíveis para tal. Respondeu que não estava com ninguém e que era exigente. Perante a minha irredutibilidade, não obstante ter reconhecido que o tinha achado um homem muito interessante e que "se fosse há uns tempos atrás, até cogitaria a hipótese, mas que nesta fase só casando", o dito cujo eclipsou-se para nunca mais dar sinal de vida.

Nem bem tinha digerido este episódio, eis que levo com mais duas sequelas desta novela, desta feita protagonizadas por um norueguês e um francês, cujas intenções acabaram por conduzir ao mesmo desfecho: sexo a custo zero. Dado que todas as abordagens foram perpetradas através do Instagram, por parte de perfis que sequer acompanham o meu trabalho como blogger, pergunto-me como chegaram eles até mim? Acredito que devem pesquisar pelas hashtags single e sex e que o meu perfil deve aparecer logo nos primeiros resultados. Só pode!

Diz a minha spiritual coach que tal se deve, provavelmente, à energia que tenho estado a emanar, ou seja, que por estar a vibrar na energia do sexo, atraio esse tipo de predadores sexuais, chamemos-lhe assim. Logo eu que há mais de década que não sei o que é isso de "vibrar na energia do sexo". Por sua vez, diz a minha psicoterapeuta que devo tratar esses "tarados" com amor, ou seja, dar-lhes amor a ver se retribuem com amor. Diz a minha consciência que os mande todos à merda, que à borla mais nenhum filho da p*ta me volta a comer. É que não mesmo!

Mais tenho eu para desabafar, mas, dada a extensão do texto, vai ter que ficar para outra oportunidade. Despeço-me com aquele abraço amigo e um até sexta!

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nude-5304222_1920.jpgOra viva! ✌️ 

Ainda a propósito do Dia Mundial do Sexo, celebrado a 6 de setembro, este artigo visa dar-te conhecimento de uma lista de uma conceituada revista norte-americana com as oito fantasias sexuais mais comuns no sexo feminino. Antes de enumerá-las, permite-me uma pequena contextualização.

Sexo é bom. Tão bom, tão bom, mas tão bom, que por ele trai-se, mata-se e morre-se. Esta frase pode parecer um tanto ou quanto exagerada, mas o facto é que à volta do sexo gira a humanidade, não fosse este o responsável pelo processo de procriação (em circunstâncias naturais, obviamente). 

No verão, a libido conhece o seu momento alto, com os corpos bronzeados e despidos a exalarem sensualidade e sexualidade por todos os poros. O desejo ameaça explodir a qualquer momento e as fantasias sexuais ganham maior protagonismo. Ciente disso, a revista Oprah Daily reuniu, na sua edição do passado dia 20 de agosto, oito das mais populares fantasias sexuais femininas. Ei-las:

1. Ser dominada
Um estudo publicado no Journal of Sexual Medicine refere que quase 65% das mulheres fantasiam com dominação sexual. De acordo com a terapeuta de casais Channa Bromley, esta fantasia é atraente porque um dos parceiros "abre mão de todo o controlo e fica submisso à pessoa que o toca". Além do mistério em redor do que vai acontecer, fica no ar a possibilidade de se obter vários orgasmos.

2. Menáge à trois
Uma das fantasias mais vulgares entre todos os géneros é fazer sexo com mais do que um parceiro ao mesmo tempo, preferencialmente com o companheiro e mais uma pessoa. Esta, de acordo com a sexóloga Cyndi Darnell, está relacionada com o facto de se gostar de ser "o centro das atenções" e com o desejo de se sentir "valorizado" ou "importante".

3. Sexo com outras mulheres

Um estudo levado a cabo pelo psicólogo social Justin Lehmiller apurou que 59% das mulheres heterossexuais fantasiam em ter sexo com outra mulher. "O sexo feminino concentra-se na estimulação oral e clitoriana e é assim que muitas mulheres têm orgasmos. Desejar outra mulher pode significar apenas que quer ter prazer de uma forma que só as mulheres entendem", lê-se no livro Tell Me What You Want.

4. Sexo em público
Mais de metade (57%) das mulheres deseja fazer sexo num lugar público, indica um estudo publicado no Journal of Sexual Medicine. Esta fantasia, segundo Channa Bromley, "dá uma sensação de liberdade e a ideia de que excita sexualmente os outros com o seu desempenho e prazer".

5. Sexo com estranhos
Quase 50% das mulheres já desejaram ter relações sexuais com uma pessoa desconhecida, revela a mesma fonte. "Esta fantasia está relacionada com questões de apego, intimidade ou ciúme" e significa que se está a tentar "desligar de algo". As fantasias com estranhos estão relacionadas com o desejo de se ver livre de alguma pressão, dever ou responsabilidade.

6. Sexo com conhecidos
Cerca de dois terços das mulheres (66%) fantasiam com sexo com conhecidos, que tanto pode ser o chefe, o amigo do marido, o vizinho ou o colega. De acordo com o citado jornal, "um dos piores inimigos do desejo e da satisfação sexual é o tédio, especialmente num relacionamento de anos". Fantasiar com alguém que se conhece é apenas os fatores "novidade, mistério e curiosidade" a fazerem das suas.

7. Dor e prazer

Sessenta e cinco por cento (65%) das pessoas fantasiam com sentir dor ao mesmo tempo que têm prazer, seja em forma de palmadas, mordidas ou até mesmo cera de velas sobre a pele. A explicação? "É abrir mão do controlo, algo que habitualmente não podem fazer. É uma forma de as pessoas se esquecerem de si mesmas". Além disso, de acordo com os especialistas, fisicamente, a dor infligida desperta o corpo, ou seja, torna-o mais sensível ao prazer.

8. Fazer amor num local romântico

Oitenta e cinco (85%) das mulheres também sonham em fazer amor num sítio romântico, como uma praia deserta. Além de os romances desempenharem um papel fundamental nesta fantasia, é neste tipo de cenários que elas mais relaxam das suas lides e responsabilidades.

Por experiência própria apenas valido metade destas fantasias, as outras que fiquem com quem as elegeu, que esta solteira aqui tem preferências muito peculiares.

Por hoje é tudo, estarei de volta na sexta para mais um papo amigo. Até lá, deixo-te com aquele abraço amigo de sempre!

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