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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que ainda não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

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Viva ✌️!

Como se não bastasse ser segunda-feira, ainda temos que levar com 'Bárbara', a depressão que acaba de chegar a Portugal, acompanhada de chuva, frio e vento... muito vento. Como tal, proponho animarmos este dia com o tal ranking dos melhores provedores de orgasmo espalhados por esse mundo fora.

Visando apurar quais as nacionalidades dos melhores (e piores) amantes a nível mundial, a Global Search promoveu uma sondagem junto de 15 mil indivíduos do sexo feminino, aos quais foi pedido que classificassem os homens com quem tinham "sexado". As inquiridas, mulheres bem viajadas, apontaram os espanhóis, seguidos dos brasileiros e dos italianos, como os melhores performistas na arte do amor carnal. Os franceses, sobre cujo desempenho estou em condições de opinar,  apareceram em quarto lugar. Com muita pena, não me foi possível descortinar o(s) motivo(s) porque elas os consideraram tão bons entre lençóis.

Em contrapartida, na cauda da tabela figuram os alemães e os ingleses, com os americanos a ocuparem o 5º lugar entre os piores amantes dos mundo. Escuso dizer que, ao tomar conhecimento destes resultados, o Trump não hesitou em dizer que eram fake news, já que os americanos são os melhores do mundo em tudo 🤣. Já aqui, as anónimas não se inibiram em apontar os motivos porque os consideram má foda, como poderás comprovar mais abaixo.

Eis as nacionalidades dos melhores amantes do mundo:
1. Espanha
2. Brasil
3. Itália
4. França
5. Irlanda
6. África do Sul
7. Austrália
8. Nova Zelândia
9. Dinamarca
10. Canadá

O top ten dos piores é composto pelas seguintes nacionalidades:
1. Alemanha (demasiado fedidos)
2. Inglaterra (demasiado preguiçosos)
3. Suécia (demasiado rápidos)
4. Países Baixos (demasiado dominantes)
5. Estados Unidos da América (demasiado rudes)
6. Grécia (demasiado amorosos)
7. País de Gales (demasiado egoístas)
8. Escócia (demasiado ruidosos)
9. Turquia (demasiado melosos)
10. Rússia (demasiado apressados)

Dado que os cabo-verdianos, os amantes com os quais estou familiarizada, não constam deste ranking, vou abster-me de tecer comentários sobre a sua fiabilidade. Uma coisa estou eu em condições de afirmar: caso a ocasião venha a proporcionar-se, pensarei duas vezes antes de dar umas cambalhotas com qualquer um dos integrantes da segunda lista. Just in case... 😉

Até breve!

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02
Out20

Sexo sem tabus

por LegoLuna

pair-4647624_1920.jpgOra viva!

Este post assenta numa publicação da talentosa Miriam Medina, amiga pessoal, socióloga, terapeuta, escritora e autora da página Sem.tabus. Como o próprio nome indica, esta visa abordar todo o tipo de temas que, infelizmente, ainda são alvo de censuras, ainda que veladas, por parte de uma sociedade descaradamente tolerante com alguns assuntos e hipocritamente condescendente com outros tantos, entre os quais o sexo. 

Sem.tabus é um espaço onde se fala, de forma descomplexada, de temas como a prostituição, a sexualidade da mulher, a gravidez precoce, a violência doméstica e no namoro, a maternidade, a depressão, a deficiência e o sexo. Sobre este último, escreveu ela o seguinte:

Sextou com S de Sono acumulado. Se pensaste que era S de Sexo estás perdoada, porque o é também. Vamos falar de sexo? Essa palavrinha tão pequena, mas tão cheia de tudo, que em pleno século 21 é ainda um tabu. Se nossos pais não fizessem sexo, não estaríamos aqui, certo?? E graças a Deus que os meus fizeram e fabricaram essa coisa maravilhosa, que sou eu.

Sexo é um assunto que não é muito explorado publicamente, é um tabu, mas ganha espaço na boca das pessoas com muita facilidade nos dias de hoje. A realidade é bem justa e precisa: sexo é bom, todo mundo faz ou vai fazer um dia. E ainda bem. E não precisa ter um parceiro para sentir prazer. Masturba-te! Toca-te! Permite-te!

Hoje vivemos um momento em que o sexo desempenha um papel curioso. Apesar da libertação sexual ocorrida nas últimas décadas, a sexualidade ainda é um assunto embaraçoso em determinados contextos. Mencionar as palavras "vagina", "pénis", "coito interrompido", "masturbação" ou "camisinha"… Uiiiiii as puritanas vão à loucura. É ridículo que algo tão básico quanto a sexualidade ainda provoque essas reações.

O sexo na sociedade é visto como um tabu, especialmente na família e na educação, e isso traz sérias consequências. Em toda a nossa vida, isso terá seu próprio papel, tanto em termos de desenvolvimento biológico quanto social. Se tratarmos a sexualidade como algo embaraçoso e a ignorarmos, teremos uma educação sexual deficiente. Uma boa educação sexual precisa de um diálogo aberto.

É importante mudar a conceção que temos a respeito do sexo, deixar de vê-lo como um tabu ou uma obrigação. A sexualidade é um conjunto de comportamentos humanos que podem trazer muitos benefícios para qualquer pessoa. Aí mulherada, as unhas, o cabelo e a pele ficam um luxo só. Vamos normalizar falar sobre o sexo?

Aproveita bem o feriadão, que para a semana haverá mais. Até lá fica com aquele abraço amigo tão nosso!

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Ora viva! ✌️

Já que estamos sintonizados na frequência do prazer carnal, hoje trago-te um artigo sobre boas práticas sexuais em tempo de pandemia. Cientes estamos todos de que a Covid-19 veio bagunçar a nossa vida, afetando sobretudo o modo como interagimos com os outros, seja ao nível social, profissional ou sexual, este último condenado a um confinamento inédito e inusitado na sua versão casual.

Sexo sem compromisso tem conhecido dias difíceis desde março a esta parte. Nos últimos seis meses, os desemparelhados têm-se visto gregos para dar vazão às suas necessidades libidinosas. O que antes era obtido com uma descarada facilidade/velocidade, nos dias que correm tornou-se, mais do que uma tarefa complicada, uma missão de alto risco. A proximidade física, sem a qual este acaba por perder a sua própria identidade, passou a ser um jogo somente à altura dos mais destemidos, imprudentes até.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), organismo internacional que regula as questões relacionadas com o bem-estar coletivo, também as práticas sexuais devem adaptar-se ao atual contexto epidemiológico. O que antes acontecia segundo a nossa vontade, e disponibilidade, agora tem de respeitar uma série de recomendações. Dar rédea solta à tesão em "espaços grandes, abertos e bem ventilados" é provavelmente aquela que suscita maior estranheza, mais não seja pela sua colisão com o código penal, o qual proíbe expressamente o sexo em locais públicos. A não ser que estejam a pensar em criar áreas sexuais, como acontece com áreas verdes, esta recomendação é um contrassenso, sem falar que atenta contra a moral e os bons costumes.

É facto assente que a exposição "à respiração ou à saliva", através do qual se propaga o novo coronavírus, representa uma grande ameaça à saúde pública. Daí que dar o corpo ao manifesto de forma segura deixou de se resumir ao uso do preservativo para passar a evitar contactos físicos de qualquer natureza, especialmente os que implicam troca de fluidos salivais. A gravidade é tal que o uso da camisinha e de barreiras dentais é aconselhado no caso do sexo oral. Quanto aos beijos, a indicação é que sejam evitados a todo o custo.

Para a OMS, seguras seguras são as práticas sexuais que não implicam proximidade física com outro alguém, como, por exemplo, a masturbação, a pornografia, o sexting ou o sexo virtual. Pergunto eu se não seria mais fácil desaconselharem terminantemente toda e qualquer espécie de cópula au pair? Ao menos assim quem não têm um parceiro sexual à distância de uma almofada saberia que, na hora do bem bom, só deve contar consigo próprio. Que o melhor mesmo é matar a fome à la pate, respeitando assim o tão desejado afastamento social, vital à contenção desta maldita pandemia.

Aquele abraço amigo e muita coragem nesta hora difícil. Tamos juntos 😉!

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05
Ago20

sexy-4578028_1920.jpgOra viva!

Esta crónica assenta numa sugestão da FL, que encaminhou-me um texto sobre o orgasmo, na esperança de que pudesse ser um tópico para este blog, eleito, por duas vezes consecutivas, como o melhor da categoria sexualidade. Como não poderia ela estar mais certa, eis-me aqui a partilhá-lo contigo, acreditanto que será do teu interesse, tanto quanto foi do meu.

Pode o orgasmo ser um comportamento que se aprende, pergunta Barbara Cadabra, autora da página Lua das Colheitas, num post datado de 31 de julho deste ano. Sobre tal questão, considera ela que "a reprodução é instintiva, mas o prazer e o orgasmo são aprendidos durante a vida. E para aprender são necessárias informações claras e corretas sobre a sexualidade em si, mas, principalmente, sobre o nosso próprio corpo. E só vamos perceber como funciona o nosso corpo quando o tocarmos e o reconhecermos"  (como um instrumento de prazer).

Para ter um orgasmo é preciso que o corpo esteja preparado e, para a mulher, esse processo é muito mais demorado do que para o homem. Para que o corpo da mulher se sinta plenamente recetivo, é necessário que os órgãos internos, vagina e clitóris, estejam altamente irrigados de sangue, permitindo, assim, que a sensibilidade aumente. Esta preparação do corpo feminino leva em média 20 minutos e é essencial que a mulher não se distraia, sob pena da excitação desaparecer. Portanto, é absolutamente essencial a estimulação do corpo e da vagina através de festinhas, carícias, massagens e beijos.

Um dos grandes bloqueios ao orgasmo é a educação sexual que não temos... Conceitos rígidos sobre a sexualidade e sobre como devemos explorá-la dificultam imenso o processo de reconhecimento do prazer. É urgente refletirmos sobre as crenças relativas ao sexo, sobre o que consideramos ser o modo correto de o praticar. Se existe um bloqueio de crenças ou emoções relativamente à expressão sexual, o corpo não vai conseguir funcionar correta e plenamente, afastando a possibilidade de alcançar o máximo prazer orgásmico.

Se queres melhorar os teus orgasmos, começa a dedicar-te mais tempo, a conhecer os teus genitais, a tocar-lhes, a explorá-los e a estimulá-los... Entrega-te a um prazer só teu, de modo a que possas convidar alguém a desfrutar contigo.

Quem não alcança o orgasmo sozinho, dificilmente o alcançará com outra pessoa.

Meu bem, concordas que desfrutar plenamente do prazer sexual é algo que se aprende? Se assim for, és capaz de me dizer porque carga de água existem tantas mulheres que nunca lá chegaram?

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erotic-5217378_1920.pngViva!

Um artigo da Máxima, datado de outubro do ano passado, desafiou-me a refletir sobre quanto tempo sem sexo pode ser considerado demasiado. Dada a sua a pertinência, proponho para hoje uma análise objetiva e despudorada do assunto. Alinhas?

A minha solteirice de longa duração, aliada ao facto de ser francamente avessa ao sexo casual (ainda no outro dia alinhei numa traquinice que só serviu para provar que não é prática com a qual me identifique, mas sobre isso falarei noutra oportunidade), remeteu-me a um "confinamento" sexual cuja duração extravasa o estado de calamidade. ☺️

Períodos de abstinência sexual são tão necessários quanto o jejum, mas quando prolongados em demasia, especialmente por razões alheias à vontade, poderão ter consequências físicas e psicológicas bastante percetíveis. Sobre esta questão, a sexóloga e terapeuta familiar Marta Crawford garante que "individualmente as pessoas são capazes de aguentar mais tempo sem uma relação sexual", daí que recorrer à masturbação seja uma forma de se satisfazerem. "Uma pessoa que se masturba consegue aguentar bastante tempo sem uma relação a dois. Quem não o faz também resiste mais tempo, já que por alguma razão não tem motivação sexual", assegura. 

"Quando não existe tanta prática, de alguma forma o organismo regula-se a essa falta e vai sendo cada vez mais capaz de regular a sua vontade sexual ao longo do tempo", explica a terapeuta sexual. Em contrapartida, existem pessoas com grande necessidade de satisfação sexual, e de proximidade e intimidade também. Para essas a sexualidade é muito importante, determinante até para o seu equilíbrio e bem-estar, e por é essa razão que precisam de ser sexualmente ativas. "Uma pessoa que tem uma atividade sexual semanal ou diária, obviamente quando deixa de ter lida mal com isso, porque a sua vontade é mais frequente e a abstinência mais difícil de gerir", explica a sexóloga.

Em suma, perante a abstinência sexual, podem ser identificados três tipos de perfis:
1. Pessoas a quem o facto de não terem sexo não lhes cria qualquer tipo de conflito e estão perfeitamente bem nesta circunstância.
2. Pessoas que ficam nervosas, com uma grande ansiedade, insatisfação e um sentimento de solidão.
3. Pessoas que sentem na pele a falta de sexo, ao ponto de terem ter insónias, perturbações e mau-humor.

Reza a experiência desta especialista em sexo, que ter uma vida sexual constantemente ativa é um privilégio ao alcance de poucos. O resto dos mortais oscila entre períodos de sexo frequente e épocas de jejum, independentemente de terem ou não um parceiro.

Moral desta crónica: pode-se perfeitamente viver sem sexo, mas não é a mesma coisa. Daí que nunca será possível definir um número certo sobre quanto tempo é muito tempo sem sexo. No meu caso, sei que é muito tempo, muito mesmo! 😉

Aquele abraço amigo de até breve! 

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Viva!

O calendário determina que hoje é o Dia Internacional do Fetiche, Contudo, quem está a fazer um brilharete à custa desta efeméride é a Polícia de Segurança Pública portuguesa, entidade que volta a não deixar os seus créditos comunicacionais por mãos alheias.

Esta manhã, a PSP usou a sua conta do Facebook para uma "atrevida" publicação, que está sendo um sucesso, com 5,2 mil reações, 280 comentários e 731 partilhas em apenas uma hora. "Se perderem a chave... nós podemos ajudar", escreveu junto a esta imagem das algemas... com bastante pêlo. 

Single mine, caso queiras "fetichar" nesta sexta-feira, fica registado que a PSP pôs-se à disposição para ajudar... just in case

Bom fim de semana e um muy caliente Dia Internacional do Fetiche! 😉  

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Viva!

Já de olho numa segunda nomeação aos Sapos do Ano, da qual saí vencedora o ano passado, na categoria Sexualidade, para hoje escolhi apelar novamente ao tema sexo, um sucesso de leitura. Visa assim este post desconstruir alguns mitos à volta do sexo no masculino, mais não seja porque muitas de nós acreditam piamente que para os homens é tudo fácil nesse campo.

Sabendo que não é bem assim que a banda toca, a jornalista e escritora Isabel Stilwell, num artigo para a Máxima, valida (ou não) umas quantas máximas tomadas como dogmas, mas que na verdade não passam de falácias. Curiosa para saber quais as verdades e mentiras sobre os homens e o sexo? Ei-las!

Estão sempre prontos para a ação? Falso!
De acordo com o sexólogo Júlio Machado Vaz, este é um mito que assombra a vida de muitos homens, receosos de não preencherem os requisitos para serem definidos como 'normal'. Também eles lidam com dificuldades sexuais, às vezes mais graves que as das mulheres, sendo as mais frequentes a ejaculação precoce, a disfunção erétil e, cada vez mais, a falta de desejo.


Acham sempre que são bons amantes? Falso!
Na ótica do sexólogo Pedro Nobre, "os homens tendem a subestimar a sua resposta física, acreditando que é menor do que na realidade é". Trocado por miúdos isto quer dizer que a insegurança deles em relação à performance é bem maior do que se pensa.


A novidade é sempre melhor? Depende!
Júlio Machado Vaz considera que, com a maturidade, a vida sexual pode tornar-se mais gratificante, seja pela intimidade obtida, pela queda de tabus ou por uma maior autoestima. Moral da estória: com o passar do tempo a diminuição da frequência pode revelar-se inversamente proporcional ao aumento da qualidade de uma relação sexual.


O desejo vai diminuindo com a idade? Verdade!
"O desejo, em geral, vai diminuindo de intensidade, como tantas outras variáveis fisiológicas", explica Júlio Machado Vaz. Quanto a isso nada a fazer, a não ser recorrer ao comprimido azul.


O orgasmo feminino é um bónus, mas não essencial? Falso!
Para alguns homens, o atingir do orgasmo por parte das mulheres reforça o seu ego, provando a sua "eficácia" sexual. Não conseguir que a parceira atinja a satisfação plena pode tornar-se problemático para a relação, pela frustração que acarreta para ambos os parceiros.


Os homens não fazem frete no sexo? Falso!
"Eles também fazem frete, claro. É evidente que fingir ou forçar uma ereção não é tarefa fácil, mas ouço relatos de quem é obrigado a fantasiar com outras mulheres para se excitar", esclarece Júlio Machado Vaz.


20 minutos é o tempo aceitável para uma relação sexual? Falso!
"Muitos são aqueles que pensam que uma relação sexual abaixo deste limite de tempo corresponde a um problema de ejaculação prematura. É manifestamente exagerado e resulta de uma mensagem muito alimentada pela indústria pornográfica que é, para muitos, o primeiro contacto e fonte de informação sexual. A média real é entre 2 e 5 minutos", garante o especialista.

Single mine, espero que este artigo tenha servido para elucidar algumas crenças sobre os homens e o sexo, sobretudo para deixar claro que também eles estão sujeitos a pressões sociais, constrangimentos físicos, limitações fisiológicas e até inseguranças psicológicas. Nunca é demais salientar que eles nem sempre dão conta do recado, não pensam "naquilo" o tempo todo nem saem por aí a "papar" tudo o que lhes aparece pela frente. Claro que existem umas quantas exceções, coisa pouca, tipo 50%.

Antes que seja inundada por uma chuva de protestos por parte daqueles que não se reveem nesta minha estatística, dou por encerradas as provocações do dia. Deixo-te com aquele abraço amigo e a garantia de estar de volta antes do final da semana. Hasta!

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Viva!

Um estudo levado a cabo pela Universidade de Nova Iorque ao longo de 50 anos, tendo por análise uma amostra de mais de cinco mil famílias, conseguiu estabelecer uma correlação entre a altura do parceiro masculino e a estabilidade/qualidade de uma relação amorosa.

Confusa? Já explico! 
Mas antes convém clarificar o que entendem os investigadores do referido estudo por homem 'baixo': nada mais nada menos que indivíduo do sexo masculino com altura inferior a 175 cm.

Retomando o fio à meada, afirma a ciência que homens mais baixos são os preferidos das mulheres quando o assunto é relações duradouras. Mas qual será a razão por detrás deste sucesso, deves estar tu a perguntar a esta altura da leitura? A resposta é tão erudita que chega a ser caricata: esses homens têm mais dificuldade em encontrar parceira. E é precisamente por isso que se empenham mais em agradar a parceira, preservando assim a relação. Cientes da sua desvantagem anatómica – sim, eles sabem que nós as mulheres tendemos a preferir exemplares altos e atléticos (guilty) –, os homens verticalmente desfavorecidos acabam por cuidar melhor da sua parceira, esforçando-se verdadeiramente para que a relação seja "a mais perfeita possível".

Assim, os mignons, como se diz em terras gaulesas, são mais carinhosos, preocupam-se mais, dividem mais facilmente e eficazmente as tarefas domésticas e tendem ainda a ter um melhor ordenado. Não penses tu que acabam aqui as vantagens de ter um homem desses na nossa vida. Existe uma outra, essa sim deveras essencial: eles tendem a ser melhores parceiros sexuais, tanto no que se refere à qualidade como à quantidade.

Single mine, se ainda não desligaste o GPS do cupido, com este post ficas a saber que um parceiro com menos centímetros pode resultar numa relação com maior probabilidade de sucesso. A fiar nas conclusões deste estudo científico, homem baixo é sinónimo de satisfação garantida; a vários níveis, especialmente naquele que mais gozo dá (se é que me entendes).

Termino com um desafio a todas a minas solteiras que ainda não desistiram do amor: bora retirar alguns centímetros ao tipo ideal que só existe no nosso imaginário e dar uma oportunidade a quem meça menos de 175 cm? Nunca se sabe…

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Viva!

Em contagem decrescente para umas merecidas férias, proponho encerrarmos esta última semana de julho com um tema muy caliente e de suma relevância para os intervenientes numa relação física. Vai um palpite sobre que tema será? Nem te atrevas a pensar em sexo, que sei que a tua mente não é assim tão primitiva quanto isso.

De facto, não vou falar sobre sexo, mas antes sobre aquilo que lhe permite concretizar-se; pelo menos no contexto homem-mulher/homem-homem. Dito isto, considero desbravado o terreno que nos conduzirá ao ponto G desta crónica: as medidas ideais das "credenciais" masculinas; se é que me entendes...

Sobre este assunto, e tendo em conta a recetividade da blogosfera para com os "meus" estudos, volto a citar uma outra pesquisa, desta vez levada a cabo pelas universidades do Novo México e da Califórnia, através da qual se quis saber, junto de 75 mulheres, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, qual a dimensão ideal do pénis dos seus parceiros.

Os investigadores americanos – curiosos como eles só – quiseram na realidade descobrir a preferência dessas mulheres face ao órgão sexual masculino, mais concretamente o tamanho e a espessura que melhor satisfaçam os seus desejos. O resultado não poderia ser mais esclarecedor: quando se trata de um parceiro sexual de longa data, as caraterísticas do pénis parecem não assumir tanta relevância como quando se trata de um parceiro novo ou recente. No primeiro caso, elas consideram como tamanho ideal 16 cm de comprimento e 12,2 cm de circunferência. No segundo caso, entenda-se situações de one night stand ou casual sex, elas preferem um membro ligeiramente mais generoso: 16,3 cm de comprimento e 12,7 cm de circunferência.

Para ficares com uma ideia mais concreta do real significado destes valores, o órgão ereto médio é de 13,1 cm de comprimento e 11,7 cm de circunferência. Pelo menos foi isso que uma análise a 15 mil homens permitiu apurar.

Sabidas estas americanas, não te parece? Seja para fazer amor ou para fazer sexo, a verdade é que elas o querem acima da média, mais 3 cm para ser exata. Três centímetros em qualquer outro contexto pode parecer coisa pouca, mas "naquilo" faz uma grande diferença. Oh se faz!

Estes dados voltam a deixar claro que de 'coiso' pequeno ninguém quer saber. Que me perdoem os homens horizontalmente desfavorecidos, mas essa conversa de que o tamanho não importa é treta que só se ouve da boca de quem não foi abençoado pela anatomia. O tamanho importa sim (e de que maneira), que isso fique bem claro. Só que um pénis grande, por si só, não é garantia de satisfação, há que reconhecer.

A grande mais-valia deste estudo prende-se com a constatação de que, no que toca ao prazer sexual, a fronteira entre o amor e a libido está muito bem sinalizada. Quando é o amor que está no comando, a fasquia em relação ao tamanho do pénis do parceiro é mais baixa, pois sabe-se que desse prato poder se á degustar over and over again. Por sua vez, quando é a libido a comandar, e tendo-se consciência da impossibilidade de se repetir o prato toda vez que se queira, as expectativas sobem. Afinal, quanto maior a fome, maior o tamanho do prato.

Com esta despeço-me, não sem antes deixar-te com aquele abraço amigo de sempre e, como é sexta-feira, sinceros desejos de um excelente fim de semana.

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Viva!

Um estudo de duas universidades americanas (Delaware e Reed College) apurou que é cada vez maior o número de casais para quem ver séries televisivas começou a ser a melhor forma de passar momentos a dois. O fenómeno tem assumido tal proporção que preferem estar horas a assistir a vários episódios seguidos do que a fazer sexo. Mais valia ter intitulado esta crónica de Como a Netflix está a matar a vida sexual dos casais.

A pesquisa, citada pelo Delas.pt, contou com dados de quase quatro milhões de indivíduos, de 80 países dos cinco continentes, e permitiu concluir algo que não é propriamente novo: que as séries televisivas estão a matar a vida sexual dos casais. Abro aqui um parêntesis para dizer que já faltou mais para o combate à baixa natalidade passar pela regulação do tempo de acesso aos conteúdos audiovisuais.


Apesar de Portugal não constar da lista dos países analisados, dados da ERC obtidos no estudo As Novas Dinâmicas do Consumo Audiovisual em Portugal 2016 indicam que 99% da população portuguesa via televisão regularmente e deixar de o fazer seria impensável para 65,5%.

De modo a não comprometeres a tua vida sexual (caso a tenhas), que tal aceitares este desafio de 30 dias de sexo:
Dia 1 – Sexo convencional
Dia 2 – Sexo numa nova posição
Dia 3 – Rapidinha
Dia 4 – Sexo na cozinha
Dia 5 – Sexo sem se despir
Dia 6 – Sexo na marquise
Dia 7 – Sexo convencional
Dia 8 – Sexo num local público
Dia 9 – Sexo numa nova posição
Dia 10 – Rapidinha
Dia 11 – Sexo na banheira
Dia 12 – Sexo convencional
Dia 13 – Sexo contigo vestida para matar
Dia 14 – Sexo depois de uma boa massagem
Dia 15 – Sexo silencioso
Dia 16 – Sexo com o parceiro amarrado
Dia 17 – Sexo contigo amarrada
Dia 18 – Sexo numa nova posição
Dia 19 – Sexo convencional
Dia 20 – Sexo contigo vestida de forma sexy
Dia 21 – Sexo com o parceiro vendado
Dia 22 – Sexo contigo vendada
Dia 23 – Rapidinha
Dia 24 – Sexo na banheira
Dia 25 – Sexo só com preliminares
Dia 26 – Sexo assumindo um personagem
Dia 27 – Sexo convencional 
Dia 28 – Sexo numa nova posição
Dia 29 – Sexo em qualquer lado menos no quarto
Dia 30 – Sexo na posição preferida

Solteiros meus de cada crónica, se é vosso desejo conquistar/manter uma vida sexual ativa e prazerosa, queiram fazer-se o favor de adicionar este post aos favoritos. Caso contrário, continuem agarrados à televisão, ao smartphone e ao tablet, dispositivos eletrónicos em vias de virem a ser "o verdadeiro assassino da vida sexual" dos cidadãos. Quem avisa amigo é.

Até à próxima!

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