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Crónicas, contos e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Viva!

Um estudo de duas universidades americanas (Delaware e Reed College) apurou que é cada vez maior o número de casais para quem ver séries televisivas começou a ser a melhor forma de passar momentos a dois. O fenómeno tem assumido tal proporção que preferem estar horas a assistir a vários episódios seguidos do que a fazer sexo. Mais valia ter intitulado esta crónica de Como a Netflix está a matar a vida sexual dos casais.

A pesquisa, citada pelo Delas.pt, contou com dados de quase quatro milhões de indivíduos, de 80 países dos cinco continentes, e permitiu concluir algo que não é propriamente novo: que as séries televisivas estão a matar a vida sexual dos casais. Abro aqui um parêntesis para dizer que já faltou mais para o combate à baixa natalidade passar pela regulação do tempo de acesso aos conteúdos audiovisuais.


Apesar de Portugal não constar da lista dos países analisados, dados da ERC obtidos no estudo As Novas Dinâmicas do Consumo Audiovisual em Portugal 2016 indicam que 99% da população portuguesa via televisão regularmente e deixar de o fazer seria impensável para 65,5%.

De modo a não comprometeres a tua vida sexual (caso a tenhas), que tal aceitares este desafio de 30 dias de sexo:
Dia 1 – Sexo convencional
Dia 2 – Sexo numa nova posição
Dia 3 – Rapidinha
Dia 4 – Sexo na cozinha
Dia 5 – Sexo sem se despir
Dia 6 – Sexo na marquise
Dia 7 – Sexo convencional
Dia 8 – Sexo num local público
Dia 9 – Sexo numa nova posição
Dia 10 – Rapidinha
Dia 11 – Sexo na banheira
Dia 12 – Sexo convencional
Dia 13 – Sexo contigo vestida para matar
Dia 14 – Sexo depois de uma boa massagem
Dia 15 – Sexo silencioso
Dia 16 – Sexo com o parceiro amarrado
Dia 17 – Sexo contigo amarrada
Dia 18 – Sexo numa nova posição
Dia 19 – Sexo convencional
Dia 20 – Sexo contigo vestida de forma sexy
Dia 21 – Sexo com o parceiro vendado
Dia 22 – Sexo contigo vendada
Dia 23 – Rapidinha
Dia 24 – Sexo na banheira
Dia 25 – Sexo só com preliminares
Dia 26 – Sexo assumindo um personagem
Dia 27 – Sexo convencional 
Dia 28 – Sexo numa nova posição
Dia 29 – Sexo em qualquer lado menos no quarto
Dia 30 – Sexo na posição preferida

Solteiros meus de cada crónica, se é vosso desejo conquistar/manter uma vida sexual ativa e prazerosa, queiram fazer-se o favor de adicionar este post aos favoritos. Caso contrário, continuem agarrados à televisão, ao smartphone e ao tablet, dispositivos eletrónicos em vias de virem a ser "o verdadeiro assassino da vida sexual" dos cidadãos. Quem avisa amigo é.

Até à próxima!

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Viva!

Um estudo de comportamento apurou que cerca de ¼ da população norte-americana entre os 18 e os 29 anos não teve qualquer relação sexual durante um ano ou mais; uma tendência transversal a várias sociedades ocidentais e que tem vindo a acentuar-se nas últimas três décadas.

Para os especialistas, a explicação para este fastio sexual dos millennials (nome porque é tratada esta geração) parece residir na apetência pelo virtual em detrimento do real. "Há demasiadas solicitações virtuais que exigem respostas e que satisfazem esta geração. O próprio sexo pode ser sem parceiro ativo. O prazer, o desejo ou a atividade sexual já não são uma prioridade", considera um dos envolvidos no estudo.

A propósito disso, Luís Pedro Nunes, numa crónica para a GQ, descreve o estado anémico da vida sexual dos jovens nestes termos: "Li algures uma série de possibilidades que podem estar a contribuir para esta crise de tesão-jovem: alterações na cultura de engate; viver na casa dos pais até tarde; efeitos secundários dos antidepressivos; a explosão do Netflix; aumento do estrogénio devido ao plástico na comida; queda da testosterona; vício no porno digital; viver-se a era de ouro do vibrador; obsessão na carreira; as apps de engate; privação de sono; epidemia da obesidade e mais uma catrefada. Há ainda questões religiosas de jovens que optam por permanecerem virgens até encontrar 'a pessoa certa'". 

Na ótica deste cronista, "o real é cada vez mais um lugar perigoso, onde as regras são pouco claras, cheio de armadilhas e múltiplas interpretações, para além do risco de se ser humilhado pela rejeição – o maior dos medos. E estas apps de engate estão pensadas para que tal humilhação não aconteça, pois há uma troca feita para anular a possibilidade de rejeição. Perante tanto sexo digital, tanta excitação online, tanta emoção de expectativa nas apps, tanta conversa no sexting, o sexo em si – o sexo tradicional, aquilo, tipo, um com uma e nada mais – acaba por parecer dececionante para um jovem".

Se a malta continuar a pinar a este ritmo cada vez mais desacelerado, a humanidade caminha a passo de corrida para a extinção, já que o sexo é a matéria-prima sem a qual a fábrica de bebés dificilmente consegue laborar a pleno vapor. A diminuição do número de cambalhotas é tão flagrante que a maternidade anda em gestão lay-off e as mulheres engravidam cada vez menos e em idade mais avançada.

Just saying, afinal quem avisa amigo é!

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19
Mar19

Tinder Surpresa

por LegoLuna

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Viva!


Por falar em Tinder, deixa-me contar-te sobre uma conhecida minha que acabou grávida de um gajo que conheceu através desta app. Pelo que soube, eles estiveram juntos uma única vez e foi quanto bastou para que, nove meses depois, ela tivesse nos braços o seu Tinder Surpresa.

Para resumir, que ainda tenho muito para escrever, esta estória termina no tribunal, com ela a assinar um documento onde se compromete a nunca reclamar nada do pai (pensão/herança/presença) e ele a assinar um outro documento abrindo mão de todo e qualquer direito sobre a criança (guarda parental).

À luz deste caso, e tendo em consideração um número cada vez mais alarmante de corações partidos à conta de apps e sites de engate, sinto-me impelida a puxar da palmatória e a endurecer o discurso. Estimadas carentes, ingénuas, desesperadas e românticas incuráveis parem de uma vez por todas com essa fantasia de que vão encontrar o amor das vossas vidas nessas plataformas. Lamento dizer, mas isso dificilmente vai acontecer. E para não achares que estou para aqui a disparar disparates, passo a explicar porquê.

Ponto 1
O Tinder é sobejamente conhecido por ser uma app de encontros sexuais. Com isso quero dizer que o amor não faz parte da ementa. É como ires ao McDonald's e esperares que te sirvam peixe grelhado no carvão.

Ponto 2
Não encontramos o amor, é ele que nos encontra. Por isso procurá-lo, ainda mais nesse tipo de lugar, é puro desperdício.

Ponto 3
Volta e meia, ouvimos falar de uma ou outra estória de amor que começou na rede e fincou na vida real. Para tua informação, elas são a exceção que confirma a regra. A não ser que sejas a personagem Gastão dos quadradinhos da Disney esquece lá isso de encontrar a tua cara-metade por aqueles domínios.

Ponto 4
Neste tipo de metragem o argumento é quase sempre o mesmo: mulheres carentes à procura de emoção e homens esfomeados à procura de alimentação. Logo, expectativas desencontradas que findam em desilusões amorosas.

Ponto 5
Os homens sabem muito bem ao que vão quando acedem a esta app. Ninguém vai lá parar por acaso nem por lá permanece à toa. Por isso, não tenhas ilusão de que a presença deles aí é por outra coisa que não o sexo.

Ponto 6
Com base em vários testemunhos, fiquei a saber que uma mulher que se conhece por esses meios não é para ser levada a sério, menos ainda se ela "facilitar a vida" ao match no primeiro encontro. Por mais que a sociedade se orgulhe de estar a evoluir, a mente masculina ainda é muito castradora em relação à emancipação sexual feminina. Os homens acham o máximo uma mulher liberal; para dar umas voltas. Porque quando se trata de assumir e apresentar à família e pessoas das suas relações, escolhem as amostras de beatas, de quem as sogras possam orgulhar-se.

Ponto 7
O Tinder, mais do que qualquer outra app que eu conheça (e conheço quase todas), é um catálogo online de comida humana, em que cada um escolhe o prato que mais apetite lhe despertar: étnico, internacional, tradicional, exótico e por aí fora. Só têm que escolher, com a vantagem de que não pagam absolutamente nada – vá, um jantar com sorte ou a conta do motel.

Ponto 8
Os homens que usam o Tinder já lá chegam com a mente formatada para seguir o protocolo – aceder, escolher, fazer o match, encontrar-se, "comer" e ir à vidinha dele. Até ter fome novamente. Eles não estão nem aí para o facto de seres uma mulher encantadora na vertical; o que querem realmente saber é quão útil podes ser na horizontal.


Ponto 9
Eu, solteira de longa duração, mais do que ninguém sei o quão pesado pode ser o celibato. Mas caramba, tens mesmo que abrir mão da tua dignidade só para teres um macho na tua vida? Não mereces ser tratada como algo mais que mero objeto sexual à mercê da luxúria alheia?

Ponto 10
Se queres mesmo muito encontrar um tipo porreiro que te valorize como mulher e ser humano, esquece o virtual e investe no real. Vai para a rua meter conversa com quem te possa olhar nos olhos e dizer-te o quanto és importante para ele. Eu sei que é difícil, mas deve existir algures um homem que te possa tratar como algo mais que comida, a que ele só deita a mão para saciar uma das suas necessidades biológicas mais primitivas. 

Se, do fundo do teu coração, sabes que só queres dar o corpo ao manifesto a custo zero então o Tinder é sítio certo para ti. Se não for esse o caso, poupa-te a ti mesma um mais que provável desgosto amoroso e um desgaste sentimental perfeitamente dispensável.

Vai por mim, o Tinder não é para amadores muito menos para românticos; é para predadores. Não é para os que buscam viver o amor, mas para os que buscam fazer amor. Ali não há romance, apenas sedução. Não há emoção apenas tesão. Não há encanto apenas ansiedade. Ali vale tudo, exceto esperar amor.

Até breve e nada de Tinder !

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Viva!

 

Depois de um repasto divinal na companhia de uma das minhas mais queridas amigas de sempre, eis-me aqui altamente inspirada para mais uma crónica, desta feita dedicada ao lado M (leia-se mau) da solteirice.

 

É do conhecimento geral da blogosfera que o celibato é algo do qual não me envergonho. Pelo contrário! Ainda que me assuma como uma solteira feliz e bem resolvida com o seu status amoroso, reconheço que nem tudo é um mar de rosas. É por isso que hoje quero falar-te de dois dos aspetos que mais acuso na solteirice: beijo e amparo. Sim, isso mesmo que acabaste de ler.

 

É sabido que o contacto físico é um aspeto fundamental em qualquer relação amorosa. Sem querer desmerecer o papel do sexo, não reconheço nenhuma intimidade física mais prazerosa que o beijo; a meu ver, capaz até de superar uma boa performance sexual. Sabes porquê? Porque beijo bom traz a reboque sexo bom. Do contrário é que já não estou convicta.

 

Abro aqui um parêntesis para assumir a minha incapacidade em visualizar de que forma bom sexo poderá advir da falta de bom beijo. Do género: serviram-te um prato delicioso, só que sem direito a uma entrada a condizer. Por melhor que este seja, a sensação de que ficou a faltar something vai perseguir-te sempre que te vier à memória aquela refeição.

 

Retomando o fio à meada antes que a mente comece a navegar por conteúdos de bolinha vermelha, longe de mim dizer que o sexo não é bom ou que não o aprecio. O que quero frisar é que tenho preferência pelo beijo porque sei que quando ele é bom dificilmente o sexo não será também. O estranho é que enquanto debutante do baile do amor não achava grande piada à coisa, para não dizer que até tinha nojo. Mas assim que lhe apanhei os passos e passei a dominar a coreografia… you know.

 

A oportunidade de uma solteira, deveras seleta no que toca a bocas na qual encostar a sua, exercer o exercício desta arte torna-se escassa, para não dizer inexistente. Este é, sem sombra de dúvida, o aspeto que mais acuso na solteirice: não poder beijocar sempre que me apetecer; beijar como cumprimento, beijar como preliminar, beijar como despedida, beijar por beijar. Só porque sim!

 

O segundo aspeto que mais me custa no celibato é a falta de amparo (físico e emocional). Nunca tive tanta consciência disso como há umas semanas atrás quando, de uma hora para outra – literalmente falando – me vi envolvida num drama caseiro de quinta categoria, cuja consequência imediata foi o despejo. Já passei por muito nesta vida, já lidei com (quase) todo o tipo de provação que imaginar possas, mas não me lembro de alguma vez me ter sentido tão perdida, tão solitária, tão desamparada. O desalento foi tanto que só conseguia pensar: "Se ao menos tivesse um homem do meu lado, teria com quem desabafar, com quem analisar soluções, com quem contar".

 

No meio daquele desespero todo, profundamente abalada pelos insultos, gritos, humilhações e ameaças de que fui alvo, saber-me longe da minha família e dos meus verdadeiros amigos e com poucos dias para encontrar um novo sítio para morar, e a poucas horas de viajar para França onde ia passar o natal com os meus, a solteirice pesou-me como nunca antes.

 

Senti tanta falta de ter quem me defendesse, quem me desse um abraço, quem me afagasse os cabelos, me enxugasse as lágrimas e me dissesse que tudo iria ficar bem e que eu poderia contar com o seu apoio para o que fosse preciso. Sem falar que precisava de ajuda física para procurar alojamento e tratar de toda a logística inerente à mudança de casa.

 

É por isso que decidi que das duas uma: ou não mais voltarei a passar por semelhante situação de todo ou, a voltar a passar, ter ao meu lado alguém capaz de me dar o amparo e o aconchego necessários para lidar com tudo. Dado que a primeira premissa não depende exclusivamente da minha atuação (por mais que assim o queira), só me resta investir na segunda. Com isso quero dizer que neste 2019 é minha intenção abandonar o celibato prolongado e arranjar um namorado. E mais não digo por ora, que a crónica já vai no décimo parágrafo.

 

Despeço-me com um "para a próxima há mais"!

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Viva!

 

Despertando a libido literária deste blog – por algum motivo está indicado para Sapos do Ano na categoria Sexualidade – esta crónica assenta sobre um estudo recente do Serviço Nacional de Saúde Britânico (NHS) que recomenda aos homens ejaculações mais frequentes, como forma de redução do risco do cancro da próstata.

 

De acordo com aquela entidade, a probabilidade de aparecimento da doença é menor nos machos que ejaculam pelo menos 21 vezes por mês (o que dá uma média de 0,7 ejaculações por dia), quer seja através de sexo ou de masturbação. Curto e grosso, se bem que há quem prefira comprido e fino ou, melhor ainda, comprido e grosso? Quanto mais vezes "despejarem os colh*es" menos riscos correm eles de vir a contrair o cancro da próstata.

 

A investigação, publicada no European Urology e baseada na comparação entre homens que ejaculavam 21 vezes mensalmente e homens que ejaculavam entre quatro a sete vezes a cada quatro semanas, permitiu concluir que aqueles que derramavam mais vezes o seu néctar genético estavam menos propensos à doença. A explicação parece residir na possibilidade da ejaculação contribuir para a expulsão de elementos cancerígenos e de infeções da glande. Dado que a inflamação do organismo é uma conhecida causa de aparecimento de doenças de foro oncológico, a ejaculação poderá assim ajudar a atenuar o fenómeno.

 

O que faz todo o sentido, diga-se de passagem. Longe de mim querer desmerecer as prodigiosas mentes que se dedicam à matéria, mas a verdade é que não é preciso ser-se cientista para chegar à seguinte conclusão: se quando nós transpiramos expulsamos as substâncias nocivas ao normal funcionamento do organismo (vulgo, toxinas), nada mais expectável que a mesma lógica se aplique quando eles expelem sémen.

 

Solteiro meu que estás a ler isto, pelo bem da tua próstata (em particular) e da tua saúde (em geral), trata de dar largas à tua líbido. A solo, au pair ou à trois, o importante é ejacular. Solteira minha que também estás a ler isto, da parte que te couber trata de garantir que assim seja. Fui clara?

 

Conto voltar ao teu convívio no sábado. Até lá muitas e boas (que qualidade também conta) ejaculações!

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Viva!

 

De entre todas as outras, o verão é provavelmente a estação mais propícia aos amores fugazes e às relações abertas, logo ao sexo casual. O calor; o bronze; a praia; a aparência mais cuidada; as férias; as viagens; os corpos à mostra; a descontração típica; as caras novas com que se cruza na praia, nos hotéis, nos passeios, nos concertos e nos bares/discotecas/esplanadas; os dias escaldantes e as noites languidas são dignos contribuintes para esta causa.

 

Feito o match e consumada a primeira intimidade sexual, o drama que a quase todos assalta (mais mulheres que homens, é certo) é o dia seguinte. Que fazer torna-se uma questão de vida e morte, sobretudo se a coisa foi tão boa ao ponto de só pensarmos em bis, tris, tetras, pentas e por aí fora... Nestas alturas, o medo de assustar a conquista esgrima ferozmente com a vontade de voltar a estreitá-la nos braços tão logo possível.

 

Se for esse o teu caso, em que depois de uma noite fantástica ele nada diz, não te desesperes que a especialista em terapia de casal e aconselhamento individual, Margarida Vieitez – quiçá bombardeada por pedidos de conselhos sobre como agir quando o(a) provedor(a) de orgasmo se remete ao silêncio depois do acontecido –, explica o que deves fazer:

 

Age de forma natural
Segundo ela, "se tiveres vontade de enviar uma mensagem, envia. Se tiveres vontade de ligar, liga". Se é isso que queres, faz, mas sem insistir, "porque assim estás a dar demais".

 

Não dês demais
Sonhar e ser romântica é o que torna o sucedido ainda mais especial. Contudo, convém teres os pés assentes na terra, sob pena de acabares a viajar na maionese. Focares-te demasiado na relação pode levar-te a desviar dos seus objetivos e isso não é boa ideia, sabemos ambas.

 

Foca-te em ti
De certeza que a noite, por mais frenética que tenha sido, não foi a primeira e menos ainda a última. Muitas outras virão, com ou sem sexo, portanto, "foca-te na tua vida, continua a vivê-la tal como tens feito até esse momento e segue em diante com os teus objetivos", aconselha a especialista.

 

Economiza no drama
Se tentaste entrar em contacto e não obtiveste reação, há, certamente, uma razão. Pode ser porque não quer ou porque não pode, "não tem que ver diretamente com o momento, se gostou ou não".

 

Já passaram três dias e nenhuma resposta?
Nesse caso, recomenda Vieitez, "o melhor a fazer é esquecer e passar para outra".

 

Independemente de como terminar o teu affair, o deves reter é que nestas situações não existe um certo e um errado sobre o que fazer. Sejas tu do tipo que manda logo mensagem, do tipo que prefere manter o orgulho e esperar que seja ele o primeiro a reagir ou do que faz de conta que nada se passou e parte para a próxima caçada, o importante é seres fiel a ti mesma e seguires o teu coração.

 

Até à próxima e bons amores de verão!

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Viva!

 

Que a atividade física é uma prática associada ao bem-estar está o mundo cansado de saber. Abro aqui um parêntesis para uma definição genérica do conceito: por atividade física entende-se toda a movimentação produzida pela musculatura esquelética com gasto expandido de energia.

 

Ora, sabemos nós que 'sexar' mexe com uma infinidade de músculos, sem falar que exige um esforço físico que pode ser intenso, moderado ou brando, dependendo da inspiração (e do gosto dos praticantes pela coisa, obviamente!). Mas será que isso é suficiente para que o sexo possa ser considerado um exercício físico digno desse nome?  É isso que vamos ver ao longo desta crónica.

 

Malgrada a panóplia de dados empíricos existentes sobre os benefícios do sexo na saúde (diminuição do stress, reforço da autoestima e da imunidade, promoção do sono e da longevidade, combate a várias doenças, atenuação da dor, só para citar as mais impactantes), há um aspeto que ainda não é consensual: uma sessão de sexo equivale a uma sessão de exercício físico? Por outras palavras: pinocar é o mesmo que exercitar?

 

Sobre isso, investigadores canadenses chegaram à conclusão que o sexo é uma "atividade física moderada", equivalente a uma partida de ténis a pares ou uma caminhada cume acima. Quando compararam os efeitos do ato sexual com os de exercícios físicos, eles constataram que, em termos de gasto de energia, em 'sessões' sexuais entre dez e 57 minutos (preliminares incluídos), os homens homens gastam cerca de quatro calorias por minuto, ao passo que as mulheres dispendem apenas metade desse valor. Só para teres uma ideia, os valores para uma corrida na passadeira (considerado exercício físico de alta intensidade) são de 8,5 e 8,4, respetivamente.

 

Em suma, 'sexar' três vezes por semana, numa média de meia hora, é suficiente para quem apenas deseja manter a (boa) forma física. No caso dos que querem bem mais do que isso, a melhor estratégia continua a ser o ginásio ou exercícios físicos de alta intensidade. Cá para mim, a fórmula ideal resulta da combinação dos dois: sexo + exercício. Afinal, quando nos exercitamos, além de um melhor aspeto, ficamos com mais fôlego e motivação para 'sexar'.

 

E aí, single mine, que me tens a dizer sobre tudo isso?

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Viva!

 

Que tal começarmos a semana com um tema quente, aquele que por mais que o tempo passe e a sociedade evolua teima em despertar curiosidade infinita e a suscitar toda a espécie de reação? Claro está que me refiro à sexualidade, mais concretamente sobre três coisas sobre a sexualidade masculina que geralmente passam ao lado do radar de grande parte das mulheres.

 

Curiosa? Espreita só o que têm a dizer três especialistas sobre esta questão, citados pela Sapocv:

 

1. A sexualidade deles é mais insegura
De acordo com a ginecologista Maria do Céu Santo, "as mulheres podem iniciar a atividade sexual sem desejo ou excitação e estes surgirem depois ou até nem surgirem de todo. Já os homens, para terem uma relação sexual com penetração, precisam de ter excitação. E quando isso não acontece (leia-se, quando a coisa não sobe) para eles é um drama de todo o tamanho.

 

2. Eles sentem-se perdidos
"Nos dias que correm os homens perderam o poder, já que as mulheres assumiram um patamar de igualdade, fazendo com que muitos deles se sintam confusos em relação àquilo que lhes ensinaram sobre a masculinidade e como exercê-la. Ficam sem saber como agir", considera o psicólogo Jorge Cardoso, para quem, perante este cenário, paira sobre eles um grande dilema sobre se devem comportar-se como lhes ensinaram – o que não dá grande resultado com as mulheres – ou se devem adaptar-se à nova dinâmica de conquista e relacionamento.

 

3. As emoções afetam o desejo deles
Estamos fartas de ouvir que nada abala o desejo sexual dos homens, que comem tudo o que lhes aparece à frente, tendo ou não apetite. Só que a realidade mostra que não é bem assim que a banda toca. Uma investigação levada a cabo pela psicoterapeuta Ana Carvalheira desconstrói esse estereótipo. "Num estudo sobre desejo sexual masculino com dados de três países, em homens com mais de 30 anos, apurámos que o stress profissional, o cansaço físico e os fatores emocionais e relacionais são razões que podem perturbar o desejo masculino."

 
Analisando a questão à luz destes depoimentos, não há como negar que, no que toca ao desempenho sexual, a pressão do lado deles é bem maior. O fantasma que paira sobre a mulher a quem não apetece 'sexar', ou cuja performance não tenha sido lá grande coisa, deve ser um gasparzinho quando comparado com o do homem que não o consegue levantar, que se vem em dois in-out ou, pior ainda, que nem sequer consegue desaguar no vale venusiano.
 
É, solteira minha, homem (também) sofre!

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Viva!

 

Qualquer mortal com uma fissura na mente – por mais pequena que seja – não pode deixar de reconhecer que há muito que a homossexualidade e a bissexualidade deixaram de ser as únicas alternativas à heterossexualidade. Nos dias que correm existem tendências sexuais para todos os gostos e preferências.
 
Com esta crónica pretendo fazer um apanhado das mais em voga, num total de 10, elencadas pelo psicólogo espanhol Arturo Torres:
 
1. Heterossexualidade
É a orientação sexual definida exclusivamente pela atração entre pessoas de sexo oposto. É a mais comum.
 
2. Homossexualidade
Carateriza-se pela atração sexual por pessoas do mesmo sexo. Popularmente, identificam-se os homens homossxuais como gays e as mulheres como lésbicas.
 
3. Bissexualidade
Pauta-se pela atração sexual por pessoas de ambos os sexos, mas não necessariamente com a mesma frequência ou intensidade.
 
4. Panssexualidade
Refere-se à atração sexual por pessoas, independentemente do seu sexo biológico ou identidade de género. A diferença entre esta orientação e a bissexualidade é que, neste caso, a atração sexual vai-se experienciando através das categorias de género, enquanto que na panssexualidade tal não acontece.
 
5. Demissexualidade
Esta opção sexual descreve-se como o desenvolvimento da atração sexual apenas nos casos em que se terá estabelecido previamente um forte vínculo emocional ou afetivo.
 
6. Lithssexualidade
Indivíduos com este tipo de orientação sexual sentem atração por outras pessoas mas não sentem necessidade de serem correspondidos.
 
7. Autossexualidade
Aqui a atração é unidirecional, ou seja por si mesmo, sem que isso seja sinónimo de narcisismo. Pode entender-se como uma forma de alimentar o afeto ou o amor próprio.
 
8. Antrossexualidade
Este conceito aplica-se àqueles que experimentam a sexualidade sem saber em que categoria identificar-se e/ou sem sentir necessidade de classificar-se em nenhuma delas.
 
9. Polissexualidade
Considera-se polissexual quem sente atração por vários grupos de pessoas com identidades de géneros concretos. Segundo o critério utilizado para o classificar, pode entender-se que a polissexualidade se confunde com outras orientações sexuais como, por exemplo, a panssexualidade.
 
10. Assexualidade
Esta orientação serve para nomear a ausência de atração sexual. Muitas vezes, considera-se que não faz parte da diversidade de orientações sexuais, ao ser mesmo a sua negação.
 
Este post mostra-nos o quão insensato é catalogar a orientação sexual humana, visto que esta vem-se revelando cada vez mais complexa e cheia de nuances.
 
Dou por concluída a escrita de hoje, não sem antes partilhar os resultados do teste à minha orientação sexual. À luz destas tipologias que acabei de citar, não restam dúvidas de que a minha sexualidade é fruto da tríade: heterossexualidade, demissexualidade e autossexualidade. De ora em diante, sempre que for necessário defini-la, direi que sou heterodemiautossexual. Impactante, não?
 
E tu, single mine, em que categoria inseres a tua sexualidade?
 

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Ora viva!

 

Pela boca morre o peixe, apregoa o dito popular. E pela boca de vários homens ficou a Activa a saber quais os aspetos mais flagrantes que eles mudariam na relação.

 

Para quem está num dueto amoroso, esta é uma ótima oportunidade para revisar a matéria e correr atrás do prejuízo. Para quem está a solo, mas almeja alterar tal status amoroso-sexual, o meu conselho é que tome nota das coisas que, no parecer masculino, moem a convivência conjugal, ainda que, por si sós, não a matem.

 

1. Gostava que ela usasse lingerie mais sexy               
"E deixasse as cuecas cor de carne horríveis e de gola alta, que fazem lembrar a roupa interior da avozinha. Já lhe disse várias vezes e ela vem sempre com o argumento de que são confortáveis. Tenho mesmo de a convencer a ir comigo comprar cuecas confortáveis mas também sexy." – David, 46 anos

 
2. Quero mais beijos e abraços
"Estamos juntos há 15 anos e tenho reparado que os nossos beijos têm diminuído de intensidade e frequência. É tudo sempre uma correria. Tenho saudades do tempo dos beijos mais prolongados, dos abraços apertados, dos passeios de mãos dadas!" – Miguel, 44 anos
 
3. Detesto comparações com o ex
"Não trago a minha bagagem emocional para casa e ela também não devia. Escuso de ouvir o nome do outro quando já sei que fiz m… também. Dá para parar?" – Pedro, 29 anos
 
4. Mais sexo, por favor!
"Eu sei que o nascimento de uma criança é uma revolução num relacionamento. Já me tinham avisado que o sexo depois de ter filhos diminui bastante, mas só queria que voltasse a ser 20% de como quando éramos só os 2… um bocadinho de esforço e lá conseguiremos, vá lá." – Vasco, 35 anos
 
5. A mania que é gorda
"O 'não posso usar isto porque fico com o rabo gigante, aquilo porque me faz mais gorda'… Fica horas a experimentar roupa e nada lhe fica bem, mesmo que eu diga que fica lindamente, e não estou a mentir ou a despachar, acho mesmo. Não há paciência!" – Frederico, 28 anos
 
6. Televisão no quarto
"Odeio que a televisão esteja no quarto, já que ela adora estar a ver as séries todas até às tantas e quando desliga já está cheia de sono e sem disposição para mais nada. Dá para pôr um emoji zangado?" – Luís, 35 anos
 
7. A história é velha como o mundo mas pronto, lá vai: a sogra
"A sogra que acha que a nossa casa é uma extensão da dela, que aparece sem ser convidada, que dá palpites… A Lena também se chateia com a mãe, mas tem medo de a melindrar ao dizer algumas verdades. Já faltou mais para mudarmos a fechadura. Sim, porque ela tem a nossa chave para o caso de nos esquecermos delas em casa. Não queria que a senhora desaparecesse, só que soubesse qual é o seu verdadeiro lugar… que é em casa dela." – António, 45 anos
 
8. Tudo tem de ser feito a dois
"Na cabeça dela, um casal faz tudo junto. Eu percebo que coisas como ir às compras e arrumar a casa deve ser feito a dois, mas quando lhe apetece ir para as lojas experimentar roupa isso já não preciso de ir. Não suporto ir para centros comerciais ‘passear’, é um martírio." – Eduardo, 46 anos
 
9. Às vezes trata-me como se eu fosse um atrasado mental
"Telefona-me a dizer 'Não leves o Tomás para o parque sem casaco, lembra-te do xarope, leva água porque ele pode ter sede'. Dá para ter um bocado mais de confiança?" – Guilherme, 34 anos
 
10. A mania das mudanças
"Não é que eu seja apologista da decoração vitalícia, mas mudar as coisas de sítio a cada mês é algo que me transtorna. A nossa cama já deve ter dado mais voltas ao quarto do que a terra à volta do sol." – João, 40 anos
 
11. Detesto que combine jantares e encontros sem me perguntar
"Se tenho disponibilidade ou se eu quero ir ao cinema ver o filme x ou y. Compra os bilhetes e já está, ou reserva o restaurante mesmo sem me perguntar. Gosto que ela tenha iniciativa, mas esta mania de achar que eu concordo com tudo anda a chatear-me. Eu sei que protelo um bocado as coisas, mas alto lá..." – Jorge, 34 anos
 
12. As cenas de ciúme que me faz
"De cada vez que trabalho até tarde têm de acabar. Infelizmente acontece ocasionalmente e quando chego a casa ainda tenho de responder a um inquérito policial." – Pedro, 32 anos
 
Depois de todas essas declarações, comprometo-me a parir uma crónica expondo o nosso ponto de vista. Mas para isso vou precisar que partilhes comigo as coisas que neles te irritam quando estás emparelhada. Fico então à espera do teu contributo, que isto aqui acaba de assumir proporções dignas de uma guerra dos sexos.

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