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Crónicas, contos e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Viva!
 
A saúde – em todas as suas variâncias (física, mental, emocional e intelectual) – é algo que prezo por demais, até porque sem ela a pouco me saberia estar viva. É por isso que volta e meia tens que levar comigo a bater na mesma tecla: tens que te cuidar.
 
Várias razões me levam a insistir nesta questão de zelares pelo teu bem-estar. Primeira: quando cuidas da tua saúde estás a cuidar do teu bem mais precioso, o corpo. Segunda: quando és saudável não dás trabalho nem a ti nem a ninguém. Terceira: como esperas ser feliz se o teu corpo não o é? Quarta: se não tens cuidado com a tua própria pessoa, vais ter cuidado com quem/quê? Quinta: sem saúde, não há beleza, boa disposição ou alegria de viver que resista.
 
É suficiente ou preciso assacar outros tantos argumentos para te convencer que saúde é sinónimo de qualidade de vida? E por falar em qualidade de vida, convém relembrar-te que, salvo algumas exceções, ela passa indubitavelmente pelo estilo de vida que levamos. A própria ciência não se cansa de nos alertar para o facto de que os hábitos diários, ainda que pareçam inofensivos, têm-se assumido cada vez mais como um fator crítico da nossa saúde.
 
Visa, portanto, esta crónica dar-te a conhecer dois comportamentos, devidamente validados por estudos científicos, que todos devemos adotar se queremos ter melhor qualidade de vida e até mais uns anitos de vida: não fumar e beber com moderação.
 
Um estudo levado a cabo pela Universidade do Michigan e pelo Instituto para Estudos Demográficos Max Planck comprovou que nunca ter fumado e apresentar um índice de massa corporal inferior a 30 é meio caminho andado para acrescentar quatro anos à esperança média de vida dos homens e cinco anos à esperança média de vida das mulheres.
 
Em relação ao consumo de bebidas alcoólicas, a esperança média de vida podia aumentar mais sete anos, caso os homens ingerissem menos de 14 bebidas por semana, e as mulheres apenas sete no mesmo espaço de tempo.
 
Como pudeste ler, as coisas que fazemos no nosso dia a dia têm consequências diretas na nossa saúde. A curto, médio ou longo prazo todos acabamos por receber a fatura, fatura essa que muitas vezes temos que pagar em prestações até o fim da vida. Isso quando for possível pagar.

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Ora viva!

 

A semana costuma arrancar com resoluções de todo o tipo, algumas significativas, outras nem por isso. Uma das mais frequentes tem a ver com a prática do exercício físico, seja ela em versão indoor ou outdoor. Estou certa ou estou errada?

 

Nem sei como ainda me surpreendo com aquele fenómeno em que, mal o sol começa a assumir o comando do dia e a temperatura a escalar o termómetro, os ginásios tornam-se lugares altamente concorridos, autênticas tábuas de salvação daqueles que passaram o resto do ano na mais perfeita inércia física.

 

Numa corrida alucinada contra o tempo, em que o objetivo primeiro e último é a obtenção de um corpo minimamente decente à vista alheia, apela-se a (quase) tudo: dietas milagrosas, suplementos de toda a espécie, personal training, tudo que remeta para a palavra detox, horas e horas de treino, uma data de tratamentos estéticos e por aí fora.

 

O que me parece é que os adeptos desta forma de estar na vida – correr atrás do prejuízo aos 90 minutos do segundo tempo – denotam alguma dificuldade em assimilar que corpo de verão trabalha-se o ano todo. Mais importante ainda, esse mesmo corpo trabalha-se não só para a praia mas para o bem estar em geral.

 

Já está mais do que provado que a atividade física é o agente por excelência na prevenção de uma infinidade de maleitas, tanto físicas como psíquicas e emocionais. A prática regular (e sustentável) do exercício físico, aliada a uma alimentação saudável e equilibrada, assumem-se como os mais eficazes antídotos para uma das maiores ameaças ao bem estar do ser humano: o sedentarismo.

 

Sendo assim, exercitar-se deve ser um hábito, assim como comer, dormir e escovar os dentes. Perante tanta variedade de opções, perante ofertas de todo o tipo, parece-me que quem se recusa a dar tarefa ao corpo está, em última instância, a lixar-se para a sua saúde.

 

Meu bem, se for esse o teu caso, segue o conselho desta que te quer bem e mexe-te. Se não tanto pela beleza que seja pela saúde, o teu bem mais precioso, já que sem ela de nada te serve tudo o resto.

 

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É comum as pessoas, sobretudo as mulheres, "largarem" o corpo depois do verão. Passada a época balnear o corpo volta a estar tapado, pelo que há quem deixe de se preocupar em mantê-lo fit. Este desleixo é fomentado por uma alimentação mais calórica, por uma menor ingestão de líquidos e/ou pela cessação da prática do exercício físico.

 

Tudo isto para dizer que o artigo de hoje assenta numa série de dicas que te podem ajudar a teres uma alimentação, e consequentemente, um estilo de vida mais saudável. Aponta aí:

 

1. Maior variedade de alimentos
Para um bom funcionamento, o nosso organismo precisa de mais de 40 nutrientes diferentes e não há nenhum alimento que por si só os tenha na totalidade. Por isso, varia o máximo que puderes e tenta comer um pouco de tudo.


2. Tipo e quantidade certa de hidratos de carbono
A maior parte das pessoas que tem cuidado com a linha priva-se demasiado de alimentos como arroz, batata, massa, pão e cereais. Pois fica a saber que cerca de metade das calorias necessárias diariamente provêm precisamente destes. O segredo está em comer o tipo e a quatidade certas, por isso opta pela versão integral e quantidades moderadas.


3. Mais fruta e hortícolas no prato
Sopa, salada, legumes e pelo menos 3 peças de fruta por dia devem fazer parte da tua rotina diária.


4. Olho na balança
Fica atenta à balança, de modo a manteres o peso e o índice de massa corporal dentro do aceitável.


5. Porções moderadas
Não exageres nas porções que comes, assim como não elimines nenhum alimento que seja fundamental na alimentação diária.


6. Refeições regulares
Evita passar muitas horas sem comer ou saltar refeições, pois hábitos como estes só vão aumentar o apetite e fazer com que comas bem mais do que o teu organismo precisa.


7. Mais e melhores líquidos
Adquire o hábito de beber, no mínimo 1,5l, de água todos os dias. Chás e infusões (sem açúcar) também são uma boa opção.


8. Exercício físico
Mexer-se é o método mais barato e eficaz para manter a forma física, fintar o sedentarismo e cultivar hábitos saudáveis.


9. Mudanças graduais
Não esperes milagres. As coisas não acontecem de um dia para o outro, pois mudar não é fácil. Podes começar por pequenas mudanças diariamente e vais ver que ao longo do tempo estas serão cada vez maiores e sustentáveis.


10. Equilíbrio é fundamental
Escusas de ser radical. Procura encontrar um equilíbrio e sê moderada em todos os hábitos diários. Pouco a pouco chegas lá, pelo que só tens que querer.

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Para tudo já, porque esta pode ser a mais fantástica e bem aventurada notícia de sempre: comer bolo de chocolate sem correr o risco de engordar. Melhor ainda, podendo-se ainda perder umas gramas.

 
Parece que, de acordo com um novo estudo, um pequeno-almoço com direito a uma fatia de bolo de chocolate pode ajudar a perder peso. Afinal, há luz ao fundo do túnel para quem não é fã dos batidos com couve e espinafre ao pequeno-almoço…
 
O estudo, pelas mãos da Universidade de Tel Aviv, dividiu 193 pessoas com casos de obesidade clínica em dois grupos: um que consumia um pequeno-almoço equilibrado, com uma fatia de bolo de chocolate e outro grupo que ficava com um pequeno-almoço de 300 calorias, com uma dieta baixa em hidratos de carbono.
 
Durante 32 semanas, todos os participantes foram analisados e encorajados a iniciar uma dieta. Até metade do percurso, o comportamento dos dois grupos foi igual, com uma média de perda de peso de 15 quilos. No final do estudo, o grupo que consumia a tal fatia de bolo de chocolate (bem mais bem humorado, diga-se) continuou a perder peso, com uma média de mais seis quilos que ficaram pelo caminho. Já o outro grupo recuperou peso: em média, cada participante ganhou quase 10 quilos.
 
Ambos os grupos consumiam a mesma quantidade de calorias diárias. No entanto, o grupo do pequeno-almoço baixo em hidratos de carbono dizia sentir-se menos satisfeito e com maior necessidade de açúcar. Algo que não acontecia com o grupo da fatia de bolo de chocolate.
 
De acordo com os investigadores, evitar os doces por completo teve um efeito de ansiedade e apenas estimulou a dependência desses alimentos.
 
De manhã, o metabolismo está mais acelerado. Além disso, o facto de ainda haver um dia inteiro em que se gasta energia também teve efeito neste estudo. Por isso, se for para dar a tal ‘facadinha’ na dieta, que seja de manhã…
 

A ser verdade, só tenho uma coisa a dizer: há coisas fantásticas não há? Bolo de chocolate me espera que eu vou-lhe usar. Oh se vou!

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