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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Viva!

 

Queres desencalhar? Se sim, só tens que experimentar este menu de degustação, composto por dicas à moda da Trea, marinadas em cinco questões e temperada com um caso concreto. Para sobremesa, sorrisos constantes. Garanto-te que esta receita para arranjar namorado é de comer e lamber os beiços. Pronta para o que aí vem? Bora!

 

matchmaker Trea Tijmens, citada pela swissinfo, é categórica na hora de dizer que para começar a namorar é preciso antes fazer uma limpeza interna, uma faxina de dentro para fora. Aliado a este conselho, a formadora de casais explica que o seu trabalho consiste em preparar mulheres holisticamente, por forma a que consigam criar oportunidades para um novo relacionamento.

 

"Quero que as minhas clientes consigam reconhecer oportunidades e que sejam capazes de agir perante esses momentos. Oportunidades acontecem no nosso dia a dia, no comboio, no supermercado, no autocarro, nos bares. Só que muitas pessoas nem reconhecem", enfatiza, reconhecendo que trabalha preparando a mente dos clientes para lidar com situações de engate.

 

Mas para isso é imperativo sair da zona de conforto. Para quem tem filhos, o conselho é que a pessoa se envolva nas atividades escolares. É preciso tomar atitudes para aumentar a rede de contatos, como por exemplo matricular-se num curso ou inscrever-se num ginásio.

 

Esta profissional que se dedica a juntar corações solitários aconselha seus clientes a limparem a mente de ideias negativas, com frases que minam a autoconfiança, como "Os bons já foram fisgados", "Eu não mereço um gajo bom" ou "Por que esta pessoa se interessaria por mim?".

 

Outra lição que Trea faz questão de passar é sobre o sorriso. "Sorria, faça do mundo um lugar mais humano. Eu garanto que vai ajudar a atrair um relacionamento", diz. E dá como exemplo o caso de uma das suas clientes, que reclamava que ninguém falava com ela, mas que após seguir o seu conselho, foi abordada por um homem interessante.

 

Outro conselho valioso, principalmente para os bem-sucedidos profissionalmente. "Muita gente acha que aquela pessoa está muito feliz sozinha e que não procura ninguém. Além disso, não vão querer se intrometer ou tocar no assunto, já que é privado. Dessa maneira, aconselho que o assunto seja inserido durante o almoço ou até mesmo durante o café no escritório, mas sempre de maneira sutil: "Diga que está em busca de uma pessoa para formar uma família, ou de um relacionamento estável, sem conotação de desespero ou desânimo", explica.

 

Para rematar, a love coach sugere algumas perguntas que devem estar bem esclarecidas na mente de quem procura o amor, sob pena de ver fracassadas todas as estratégias anteriores:

 

Você está emocionalmente pronto?
É imperativo responder se o ex realmente ficou no passado. Isto porque o futuro relacionamento não quer ouvir falar de relações passadas.

 

Namorar é uma prioridade?
É preciso se fazer disponível para um relacionamento, investir tempo e esforço.

 

O quão feliz é com a sua pessoa?
Só você é responsável por sua felicidade. Pessoas felizes são ótimas em se ter por perto e isso ajuda na busca de um relacionamento. É importante sentir-se bem (emocional e fisicamente) e segura.

 

Tem uma mentalidade positiva?
Seja otimista e aberta a conhecer outras pessoas solteiras. É preciso manter o espírito de querer descobrir coisas boas nos outros, como também em si mesmo.

 

Costuma sorrir para os outros?
Mantenha o sorriso no semblante sempre.

 

Agora diz-me a que te soube esta crónica gourmet?

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Viva!

 

Como já aqui disse algumas vezes, domingo é o meu day off: dia de dormir até mais não, dia de jejuar, dia de não sair de casa, dia de spa caseiro, dia de organizar os pensamentos, dia de sonhar, dia de por a leitura em dia, dia de devorar filmes, enfim... dia de dolce fare niente.

 

Ontem, na minha maratona semanal de home cinema, calhou-me parar à vista um filme sobre sugar daddies, cujo enredo picou-me ao ponto de achar que este poderia ser um bom tópico para a crónica de hoje. Esta manhã, ao reconectar-me com o cibermundo, a minha primeira paragem foi no quiosque do Google, a quem recorri na busca de informações sobre este tipo de relacionamento patrocinado.

 

Entre os milhares de resultados com que ele me agraciou, um artigo da Marie Claire brasileira sobre a versão feminina da coisa – as ditas sugar mommies – forneceu-me os elementos que precisava para estar aqui a escrever sobre o assunto.

 

Confesso que no início da leitura só conseguia pensar no quão solitárias e carentes deviam ser estas mulheres para terem que pagar para ter companhia masculina. Ao longo do artigo, fui-me apercebendo que, afinal, são mulheres atraentes, bem resolvidas e realizadas profissional e financeiramente. No final, a comiseração deu lugar à admiração e a uma pontinha de inveja, confesso.

 

Admiração porque elas não têm problemas em assumir que "compram" afeto; admiração porque elas não se deixam espartilhar pelas convenções sociais; admiração, sobretudo, porque encaram a questão de forma pragamática e desprendida, sem tabus, falsos moralismos ou ilusões amorosas adolescentes. Inveja porque esta solteira aqui não dispõe de verbas para constatar in loco as maravilhas (ou pesadelos) deste universo paralelo das relações amorosas.

 

Pelo que pude apurar, a logística da coisa é em tudo semelhante à de tantos outros sites e apps de engate: escolhe-se um, cria-se o perfil, enfeita-se com fotos apelativas, escreve-se umas frases interessantes sobre si mesmo, enfim, tenta-se parecer atraente. O passo seguinte é ir à lista e escolher os que mais agradam à vista desarmada e, voilá, match à vista!

 

A diferença aqui é que se trata de um serviço pago em toda a cadeia, ou seja, paga-se para estar no site e paga-se para obter companhia. Inclusive, os próprios sites disponibilizam a opção entre quem quer comprar e quem quer vender, que na linguagem deles traduz-se em sugar daddies/mommies e sugar babies. Para teres uma ideia, só para se ter direito a uma olhadela no menu (leia-se, lista de rapazes) tem que se pagar uma razoável quantia. Já os babies (femininos ou masculinos, tanto faz) desde que maiores de idade, não pagam absolutamente nada.

 

Não penses tu que, na prática, a coisa é tão linear quanto acabei de descrever. Até a aprovação como buyer, é preciso passar por uma série de pré-requisitos, tais como fornecer dados de altura, tipo de corpo, etnia, nível escolar, salário, rendimento anual, valor do património, se tem filhos ou não, estilo de vida, área geográfica e expectativas quanto aos encontros. O expectável. Há sites que até antecedentes criminais exigem na altura da inscrição (o que é de se louvar, diga-se de passagem). 

 

Psicanalistas descrevem estes tipos de encontros nestes termos: "Elas compram a companhia deles para suprir uma carência afetiva. Mas, a longo prazo, não adianta. Porque não é uma relação baseada no amor, e sim no dinheiro. Geralmente esses casos não vão para frente."

 

Responsáveis por estes tipos de sites asseguram que grande parte dessas mulheres não procura namoros longos. Apenas encontros leves, sem pressão. Para a psiquiatra Carmita Abdo, esse tipo de mudança na dinâmica é consequência da maior participação feminina no mercado de trabalho. "Tem muito a ver com o empoderamento económico da mulher. Ela começa a perceber que pode ter um parceiro de uma noite ou várias, de acordo com sua necessidade sexual e social."

 

Muito mais teria a dizer sobre o assunto, mas como o texto já vai para longo e a hora do almoço a caminhar para o lanche, remato a crónica com o seguinte: este tipo de arranjo resulta na perfeição para quem não tem tempo para conhecer parceiros, nem paciência para discutir a relação, e conta bancária recheada, obviamente!

 

O que importa reter é que, regra geral, são as mulheres bem-sucedidas, poderosas e cansadas de relacionamentos tradicionais aquelas que procuram jovens atraentes, que não se importam de ser sustentados por elas. Ou seja, as sugar mommies não passam de mulheres que escolhem rapazes online para sexo ou namoro, em que a regra é clara: quem paga dá as cartas.

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05
Jun17

 

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Ora viva!

 

Single mine, acaso já ouviste falar do Hater, a aplicação de encontros que junta os corações solitários, não pelo que gostam, mas sim pelo que detestam? Ah, pois é pois é, isto do romance online é uma novidade atrás de outra.

 

Esta app, gratuita e disponível para iOS na App Store, à semelhança de outros softwares como Tinder ou Ok Cupid, foi pensada precisamente para contrariar o modelo tradicional de encontros online, em que a correspondência (match na linguagem digital) dá-se com base no que se gosta de fazer, comer, visitar, ler e por aí fora.

 

Fora isso, funciona tal e qual às restantes apps do mundo virtual: swipe para a direita em caso de interesse, swipe para a esquerda em caso de desinteresse.

 

Se, tal como eu, já não podes com "caramelos" que apregoam cultivar hábitos interessantes, mas que ao fim de meia dúzia de frases deixam transparecer que só assumiram essas caraterísticas para conseguirem aumentar as probabilidades de serem bem-sucedidos na arte do engate, agora tens uma alternativa que aposta precisamente no outro verso da moeda.

 

Afinal, porque odiar a solo quando se pode fazê-lo au pair?

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Por diversas vezes aqui assumi que sou frequentadora assídua de sites e aplicações de encontros. Honestamente, não estou a ver um com o qual não me tenha envolvido, nem que por uma noite apenas. Sou rodada, estou ciente disso, mas quando a solidão, a carência e o tédio batem fundo no peito é neles que procuro consolo.

 

Em relação a uns, sobretudo os que fazem questão de dividir a conta, basta um primeiro encontro para eu saber que a coisa entre nós não iria resultar. Sou uma mulher à moda antiga, que gosta que lhe abram a porta do carro, paguem a conta, deem o lado de dentro do passeio, ajudem a vestir/despir o casaco e por aí fora. Noutros, assisto, insisto, persisto e não desisto. Dou-te alguns exemplos.

 

Estive um bom tempo a correr atrás do Second Love (SL), o meu primeiro affair na rede. Por lá conheci pessoas interessantes, ao ponto de ter-me aventurado nuns quantos blind dates, imagina tu, que do café/copo/jantar da praxe passou diretamente para o 'até nunca mais ver'. Ser a outra é algo com o qual não me identifico. Como gosto de dizer, na equipa onde eu jogo tenho que ser titular. Se é para ficar no banco e ser chamada apenas para substituir prefiro ir militar para uma outra de escalão inferior, desde que possa ser titular indiscutível. Ou então, abandonar o jogo. Está-se mesmo a ver que este meu primeiro romance virtual não resistiu ao perfil polígamo do meu pretendente.

 

Depois foi a vez do Tinder (Mr. T). Com esse foi paixão à primeira vista, mais não seja porque assim que lá pus os dedos dei de caras com o tal rapaz do ginásio, que levou logo com um emocionado e entusiástico piropo. Para grande desgosto meu, o dito cujo nunca deu feedback à minha manifestação de interesse. Dá para acreditar que até no virtual a única coisa que dele consigo é gelo? A continuar assim, ainda faço uma sequela do Frozen. Let him go let him go

 

Depois disto… não demorou muito até a desilusão se instalar. Duas tentativas de engate depois, o desencantamento já era oficial. Apercebi-me que o pessoal que por lá andava só queria saber daquilo – sim, daquilo –, de preferência tão logo possível e sem muito preâmbulo ou paleio. Assim como o outro, esse também foi à vida. Apesar de não ter apagado o seu número, nunca mais o procurei.

 

Depois disso andei desnorteada, a disparar para tudo quanto é lado, numa roda vida de instalar/desinstalar (no caso das apps) ou subscrever/cancelar (no caso dos sites). Os pagos ou os possuidores de vocábulos em brazuca eram imediatamente descartados.

 

Ultimamente tenho saído com apenas dois: o OkCupid, que me parece ser um bom pretendente, e o felizes.pt, a inspiração para este artigo. Quanto ao primeiro, como é uma coisa recente, ainda não tenho como saber se vai dar em algo mais que encontros inocentes e desprovidos de trocas de calor humano, se é que me entendes. O que te posso adiantar é que a esse estou disposta a dar uma oportunidade, mais não seja porque opções começam a escassear.

 

Já no que ao felizes.pt (Mr. F) toca – o nome por si só já é uma lufada de esperança na vida de uma solteira –, a conversa é outra. Apesar do nosso caso de amor já durar algum tempo, a verdade é que nunca lhe dei muita importância. Achava-o monótono e previsível. A nossa relação era assim: quando o SL e o Mr. T me deixavam na mão, lá ia eu refugiar-me nos braços do Mr. F. Ele, tal qual um apaixonado fiel e sempre desejoso de agradar, de todas as vezes recebeu-me de braços abertos, enviando semanalmente para a minha caixa de correio um lembrete dos nossos melhores momentos, só para eu saber que continuava ativo e à minha espera.

 

Como quem espera sempre alcança, numa das minhas visitas esporádicas ao sítio dele, para mais uma sessão de reabilitação da minha estrogenidade, constatei que o bacano afinal está com mais power do que eu alguma vez pensei.

 

Além de estar naquela faixa etária em que (supostamente) já se sabe o que se quer da vida – mais de trinta anos –, coisa que até então me tinha passado ao lado, gosto dele porque dá uma atenção especial às minas da Alfacelândia, vulgo Lisboa, o que para mim é ótimo, pois namoros à distância de pouco ou nada me vão valer.

 

Quando comparado com os outros com os quais me envolvi antes, este meu amigo colorido oferece-me uma série de regalias que os restantes nunca me deram. Vejamos: além de não me levar nada pelo atendimento (o que é que foi? Não sou forreta, apenas economicamente prejudicada, por isso escusas de revirar os olhos), é simples, prático, intuitivo e de fácil trato.

 

Como se não bastasse tudo isso, ainda me deixa escolher quem pode (ou não) ter o privilégio de entrar em contacto comigo. Eficiente como ele só, nem pestanejou quando lhe "dei instruções" para não me passar nenhuma mensagem de casados ou de lésbicas. Para mal dos meus pecados, este pessoal tem cá uma fixação por mim, vá-se lá saber porquê. É com cada abordagem que levo da parte deles, isto apesar de deixar bem explícito na minha descrição de perfil que não me interessam pessoas comprometidas ou portadoras do mesmo material genital.

 

Sabes aquele momento em que nos apercebemos que estamos perdida e irremediavelmente apaixonados por algo ou por alguém? Pois é, foi precisamente na altura em que acertei com esta funcionalidade – escolher quem pode dirigir-se à minha pessoa – que me rendi (definitivamente) aos seus encantos e passei a vê-lo com outros olhos. Digamos que agora estou ciente do seu devido valor e que com a convivência diária vou descobrindo mais motivos para este meu encanto. E pensar que ele esteve o tempo todo à distância de um clique e eu tapada a viajar na web feito D. Quixote à procura da sua Dulcineia.

 

Outra coisa que aprecio bastante neste meu menino é que para estar com ele não tem que saber: é só chegar e entrar. Aposto que até a minha querida vovas seria capaz de se desvencilhar por lá e quem sabe conhecer um sénior charmoso cheio de amor para dar. Tirando a classificação para maiores de 65 anos, poderíamos estar a assistir a uma bela película de amor, em (quase) tudo igual a tantas outras da vida.

 

A parte chata é que este meu amante é possessivo, ao ponto de raramente me deixar chegar às falas com os gajos bons que por lá abundam. Quase nunca consigo diálogos em tempo real e quando mando mensagens a taxa de retorno é uma miséria. Tenho que descobrir qual a rush hour ali e por-me à coca. À parte isso, já consegui dois promissores candidatos recheados de predicados, tanto físicos como intelectuais, à minha mão. Ambas sabemos que não é bem bem a minha mão que eles querem...

 

Outra coisa que não te disse é que ele se assume, sem qualquer reticência, um romântico. Para além de ter tatuado "um site de encontro para românticos" na sua homepage, sempre que comigo está deixa-me jogar o jogo do cupido, enviar e receber presentes, fazer o teste de personalidade e otras cositas más. Até reservou uma gaveta para eu poder guardar os meus favoritos, vê lá tu.

 

E mais não digo que este artigo já vai longo. Porque não lhe fazes uma visita, testas os seus encantos e depois vens-me contar se o bofe é mesmo essa maravilha que acabei de te descrever? Deixo aqui o link para o caso de te interessar conhecer pessoas novas. Quem sabe não é lá que está o tal que te vai fazer feliz e resgatar-te desta vida de (ainda) solteira.

 

Saindo daqui, adivinha para onde irei eu a seguir…

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22
Set16

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Meu bem, consideras-te uma pessoa sensível? Eu sim, e até demais, para mal dos meus pecados. Costumo dizer, quando baixa em mim o espírito da ordinária, que sou mais sensível que adolescente virgem em casa de luz vermelha.

 

Qualquer coisinha me afeta, o que me deixa emocionalmente abalada. É tão desgastante ser assim, mas cada um é como é não estou a ver-me a deixar de ser o que sou. Adiante… Isto tudo para dizer que há dias o Huffington Post elaborou uma lista com alguns aspetos quotidianos que fazem muita confusão aos portadores de maior sensibilidade emocional. A saber:

 

1. Conter as emoções
Algo impensável para uma pessoa deveras sensível.

 

2. Bater com a caneta ou qualquer outro tique
Muito influenciados pelo ambiente que os rodeia, este tipo de seres são incapazes de permanecer indiferentes perante qualquer som irritante.

 

3. Má educação
Pessoas assim costumam ser também bastante conscientes e preocupadas com os que estão á sua volta.

 

4. Ver filmes de terror só por diversão
Por serem indivíduos com um alto nível de empatia, colocam-se demasiadas vezes na posição do outro, algo não muito agradável quando se está a ser atacado, perseguido ou assombrado.

 

5. Críticas construtivas
O criticismo em geral é altamente stressante para uma pessoa muito sensível, seja ele construtivo ou não.

 

6. Tomar decisões com facilidade
Por terem medo de fazer algo de errado e magoar o outro, não encaram de ânimo leve dar um passo em frente

 

7. Atividades coletivas
Seja em aulas de grupo no ginásio ou noutro sítio qualquer, para quê expor-nos assim?

 

Analisando a minha personalidade à luz do acima exposto, reconheço que alguns destes aspetos não me dizem grande coisa. Por exemplo: adoro ver filmes de terror por pura diversão, aliás é o meu género favorito. Mas isso não quer dizer que me falta a capacidade de pôr-me na pele do outro, pelo contrário. Preocupo-me demasiado com os sentimentos alheios, a tal ponto que entre ferir os dos outros e os meus, opto (quase sempre) por salvaguardar os deles, ainda que isso me cause grande angústia.

 

Também não me revejo nos dois últimos itens, não mesmo! Independentemente de mais ou menos match com esta lista, o que importa reter é que a personalidade de uma pessoa mais sensível vai muito além de meras lágrimas. Possuímos níveis de intuição e empatia fora do normal, daí sermos tão suscetíveis a desilusões, mágoas e stress emocional.

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