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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Viva!

 

Há dias uma seguidora interpelou-me sobre qual a melhor estratégia a adotar por quem está solteira e disponível para uma nova relação. Sem pestanejar, respondi-lhe: "estar recetiva!"

 

De tão óbvia, esta resposta até parece infantil. Mas a verdade é que dar uma de Bela Adormecida à espera do Príncipe Encantado não é uma estratégia sustentável. Primeiro, porque o príncipe encantado é cada vez mais uma espécie em vias de extinção. Segundo, porque a mulher moderna não está para depositar a sua felicidade nas mãos de um estranho (por mais azul que seja o seu sangue); até porque ela tem plena consciência de que não existe nenhuma garantia de que ele, após o beijo, não vá se transformar num sapo qualquer da vida.

 

Que o digam as mulheres vítimas de todo o tipo de violência por parte daqueles a quem confiaram o coração. 

 

Se contentar-se com o primeiro pretendente a despertar-nos do "sono amoroso" não é lá muito boa ideia, ser demasiado exigente no processo de escolha menos ainda, já que pode estar a impedir-nos de viver boas experiências. A solução passa, portanto, por não definir requisitos de forma rígida.

 

De forma consciente (ou não) todas nós procuramos a perfeição; mas quantos mais critérios estabelecemos menos compatibilidade vamos encontrar. Falo em meu nome pessoal e no de todas as demais desemparelhadas do meu círculo de amizades (reais e virtuais). 

 

Depois de uma certa idade (geralmente, depois dos 30), das duas uma: ou os padrões de exigência de uma mulher aumentam mais e mais ou diminuem mais e mais. Aumentam porque ela vai ganhando consciência do seu valor, ao ponto de não se contentar com alguém que não considere estar à sua altura. Mais do que saber o que quer de um homem e de uma relação, ela sabe, com uma exatidão alarmante, o que não quer para a sua vida. Por observação direta das outras ao seu redor, ela vai tomando consciência de que a presença de um homem na sua vida, na sua cama, na sua família e no seu círculo social só se justifica se este acrescentar valor. Se assim não for, ela prefere estar sozinha, pois sabe que consegue ser feliz solteira, mesmo que não plenamente. 

 

Do lado oposto, está a mulher que, em desespero de causa, aceita abrir mão de uma boa parte dos seus padrões de exigência só para não "ficar para tia", como se diz na gíria popular. Ou porque o relógio biológico não para de piscar, ou porque as amigas/colegas desemparelhadas vão minguando a olhos vistos, ou porque a pressão da família e da sociedade assumem proporções dantescas ou simplesmente porque não sabe nem tem interesse em estar só. Para esse tipo de mulher, qualquer um destes motivos é razão mais do que válida para abraçar uma relação, mesmo que, no fundo do seu coração, ela se sinta tão ou mais solitária do que aquela que descrevi no parágrafo anterior. 

 

Portanto, à querida seguidora ND, deixo este conselho: "Interage com eles de forma tranquila, sem pensar de antemão no que pode ou não desencadear, aproveita cada momento e cada pessoa que cruza o teu caminho. Limita as tuas expectativas e retira a pressão de ter que ter alguém só porque sim. Sê o tipo de pessoa que gostavas de ter ao teu lado. Vais ver que mais cedo ou mais tarde o amor que tanto desejas e mereces chegará. E se não chegar tens-te a ti, o teu primeiro, grande e verdadeiro amor."

 

Capice? Estamos juntas!

 

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10
Set18

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Viva!

 

Depois de um fim de semana de dolce far niente, pautado por uma maratona de filmes da Fox Life, retomo o contacto com uma crónica recheada de conselhos sobre como superar a timidez amorosa, enfermidade da qual venho padecendo há já um bom tempo, quiçá despoletada pela falta de prática na arte do amor.

 

Tanto tempo de solitude (demasiado, até) fez-me esquecer como se cativa, como se seduz, como se conquista. Esta pretensa "amnésia" tornou-me amorosamente insegura, absolutamente cética e absurdamente tímida. Tudo o que não era; apesar de nunca ter sido uma arrasa-corações, ainda me lembro do tempo em que, ao interessar-me por alguém, tomava a iniciativa, fazia acontecer e, desse certo ou não, seguia feliz e contente pela vida fora.

 

Antevendo que mais solteiros se revejam nesta descrição, cito 10 conselhos da psicóloga Natália Antunes sobre como dar a volta à situação:

1. Comunica como um adulto
Melhorar a comunicação dentro da relação, como forma de aliviar os ressentimento e faltas de compreensão, é uma boa estratégia para contornar os problemas na vivência emocional e da intimidade.

 

2. Autoafirma-te e autoprotege-te
Diz sem rodeios o que mais gostas e o que menos gostas na vossa relação, encorajando também o teu parceiro a fazer o mesmo. Escutar o que ele tem a dizer, com atenção plena, é fundamental.

 

3. Negoceia o teu ponto de vista
Sempre que a tua perspetiva for distinta da dele tenta chegar a um acordo, alternando as cedências e mantendo uma postura aberta e conciliatória.

 

4. Elogia em vez de criticar
O elogio e o encorajamento surtem mais efeito do que a crítica. Daí que devas empenhar-te em assinalar as coisas boas que o teu parceiro faz, sendo certo que ele também se sentirá mais disponível para retribuir na mesma moeda.

 

5. Alinha expectativas e desconstrói mitos
Relações perfeitas não existem, até porque não existem casais perfeitos. Se conseguires mostrar e partilhar as tuas imperfeições, sentir te ás mais livre para te revelares tal e qual és.

 

6. Sê mais do que pareces
Consciencializa-te que do outro lado da relação existe uma pessoa que também tem medos e receios, e que tudo isso compõe uma pessoa real.

 

7. Preserva a tua individualidade
Uma das primeiras coisas a ser respeitada pelo casal é a manutenção da individualidade de cada um. Garante que há espaço para trazeres a tua experiência e vivência para a relação.

 

8. Surpreende-o
Tenta mimá-lo com pequenos gestos, de modo a evitares que a monotonia se instale e a paixão arrefeça.

 

9. Investe na novidade
Não fiques agarrada às rotinas. Planeares e executares pequenas surpresas certamente que vai surpreendê-lo, criando um ambiente de cumplicidade capaz de fazer com que ele fique com igual vontade de te surpreender.

 

10. Não tomes a relação como garantida
Estar sempre presente e procurar compreender o que faz feliz é um bom começo. Prestar atenção às suas mudanças enquanto pessoa, bem como às mudanças da vossa relação, igualmente. Experimenta fazer diferente, na vossa vida íntima, na vossa vida de casal e na vossa vida individual.

 

Irá este artigo ajudar-te a ser mais confiante no campo amoroso? Talvez sim talvez não. Só tentando para saberes.

 

Aquele abraço amigo!

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Viva!

 

De entre todas as outras, o verão é provavelmente a estação mais propícia aos amores fugazes e às relações abertas, logo ao sexo casual. O calor; o bronze; a praia; a aparência mais cuidada; as férias; as viagens; os corpos à mostra; a descontração típica; as caras novas com que se cruza na praia, nos hotéis, nos passeios, nos concertos e nos bares/discotecas/esplanadas; os dias escaldantes e as noites languidas são dignos contribuintes para esta causa.

 

Feito o match e consumada a primeira intimidade sexual, o drama que a quase todos assalta (mais mulheres que homens, é certo) é o dia seguinte. Que fazer torna-se uma questão de vida e morte, sobretudo se a coisa foi tão boa ao ponto de só pensarmos em bis, tris, tetras, pentas e por aí fora... Nestas alturas, o medo de assustar a conquista esgrima ferozmente com a vontade de voltar a estreitá-la nos braços tão logo possível.

 

Se for esse o teu caso, em que depois de uma noite fantástica ele nada diz, não te desesperes que a especialista em terapia de casal e aconselhamento individual, Margarida Vieitez – quiçá bombardeada por pedidos de conselhos sobre como agir quando o(a) provedor(a) de orgasmo se remete ao silêncio depois do acontecido –, explica o que deves fazer:

 

Age de forma natural
Segundo ela, "se tiveres vontade de enviar uma mensagem, envia. Se tiveres vontade de ligar, liga". Se é isso que queres, faz, mas sem insistir, "porque assim estás a dar demais".

 

Não dês demais
Sonhar e ser romântica é o que torna o sucedido ainda mais especial. Contudo, convém teres os pés assentes na terra, sob pena de acabares a viajar na maionese. Focares-te demasiado na relação pode levar-te a desviar dos seus objetivos e isso não é boa ideia, sabemos ambas.

 

Foca-te em ti
De certeza que a noite, por mais frenética que tenha sido, não foi a primeira e menos ainda a última. Muitas outras virão, com ou sem sexo, portanto, "foca-te na tua vida, continua a vivê-la tal como tens feito até esse momento e segue em diante com os teus objetivos", aconselha a especialista.

 

Economiza no drama
Se tentaste entrar em contacto e não obtiveste reação, há, certamente, uma razão. Pode ser porque não quer ou porque não pode, "não tem que ver diretamente com o momento, se gostou ou não".

 

Já passaram três dias e nenhuma resposta?
Nesse caso, recomenda Vieitez, "o melhor a fazer é esquecer e passar para outra".

 

Independemente de como terminar o teu affair, o deves reter é que nestas situações não existe um certo e um errado sobre o que fazer. Sejas tu do tipo que manda logo mensagem, do tipo que prefere manter o orgulho e esperar que seja ele o primeiro a reagir ou do que faz de conta que nada se passou e parte para a próxima caçada, o importante é seres fiel a ti mesma e seguires o teu coração.

 

Até à próxima e bons amores de verão!

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Viva!

 

Qual é a pergunta qual é ela que todos os solteiros temem ouvir? Como é evidente, "Porque não tens ninguém?". De entre todas as respostas – espontâneas, evasivas, resmungonas ou depressivas – esta é aquela que não me lembro de alguma vez ter ouvido sair da boca de um mortal: "É porque como nunca saio de casa, estou à espera que o amor me venha bater à porta!".

 

A experiência pessoal permite-me afirmar que dificilmente existe uma única explicação para o facto de se estar desemparelhado. É facto que um determinado momento e um determinado acontecimento ditaram o dia, o mês e o ano em que a pessoa se autoconsciencializa solteiro. Depois disso, vários argumentos são descaradamente evocados para justificar e/ou reforçar o não estar num relacionamento: preferência por atuações a solo, aversão e/ou medo de compromissos, cara metade esquiva ou, pura e simplesmente, falta de sorte.

 

Independentemente do motivo por detrás da solteirice nossa de cada dia, a auto sabotagem, ainda que na maioria das vezes perpetrada de forma inconsciente, é responsável por uma siginificativa percentagem de corações solitários que andam a vaguear pelos calabouços do amor.

 

De acordo com a psicóloga Melanie Schilling, "minamos e bloqueamos de forma ativa as oportunidades que impliquem qualquer tipo de interação social ou que possam levar a conhecer possíveis parceiros. Ao adotarmos essa postura, transmitimos a mensagem de não estamos interessados numa relação".

 

Como é que fazemos isso? Atribuindo a responsabilidade da nossa situação amorosa a fatores externos – por exemplo, 'está muito frio, começo a sair mais e a ir a encontros quando o inverno acabar' ou 'não há homens de jeito' –, quando na verdade só estamos com medo.

 

"Frequentemente quando já sofremos no passado tornamo-nos demasiado protetores de nós próprios. E tememos sentir intimidade e vulnerabilidade com alguém. Porém, há uma diferença entre ser razoavelmente cético e boicotar a própria felicidade", esclarece a psicóloga.

 

No parecer desta inspetora da mente, muitos dos que inconscientemente sabotam as suas hipóteses de encontrar o amor, 'agarram-se' a três tipos de noções negativas: acerca deles próprios ('estou melhor sozinho'), acerca dos homens/mulheres em geral ('provavelmente vão trair-me') e acerca dos relacionamentos ('não tenho tempo para uma relação').

 

Perante este quadro, o diagnóstico é irrefutável: não estamos preparados para namorar se cultivamos um desses três pensamentos. Ups!

 

O poço de verdade na qual estas ideias saciam a sua empiricidade é tal que não me resta outra opção que não seja fazer mea culpa e encetar uma análise isenta de "achismos" sobre os reais motivos porque continuo solteira. Agora vejo que muitos de nós cometemos o pecado de não saber reconhecer que estar desemparelhado deve-se, acima de tudo, às nossas próprias atitudes e ao nosso modo de estar na vida.

 

E com esta retiro-me de costas, não vá a verdade dos factos seguir-me ecrã fora. Até à próxima, single mine.

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 Viva!

 

Regra geral, assumimos que o sexo masculino é mais prático e menos comunicativo que o sexo oposto. Contudo, a realidade volta e meia troca-nos as voltas, provando que este lugar-comum, uma espécie de espartilho social, mais não é do que uma crença ancestral  que lhes é impingida desde berço pelas razões que estamos depiladas de saber: macho que é macho tem que ser emocionalmente contido, impassível e pouco dado a arrombos apaixonados.

 

Analisando atentamente a linguagem verbal masculina facilmente chega-se à conclusão que ela é muito mais eloquente do que se vê à vista desarmada. Com expressões subtis ou taxativas, a verdade é que, cedo ou tarde, os discípulos de Adão acabam por revelar o que de mais íntimo lhes vai no coração. Esta crónica versa precisamente sobre oito frases que eles geralmente dizem quando estão, de facto, envolvidos com uma mulher:

 

1. Lembrei-me de ti
Sempre que um homem profere esta declaração é sinal de que na tua ausência surgiu algo que o fez pensar em ti. Sua mente começou a criar uma onda de saudade à volta da tua pessoa, razão que o leva a associar certos acontecimentos, aromas, lugares e experiências à pessoa que ele estima; nesse caso tu. 

 

2. Dá-te um apelido carinhoso
"
Batizar-te" com um termo carinhoso é a maneira que ele encontra de te revelar o seu lado mais brincalhão e descontraído. É também a forma que ele elegeu para abrir mão da formalidade e tornar-se mais íntimo de ti. Ao dar-te um apelido, ele mostra-se disposto a quebrar o gelo, ao mesmo tempo que encoraja ambos a se sentirem mais confortáveis ​​um com o outro. 

 

3. Posso ajudar-te com isso
Ao dizer-te isso ele mostra que quer sentir-se necessário para ti. Se te dá conselhos ou te ajuda fisicamente com alguma coisa é sinal de que ele está disposto a abrir mão de algum tempo da sua vida para te apoiar no que precisares. Basicamente, ele quer deixar claro que podes contar com ele. 

 

4. Sinto a tua falta
Ao admitir que sente a tua falta, ele não só dá indicações do que realmente sente por ti como demonstra que está pronto para assumir esse sentimento. Atenção que esta regra não se aplica aos casos em que ele te envia sms às tantas da noite a dizer que sente a tua falta (quando assim é sabemos bem do que sente ele falta). É mais quando estás fora, em férias ou trabalho, e a tua ausência o faz ver o quanto és importante para ele. 

 

5. Estou aqui para ti
Quando um homem faz esta declaração a uma mulher é caso para se pensar que ele quer fazer parte da vida dela. Tal como no ponto 3, ele revela a sua confiabilidade. Ao dizer que está disponível para ti está te encorajando a baixares a guarda e a te entregares sem reservas. Isso cria um vínculo mais forte entre os dois, desviando o foco do "eu" para o "nós". 

 

6. És linda
Se ele é naturalmente galanteador ou usa essa expressão logo no ínicio da abordagem é caso para ficares alerta, pois, provavelmente, não deves ser a única a quem ele está tentando fazer sentir-se especial. No entanto, se ele não é muito dado a comentários sobre a tua aparência física e é seletivo nos elogios que te faz, pode realmente significar que ele te considera uma beleza (por dentro e por fora).

 

7. Estou preocupado
Ao declarar-se apreensivo em relação a algo que se passa na tua vida, ele mostra estar disposto a abrir mão daquela reserva tão tipicamente masculina, permitindo-se revelar-te o seu lado mais vulnerável. Queres prova maior de que ele confia em ti e acredita na vossa estória? Se por acaso a sua inquietação tiver a ver com a tua pessoa é a forma de ele assumir que se preocupa contigo e que só quer o melhor para ti. 

 

8. Eu gosto/amo/estou apaixonado por ti
Sobre esta frase não há muito a dizer de tão óbvia que é. Ao declarar o seu (profundo) afeto por ti, ele ostenta a sua intenção de atirar-se sem paraquedas na vossa relação. Ao decidir expressar livremente os seus sentimentos por ti, independentemente de ser correspondido, ele deixa claro que deixaste nele uma impressão de tal modo forte que ele considera que vale a pena arriscar expor os seus sentimentos mais profundos.

 

Do acima exposto podemos depreender que um homem enamorado dificilmente consegue conter os seus sentimentos. De modo, tímido ou ousado, contido ou efusivo, prudente ou arriscado, ele acaba (quase sempre) por revelar os seus sentimentos. A nós mulheres apaixonadas só nos resta esperar ansiosa e contidamente para ouvir essas frases.

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17
Fev18

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Viva!

 

Sobram-me motivos para afirmar que trinta e dois meses de Ainda Solteira fizeram da minha pessoa uma espécie de conselheira sentimental não certificada. Não certificada porque não possuo qualquer formação académica na área da psicologia ou outra ciência qualquer da mente. Conselheira sentimental porque sou regularmente bombardeada com toda a espécie de abordagens, que começam com solicitação de conselhos e/ou dicas e terminam em desabafos sobre condição amorosa. Pelo meio, algumas tentativas de engate, inclusive transfronteiriças.

 

Com este blog tenho aprendido muito, com a maioria das lições a desenrolarem-se nos bastidores (email e messenger), longe dos holofotes do cibermundo. É precisamente sobre um dos tópicos deste curso intensivo sobre a solteirice que te quero falar na crónica de hoje: o que sei sobre os homens.

 

Fruto do enlace entre a experiência pessoal da Sara e a interação da Legoluna com os seus seguidores/leitores, o perfil do solteiro (ou aspirante a isso) assenta nestas constatações:

 

1. São apressados
Contaminados (ou não) por esta sociedade de consumo desenfreado, impulsivo e descartável, os homens têm pressa para faturar uma mulher, seja para uma relação casual ou para algo mais sério. Com pouca paciência para deixar as coisas seguirem o seu curso natural, querem que as mulheres sejam tão afoitas quanto eles, sobretudo no que toca ao envolvimento físico. E todos sabemos que o ritmo deles é determinado pela velocidade da testosterona.

 

2. São mais adeptos de palavras do que de ações
Falam isto falam aquilo falam aqueloutro. Falam muito, mas agem pouco. Dizem-se dispostos a mover mundos e fundos por uma mulher, mas quando chega a hora de passarem da teoria à prática, o entusiasmo deles esvaí-se na inação. Palavras levas-as o vento, disse algures um sábio. Com isso quero dizer que o que vale mesmo são gestos, atitudes, iniciativas e atos concretos e não conversa fiada.

 

3. Apregoam apreciar mulheres independentes e bem resolvidas
Enchem a boca para dizer que curtem mulheres de personalidade forte, que sabem o que querem da vida e que não encaram os homens como bengalas. O que a realidade mostra é que, paleio à parte, acabam por escolher as inseguras, as imaturas, as dependentes e as submissas. Isto porque, no que toca a relacionamentos, são adeptos ferrenhos da lei do menor esforço. Mulher perfeita é aquela que não dá trabalho, não é mesmo rapazes?

 

4. São muito precipitados em relação ao sexo
A meu ver, o maior pecado do macho millennial, que dificilmente consegue sustentar uma conversação/relação sem que o tema sexo seja o principal item. Que é bom, sabemos nós. Que todos o querem praticar, também. Que é o apogeu da atração entre duas pessoas, não se discute. Mas daí a fazer dele o centro das atenções, como se toda a interação social se resumisse ao sexo, vai uma grande distância. Meninos, só falem ou proponham sexo quando houver oportunidade e intimidade para tal. Na vida há um momento certo para tudo, pelo que saber identificar esse momento é um fator crítico de sucesso.

 

5. Falam mais do que fazem sexo
A impressão que tenho é que o sexo tornou-se uma obsessão para os gajos com os quais interajo. A meu ver, gastam mais tempo e energia a falar ou a pensar em sexo do propriamente a fazê-lo. Gente da minha terra acredita que quem faz sexo não fala, precisamente porque está ocupado a fazê-lo. Com isso quero dizer que quando me deparo com aqueles que falam de sexo o tempo todo, fico a pensar que das três uma: ou estão desesperados, ou são tarados ou não servem de muito na horizontal. O pior é quando constatas que alguns são tudo isso junto. Moral da estória: falem menos e façam mais!

 

6. Querem muito lucro para pouco investimento
A maioria dos homens que cruza o meu caminho deseja encontrar uma mulher top five:  bonita, sexy, cheirosa, divertida e disponível. Numa lógica de investidor amador, querem tudo isso sem ter que investir muitos recursos (tempo, dinheiro, paciência, expectativas e sentimentos). É caso para lhes lembrar que quanto mais custoso mais valor damos. Preciso dizer mais?

 

7. Não têm (muita) paciência para cativar
Esta é provavelmente a segunda maior falha masculina nos tempos que correm. Que saudades da época em que os rapazes caprichavam para encantar aquela que desejavam. Telefonavam, mandavam bilhetinhos, ficavam à espreita na esquina da casa dela, subornavam amigas/familiares, escreviam cartas de amor, pintavam os nomes nas paredes, autocarros, bancos da escola, etc., etc. Atualmente a arte da conquista pode ser contada em três atos: "tens whatsapp", "queres ir tomar café" e "voilá!" O charme, o esforço e a emoção ficaram reduzidos à capacidade tecnológica.

 

8. São tão ou mais comodistas que as mulheres
A quantidade de homens que se deixam arrastar em relações miseráveis é assustadora. Para o perpetuar desta realidade contribuem o blá bla blá do costume: não querem separar-se dos filhos, não querem magoar os sentimentos da companheira, não têm dinheiro para sair de casa, têm medo de ficar sozinhos, não querem desiludir os pais/sogros e por aí adiante. Infelizes até à medula optam por permanecerem emparelhados, ao mesmo tempo que buscam uma aventura extraconjugal capaz de lhes garantir as tais "borboletas no estômago" de que todos andamos à cata.

 

9. São mais inseguros do que deixam transparecer
Sob a capa de macho alfa, deparo-me quase sempre com putos inseguros, imaturos e caprichosos, cujo sonho de consumo é que as coisas sejam do jeitinho que querem. Quando assim não é ficam sem saber como agir, optando invariavelmente por se refugiarem debaixo da máscara do descaso e do desinteresse. Isto acontece porque ensinaram-lhes desde o berço que o homem tem que ser uma muralha emocional, que não deve deixar transparecer as suas vulnerabilidades afetivas.

 

10. Mentem descaradamente para conseguirem o que querem
Nas outras esferas da vida não sei, mas no que toca ao romance os homens mentem com todos os dentes, dentaduras, próteses e implantes. O tempo todo. Por tudo e por nada. Com ou sem necessidade. Aquela famosa tirada de que só o fazem porque não nos querem magoar é, no mínimo, hilariante. Se for para conseguir levar a mulher para a cama, aí então vale tudo. Casado que se diz separado, noivo que se diz solteiro, insensível que se diz apaixonado, promíscuo que se diz fiel... Se for preciso, até casamento prometem. Quanto a isso só posso dizer que estou cada vez mais convicta de se trata de uma patologia congénita aguda, que até pode ser tratada, mas jamais curada.

 

Basicamente é isto que a vida e este blog têm vindo a ensinar-me sobre os homens. Caso te ocorra mais algum item que deva ser acrescentado a esta short list, por favor, queira partilhá-la comigo.

 

Bom fim de semana e até breve!

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Viva!

 

Um artigo publicado hoje no Notícias ao Minuto debruça-se sobre nove questões – apontadas por advogados de divórcio – que quem procura um relacionamento sério deve fazer logo no primeiro encontro, como forma de evitar, com a devida antecedência, um desgosto amoroso.

 

1. Qual foi a última vez que falaste com os teus parentes?

É uma forma de saber quão próximo à família é o teu pretedente. "Muitos divórcios são causados por pessoas que são demasiado próximas à família, não criando barreiras entre esta e o seu casamento", refere um dos advogados. Por outro lado, más relações familiares podem sugerir incapacidade de manter uma relação sustentável.

 

2. Acreditas no 'felizes para sempre'?

Esta pergunta é um pau de dois bicos, se é que me entendes. Se a resposta for 'não', podemos considerá-lo pouco elegível para um compromisso. Por outro lado, se a resposta for 'sim', provavelmente também não poderá ser considerado um bom candidato. Isto porque uma relação demanda compromisso e esforço e alguém que acredita que a felicidade simplesmente acontece, pode ser visto como demasiado ingénuo para ser levado a sério.

 

3. És casado?

Outra pergunta que urge ser feita, já que, segundo os advogados, "estou a divorciar-me" não é o mesmo que "estou solteiro". Meu bem, faz-te o favor de reter esta parte, que o que mais abunda por aí são caramelos que gostam de sair-se com esta conversa da treta a ver se conseguem chegar ao "finalmente" sem grande esforço.

 

4. O que mais gostas no teu trabalho?

É importante que o teu futuro companheiro goste do seu trabalho e não o veja apenas como uma obrigação. Mas alguém que vive só para o trabalho e que no futuro não se permita a momentos de ócio e lazer, como viagens, família ou saídas, com toda a certeza não deve ser o teu sonho de consumo.

 

5. Onde foste nas tuas últimas férias?

Esta é uma pergunta fachada por detrás da qual se esconde a verdadeira questão: quanto gastou nas suas últimas férias? Poupar e investir no seu tempo de lazer é algo positivo. Problemas de dinheiro são causa bastante comum para desentendimentos entre casais. Se o teu crush é responsável e sabe gerir o dinheiro, então este é um bonus a seu favor.

 

6. Qual a tua idade?

Não lhe perguntes na cara dura, mas arranja forma de lhe arrancares essa informação. Este é outro aspeto que os advogados de divórcios referem com frequência e sobre a qual muitos mentem no início das conversações. Na hora do compromisso, nunca é agradável saber que a tua love story começou com uma mentira sobre um dado tão importante como a idade.

 

7. Consideras-te um bom comunicador?

A comunicação deve ser o pilar de qualquer relação, seja ela amorosa, profissional, familiar ou social. Daí que a sua falta seja frequentemente associada a ruturas, já que afasta o casal ao ponto de não mais se conseguir reagatar a relação.

 

8. Como terminou a tua última relação?

Se a resposta se basear nos erros e defeitos da outra pessoa, revela falta de humildade, honestidade, maturidade e prudência. É importante assumirmos os nossos erros e responsabilidades e nenhuma separação é culpa de apenas uma das partes.

 

9. Se pudesses voltar atrás, o que mudarias na tua vida?

É um tema de conversa que pode ajudar a quebrar o gelo do primeiro encontro. Respostas como "viveria num país bem longe dos meus pais" não é lá muito auspiciosa, pelas razões referidas no ponto 1. "Teria investido na minha educação e ido estudar noutra cidade que me desse mais oportunidades", por exemplo, é um bom começo.

 

Escuso dizer que cada uma sabe o que é melhor para si, bem como quais as questões que lhe são realmente caras. Contudo, há coisas que, de tão óbvias, não devem ser subvalorizadas, mesmo num first date, como por exemplo o facto de ser comprometido, chorar miséria ou mostrar-se forreta.

 

Foi precisamente a pensar nisso que fiz questão de partilhar contigo este assunto, já que, após uma certa idade, mais vale pecar por excesso de zelo de que por défice de cuidado. Afinal, já não temos tempo, nem paciência e muito menos disponibilidade emocional para erros de casting. Capice?

 

Ótimo fim de semana, single mine!

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Viva!

 

Ontem baldei-me, muito por culpa da operária inspiração que resolveu dar uma de líder sindicalista. Encetada a negociação e atendida a sua reivendicação, é com todo o gosto que retomo a produção da crónica do dia, hoje sobre o entendimento masculino acerca da cabeleira feminina.

 

Os homens preferem as loiras! Em algum momento da nossa existência todas ouvimos esta, mas será mesmo assim? Tudo leva a crer que sim, afinal o que mais abundam pelos corredores da humanidade são criações da literatura, do cinema, da moda e da vida real que apontam nesse sentido. Sem falar no próprio sexo masculino – que as associam a sexo fogoso – e nas inúmeras mulheres que, por razões várias, optam por clarear o cabelo. Eu mesma, por duas ocasiões, embarquei nessa onda.

 

Crenças à parte, serve este post o propósito de desmestificar esta questão, que a muitos assola e a tantos ilude. Sobre isso, não poderia ser mais esclarecedora uma publicação do The Journal of Social Psychology alusiva a uma investigação da universidade americana de Augsburg.

 

Com o intuito de entender a real influência que a cor e o tamanho do cabelo de uma mulher tem na opinião do sexo masculino sobre ela, uma equipa de psicólogos daquela instituição de ensino avaliou as cores de cabelo loiro, castanho e preto, bem como os tamanhos curto, médio e longo, e relacionou essas caraterísticas com a perceção masculina em termos de idade, saúde, potencial de relação e capacidade parental.

 

Feito isso, os académicos concluíram que as mulheres com cabelo mais claro são consideradas mais jovens, saudáveis e atraentes, quando comparadas com as de cabelo escuro. No entanto, essas mesmas loiras foram apontadas como mais promíscuas que as demais, fazendo com que as morenas fossem vistas como uma melhor opção no que toca a relações amorosas e parentalidade, ficando as primeiras como preferidas para encontros amorosos.

 

A amostra do estudo (110 legítimos descendentes de Adão) considerou ainda que as mulheres de cabelo comprido são menos saudáveis e atraentes que aquelas que usam o cabelo num tamanho médio. E esta, hein?

 

Moral da estória: eles preferem as loiras para 'sexar', as morenas para procriar e as de cabelos médios para namorar.

 

Single mine, agora que já sabes o que pensam eles sobre a tonalidade e a extensão dos nossos cabelos, só tens que apostar numa cabeleira que vá de encontro ao que queres para a tua vida amorosa: affair, compromisso ou maternidade.

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04
Jan18

Namorado procura-se

por LegoLuna

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Viva!

 

Ano novo, vida nova, certo? Parece que para uma das ainda solteira o amor é uma prioridade em 2018. Daí que me tenha pedido que divulgasse este anúncio:

 

Mulher na casa dos 30, sem filhos, bem conservada, de boa aparência, espírito jovem e personalidade afável, culta, com formação superior, situação económica indefinida e cheia de amor para dar procura namorado para relação exclusiva, com possibilidade de compromisso.

 

Os candidatos deverão possuir situação amorosa definida (livre, leve e solto), disponibilidade total e imediata, caráter confiável, habilitações ao nível superior, conjuntura laboral ativa, condição financeira estável, cadastro criminal imaculado, além de aparência apelativa ao olhar.

 

Os interessados deverão manifestar interesse via este canal, num período de até 30 dias, a contar desta data, detalhando ocupação atual e expectativas amorosas. Deverão também anexar comprovativo de rendimento, extrato bancário dos últimos 6 meses, foto recente (de cara e corpo) e cópia de certificado de habilitações.

 

Mais se informa que dá-se preferência a quem tenha viatura própria (e dinheiro para combustível, claro está!), idade não superior a 40 anos e aparência cuidada.

 

Oferece-se amor, carinho, sexo do bom, além de respeito, amizade, solidariedade, lealdade e outras coisas a serem acertadas entre as partes.

 

Outras informações não detalhadas serão posteriormente abordadas durante o processo de seleção.

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Ora viva!

 

Depois de um fim de semana cansativo, contudo produtivo, eis-me de volta ao teu convívio, desta feita com uma crónica sobre o recém-publicado livro do psicólogo clínico Eduardo Sá, intitulado Quem nunca morreu de amor, no qual ele defende, entre outras coisas, que estamos a viver uma "solidão assistida"; que não há verdades absolutas no amor; que fomos muito mal educados para as relações amorosas; que há uma diferença entre morrer para a vida e morrer de amor; que namorar dá trabalho, daí que se deva ter um 'namorário'; que somos preguiçosos em relação ao amor; e que precisamos de ter alguém, já que não somos completos sozinhos.

 

De entre os vários aspetos abordados numa entrevista ao Observador, partilho contigo alguns dos trechos mais pertinentes a este forum:

 

Não há verdades absolutas no amor

Acho que o amor é provavelmente a mais fantástica demonstração das imperfeições humanas, isso é fascinante. Imaginá-lo com verdades absolutas era tudo o que faria dele outra coisa que não amor. O grande desafio do amor é que, independentemente de sermos todos muito parecidos, todos ficamos a ferver por dentro de paixão e gelados de medo. Todos fugimos do amor. Quando nos cruzamos com alguém que acende muitas luzes — e que sentimos que, de alguma forma, pode ser o nosso amor —, o nosso impulso não é correr atrás dela, mas sim fugir, como se as pessoas com quem sonhamos só existissem no nosso desejo e não fossem palpáveis, não tivessem um rosto e não fossem como nós. De repente, há alguém que nos adivinha por dentro, há alguém que somos capazes de intuir de uma forma tão fina que até parece que criamos as coincidências e que adivinhamos o pensamento dessa pessoa.

 

Fomos muito mal educados para as relações amorosas

Acho que todos nós fomos muito mal educados para as relações amorosas. À medida que fomos crescendo, fomos criando a ideia de que as relações entram num patamar muito semelhante às atividades curriculares. Tenho a noção de que só aprendemos a descobrir as pessoas que são importantes na nossa vida, que ocupam o lugar na fila da frente do nosso coração, quando morremos de amor. Precisamos morrer algumas vezes de amor para percebermos o que queremos da pessoa ao nosso lado e o que é que temos para lhe dar. Há pessoas que, ou porque já estão muito fragilizadas por diversos motivos ou porque se sentem sós, preferem estar mal acompanhadas. Talvez não sejam assim tantas as pessoas que se sentem bem amadas. Às vezes, quando olhamos para as relações de casal sentimos que já não são relações amorosas — passaram a ser amizades coloridas e pouco mais.

 

Há uma diferença entre morrer para a vida e morrer de amor

Precisamos desesperadamente de amar para que a nossa vida tenha sentido. Por vezes, há uma discrepância tão grande entre aquilo que esperamos e aquilo que as pessoas que estão ao nosso lado são capazes de nos dar que, no fundo, tecnicamente, estamos acompanhados mas a viver uma espécie de solidão assistida. Uma relação amorosa é só o grande projeto de toda a vida. Há uma diferença entre morrer para a vida e morrer de amor: só não morre para a vida, quem morre de amor.

 

Namorar dá trabalho

As relações mais importantes são profundamente frágeis, porque estão sempre debaixo de um sufrágio muito apertado da nossa parte. Esperamos dessas pessoas o que não esperamos de mais ninguém. Se facilitamos nestas relações, que são absolutamente indispensáveis, abrimos feridas muito difíceis de cicatrizar. Acho que somos muito demissionários das pessoas que nos são mais importantes.

 

Há que ter um 'namorário'

Temos uma agenda absolutamente esclarecida para os nossos compromissos profissionais e um calendário das atividades dos nossos filhos. Mas, depois, não temos uma agenda de namoro, sem a qual vamos ficando infelizes devagarinho. Acho que devia haver um agenda de namoro, uma espécie de 'namorário'.

 

Somos preguiçosos em relação ao amor
Temos uma posição um pouco infantil em relação ao amor. À medida que vamos tendo uma atividade profissional e uma vida familiar há rotinas que se tornam irrespiráveis e é preciso dar um safanão. É preciso perguntarmo-nos como é que devemos furar este cerco para conhecer pessoas novas. Encontrar um amor ao virar da esquina nunca é coincidência, precisamos de trabalhar para isso. Às vezes, contentamo-nos com uma primeira relação a sério, não porque estejamos completamente contentes com ela, mas porque temos um pouco de medo de que… não venha mais ninguém.

 

Precisamos de alguém, não somos completos sozinhos…
Acho brilhante como se fazem alguns slogans ['Se eu não gostar de mim, quem gostará'] e como, de uma forma hábil, justificamo-nos com eles. Quando pomos as coisas dessa forma é como se estivéssemos a dizer que a outra pessoa da nossa vida, a quem à priori estamos a conceder a importância das importâncias, afinal não é tão importante assim — é como dizer que a outra pessoa não é o protagonista na nossa vida, antes uma personagem secundária.

 

Quem nunca morreu de amor que atire a primeira pedra. Com isto quero dizer que está lançado o repto para um debate sobre as declarações deste especialista.

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