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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

25
Nov22

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Ora viva! ✌️ 

Faz hoje uma semana que dei conta que, na véspera, estivera em estúdio a gravar para um programa televisivo, tendo deixado no ar que oportunamente daria mais detalhes. Eis-me, pois, prestes a revelar tudo sobre aquela que é a minha segunda presença no Bem-vindos da RTP África.

Gravado na passada quinta-feira, 17 de novembro, o programa ao qual fui dar o ar da minha graça, como referido no post Somos Todos Solteiros, será exibido hoje, a partir das 17 horas (hora de Portugal), no canal público dedicado ao continente africano. Nele, estarei à conversa com a Nádia Silva (apresentadora) e o Luís Sinate (comentador) sobre um tema deveras pertinente: as críticas, mais concretamente a sua gestão.

Entendeu a direção do programa que, na qualidade de comunicadora (de profissão e de vocação), eu seria uma mais-valia para a análise do modo como enfrentamos as críticas e os motivos por detrás da forma como a elas reagimos, quer venham de familiares, colegas de trabalho, amigos ou até desconhecidos.

De acordo com a sinopse do episódio, "todos nós, em algum momento, fomos críticos e, muito possivelmente, alvo de críticas. No entanto, embora possamos vir a emitir tais críticas com certa facilidade - e até prazer e diversão - recebê-la geralmente não é muito agradável e, para muitas pessoas, pode até ser muito difícil para sua autoestima. Aprender a enfrentar as críticas parece impossível em alguns casos, e em outros pode ser tomado como base para aceitar qualquer tipo de crítica. Por isso, no processo de aprender a enfrentá-las, também é importante sabermos discernir que críticas devem ser levadas em conta e quais não devem, e o que podemos fazer para torná-las algo útil para nós."

É assente no parágrafo anterior que se desenrolou a nossa conversa, fluida, descontraída, desconstruída e muito esclarecedora. Gostemos ou não de o admitir, todos nós tecemos críticas, assim como todos nós somos alvos de críticas, independentemente do facto de o fazermos de modo consciente, intencional, maldoso ou punitivo. É, portanto, fundamental aprendermos estratégias para conviver e lidar com elas, de preferência com objetividade, assertividade, clareza e até compaixão.

Estes e outros tópicos foram abordados no episódio para o qual tenho todo o gosto em convidar-te a assistir. Beijo 💋 em ti e até logo mais na RTP África. Aparece que será uma conversa muito interessante. Palavra de solteira! 

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31843_123247231046750_3823421_n.jpgViva!

Hoje quero partilhar contigo a minha última aventura a caminho da televisão, a estação terminal da minha viagem rumo ao estrelato. Na semana passada, fui contactada por alguém da produção do Você na TV, cuja abordagem passo a transcrever:
"Boa tarde. Contacto-a em nome do programa 'você na tv' da Tvi. Em breve vamos abordar o tema: solteiro(a) por opção. Vi o seu blog, gostaria de saber se conhece alguém nesta situação que pudesse partilhar a sua história. Obrigado. JB".


Antes de desenvolver a conversa que se desenrolou a partir dali, convém referir que esta é a quarta vez que recebo semelhante proposta. Já o ano passado, em junho, tinha sido abordada pela produção de O Programa da Cristina para... exatamente o mesmo. Em 2018, o canal 4 também se tinha interessado pela minha pessoa, e antes disso o 3 (só para alternar).

Fiz questão de te contar os preâmbulos desta odisseia audiovisual, de modo a melhor contextualizar a minha reação. Sim, porque com quatro convites no currículo e zero presença em frente às câmaras, é mais do que legítimo de que por esta altura te estejas a interrogar porque ainda não cheguei lá.

Voltando à troca de mensagens com o citado JB, eis a minha resposta:
"Bom dia J. O meu nome é Sara e estou solteira por opção. Mas até dizer que não quero arranjar namorado vai uma grande distância. Não ando à procura de amor, nem me sinto infeliz por não ter, mas se conhecer alguém que me arrebate não virarei as costas. Não mesmo!

Penso que nestas condições não me encaixo no perfil que procura.

Só uma pergunta: porquê sempre o mesmo tema? Há coisa de dois anos que sou contactada, por ocasião do Dia dos Namorados, por produtoras (tanto ligadas à TVI como à SIC) sobre o mesmo tema. Mas é que é exatamente o mesmo tema.

A solteirice não se esgota no querer permanecer desemparelhada o resto da vida. Se me permite, trata-se de uma visão cínica e fatalista do celibato. Da minha experiência pessoal e de cinco anos como blogger nesta área, asseguro-lhe que não conheci uma única alma que não quer amar e ser amado.

O que acontece é que as pessoas que dizem não querer arranjar namorado ou namorada, simplesmente desistiram do amor, desistiram de acreditar que podem ser (ou voltar a ser) feliz no amor.

Daí que considere que a abordagem que os programas de televisão têm feito ao tema da solteirice por opção seja desfasada da realidade e completamente ilusória.

Termino por dizer que não conheço ninguém nestas condições. Conheço sim imensa gente solteira que prefere permanecer sem companheiro a estar numa relação estéril, abusiva ou desapegada. Quem não queira verdadeiramente encontrar alguém, não conheço."

A resposta não tardou a adentrar pela minha caixa de correio, nestes termos: "Agradeço a sua resposta. Uma vez que não fecha a porta a um possível amor, não é o testemunho que procuramos. Talvez noutra altura possamos falar sobre a temática."


É assim que, por recusar-me a desistir do amor, perdi a chance - mais uma - de por à prova a minha telegenia. Pas grave, como dizem os franceses. Sei que será apenas uma questão de tempo até poder exibir a minha cútis marron na televisão. Enquanto tal não acontece, vou fazendo por isso, de uma forma que eu cá sei mas que só conto no momento certo.

Aquele abraço amigo!

P.S. - Escolhi esta foto, datada de março de 2009, por ocasião da minha presença no concurso televisivo Duelo Final.

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