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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

04
Nov16

mulher-magra.jpegDesde que comecei este trabalho noturno ando com os horários todos trocados e nenhuma vontade de navegar pela rede. Fora a atualização da página deste blog, tenho passado dias e dias sem cuscar as redes sociais. Ontem foi day off, logo houve tempo e vontade para conectar-me com o mundo virtual. Foi assim que me deparei com um artigo da Visão sobre vários esforços inúteis que devemos riscar da nossa vida, porquanto não valem a pena.

Admito que algumas delas são prática constante da minha rotina. A fiar-me no que diz o referido artigo, sinto que andei este tempo todo a perder tempo. Em relação ao item 2 e 14, a fonte que me desculpe mas vou continuar a agir como até aqui. Afinal, não temos que dizer amém a tudo que diz a ciência, pois não?

São estas as 14 teorias que dão razão aos fãs incondicionais da lei do menor esforço:
1. Tomar suplementos de vitamina C
Estudo após estudo, a ciência tem vindo a provar que não vale a pena. A menos que se viva num clima polar, esteja exposto a situações de stresse extremo ou fume uma quantidade absurda de cigarros por dia, estes suplementos não têm qualquer efeito na nossa saúde.


2. Usar fio dentário
Não há evidência científica que prove que o uso do fio dentário combinado com o uso da escova de dentes tenha algum efeito na nossa higiene oral. Elixir após o escovar dos dentes é quanto baste para assegurar a nossa higiene oral. Gostava que me explicassem como fazer com os restos de comida que ficam entalados entre os dentes.


3. Lavar calças de ganga
Segundo o CEO da Levi's, nunca deveríamos lavar os jeans porque é nas lavagens que estas se estragam e ganham o mau aspeto do passar dos anos. Como solução pode-se colocá-las ao ar livre a arejar. Mas, por via das dúvidas, não fazendo disso rotina, sugerimos que as laves pontualmente.


4. Beber oito copos de água por dia
É uma recomendação demasiado estática e não tem em consideração fatores como a idade, o peso, a altura, o estado de saúde (que pontualmente pode exigir o consumo de mais ou menos água) e o nível de atividade física de cada pessoa. Com mais ou menos copos, o importante é que procurar estar sempre hidratado.


5. Usar o frigorífico em excesso
Evita colocar os tomates no frigorífico para não lhes tirar o sabor. E o pão, porque se vai estragar mais rápido. E cebolas, porque precisam de estar num local ventilado. E batatas, porque altera os níveis de amido e o sabor. E o ketchup, porque simplesmente não precisa. Poupas tempo, espaço no frigorífico e o próprio eletrodoméstico, que quanto mais vezes se abre mais se degrada.


6. Lavar o cabelo todos os dias
Nunca como agora se lavou tanto o cabelo. A verdade é que não é nem necessário nem saudável para a saúde do couro cabeludo que o lavemos todos os dias. De dois em dois dias, ou até com menos frequência no caso de ter o cabelo encaracolado, é o ideal.


7. Levar o cartão de eleitor quando for votar
Nas próximas autárquicas, escusas de perder tempo à procura do cartão de eleitor. Isto porque uma das funções do Cartão de Cidadão é precisamente essa. Sem falar que o local de voto tem as informações eleitorais dos munícipes.


8. Descascar algumas frutas e vegetais
Se puderes evitar... estás à vontade. A fibra dos frescos está sobretudo na casca e na pele.


9. Carregar nos botões para abrir e fechar as portas dos elevadores
À semelhança de boa parte dos botões verdes de alguns semáforos, na maioria das vezes funciona apenas como figura meramente decorativa. Na verdade, em boa parte dos casos, o elevador faz o que quer e o que foi programado para fazer independentemente das vezes em que se toque nos botões para abrir e fechar.


10. Deitar para o lixo comida fora de validade
A comida não fica estragada exatamente à meia noite do ultimo dia estipulado como prazo final da sua validade. Portanto, faz uma avaliação sensata do estado daquele queijo, daquele iogurte e daquele pacote de batatas fritas, cuja validade expirou não há muito tempo. A menos que a comida não cheire bem, tenha bolor ou um aspeto estragado, podes comer.


11. Comprar um antivírus
Este ano o Departamento de Segurança Nacional dos EUA encontrou alguns softwares com "vulnerabilidades" claras e críticas. Usando a verificação de conteúdo dos motores de busca e dos sistemas informáticos é possível detetar ameaças de forma segura.


12. Usar água oxigenada para limpar as feridas
Segundo a Academy of Medical Royal Colleges, no Reino Unido, "vários estudos vieram provar que a água potável sem gás é tão eficaz a limpar e desinfetar feridas e cortes como qualquer solução salina esterilizada".


13. Alongar antes de fazer exercício físico
Não há nenhuma evidência científica de que o alongamento pré-esforço físico melhore a performance ou minimize o risco de lesões. Portanto, em caso de dúvida, deixe a lei do menor esforço ganhar.


14. Forrar o tampo da sanita com papel higiénico
Tens por hábito fazer quase uma tenda à volta das sanitas públicas antes de as usar? Talvez não valha a pena. "Porque os tampos das sanitas não são agentes de transmissão de doenças infeciosas", assegura William Schaffner, professor de Medicina Preventiva no Vanderbilt University Medical Center.

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18868325_ysUn3.jpegHoje vais ter que levar com um novo reprise. Perdoa-me, mas vai ter que ser. É-me humanamente impossível parir um novo rebento com apenas três horas de sono em cima. Ainda assim, acredito que vais gostar do que aí vem, pois o artigo fala sobre a preguiça e a solução que o gigante asiático, China, encontrou para debelar a questão.

Há uns tempos atrás, 249 funcionários públicos chineses foram (ou vão ser, não soube precisar a fonte, que por acaso é a minha prima, diretora de uma escola secundária, logo, fidedigna) punidos por "preguiça". É, o país dos bilhões de habitantes, ou trilhões, caso não imperasse a lei de apenas um sun por casal, de preferência do sexo masculino - resolveu atentar-se aos ensinamentos da Bíblia (por ironia nem são católicos) e punir um dos sete pecados capitais. Ou devo dizer mortal, já que aniquila a produtividade e o rendimento laboral?

Dessa gostei, confesso!

Se a moda pega... por essas bandas vai ser preciso recrutar funcionários de todos os níveis. O que mais custa é saber que esta reciclagem laboral dificilmente conseguiria ser feita com base nos recursos humanos internos, já que o gosto pela lei do menor esforço - físico, mental e solidário - prática tão comum e institucionalmente generalizada na máquina do Estado, tantas e tantas vezes "concubinada", compromete as mais altas patentes, desde chefias de topo, aos intermédios - esses então, ui! é melhor nem alongar - aos operacionais, vulgo pau-mandados.

Bora procurar mão-de-obra despreguiçada além fronteiras, quiçá nas da Europa, que por estes dias estão a abarrotar de gente à procura de uma oportunidade?

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01
Out15

001_preguica-copy.jpg

Soube, ontem à noite, através do facebook (de quem mais?) que na China 249 funcionários públicos foram (ou vão ser, não soube precisar a fonte, que por acaso é a minha prima, diretora de uma escola secundária, logo, fidedigna) punidos por "preguiça".

 

É, o país dos bilhões de habitantes, ou trilhões, caso não imperasse a lei de apenas um sun por casal, de preferência do sexo masculino - resolveu atentar-se aos ensinamentos da Bíblia (por ironia nem são católicos) e punir um dos sete pecados capitais. Ou devo dizer mortais, já que aniquila a produtividade e o rendimento laboral?

 

Dessa gostei, confesso!

 

Se a moda pega... por essas bandas vai ser preciso recrutar funcionários de todos os níveis. O que mais custa é saber que esta reciclagem laboral dificilmente conseguiria ser feita com base nos recursos humanos internos, já que o gosto pela lei do menor esforço - físico, mental e solidário - prática tão comum e institucionalmente generalizada na máquina do Estado, tantas e tantas vezes "concubinada", compromete as mais altas patentes, desde chefias de topo, aos intermédios - esses então, ui! é melhor nem alongar - aos operacionais, vulgo pau-mandados.

 

Bora procurar mão-de-obra despreguiçada além fronteiras, quiçá nas da Europa, que por estes dias estão a abarrotar de gente à procura de uma oportunidade?

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