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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

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O dia hoje pede humor, por isso partilho contigo o desabafo de um gajo, em reação às fotos de Paulo Zulu. Não sei se estás a par do universo televisivo brasileiro, daí estas legendas: Paulo Zulu é um ator e modelo brasileiro, cujas fotos nuas cairam recentemente na rede e Rodrigo Hilbert é um ex-modelo e ator, agora apresentador de televisão, mais concretamente de um programa de culinária. Mesmo em brasileiro, a carta está brutal, pelo que vale a pena ler. Não te vais arrepender, garanto-te. Ei-la.

Hoje preciso usar esse espaço pra fazer um desabafo: tá difícil ser homem.
Se já não bastasse o Rodrigo Hilbert ter um programa de TV onde ele cozinha, lava, limpa, constrói e faz de tudo, agora surge uma foto do Paulo Zulu pelado. O nível de comparação ficou muito alto. Porque na boa, quando vazaram os nudes do Stênio Garcia tava de boa, mas o Zulu é sacanagem.
E eu já ficava P da vida vendo o Tempero de Família. Ainda esses dias falei pra minha noiva que eu queria comprar uma grelha argentina pra colocar na nossa churrasqueira. Dias depois ela tava assistindo esse maldito programa e o Rodrigo Hilbert FEZ uma grelha argentina. Sim, ele tirou as medidas, cortou os ferros, lixou e soldou peça por peça. E ficou ótima. Pra onde foi minha moral de comprar uma grelha agora?
Não basta o cara ser loiro, alto, bonito e rico, ele ainda cozinha de tudo e constrói tudo que ele precisa. Pior que depois de cozinhar ele ainda lava a louça e limpa toda a bagunça. O mínimo que ele merece é ser casado com a Fernanda Lima. Até eu queria casar com ele.
Mas pra tudo ir por água abaixo de vez, ontem aparece na internet uma foto do Paulo Zulu pelado. Toda mulher deveria ser proibida de ver aquela foto. Na foto só tem ele na frente de um espelho, sem roupa nenhuma e segurando um iPhone. E o pior, ele tem um iPhone 6. Eu tenho um 4. Ou seja, até o iPhone dele é maior que o meu.
Agora faz sentido o cara se chamar "Zulu". É uma nítida referência afrodescendente. Além disso o cara é todo musculoso. Ele tem 53 anos, surfa e malha todo dia. Sem contar que agora tenho certeza que quando ele chega na academia dizendo que vai malhar perna, o personal diz:
- Todas as três?
O que ainda me tranquiliza é que o Paulo Zulu mora em Santa Catarina e o Rodrigo Hilbert nasceu e grava todos os programas em Santa Catarina. Eu também nasci e moro em Santa Catarina. Talvez tenha alguma magia aqui no estado e eu tenha salvação. Então a partir de hoje vou começar a construir coisas, cozinhar, limpar e ir pra academia todos os dias. E só pra garantir, também vou começar a clicar naqueles e-mails de "aumente seu pênis".

Autor desconhecido

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10
Fev16

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Tenho mesmo que partilhar este artigo do Observador, que não poderia espelhar melhor aquilo que venho apregoando há tempos.
 
O ginásio está muitas vezes associado à boa forma mas, nem sempre, à boa educação. Muitas pessoas encaram o treino como um escape ao quotidiano e como o momento ideal para se focarem num objetivo mas nem sempre isso acontece. Quantas vezes já te interromperam pressionando-te para saíres da máquina onde estavas a fazer exercício? E quantas vezes já deste de caras com as partes íntimas da gaja do lado que anda a passear nu pelos balneários? Para que nenhuma destas situações volte a acontecer, reunimos mais de dez regras básicas de etiqueta que todos os frequentadores de ginásios devem ter em conta:
 
1. Usar (sempre) uma toalha

Não é por acaso que a toalha de treino, de preferência branca, é obrigatória em qualquer ginásio. É indispensável para limpar a transpiração, os manípulos dos equipamentos e ainda para se sentar nas máquinas e colocar no colchão. Ninguém gosta de se deitar num colchão cheio de gotas de suor.

 

2. Deixar o telemóvel em silêncio

Seja nos balneários, em aulas ou na sala de exercício (isto se fores daquelas pessoas que sofre de FOMO), coloca-o em silêncio. Mesmo dentro do cacifo, é provável que o toque distraia e incomode as pessoas que estão a tentar descontrair.

 

3. Respeitar o tempo limite do uso das máquinas

Aquele papel afixado junto às passadeiras e elípticas por algum motivo ali está. "Em hora de ponta, evite exceder o tempo estipulado para os aparelhos de trabalho cardiovascular". O pedido é para cumprir, especialmente se já estiveres a correr há algum tempo e não houver pessoas à espera.

 

4. Não pressionar os outros

Toda a gente compreende que tens de seguir o teu plano de treino à risca (quem não tem?) mas não deves ficar parada junto aos aparelhos para forçar outra pessoa a sair. Arranja uma máquina alternativa ou troca a ordem do treino ou simplesmente desiste daquela máquina. Em último caso, pedes gentilmente para te avisarem quando terminarem as repetições e acrescenta "mas esteja à vontade" só para parecer bem. Funciona sempre.

 

5. Não fazer barulho
Estás a ver aquelas pessoas que deixam cair os pesos no chão e fazem um barulho enorme? Ou aquelas que explodem em gritos de esforço sempre que aumentam a carga ou levantam pesos (demasiado) pesados? E aquelas então que gemem como se estivessem à beira de um ataque de orgasmos múltiplos? Pois, não é agradável e facilmente distraem os atletas que estão concentrados num objetivo. Reserva os teus gemidos (caso os tenhas, claro!) para as aulas de bicicleta ou de tonificação muscular para que ninguém confunda o ginásio com um jardim zoológico ou um motel.

 

6. Dar espaço aos outros

Tanto nos balneários como na sala de exercício, respeita o espaço das outras pessoas. Se existem três chuveiros disponíveis, precisas de ir logo para o lado daquele que está ocupado? O mesmo se aplica aos cacifos e às passadeiras. Evita ainda deixar objetos espalhados nos bancos e no chão (especialmente roupa interior suja).

 

7. Evitar andar despida no balneário

Por muito que te sintas à vontade com a nudez, e tenhas orgulho do teu corpinho danone, nem toda a gente partilha da mesma opinião. Seja a caminho do banho, na sauna ou até no banho turco, tapa as tuas partes íntimas ou corres o risco de ser acusada de falta de respeito, despudor ou exibicionismo. Ah, e muito importante: tanto a sauna como o banho turco são espaços para relaxar e não para te depilares, pentear, pôr creme ou ter uma conversa séria com a vizinha do lado.

 

8. Evitar selfies no balneário

Nada contra as fotografias na sala de exercício - muito pelo contrário - desde que estas não incomodem o treino dos outros. Mas no balneário (especialmente à rush hour), o caso muda de figura: a probabilidade de se expor a privacidade das outras pessoas é muito grande. Não arrisques se não quiseres comprometer a intimidade das outras ou ser chamada a capítulo.

 

9. Arrumar os equipamentos

"Cada atleta que utilize material de pequenas dimensões é responsável pela sua arrumação", lê-se nas regras de utilização de vários ginásios. Sejam halteres, colchões, steps ou bolas de pilates, volta a colocá-los no sítio onde os encontraste. Já pensaste se alguém pode tropeçar num dos pesos que deixaste no meio do chão ou que o pessoal do gym service não é teu criado para estar a arrumar o que tu tiraste do sítio?

 

10. Usar roupa adequada

Se usas ténis de montanha no ginásio porque achas que correr 20 minutos é o mesmo que escalar uma serra, enganada estás tu. E acredita que os veteranos olharão para ti com uma cara de incredulidade (e pena). O ideal será usar sempre equipamentos que sejam adequados às modalidades que se pratica. Neste ponto, até o soutien deve ser escolhido a dedo. E as leggins. E as cuecas.

 

11. Não monopolizar duas máquinas ao mesmo tempo

Isto de deixar a toalha a reservar um equipamento enquanto alternas o seu uso com outra, pode ser o suficiente para originar hostilidades - refiro-me àqueles olhares assassinos e algumas tiradas desagradáveis. Por muito conveniente que seja, deixa esse tipo de treino para aquelas horas em que não está ninguém na sala de exercício.

 

12. Não olhar fixamente os outros (à exceção do rapaz lá no ginásio)

Por muito que o vizinho do lado tenha um corpo de fazer inveja, convém evitar concentrar o olhar nessa pessoa. Poucas são as pessoas, salvo os exibicionistas lá do pedaço, que se sentem confortáveis perante o olhar fixo de alguém - principalmente quando se está a suar por todos os lados e, possivelmente, com a cara mais vermelha do que um tomate e a exalar não propriamente o Chanel n. 5.

 

13. Ser prática

Tendo em mente que existem pessoas que têm os minutos contados para ir treinar - sobretudo à hora de almoço -, evita congestionar as portas dos espaços comuns porque estás à conversa com uma amiga ou porque não encontras o cartão para entrar no ginásio. Os apressados agradecem (e a cortesia também).

 

14. Respeitar as regras dos espaços comuns

As normas de segurança e as regras de utilização dos equipamentos devem ser cumpridas. Não arrisques em exercícios quando não estiveres certa de como os deve fazer. Se precisas de ajuda, chama um dos instrutores ou funcionários do espaço. Nas aulas, não interrompas o programa para beber água (guilty guilty guilty) e fiques à espera das indicações do professor. No que às máquinas toca, evita que os pesos toquem uns nos outros porque desgasta mais os aparelhos.

 

Quanto a ti não sei, mas eu (infelizmente) já levei com todas estas incortesias. Porém, confesso que também já cometi umas poucas.

 

A lição que tiro deste artigo? Estar mais atenta a algumas coisas que, ainda que inconsciente, podem incomodar os outros, tipo: pôr a conversa em dia com amigas, falar num tom mais alto, monopolizar os aprelhos mais tempo que o devido, interromper a aula de body attack. E tu, meu bem, quais os teus pecados no ginásio?

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21
Nov15

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Ainda na réplica do post anterior, alusivo ao Dia Nacional do Pijama, o de hoje aprofunda ainda mais a questão do dormir sem roupa, prática da qual assumo ser adepta incondicional. Para mim, sempre foi mais do que óbvio as vantagens inerentes a este hábito, mas agora é um jornal norte-americano, minimamente digno de confiança, que vem "certificar" este facto.

 

De acordo com o Huffington Post, dormir (completamente) nu traz pelos menos quatro benefícios a curto/médio prazo. Vejamos:

- Dormimos melhor: o corpo costuma baixar a sua temperatura durante o período em que descansamos. Os pijamas (principalmente os mais fofinhos) mantêm o corpo demasiado quente, impedindo o organismo de atingir a temperatura ideal. Este desequilíbrio faz com que tenhamos um sono mais leve e um menor período de descanso absoluto durante a noite.

- 'Pele com pele' ajuda a relaxar: "o contato pele com pele reduz a pressão arterial, diminui os níveis de stress e deixa-nos mais felizes", escreve o órgão no seu site.

- Ficamos mais apaixonados: um inquérito feito a 1000 casais britânicos revelou que aqueles que dormiam nus eram os que estavam mais contentes com as suas relações amorosas. Apenas 15% daqueles que dormem de pijama disseram estar satisfeitos com o seu parceiro.

- Um ambiente mais 'limpo': dormir com cuecas, bóxer, calças ou calções ajuda a criar um ambiente quente e húmido, ideal para o desenvolvimento de batérias, explica a mesma fonte.

 

A esses benefícios acrescento outros tantos, comprovados por experiência própria:

- Ganhamos pontos perante o sexo oposto: macho que é macho fica em brasas quando toma conhecimento de que uma mulher tem por hábito durmir nua (falo com total conhecimento de causa), já que associam essa ousadia a outros campos (se é que me estás a entender).

- Poupamos dinheiro: ao cortar nas despesas com a roupa de dormir, ficamos com mais verbas para gastar noutros itens, como lingerie, malas, sapatos, assessórios e por aí adiante (opções é o que não hão de faltar com certeza).

- Marcamos posição perante as outras mulheres: quando assumimos para as nossas amigas, colegas ou conhecidas que preferimos dormir sem roupa, das três uma: ou ficam mordidas de inveja, ou denotam admiração pela audácia ou demonstram curiosidade. O facto é que ninguém fica indiferente.

- Mais liberdade de movimento: o contato direto da pele com o lençol (de preferência de cetim ou 100% algodão), aliado ao facto de não termos nada a prender-nos os movimentos, faz com que desfrutemos de uma sensação única de liberdade durante o sono. Podemos dar as voltas que quisermos na cama, que não haverá nada a condicionar-nos.

 

Se como eu és avessa a dormir vestida, então não preciso dizer-te que esta prática goza de boa saúde e recomenda-se. Se (ainda) não aderiste, é mais do que hora de saires da tua zona de conforto e experimentar. Afinal, que terás a perder? De que nos vale o estatuto de solteira se não for para ousarmos e nos distanciarmos da classe acasalada?

 

Mas uma coisa te digo: se nascemos nus é porque podemos perfeitamente viver (nesse caso dormir), au naturel, como dizem os franciús. E com esta retiro-me de cena com a sensação do dever cumprido e a esperança de que tenha conseguido angariar um novo membro para o nosso clube dos 'sem pijama'.

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