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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

06
Jul22

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Ora viva!✌️ 

Proponho fazermos uma pausa no drama chamado Peñíscola e retomarmos o tema central deste blog: a solteirice. Como tal, hoje trago um texto publicado na página Casa Rosa, no passado dia 2 de julho, que versa justamente sobre o quão aditivo e compensador pode ser a solteirice. Neste caso concreto, a solteirice no feminino.

Por ter-me identificado na íntegra com tal reflexão, eis-me aqui a partilhá-la contigo, na expectiva de que também tu saberás apreciá-la e tirar dela as devidas ilações, se é que me entendes. 😉

Me acostumei
a ocupar toda a cama a dormir,
a não cozinhar aos domingos,
e a voltar na hora que me der na telha.
 
Me acostumei
a não dar explicações e a fazer o que eu gosto,
sem que ninguém me critique.
 
Me acostumei
a comer a meio da noite,
a ver os meus programas favoritos,
a cantar em voz alta
e a dançar por toda a casa.
 
Me acostumei
responder a mensagens muito tarde,
a sair com amigos e a divertir-me com eles.
 
Me acostumei
ao cheiro do café de manhã,
a andar descalça pelo jardim,
a demorar quando me quero arranjar
e a cancelar encontros no último momento,
só porque sim.
 
Me acostumei
a mim, às minhas coisas, à minha vida,
a ficar sozinha...
 
Aprendi que isso não é solidão,
isso é só ser feliz comigo mesma.
E é simplesmente maravilhoso.
 
Meu bem, ser solteira é ser livre para ser feliz, feliz contigo mesma e, por tabela, com os outros. Portanto, toca a levantar a cabeça, a encher o coração de esperança e a ter orgulho da tua condição amorosa.
 
Beijo no ombro 💋 e até sexta!

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21
Fev22

A arte do namoro

por Sara Sarowsky

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Ora viva! ✌️ 

Depois de um fim de semana excecional, que me permitiu um cheirinho da vida de outrora, em que saía de casa com a luz do sol e só regressava madrugada dentro, eis-me de volta para mais um papo amigo. Foram dois dias, sexta e sábado, de paródia improvisada, amigos improváveis, locais desconhecidos e momentos memoráveis, que resgataram em mim a fé de que os convívios sociais à moda antiga não estão relegados ao esquecimento.

Rebuscando nos meus rascunhos, encontrei umas notas sobre a arte de namorar, cuja data de escrita sequer recordo. O que é relevante é que elas agora são aproveitáveis para esta crónica, uma providencial ajuda num dia em que o tempo anda curto, com uma formação em sistemas de pagamento Stripe na agenda.

A mulher que quer namorar nos tempos atuais é uma guerreira num campo de batalha brutal. Umas guerreiras mais armadas do que outras, é certo, com as vitoriosas de um lado e as baixas de guerra do outro. No campo de batalha do namoro, às vezes, por cada guerreira que desiste há outra que aproveita essa chance para vencer.

Vejo, pois, o namoro como uma aptidão para treinar e aperfeiçoar. Treinar e aperfeiçoar a capacidade de resiliência, otimismo e perseverança. É, a busca do amor pode ser imprevisível, confusa, claramente desagradável. Mas há uma coisa que mantém as guerreiras em campo, mesmo as feridas: esperança. A esperança de haver alguém perfeito para ela. 

E a busca continua... enquanto isso as noites de sábado no sofá a devorar ficção romântica continua a ser a companhia favorita. A minha e a de muitas solteiras que fazem parte da comunidade celibatária.

Beijo no ombro e até quarta!

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