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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

01
Fev19

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Viva!

Para fechar com ânimo redobrado esta semana implacavelmente pluviosa nada melhor que estas reveladoras e muito transformadoras previsões energéticas da conselheira espiritual deste blog: a iluminada Isabel Soares dos Santos, a quem não me canso de agradecer estas cedências pro bono.

Eis pois o que nos reservam os astros para o segundo mês do ano, o mais romântico de todos:

Fevereiro surge-nos com uma energia de transformação profunda. Para aqueles que têm vindo a fugir de olharem para o seu interior e que não querem tomar consciência de que a mudança faz parte da vida, vai ser um mês duro... Muita compaixão será necessária para apoiar a quantidade de almas perdidas, que a cada dia que passa mais perdidas ficam. Porque têm medo da mudança, porque têm medo de se libertarem de antigas crenças, porque têm medo de se sentirem sozinhos e no vazio.

Mas o mais importante é quando chegas a esse momento de profundo vazio. É aí que a transformação começa a acontecer: quando consegues despir-te de crenças, quando consegues deitar fora tudo o que já não te faz feliz, quando deixas de ouvir a voz dos outros para passares a ouvir apenas a tua voz interior, a tua intuição. A tua intuição é o teu maior dom. Aprende a ficar no teu silêncio, aprende a ser feliz sozinha, aprende a amar-te sem limitações.

A cura e a verdadeira transformação só acontecem quando te aprendes a amar, sem esperares nada em troca e sem esperares nada de ninguém. Enquanto não o fizeres, vais apenas mudando de roupagem e, com isso, vais mudando de problema e acumulando mais crenças e mais limitações. O teu medo cresce na mesma proporção que as tuas limitações. Por isso, aproveita esta energia de libertação e transformação que o mês de tevereiro te traz, para arriscares a ser um pouco mais feliz.

Arrisca a mudar. O que de tão grave pode acontecer se arriscares mudar? Nada! Apenas cresces e ficas mais próxima da tua verdadeira essência. E é só quando vibras na tua verdadeira essência que a magia da vida acontece.

Infelizmente, 99% da população sobrevive apenas, ao invés de viver. Agarrados a medos e limitações, acabam por viver à distância os sonhos alheios. Sou muito abençoada e grata por fazer parte daquele 1% que arrisca todos os dias, que quer crescer e aprender todos os dias, que não se limita a sobreviver no dia a dia e que vibra na sua verdadeira essência todos os dias da sua vida.

Quando queres realmente vibrar na tua essência e seres imensamente feliz, é quando assumes o poder pela tua vida. Queres assumir o poder e seres dona da tua vida ou queres "sobreviver" e à distância desejares os sonhos dos outros? Esta é a pergunta que deves fazer em fevereiro. Se, com a tua consciência conseguires responder a esta pergunta, já deste um passo em direção a uma vida mais plena. Mas a verdadeira mudança só acontece quando entras em ação, quando começas a dar os primeiros passos, quando começas a libertar-te de pessoas ou situações que não são as melhores para ti.

Não percas mais tempo a viver através dos sonhos dos outros! Define qual o teu maior sonho e transforma radicalmente a tua vida para o alcançares. Milagres acontecem quando arriscamos.

Se quiseres receber a tua carta deste mês, partilha esta publicação e escreve nos comentários “Eu quero!” Irei responder a todos os pedidos por mensagem privada.

Desejo-te de um mês muito abençoado e luminoso, em que saibas fazer as escolhas certas e te transformes. A transformação começa por ti, jamais te esqueças disso!

Abraço de Luz,

Isabel 💗

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change-your-life-1024x615.jpegViva!

Esta crónica assenta no olhar da conselheira espiritual deste blog sobre a inércia humana em relação à mudança, mais precisamente sobre a resistência de tantos em mudar de vida, mudar de relação, mudar de forma de pensar/estar/agir.
 
O que mais abunda por esta vida fora são almas sofridas que pouco ou nada fazem para extinguir o sofrimento de que tanto se queixam. Sobre isso, diz a spiritual coach Isabel Soares dos Santos o seguinte: "cada vez mais acompanho clientes e amigos que estão insatisfeitos nas suas relações amorosas, mas que nada fazem para mudar. Oiço todos os dias as desculpas mais elaboradas... ou é porque dependem financeiramente; ou porque não acreditam que merecem alguém melhor; ou porque cultivam a eterna esperança de que a outra pessoa mude; ou porque simplesmente não querem estar sozinhos." 
 
Vamos lá então dissecar cada um destes argumentos:
1) Depender financeiramente de alguém
És a única responsável por teres escolhido depender financeiramente de alguém. Por mais que te custe admitir, a verdade é que a qualquer altura da tua vida podes mudar isso, já que o que não faltam por aí são oportunidades. Portanto, se não mudas é porque não queres... Como não queres aceita as tuas escolhas e aprende a viver com elas.
 
2) Não acreditar que merece alguém melhor
Sou a primeira a reconhecer que existem pessoas manipuladoras, controladoras, mentirosas e compulsivas que tudo fazem para te fazer acreditar que não vales nada. Percebo perfeitamente que te pode ser muito difícil sair de um ciclo de manipulação em que já estás no fundo do poço há demasiado tempo. Mas de certeza absoluta que já foste feliz em algum momento da tua vida, em que te sentiste realizada, em que te sentiste dona da tua vida. Volta então a esses momentos em que te sentiste mais confiante e faz uma escolha entre "quero continuar a viver sem autoamor" ou "quero recuperar/conquistar a minha confiança e aprender a amar-me longe de mentiras e manipulações".
 
3) Ficar na esperança que o outro mude
Este é um dos erros mais graves das relações atuais. Quando oiço: "ele só me bateu três vezes e eu até fiz queixa na polícia, mas depois perdoei..." fico arrepiada da ponta dos cabelos à planta dos pés. Acreditas mesmo que uma pessoa que foi violenta uma vez, duas vezes, três vezes, nunca mais o volta a ser? Acreditas mesmo que uma pessoa que trai uma vez nunca mais vai voltar a fazê-lo? Acreditas mesmo que uma pessoa que te manipulou e humilhou uma vez, nunca mais o volta a repetir? A única pessoa que está mal neste tipo de situação és tu, pois vives na fantasia de que o outro mudará, quando quem tem que mudar és tu. Se te amasses mais não aceitarias nem uma única vez algo que te fizesse mal.
 
4) Não querer estar sozinha
É muito triste perceber que a maior parte das pessoas escolhem viver relacionamentos infelizes e abusivos pelo simples facto de temerem a solteirice. O que mostra a minha experiência é que essas pessoas têm medo delas próprias, têm medo de vir a descobrir o seu lado sombrio e, mais do que isso, têm medo de não saberem lidar com essa realidade. Para uma boa parte delas antes um relacionamento infeliz do que relacionamento nenhum, que as obrigaria a olhar para dentro de si e assumir responsabilidades que não querem. Pode chocar esta minha afirmação, mas a razão que a sustenta é ainda mais chocante. Isto porque quando se está numa relação infeliz o que é mau é inteiramente imputado ao outro. Pois bem, fica a saber que tudo o que acontece num relacionamento é responsabilidade de ambas as partes. Essa de 100% vilão ou 100% vítima não existe na vida real. É 50/50. E não me venhas com essa conversa de que nunca fizeste nada de mal e o outro é que te bateu e o outro é que te traiu. Foi tua responsabilidade aceitar estar e permanecer nessa situação. E continua a ser tua responsabilidade, maior ainda até, quando perante a verdade nada fazes para alterar.
 
A qualidade da tua vida é reflexo da qualidade das tuas relações, tem sempre isso em mente. Vais sempre a tempo de escolher relações melhores. Isso se, de facto, queres ser (mais) feliz. Se não for esse o caso, deixa-te estar, que cada um tem exatamente aquilo que merece.
 
Ninguém aqui está a dizer que mudar é fácil. Nunca foi, nunca é, nem nunca vai ser. Só que é a única solução, o único caminho, para a verdadeira felicidade. Por mais que nos custe temos que estar preparados para a qualquer instante alterarmos os nossos planos. É apenas quando começamos a "pisar terreno escorregadio" que efetivamente vivemos. Até lá sonhamos acordados!

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13
Abr18

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Viva!

 

No dia 28 que vem, vou participar, pela primeira vez, num workshop de reprogramação mental. Era algo que há muito ambicionava, só que por um motivo ou outro – quase sempre monetário – este desejo foi sendo adiado, adiado, adiado... Até agora.

 

De PNL (Programação Neurolinguística) já deves ter ouvido falar. E sobre a reprogramação mental, o que me sabes dizer? Para falar a verdade, eu mesma pouco sei sobre o assunto. O que sei, e basta-me, é que pode ser um poderoso aliado na hora de mudar a forma de pensarmos e encararmos a vida. Disse-te que estou encentando mudanças profundas na minha vida, não disse? Pois, este é mais um passo nessa direção.

 

Creia-se ou não no invisível aos olhos, uma coisa é certa: tudo é energia! Até o génio Einstein teve que se render a esta evidência. Basta um google it para confirmares o que acabei de escrever. Ora pois, se tudo é energia, ao mudarmos a nossa, estaremos em condições de mudar radicalmente as circunstâncias atuais e vindouras. Ou seja, ao reprograrmos a nossa mente podemos transformar a nossa vida, dando-lhe aquele rumo que tanto desejamos, e merecemos.

 

Como se processa? Sendo a reprogramação mental uma capacidade humana de dominar a própria mente trocando informações neurais anticrescimento por informações prósperas e evolutivas, ela atua com recurso a técnicas baseadas em vibrações energéticas mais elevadas, dizem os especialistas. Como funciona? Respondo-te no dia 29 de abril. O que por ora te posso adiantar é que durante o evento o profissional de serviço fará recurso a técnicas como autohipnose, meditação, visualização, ho’oponopono, só para citar aquelas que me deixaram a salivar.

 

Incrível a forma como a idade nos impõe uma maturidade e uma humildade mental e espiritual. Eu, uma cética crónica desde o berço, jamais me vi a embarcar neste tipo de aventuras imateriais. Como a vida é uma eterna caixinha de surpresas, e uma educadora paciente, eis-me aqui predisposta a reprogramar a minha mente na convicta expectativa de que tal procedimento me ajude a atingir os meus objetivos e a alcançar uma existência mais plena e feliz.

 

Se te quiseres juntar a mim nesta odisseia espiritual, apita que terei todo o gosto em dar-te uma boleia. Quem sabe não é o que também tu estás a precisar para dares um novo rumo à tua vida. Bom fim de semana e até breve!

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Viva!

 

Acontecimentos excecionais justificam posts excecionais, daí que te escreva, excecionalmente, num dia de domingo. Muito tem-me acontecido nos últimos dias; e é precisamente esse muito, ou pelo menos parte dele, que faço questão de partilhar contigo, tamanho o seu impacto na minha vida, e neste blog, por certo.

 

Mudei! Mudei de casa, mudei de telefone, mudei de sentimento, mudei de vida, ao fim e ao cabo. Conheces aquela canção que é o génerico de uma série do canal 1, Bem-vindos a Beirais, se não me engano? Ela é uma fiel narrativa do estado de espírito que me tem assolado nos últimos tempos e que, volta e meia, aqui deixei transparecer. Algumas dessas batalhas que tenho vindo a travar culminam agora numa retumbante vitória, que, confesso, jamais pensei ser possível a esta altura da beligerância.

 

Mas a vida é assim mesmo: uma vezes mãe, outras madrasta e, por vezes, fada-madrinha. Para gaúdio meu, por estes dias ela resolveu vestir a terceira farda. Num passe de mágica, de modo inesperado, generoso e caprichoso até, ela tudo mudou, trazendo uma merecida e aclamada lufada de esperança à minha vida.

 

No último post, contei-te que estava de bagagem aviada para uma nova residência, mudança essa que se concretizou na manhã deste sábado. Entre incontáveis descidas de um 4º andar (sem elevador) e subidas para um 6º andar (com elevador), lá se fez a transição de código postal sem uma única baixa a registar. Acreditas que, mesmo sem caixas nem papel de jornal à volta, não se partiu uma só peça de louça? Sucesso absoluto, da exclusiva responsabilidade do corpo de intervenção que esteve envolvido em toda operação.

 

Sentada na cama – sequer me lembro da última vez que escrevi nestas circuntâncias – no conforto da minha suite master, a inspiração corre-me solta pelos neurónios. Pudera. Além de uma monumental varanda com vista para tudo e mais alguma coisa (diz quem aqui vive há muito que nos dias desanuviados é possível ver a olho nu a Serra da Arábida, vê lá tu!), este meu reino da Graceland é limitado à direta pelas terras do Marquês do Pombal e à esquerda pelas do Duque de Saldanha. É caso para se dizer: bendita sou eu entre a nobreza alfacinha.

 

Ainda que destituída de telefone e internet e cansada até à medula, não poderia sentir-me mais realizada. Na verdade, não me vem à memória a última vez que me senti assim, tão bem, tão em paz. Assim que me habituar ao barulho deste trânsito frenético e incessante, que não dá tréguas nem mesmo ao fim de semana, serei uma mulher ainda mais realizada.

 

Quem comigo convive sabe que há muito acalentava o desejo – que muitas vezes chegou a soar como uma fantasia, de tão inalcansável que parecia – de morar sozinha, ou pelo menos partilhar espaço somente com a Natalie, a minha companheira de casa, lutas, sonhos, projetos e, mais importante que tudo, filosofia de convivência habitacional.

 

Desde os tempos de estudante que venho partilhando casa. Já tive colegas de raças, nacionalidades, credos, formações e educações bem distintas. Aos 20 anos encarava a coisa como uma aventura. Aos 30, uma força das circunstâncias.  Aos 40, uma fatalidade, que estava a dar comigo em doida. Ainda que no último ano e meio não tenha havido dança de cama no Dona Estefânia 7, a verdade é que achava cada vez menos piada ao ter que partilhar o meu espaço com forasteiros, cuja presença me era imposta por um dos elementos.

 

Para além de me ver obrigada a abrir mão da minha privacidade, da minha rotina e do meu sossego, ou seja, da minha paz de espírito, a presença de pessoas estranhas à casa implicava a esta pobre criatura trabalho a dobrar. Ainda que sob acusação de excesso de asseio (quero lá saber, antes isso do que ser porca), uma habitação limpinha e organizada é algo do qual nunca consegui abrir mão. Por trabalhar em casa, é nela que passo a maior parte do meu dia, em primeira instância, e da minha vida, em última. Diz-me lá se é um absurdo tão grande que faça questão que esse espaço esteja sempre impecável?

 

Xiiiiiii, a crónica já vai no parágrafo 7 – eu disse que a inspiração corria solta, não disse – e tanto mais há para dizer. Queria falar de como esta mudança calhou numa altura deveras auspiciosa, já que a Páscoa (a celebração mais importante para a comunidade católica) está associada à ressureição, que é com quem diz à vida depois da morte. Exatamente o que esta mudança representa para mim. E para a Natalie, acredito.

 

Pelos vistos, vai ter que ficar para a próxima, assim como para a próxima vai ficar a imagem da vista da minha varanda. Agora vou aí ao vizinho ver se lhe consigo cravar 10 minutos de internet, tempo suficiente para te fazer chegar este post.

 

Despeço-me com um abraço mais amigo do que o costume e desejos de que a tua Páscoa seja tão abençoada quanto esta nova fase que ora se inicia para esta ainda solteira que tanto bem que quer.

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Viva!

 

"Chegou a Primavera! A tua equipa do Facebook deseja-te uma estação cheia de luz e beleza.", foi assim que me atinei que o início da nova estação afinal é hoje e não amanhã, como estava em crer. Assim sendo, tive que alterar a pauta do blog e parir a toda a pressa (sem epidural nem cesariana, vê lá tu a minha agonia) este artigo. Afinal, a prima vera bem merece uma homenagem, mais não seja porque é pelas semanas dela que se dá o renascimento de tudo o que esteve hibernado nos últimos gélidos meses.

 

Se ainda me restasse alguma dúvida quanto ao tema desta crónica, uma memória facebookiana chamou-me a atenção para o facto de nesta terça-feira também se assinalar o Dia Internacional da Felicidade, efeméride instituída pelas Nações Unidas em 2013.

 

Já que as duas estão juntas desde os primórdios da humanidade, porque não selar o seu enlance com a pergunta da praxe: "Primavera, aceitas a felicidade como tua legítima parceira, prometendo ser-lhe fiel, de dia e de noite, na luz e na escuridão, na residência e na rua, por todos os dias desta estação até que o verão vos separe?" 

 

Antes de te contar qual foi a resposta da nossa nubente, faço uma pausa para referir que aqueles que entendem do assunto acreditam que a estação das flores está, de facto, intimamente ligada à felicidade, na medida em que promove o aumento e/ou melhoria de uma série de aspetos, tais como:
- contacto com a natureza
- prática do exercício físico
- atividades outdoor
- convívio com os outros
- exposição à vitamina D

 

Existe, igualmente, uma relação direta entre a estação do ano que ora se inicia e a nossa autoestima; quiçá porque, libertos do vestuário pesado, passamos a dedicar mais atenção àquilo que nos reflete o espelho. Não é nesta altura do ano que se fazem mais planos de emagrecimento, que se idealizam as férias e que se passa mais tempo polindo a calçada? Sem falar nas primeiras excursões à praia, no quente abraço do areal, no arranque da época bronzeal, nos finais de tarde nas esplanadas e nos cocktails nos rooftops. Tudo coisas que contribuem ativamente para a elevação da autoestima humana.

 

Com mais horas de sol, muitos se despedem dos estados de espírito mais vulneráveis. É na primavera que o índice de depressão costuma atingir os mínimos. Se a tudo isso acrescentarmos os dias ensolarados, as tardes amenas, as árvores em flor, as relvas esverdeadas, os campos floridos, os pássaros tagarelas e as roupas coloridas, é caso para se dizer: "Primavera e felicidade, declaro-vos luz e vida até que o apocalipse vos separe!"

 

Uma feliz primavera a todos os inquilinos deste planeta!

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