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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que ainda não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

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Viva!

 

Single mine, já viste a lista viral com O top 20 de coisas que uma mulher NÃO deve usar depois dos 30? Se sim, faço-te um lembrete; se não, é com todo o gosto que a partilho contigo. Já vais perceber porque vale a pena perderes 10 minutos do teu tempo com isto.

 

Eis a lista das coisas que uma trintona (ou trintinha) não deve usar:

1 – Mochila-jato que nunca foi testada.

2 – Túnica feita em carne num país cheio de cães ferozes.

3 – Galhos colados com supercola em forma de vestido.

4 – Sapatos de salto alto se estiveres a ser perseguida num filme de terror.

5 – Um fato de veado no meio da floresta durante a época de caça.

6 – Camisola feita de vespas.

7 – Armadura completa numa piscina.

8 – Falso colete de bombas num aeroporto.

9 – Colar feito com orelhas humanas.

10 – Amostra de pele de animal de uma espécie em vias de extinção.

11 – Amuletos amaldiçoados.

12 – Camisola em mohair que está a pegar fogo.

13 – Uniforme de polícia roubado a um agente.

14 – Anel do senhor dos anéis.

15 – Qualquer coisa coberta em comida de peixe.

16 – Acessórios feitos em pele, como uma hiena de estimação.

17 – Sombra de glitter com feromonas de Oastride.

18 – Chinelos que na verdade são apenas gaivotas mortas que colocaste nos pés.

19 – Mochila a pingar com creme de sopa de cogumelos.

20 – Calções curtos com mensagens militares secretas escritas no rabo.

 

Portanto, se tens menos de 30 anos, fica à vontade para usares todas essas coisas e o que mais te apetecer. Para quem já dobrou o cabo da boa "enta", resta seguir a moda dos comuns mortais.

 

Até breve!

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Viva!

 

Sabias que a estação do ano em que nasceste tem uma – melhor dizendo, duas – palavras a dizer sobre a tua personalidade? Ah pois é, meu bem, vários estudos constataram que a altura do ano em que nascemos influencia quem somos. Bora desconstruir este post em quatro estações?

 

Uma série de pesquisas levadas a cabo na última década procurou estabelecer uma correlação entre a época do ano em que o indivíduo nasce e as suas caraterísticas intrínsecas. Ao que se apurou, existe realmente uma influência sazonal nos humanos, através da qual é possível identificar alguns traços de personalidade.

 

Primavera
Quem nasce nos meses de março, abril e maio regista altos níveis de hipertermia, intimamente ligada ao alto astral. Contudo, nem tudo são flores na personalidade daqueles que nascem nesta estação, já que demonstram ser indivíduos com personalidade do tipo oito ou oitenta: ou extremamente positivos ou muito propensos à depressão.

 

Verão
Os nascidos nos meses mais quentes do ano são geralmente felizes. A luz solar na altura do nascimento contribui para os altos níveis de hipertermia no organismo. Mas isso não quer dizer que eles não possam também sofrer de transtorno ciclotímico, isto é, do seu humor oscilar entre extremos. Ainda assim, não são dados a transtorno bipolar, com os nascidos em agosto a registarem a menor incidência dessa patologia.

 

Outono
Os que vêm ao mundo no terceiro trimestre do ano (eu eu eu) são normalmente mais equilibrados que aqueles que nascem nas restantes estações, quiçá por ainda beneficiarem dos resquícios do verão que antecedem o início da estação cinzenta. Apesar de raramente propensos a depressões ou a desenvolverem doenças bipolares, os nativos do outono são bastante irritáveis (eu que o diga).

 

Inverno
Os nascidos nos meses frios apresentam níveis mais elevados de esquizofrenia, desordem bipolar e depressão. Como tudo nesta vida tem um lado B, os cientistas apuraram que os bebés de inverno são mais calmos e perseverantes. Tem mais: janeiro e fevereiro são os meses mais propensos a ser famoso; isto porque os nascidos nesta estação são mais criativos, ambiciosos e desenrascados.

 

E não é que, pelo menos no que toca à minha personalidade, bate tudo certinho. Ainda bem porque se algum dia se me proporcionar a oportunidade de ser mãe já sei em que estação do ano proceder à "encomenda".

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Viva!

 

Que tal começarmos a semana com um tema quente, aquele que por mais que o tempo passe e a sociedade evolua teima em despertar curiosidade infinita e a suscitar toda a espécie de reação? Claro está que me refiro à sexualidade, mais concretamente sobre três coisas sobre a sexualidade masculina que geralmente passam ao lado do radar de grande parte das mulheres.

 

Curiosa? Espreita só o que têm a dizer três especialistas sobre esta questão, citados pela Sapocv:

 

1. A sexualidade deles é mais insegura
De acordo com a ginecologista Maria do Céu Santo, "as mulheres podem iniciar a atividade sexual sem desejo ou excitação e estes surgirem depois ou até nem surgirem de todo. Já os homens, para terem uma relação sexual com penetração, precisam de ter excitação. E quando isso não acontece (leia-se, quando a coisa não sobe) para eles é um drama de todo o tamanho.

 

2. Eles sentem-se perdidos
"Nos dias que correm os homens perderam o poder, já que as mulheres assumiram um patamar de igualdade, fazendo com que muitos deles se sintam confusos em relação àquilo que lhes ensinaram sobre a masculinidade e como exercê-la. Ficam sem saber como agir", considera o psicólogo Jorge Cardoso, para quem, perante este cenário, paira sobre eles um grande dilema sobre se devem comportar-se como lhes ensinaram – o que não dá grande resultado com as mulheres – ou se devem adaptar-se à nova dinâmica de conquista e relacionamento.

 

3. As emoções afetam o desejo deles
Estamos fartas de ouvir que nada abala o desejo sexual dos homens, que comem tudo o que lhes aparece à frente, tendo ou não apetite. Só que a realidade mostra que não é bem assim que a banda toca. Uma investigação levada a cabo pela psicoterapeuta Ana Carvalheira desconstrói esse estereótipo. "Num estudo sobre desejo sexual masculino com dados de três países, em homens com mais de 30 anos, apurámos que o stress profissional, o cansaço físico e os fatores emocionais e relacionais são razões que podem perturbar o desejo masculino."

 
Analisando a questão à luz destes depoimentos, não há como negar que, no que toca ao desempenho sexual, a pressão do lado deles é bem maior. O fantasma que paira sobre a mulher a quem não apetece 'sexar', ou cuja performance não tenha sido lá grande coisa, deve ser um gasparzinho quando comparado com o do homem que não o consegue levantar, que se vem em dois in-out ou, pior ainda, que nem sequer consegue desaguar no vale venusiano.
 
É, solteira minha, homem (também) sofre!

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24
Jan18

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Viva!

 

Qualquer mortal com uma fissura na mente – por mais pequena que seja – não pode deixar de reconhecer que há muito que a homossexualidade e a bissexualidade deixaram de ser as únicas alternativas à heterossexualidade. Nos dias que correm existem tendências sexuais para todos os gostos e preferências.
 
Com esta crónica pretendo fazer um apanhado das mais em voga, num total de 10, elencadas pelo psicólogo espanhol Arturo Torres:
 
1. Heterossexualidade
É a orientação sexual definida exclusivamente pela atração entre pessoas de sexo oposto. É a mais comum.
 
2. Homossexualidade
Carateriza-se pela atração sexual por pessoas do mesmo sexo. Popularmente, identificam-se os homens homossxuais como gays e as mulheres como lésbicas.
 
3. Bissexualidade
Pauta-se pela atração sexual por pessoas de ambos os sexos, mas não necessariamente com a mesma frequência ou intensidade.
 
4. Panssexualidade
Refere-se à atração sexual por pessoas, independentemente do seu sexo biológico ou identidade de género. A diferença entre esta orientação e a bissexualidade é que, neste caso, a atração sexual vai-se experienciando através das categorias de género, enquanto que na panssexualidade tal não acontece.
 
5. Demissexualidade
Esta opção sexual descreve-se como o desenvolvimento da atração sexual apenas nos casos em que se terá estabelecido previamente um forte vínculo emocional ou afetivo.
 
6. Lithssexualidade
Indivíduos com este tipo de orientação sexual sentem atração por outras pessoas mas não sentem necessidade de serem correspondidos.
 
7. Autossexualidade
Aqui a atração é unidirecional, ou seja por si mesmo, sem que isso seja sinónimo de narcisismo. Pode entender-se como uma forma de alimentar o afeto ou o amor próprio.
 
8. Antrossexualidade
Este conceito aplica-se àqueles que experimentam a sexualidade sem saber em que categoria identificar-se e/ou sem sentir necessidade de classificar-se em nenhuma delas.
 
9. Polissexualidade
Considera-se polissexual quem sente atração por vários grupos de pessoas com identidades de géneros concretos. Segundo o critério utilizado para o classificar, pode entender-se que a polissexualidade se confunde com outras orientações sexuais como, por exemplo, a panssexualidade.
 
10. Assexualidade
Esta orientação serve para nomear a ausência de atração sexual. Muitas vezes, considera-se que não faz parte da diversidade de orientações sexuais, ao ser mesmo a sua negação.
 
Este post mostra-nos o quão insensato é catalogar a orientação sexual humana, visto que esta vem-se revelando cada vez mais complexa e cheia de nuances.
 
Dou por concluída a escrita de hoje, não sem antes partilhar os resultados do teste à minha orientação sexual. À luz destas tipologias que acabei de citar, não restam dúvidas de que a minha sexualidade é fruto da tríade: heterossexualidade, demissexualidade e autossexualidade. De ora em diante, sempre que for necessário defini-la, direi que sou heterodemiautossexual. Impactante, não?
 
E tu, single mine, em que categoria inseres a tua sexualidade?
 

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16
Out15

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Agora que este meu blog acaba de atingir a fasquia de uma dezena de seguidores (onze, para ser mais precisa), a minha responsabilidade para com estes, que em mim depositaram a sua confiança, ao ponto de subscreverem ao À beira dos 40, ainda solteira! So what?, é agora coisa séria.

 

A meu ver, torna-se imperativo delinear a linha editorial desta espécie de carderno pessoal digital, de modo a que fique assente o que esperar desta milady, quando esperar e em que moldes esperar. Assim, estabeleci um calendário para publicações futuras, com efeitos a partir da próxima segunda, onde defino as temáticas a serem abordadas.

 

Segundas-feiras - Goste de si que eu também gostarei! (aqui incluirei assuntos que tenham a ver com toda a espécie de relações: amorosas, pessoais, sociais, sexuais, clandestinas, virtuais, platónicas, doentias, etc).

 

Terças-feiras - Trabalhe para viver e não viva para trabalhar!, cuja rúbrica Crónicas de uma desempregada (que já vai no capítulo 2) afigura-se com um preâmbulo, será o tópico do segundo dia útil da semana, no qual tentarei abordar os dramas-nossos-de-todos-os-dias daqueles que integram a classe assalariada, ou seja, dos que têm que trabalhar para viver, já que não possuem outra fonte de renda para fazer face aos seus compromissos inerentes à atividade viver. Como é o meu caso.

 

Quartas-feiras - Lifestyle (a palavra do momento e que adoro). A meio da semana, terão voz assuntos relacionados com moda, ginásio, saúde, bem-estar, alimentação saudável e tudo o mais que faça parte do quotidiano de mulheres bem resolvidas (ou não, que essas precisam mesmo de uma palavra amiga).

 

Quintas-feiras - Espelho meu, há alguém mais bela do que eu? A beleza e tudo que ela implica: elegência, estilo, autoestima, sedução, roupa, sapatos, acessórios, cosmética, spa's, compras, dicas, mezinhas e muito mais, é um tópico que é-me verdadeiramente precioso, e acredito que a vocês também, portanto nada mais justo que tenha a sua própria coluna neste espaço.

 

Sextas-feiras - Home, Sweet Home - por mais que as autodenaminadas feministas (e as preguiçosas em especial) insistam em apregoar que uma mulher trendy não tem que saber ser uma fada do lar, sobretudo no módulo "a arte de pilotar o fogão", considero que uma fêmea que esteja à vontade com as questões domésticas faz toda a diferença na vida de todos. E não nos esqueçamos que nos dias de hoje é o must uma pessoa que saiba cozinhar e assume, que apesar de todos os compromissos, consegue ser uma excelente account manager da sua própria casa.

 

Sábados - Dia ser e estar feliz - no primeiro dia do fim de semana nada mais apropriado do que falar de paródia, noitada, comer fora, passear, ir às compras, dormir até tarde, ficar no sofá o dia todo a ver comédias românticas, por a conversa em dia com os amigos, ou simplesmente não fazer nada.

 

Domingos - Dia de porra nenhuma - se até Deus descansou ao sétimo dia, quem sou eu para me armar em mártir e estar para aqui a dar bitaites em pleno dia sagrado? Agora se acontecer uma coisa digna de partilha, aí sim poderei vir aqui dar o ar da minha graça.

 

Que vos parece esta minha proposta, meus fiéis seguidores? Agrada-vos?

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