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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

27
Mai22

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Ora viva! ✌️ 

Esta semana, tá que tá! Estou em contrarrelógio para terminar um novo conto erótico, o qual foi-me "encomendado" há quase três meses, mas que só esta semana comecei a escrever. Yep, há quem goste de trabalhar sobre pressão... Mesmo assoberbada, e estressada, porque não admitir?, não pude deixar de vir aqui dar-te aquele olá de alegria e deixar-te mais uma dica amiga, esta bem útil para quem ainda não perdeu a esperança de encontrar o "tal".

De acordo com duas especialistas em relacionamentos, o segredo para que um homem seja considerado um bom partido está na existência e na qualidade da convivência com a(s) irmã(s). Segundo elas, um homem que tenha crescido (e que tenha uma boa relação) com a(s) irmã(s) é o mais bem posicionado para se comprometer numa relação amorosa. Isto porque tal facto é sinónimo de um nível mais profundo de inteligência emocional.

"Ter uma irmã melhora a capacidade de uma pessoa se tornar um parceiro mais comunicativo e empático", esclarece a psicoterapeuta Imani Movva. Os motivos? As mulheres costumam ser melhores do que os homens no que toca a autorreflexão, bem como a entender as necessidades dos outros, explica a especialista. E crescer perto deste tipo de "energia" só nos traz benefícios.

Além disto, "alguém que tenha crescido com irmãs tem maiores probabilidades de aprender a comprometer-se, ter paciência, ou, no mínimo, esperar pela sua vez", garante por sua vez a especialista em relacionamentos Stephania Cruz.

Obviamente que, por mais que seja verdade (e acredito que seja, pois faz todo o sentido), encontrar o par ideal não passa somente por este requisito. Muitos mais fazem parte da "lista" de cada um de nós, umas mais detalhadas do que outras, é certo. O que importa aqui ressalvar é que esta dá-nos uma nova perspetiva de olhar para um pretendente e avaliar a sua predisposição para ser um bom parceiro para a vida. 

Uma vez dado o recado, despeço-me com aquele abraço amigo de sempre e a vibe de um estupendo fim de semana!

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human-g87ec376d3_1920.jpgOra viva! ✌️ 

O Centro de Inovação da Mouraria acolhe, ontem e hoje, um workshop intitulado 'Desenvolve a tua inteligência emocional'. Tratando-se de um assunto que muito me interessa, escusado será dizer que eu sou uma das felizes participantes naquela que marca a minha estreia numa formação em formato presencial na era pandemia Covid-19.

O meu interesse por este tema não é de hoje. Por diversas vezes, a ele fiz referência, não só nos meus textos, como nas conversas com amigos e colegas de trabalho. Contudo, é a primeira vez que me dedico a lançar-lhe um olhar científico, num claro reconhecimento de que se trata de uma competência imprescindível na vida de qualquer pessoa que queira desfrutar de uma vida mais alinhada com o bem-estar holístico.

De acordo com a formadora Carla Costa, a inteligência emocional "é uma ferramenta para criar pontes no relacionamento pessoal e social". Para mim, ela pode ser definida como a capacidade de gerir emoções a nosso favor e em prol do bem-estar geral. Para os académicos, ela mais não é do que "o conjunto de mecanismos mentais necessários à resolução de problemas e à gestão de comportamentos, isto é, a habilidade que o indivíduo tem para identificar, utilizar, compreender e regular as emoções em si próprio e nos outros". 

Cumpre então este workshop o propósito de responder a duas questões fundamentais: o que é a Inteligência Emocional e o que podemos fazer para a exercitar e muscular na relação connosco e com os outros? De acordo com a organização, trata-se de um convite à reflexão, exploração e aprofundamento do tema, com recurso a metodologias formais e não formais, assentes em práticas de comunicação verbal e não verbal.

A sessão convida os participantes (num total de 11 indivíduos do sexo feminino e apenas um do sexo masculino) a dedicarem as seis horas de formação a si próprios e a reflorestar a sua interioridade. Para além de uma breve introdução teórica e partilha multidisciplinar, complementada por dinâmicas de auto-consciência, auto-regulação, motivação, empatia e habilidades sociais, o primeiro dia permitiu-me ter uma noção mais exata da importância da inteligência emocional no sucesso, seja ele pessoal, profissional, social, familiar e, acredites ou não, amoroso e sexual.

É caso para se dizer que a inteligência emocional tem tão ou até mais utilidade prática do que a inteligência intelectual. Bem-sucedido é, portanto, aquele que conseguir alcançar o equilíbrio perfeito entre os dois. Como o autoconhecimento e o desenvolvimento pessoal são ativos valiosos no património humano, eis-me aqui a falar-te do assunto, na expectativa de que também tu queiras, e faças por, investir em ti.

Beijo no ombro e até segunda, que são horas de me por a andar. Indo eu, indo eu... a caminho da Mouraria.

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19355714_LzfdQ.jpegNos últimos dias tenho refletido bastante sobre as relações, especialmente em como parece cada vez mais difícil mulheres inteligentes e bem resolvidas conseguirem estabelecer ou manter um relacionamento amoroso verdadeiro e saudável. Sim, porque relações há muitas, mas que valem, de facto, a pena não abundam por aí.

Falo por mim, óbvio, mas também pelas amigas que desabafam comigo e ainda pelas leitoras deste caderno que partilham suas estórias de vida. E a conclusão a que chego é que os portadores de um quociente de inteligência mais elevado revelam um maior ceticismo e desapego em relação ao amor. Não porque não lhe reconhecem a importância, mas, essencialmente, por estes três motivos: sabem exatamente o que querem e melhor ainda o que não querem; os seus padrões de exigência são elevados; são tão bem resolvidas que a independência, o amor-próprio, a realização pessoal e os projetos de vida acabam por falar mais alto que o compromisso emocional.

Com isso quero dizer que para estas pessoas o amor não é fácil de encontrar. Eis seis razões que justificam isso:

1. Não é uma prioridade
Na medida em que faz mais sentido a dedicação ao trabalho/ carreira, por exemplo, do que um companheiro.

2. Beleza oculta
As pessoas inteligentes, mais do que fisicamente atraentes, possuem uma beleza oculta, ou seja, um tipo de beleza interior que só uma pessoa especial consegue reconhecer e apreciar, sem sentir-se inseguro ou complexado.

3. A inteligência basta
A realização que sentem por serem inteligentes é suficiente para as suas vidas, fazendo assim com que um amor assuma um papel secundário. Não precisam de um relacionamento para se sentirem completos, mas se ele surgir, ele vem para acrescentar valor às suas vidas.

4. Objetividade
Têm a exata noção do que é certo e errado, pelo que muitas vezes fazem questão para o que outro saiba o que está errado na relação. Convenhamos, que nem toda a gente sabe lidar com essa objetividade.

5. Não são fáceis de entender
Por terem uma mente por vezes um pouco complicada, nem sempre conseguem fazer-se entender. Isso não quer dizer que não tentam, mas é difícil e cansativo estar o tempo todo a explicar o que lhes vai na cabeça e no coração.

6. Falta de sutileza
Dado que se focam nas coisas maiores, deixam passar as dicas sutis da outra pessoa acerca de coisas insignificantes. Não o fazem propositadamente, mas ainda assim pode magoar o parceiro.


O amor faz falta? Claro que sim! O amor dá outra cor à vida? Sem dúvida! O amor ilumina o sorriso, aquece a alma, acalma o coração, devolve a paz e ilumina a vida? Absolutamente! Seria mais feliz com ele? Com certeza! Posso viver sem ele? Estou aqui, não estou? Apesar de lhe reconhecer o seu valor, não é coisa sem a qual não possa viver ou ser feliz.

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Nos últimos dias tenho refletido bastante sobre as relações, especialmente em como parece cada vez mais difícil as mulheres inteligentes e bem resolvidas conseguirem estabelecer ou manter um relacionamento amoroso verdadeiro e saudável. Sim, porque relações há muitas, mas que valem, de facto, a pena não abundam por aí.

Falo por mim, óbvio, mas também pelas amigas que desabafam comigo e ainda pelas leitoras deste caderno que partilham suas estórias de vida comigo. E a conclusão a que chego é que pessoas inteligentes revelam um maior ceticismo e desapego em relação ao amor. Não porque não lhe reconhecem a importância, mas, essencialmente, por estes três motivos: sabem exatamente o que querem e melhor ainda o que não querem; os seus padrões de exigência são elevados; são tão bem resolvidas que a independência, o amor-próprio, a realização pessoal e os projetos de vida acabam por falar mais alto que o compromisso emocional.

Com isso quero dizer que para estas pessoas o amor não é fácil de encontrar. Eis seis razões que justificam isso:

1. Não é uma prioridade
Na medida em que faz mais sentido a dedicação ao trabalho/carreira, por exemplo, do que um companheiro.

2. Beleza oculta
As pessoas inteligentes, mais do que fisicamente atraentes, possuem uma beleza oculta, ou seja, um tipo de beleza interior que só uma pessoa especial consegue reconhecer e apreciar, sem sentir-se inseguro ou complexado.

3. A inteligência basta
A realização que sentem por serem inteligentes é suficiente para as suas vidas, fazendo assim com que um amor assuma um papel secundário. Não precisam de um relacionamento para se sentirem completos, mas se ele surgir, ele vem para acrescentar valor às suas vidas.

4. Objetividade
Têm a exata noção do que é certo e errado, pelo que muitas vezes fazem questão para o que outro saiba o que está errado na relação. Convenhamos, que nem toda a gente sabe lidar com essa objetividade.

5. Não são fáceis de entender
Por terem uma mente por vezes um pouco complicada, nem sempre conseguem fazer-se entender. Isso não quer dizer que não tentam, mas é difícil e cansativo estar o tempo todo a explicar o que lhes vai na cabeça e no coração.

6. Falta de sutileza
Dado que se focam nas coisas maiores, deixam passar as dicas sutis da outra pessoa acerca de coisas insignificantes. Não o fazem propositadamente, mas ainda assim pode magoar o parceiro.

O amor faz falta? Claro que sim! O amor dá outra cor à vida? Sem dúvida! O amor ilumina o sorriso, aquece a alma, acalma o coração, devolve a paz e ilumina a vida? Absolutamente! Seria mais feliz com ele? Com certeza! Posso viver sem ele? Estou aqui, não estou? Apesar de lhe reconhecer o seu valor, não é coisa sem a qual não possa viver ou ser feliz.

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Companheira, amiga e seguidora deste meu caderno de impressões (tão nosso), eis-me de volta ao ativo, pós uma curta ausência, justificada por um ataque fulminante de desinspiração. E comigo trago um tópico já anteriormente abordado, mas que dada a sua incontestável pertinência, vale sempre a pena partilhar: inteligência emocional, desta vez acasalada com o sucesso.

 

Num artigo publicado no LinkedIn, o especialista Travis Bradberry, cofundador da TalentSmart e autor do best-seller Emotional Intelligence 2.0, atesta que a   inteligência emocional está intimamente ligada ao sucesso e como prova disso identificou nove caraterísticas comportamentais dos emocionalmente inteligentes.
 

1. Não viver no passado

Quando se vive no passado, o mais provável é nunca se conseguir seguir em frente. Deste modo, o fracasso pode "minar" a nossa autoconfiança e impedir-nos de ser bem sucedido no futuro. "As pessoas emocionalmente inteligentes sabem que o sucesso reside na sua capacidade de ultrapassar o fracasso, e não podem fazer isso ao viverem no passado", explica Bradberry. O importante as pessoas acreditarem que nada se consegue sem riscos e esforços, acreditando sempre nas suas capacidades de vencer.

 

2. Não se refugiar nos problemas

Para Bradberry, o foco da atenção determina o estado emocional, ou seja, quando uma pessoa se fixa num problema as emoções serão negativas e stressantes. Esse tipo de sentimentos vai influenciar de forma negativa o seu desempenho. Deste modo, ao invés de se "afundarem" nos problemas, as pessoas emocionalmente inteligentes focam-se em procurar soluções para resolvê-lo.

 

3. Não se focar na perfeição

Na pesquisa desenvolvida, as pessoas bem sucedidas não procuravam a perfeição, conscientes de que esta não existe. "Quando a perfeição é o objetivo, a pessoa sentirá sempre a sensação de fracasso, gasta o seu tempo a lamentar o que deixou de fazer e o que poderia ter feito de forma diferente, em vez de apreciar o que era capaz de alcançar", acrescenta Bradberry.

 

4. Não viver cercados de pessoas negativas

As pessoas que estão constantemente a queixar-se dos seus problemas e que são negativas (vulgo "pessoas tóxicas") representam um perigo para o sucesso dos que as rodeiam, já que, longe de se preocuparem com soluções, apenas pretendem levar alguém consigo "para a cova", de modo a se sentirem melhor. Por estas razões e mais algumas, devemos mantê-las bem afastadas de nós, ainda que isso nos possa fazer sentir mal e insensível. "Há uma linha que separa emprestar um ouvido simpático e ser sugado para dentro de uma espiral emocional negativa", defende o especialista.

 

5. Não ter medo de dizer "não"

"Dizer não é realmente um grande desafio para a maioria das pessoas", admite Bradberry. Contudo, quando é necessário dize-lo, as pessoas bem sucedidas fazem-no sem rodeios, e de forma direta. A investigação concluiu que a dificuldade em dizer "não" está relacionada com o stress e com a depressão. Ao conseguir dizer esta palavra está a assumir os seus compromissos e a defender o que quer, o que lhe permite alcançar o sucesso.

 

6. Não deixar ninguém influenciar a sua felicidade

Quando as pessoas emocionalmente inteligentes se sentem bem, elas não deixam que os outros estraguem esse estado de espírito com opiniões e sentimentos destrutivos. E também não comparam felicidades. Não importa o que as outras pessoas pensam ou fazem, a nossa autoestima vem de nós. Devemos preocupar-nos com aquilo que fazemos, não com o que os outros fazem.

 

7. Perdoar, mas não esquecer

A investigação concluiu que as pessoas com maior inteligência emocional são rápidas a perdoar, o que não quer dizer que esqueçam. Não ficam a "remoer" o que se passou, mas isso não significa que irão dar hipóteses a um novo erro.

 

8. Não desistir da luta

Segundo Bradberry, pessoas deste tipo sabem o quão importante é lutar para viver no dia seguinte. Deste modo, em alturas de conflito, enfrentam os problemas e não se deixam abater pelas dificuldades. Fazem-no com cautela, controlando as suas emoções e capacidades com sabedoria. Esta é a forma mais eficaz de defenderem o "seu território e saírem vitoriosos".

 

9. Não guardar rancor

Guardar rancor é, na verdade, uma resposta ao stress. Pesquisadores da Universidade de Emory mostraram que este sentimento contribui para a pressão arterial e para doenças cardíacas. Ao guardar rancor estamos a guardar também o stress, e assim, nunca alcançaremos o sucesso. Ou seja, aprendermos a libertar do rancor não só vai fazer com que nos sintamos melhor como também vai melhorar a nossa saúde. As pessoas emocionalmente inteligentes sabem que devem evitá-lo a todo o custo.

 

Quanto a mim, reconheço a necessidade de limar umas quantas arestas, rumo a uma trintona mais bem resolvida, mais emocionalmente inteligente e, infinitamente, mais orgulhosa da sua condição de ser humano que labuta incansavelmente para fazer a diferença neste mundo. Pela positiva, claro está!

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