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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

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Viva!

Parece que é desta que vamos falar sobre o tal estudo que referi no último post, segundo o qual as mulheres mais inteligentes preferem parceiros intelectualmente menos abonados. Uma investigação, levada a cabo pela Universidade Yale, conseguiu apurar que, no que toca a levar a bom porto uma relação amorosa, as discípulas de Vénus com elevados níveis de educação académica acabam por optar por homens com menor grau de formação.

A explicação para esta teoria, chocante à primeira vista, é bem mais simples do que parece e não tem nada a ver com soberba ou elitismo. Tem antes a ver com a dificuldade que mulheres bem-sucedidas e bem resolvidas enfrentam para conseguirem arranjar um parceiro à altura do seu nível intelectual e profissional.

"Há menos homens instruídos no mundo do que mulheres", esclarece uma das investigadoras, citada pelo The Daily Telegraph. De facto, dados do Banco Mundial comprovam que em 70 países existem mais mulheres licenciadas do que homens, uma realidade que compromete o velho paradigma de é melhor emparelhar com alguém de nível igual ou superior.

Numa onda de "à falta de tu, vai tu mêmo", quando chega a hora de descer do salto agulha e adotar as mom jeans, estas mulheres acabam abrindo mão da hipergamia – desejo de casar com homens de um nível socioeconómico mais elevado e grau de formação equivalente, na tentativa de garantir um futuro melhor para si e para seus filhos.

Acredito que, finalmente, descobri o motivo pelo qual sou Ainda Solteira. A fiar no acima exposto, é óbvio que tenho perdido o meu tempo à caça deles inteligentes quando deveria estar à procura deles burros; perdão menos abonados intelectualmente, que não quero ferir suscetibilidades.

Por hoje é tudo, pelo que deixo-te com aquele abraço amigo e desejos de bom fim de semana. Até mais!

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Meu bem, não reparaste que por estes dias tenho vindo aqui à hora do costume, aquele que praticava antes de começar a trabalhar à noite? Tal deve-se ao facto de estar de baixa médica por incapacidade temporária. À causa deste (novo) trabalho, estou com um desvio na cervical – está explicado o motivo daquelas dores atrozes e da perda de sensibilidade no braço direito –, pelo que o médico recomendou repouso absoluto durante cerca de duas semanas.

 

Como tudo tem o seu lado positivo – ufa! –, agora posso (voltar) a dar mais atenção a este espaço, assim como a ter mais tempo e entusiasmo para as minhas crónicas. Com a inspiração ao rubro, o tópico do artigo de hoje é... rabo grande, isso mesmo, e a sua relação, cientificamente comprovada, com a inteligência e a saúde. Surpresa(o) ou nem por isso?

 

Cientistas do Oxford Centre for Diabetes, Endocrinology and Metabolism e do Churchil Hospital chegaram à conclusão que as mulheres que possuem um rabo maior são mais inteligentes e têm uma maior resistência a doenças crónicas. Segundo eles, as fêmeas anatomicamente avantajadas nas partes traseiras possuem menores níveis de colesterol e produzem mais hormonas responsáveis pela metabolização de açúcares. Para além disso, o tecido adiposo do rabo e das coxas ‘apanha’ as partículas de gordura mais perigosas e previne doenças cardiovasculares.

 

Os investigadores defendem, igualmente, que mulheres assim são mais inteligentes do que as restantes devido à "quantidade de ácido gordo Ómega 3" acumulada. "Está provado que este ácido gordo catalisa o desenvolvimento cerebral", explica a investigação.

 

Aposto que as Beyoncé, as Kardashians, as Minajis e as Amber Roses da vida foram as musas inspiradoras destes cientistas que, à custa das exigências do seu trabalho, duvido que alguma vez nas suas vidas tenham tido oportunidade de privar de perto com exemplares do género.

 

Será este o motivo que leva cada vez mais ladies à bioplastia, vulgo cirurgia para aumento dos glúteos? Hum... cheira-me que o motivo tem mais a ver com a vaidade feminina e com a libido masculina do que propriamente com a saúde ou inteligência.

 

Depois desta, eu é que nunca mais reclamo da generosidade da mãe natureza no que ao meu derrière toca. Afinal, a ela devo parte da minha sapiência e salubridade. Mais gratidão e menos reclamação é o meu mantra para hoje.

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Segunda-feira exige alguma seriedade de espírito, pelo que o post de hoje versa sobre a inteligência, mais concretamente sobre uma série de coisas nada inteligentes que pessoas com um quociente de inteligência (QI) elevado fazem, não por ausência de neurónios funcionais, mas antes por excesso de confiança na hora de dar-lhes uso.

Travis Bradberry, investigador norte-americano especializado em inteligência emocional e presidente da Talent Smart, reuniu num artigo para o The Huffington Post oito características das pessoas inteligentes que as leva a falhar:

1. Demasiado confiantes
Habituadas a ter o ego acariciado, é difícil para as pessoas mais inteligentes admitir quando estão erradas e quando precisam de ajuda. Têm demasiada confiança na sua inteligência e quando percebem que precisam de ajuda, acreditam que ninguém tem capacidade para os ajudar.

2. Pressionam muito
Como conseguem normalmente atingir mais objetivos, os mais inteligentes demonstram dificuldade em compreender como é que há pessoas que não o conseguem fazer. Colocam a fasquia muito alta e consideram que, quando os outros falham, é por falta de esforço. Isso leva-as a pressionar ainda mais os outros.

3. Precisam estar sempre certas
Bradberry escreve que estar certo se torna parte da identidade dos mais inteligentes. Tendo crescido habituados a estar sempre certos, é ainda mais difícil admitir que estão errados. Podem, inclusive, encarar o facto de estarem errados como um ataque pessoal. 

4. Falta-lhes inteligência emocional
Por norma, as pessoas têm mais ou menos o mesmo nível de inteligência emocional, uma capacidade de olhar o mundo além da mera capacidade de atingir objetivos. Mas as pessoas mais inteligentes podem ver o mundo apenas de um ponto de vista meritocrático. De acordo com este estudioso, de entre as pessoas com maior QI, aqueles com maior inteligência emocional são os mais bem-sucedidos.

5. Desistem quando falham
O sucesso frequente cria expectativas demasiado elevadas, o que faz com que uma derrota pareça o fim do mundo e leve à desistência. Pelo contrário, os que estão mais habituados a trabalhar duro para atingir os seus objetivos estão muito mais à vontade com a derrota.

6. Não são persistentes
A tendência para ver o esforço como algo negativo é maior nos mais inteligentes. Quando para terminarem uma tarefa ou atingir um objetivo têm de fazer um grande esforço, estes, habitualmente, partem para um novo objetivo que possam atingir com mais facilidade. Isto não lhes dá tempo para desenvolver a paixão necessária para atingirem o sucesso.

7. Fazem muitas coisas ao mesmo tempo
O pensamento mais rápido faz com que as pessoas mais inteligentes fiquem impacientes e queiram fazer mais coisas ao mesmo tempo. Investigadores da Universidade de Stanford concluíram, contudo, que o multitasking torna-nos menos produtivos. Além disso, aqueles que pensam que são melhores a conciliar tarefas são, por norma, piores do que os que preferem fazer uma coisa de cada vez.

8. Têm dificuldades em aceitar as opiniões dos outros
Os mais inteligentes têm uma tendência para achar que as outras pessoas não têm capacidade para as avaliar ou para lhes dar opiniões válidas sobre o que fazem. O facto de subestimarem as opiniões dos outros pode conduzi-las ao risco de estragar relações, tanto pessoais como profissionais, escreve Travis Bradberry.

Nunca medi o meu QI, mas, a guiar-me por este estudo, devo ser mesmo uma inteligência pura. Com maior ou menor incidência, não consegui passar incólume a nenhuma destas caraterísticas. Gostaria é de saber que soluções aponta o Mr. Bradberry.

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Na na na, não é nada disso que estás pensando, por isso não me venhas com ideias (sim, eu sei o que pensaste!). A resposta é atividade física, meu bem. Uma prática amada por uns, idolatrada por outros, tolerada por uns quantos, odiada por outros tantos e banida pelos restantes.

 

Goste-se ou não, praticante ativo ou passivo ou simplesmente adepto de hábitos de vida saudáveis, a verdade é que exercitar-se provoca surpreendentes efeitos no cérebro. E não sou (só) eu que o digo, mas também John Ratey, investigador de Harvard, que, em 2015, em pleno seminário MIT Media Lab Wellbeing, descreveu três desses feitos. Assim, o exercício físico torna as pessoas:

 

1. Mais inteligentes. Para o provar, o investigador recorreu a um estudo sueco que analisou 1,2 milhões de jovens de 15 anos praticantes do fitness ao nível do QI e depois, mais tarde, quando iniciam o serviço militar obrigatório. Os resultados não deixam margem para dúvidas: estes jovens estão mais aptos do que os que nunca fizeram exercício físico. "Estudos mostram-nos que, quando fazemos exercício, o nosso cérebro melhora em cerca de 7%", disse Ratey.

 

2. Mais felizes. "O exercício é como tomar um pouco de Prozac e um pouco de Ritalina", considera este psiquiatra, frisando que, assim como drogas como o Zoloft, o exercício aumenta a quantidade de neurotransmissores no cérebro.

 

3. Menos stressadas. O exercício físico acelera o processo incrível de neurogénese, ou seja, a criação de novas células cerebrais. Fazer meditação, aprender algo novo ou dar uma boa gargalhada ajuda a fazer nascer novas células, mas o exercício é (ainda) o melhor remédio, defende Ratey.

 

Bom, já que está cientificamente provado que mexer-se afeta positivamente o cérebro, levanta-me mas é esses glúteos do sofá e prepara-te para dares tarefa a esse corpinho que é teu, e que, portanto, merece o melhor. E o melhor é tê-lo bonito, saudável e de preferência hot, para deixar a mulherada roxa de inveja e os machos encarnados de luxúria.

 

E com esta retiro-me para o ginásio, que hoje é dia de zumba na caneca.

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