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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

18
Mai22

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Ora viva! ✌️ 

Já mais do que uma vez assumi que o sexo é tema best reader aqui neste blog. E não é que é mesmo? Prova disso é que o último post teve tanto impacto que, a pedido de muitas boas almas, eis-me aqui a expor uma outra verdade sobre sexo com "preto" versus sexo com "branco".

Obviamente que estou ciente de que o termo "preto" é pejorativo, mas, como portadora da mesma estirpe genética, arrisco-me a proferi-lo, alheia ao risco de uma acusação de racismo. Uso-o tão somente por uma questão de semântica drámatica, mas ao longo do texto usarei termos alternativos, como "negro", "black" ou "africano", como forma de não esticar demasiado a corda, não vá ela arrebentar-me na cara, se é que me entendes.

A minha interação sexual com gajos de uma raça diferente da minha - leia-se caucasianos, que o meu espírito aventureiro nunca foi mais longe - é um tanto ou quanto irrisória. Ela resume-se aos três (efémeros) encontros com o tal mec francês, o qual nem sei se será justo considerá-lo neste contexto, já que ele há mais de duas décadas que se "alimenta" exclusivamente de "carne africana", quanto mais bem passada melhor. Com isso quero deixar bem claro que todo o seu modo de funcionamento e desempenho é à "black", pelo que não seria justo compará-lo em igualdade de circunstâncias com os comuns dos caucasianos. Como tal, a minha narrativa vai restringir-se às outras três tentativas, cada uma mais frustrante que a outra. 

Falando na primeira pessoa, a avaliação - pela negativa - da performance sexual dos brancos com os quais andei na brincadeira, todos tugas, convém salientar, não se deve tanto ao tamanho mas sim à dureza do órgão sexual. Mil vezes um pénis menor e rijo do que um pénis maior e não rijo. Se for menor e não rijo, aí não há volta a dar, é estado de calamidade total e absoluto. 

O que constatei em todas as minhas experiências com homens caucasianos é que a dureza do pénis, de nenhum deles, esteve à altura do africano. Fónix, o pénis do "preto" é duro como o basalto, ao ponto de dar esticões quando o seguramos entre os dedos. Enquanto que o do branco é mais argila, digamos assim. O do branco, mesmo o do tal francês (com toda a sua alma africana), a rijeza nunca atingiu aquela plenitude e imponência que se reconhece nos amantes africanos. E isso faz toda a diferença. Se faz...

Pronto, está revelado o segredo porque o "black mambo" faz tanto sucesso entre a mulherada e porque branca que prova do "sonho africano" assume jamais querer deixar de o fazer. O órgão sexual do "black" é de uma rijeza que não se encontra em mais nenhuma outra raça deste planeta. E acredita que esta crença não é só minha, ela é acreditada por amigas e conhecidas que exploraram homens de outras paragens, como orientais ou árabes, por exemplo.

Entre as mulheres que provaram de mais do que uma "gastronomia sexual", eu inclusive, é consensual que a vantagem competitiva do "black" em relação aos "não black" é mais uma questão de rijeza do que de comprimento. Claro que quando nos deparamos com um daqueles duro, comprido e grosso, a sensação de que nos saiu o jackpot do Euromilhões é indisfarçável. 

Faço aqui uma pausa para deixar bem claro que de pouco nos vale apanhar um homem (fisicamente) bem dotado se ele não souber fazer bom uso da sua vantagem anatómica. Aliás, é das coisas mais frustantes que haver pode. Nunca me aconteceu, mas conheço uma ou outra a quem já... 😥

Voltando à dualidade "sexar" com um "black" e "sexar" com um "não black", é como comparar um Lamborghini com um Mercedes, mesmo que seja um Mercedes topo de gama. A explicação que me ocorre é que a própria anatomia da raça negra - constituição física mais forte, músculos mais salientes, pele mais firme, sangue mais quente – joga a favor da sua boa performance sexual. Se a isso acrescentarmos o facto de o sexo entre os africanos ser encarado como atividade de todo o santo dia, está explicado o sucesso dos homens negros entre os lençóis do mundo inteiro.

Eu até acho que o branco se esforça bem mais para agradar a mulher na cama, é mais carinhoso, generoso e menos egocêntrico. Capricha mais nos preliminares e em fazer a mulher atingir o orgasmo, enquanto que o “black”, na sua generalidade, cumpre apenas com os serviços mínimos, sendo a sua própria satisfação a prioridade primeira e última. O que lhe vale é a perfeição da sua anatomia, como se desfrutasse de um dom natural para "aquilo". É precisamente isso, aliado ao facto de gostar mesmo da "coisa", que faz com que ele consiga levar uma mulher à loucura sem ter que se esforçar muito.

Agora que já deitei mais lenha nessa fogueira de quem é melhor f*da, o "preto" ou o "branco", como se houvesse margem para dúvidas, vou à minha vidinha, no aguardo das reações daqueles que tiverem o privilégio de aceder a esta crónica.

Beijo 💋 no ombro e até sexta!

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Viva! ✌️ 

Hoje não estou para grandes conversas, já que tenho o coração apertado e a alma comprimida. O motivo já deves saber qual é: a invasão russa à Ucrânia. No dia de ontem, 24 de fevereiro do ano 2022, uma nova página negra - mais uma - se escreveu na história da humanidade. Escrita com o sangue de inocentes, os quais, infelizmente, pouca ou nenhuma culpa tiveram no desencadear dos acontecimentos.

Os ucranianos vão pagar, e caro, o preço da decisão de um déspota sedento de poder e necessidade de afirmação perante tudo e todos. Sou capaz de apostar que o dito cujo, aquele cujo nome não vou pronunciar por medo de retaliações (brincadeira), o mandante deste ataque bárbaro e arbitrário, tem pila pequena. Só pode! 😉

A verdadeira razão porque não pronuncio o nome "dele" é porque não sou de dar tempo de antena a quem não merece.

Voltando à vaca fria, melhor dizendo, à atualidade cruel, é sabido que nenhum conflito é bom, menos ainda quando pode ser evitado. Todos sabem como começa uma guerra, mas ninguém é capaz de prever em que termos terminará ela, muito menos quantas vidas serão cobardemente ceifadas pelo caminho. Acho que nem mesmo o criador, já que a sua criação é capaz de coisas que até ele duvida. 

Anda a circular nas redes sociais uma frase de Erich Hartman que resume, e como, aquilo que vai na alma de todos aqueles que se sentem violentados, desrespeitados, afrontados mesmo, com esta situação: "A guerra é um lugar onde jovens que não se conhecem e não se odeiam se matam entre si, por decisão de velhos que se conhecem e se odeiam, mas não se matam..."

Que os deuses protejam os invadidos, que lhes dê a força, a coragem e a esperança para conseguirem enfrentar com honra e dignidade mais este vil atentado às suas vidas, liberdades e direitos. Que os países aliados tenham tomates para castigar a Rússia e dar toda a assistência possível à Ucrânia. Que o resto do mundo se una numa censura ensurdecedora a esta guerra absurda. Que as nossas indignadas vozes se façam ouvir pelo planeta fora. Que em defesa da paz, consigamos fintar a indiferença e fazer a diferença.

Que a paz esteja com todos e a coragem com os ucranianos! 

P.S. - A imagem que escolhi para ilustrar esta crónica é capaz de ferir suscetibilidades. Foi propositado, para causar impacto!

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