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Crónicas, contos e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Viva!

Parece que é desta que vamos falar sobre o tal estudo que referi no último post, segundo o qual as mulheres mais inteligentes preferem parceiros intelectualmente menos abonados. Uma investigação, levada a cabo pela Universidade Yale, conseguiu apurar que, no que toca a levar a bom porto uma relação amorosa, as discípulas de Vénus com elevados níveis de educação académica acabam por optar por homens com menor grau de formação.

A explicação para esta teoria, chocante à primeira vista, é bem mais simples do que parece e não tem nada a ver com soberba ou elitismo. Tem antes a ver com a dificuldade que mulheres bem-sucedidas e bem resolvidas enfrentam para conseguirem arranjar um parceiro à altura do seu nível intelectual e profissional.

"Há menos homens instruídos no mundo do que mulheres", esclarece uma das investigadoras, citada pelo The Daily Telegraph. De facto, dados do Banco Mundial comprovam que em 70 países existem mais mulheres licenciadas do que homens, uma realidade que compromete o velho paradigma de é melhor emparelhar com alguém de nível igual ou superior.

Numa onda de "à falta de tu, vai tu mêmo", quando chega a hora de descer do salto agulha e adotar as mom jeans, estas mulheres acabam abrindo mão da hipergamia – desejo de casar com homens de um nível socioeconómico mais elevado e grau de formação equivalente, na tentativa de garantir um futuro melhor para si e para seus filhos.

Acredito que, finalmente, descobri o motivo pelo qual sou Ainda Solteira. A fiar no acima exposto, é óbvio que tenho perdido o meu tempo à caça deles inteligentes quando deveria estar à procura deles burros; perdão menos abonados intelectualmente, que não quero ferir suscetibilidades.

Por hoje é tudo, pelo que deixo-te com aquele abraço amigo e desejos de bom fim de semana. Até mais!

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Viva!

Muy grata pelo esplêndido fim de semana com que Dom Pedro nos agraciou, de tez bronzeada e alma revigorada retomo o contacto contigo. Não penses que venho de mãos a abanar, é que não mesmo. Comigo trago uma crónica sobre a validação – mais uma – da solteirice por parte da ciência. Como se preciso fosse…

Já algumas vezes aqui abordei as vantagens em ser solteira (se não o fizesse, este blog nem sentido faria, certo?). Umas vezes fundamentei com base na minha própria experiência, outras no senso comum e, na sua grande maioria, em estudos empíricos. Desta vez, volto a recorrer à ciência, mais concretamente ao académico Paul Dolan, para quem o casamento só é (comprovadamente) benéfico para os homens. Já no nosso caso, a coisa não é bem assim; pelo contrário.

Um estudo apresentado há um par de dias no festival Hay, e que faz parte do livro Happy Ever After, citado pelo The Guardian, garante que as mulheres da minha laia (leia-se solteiras e sem descendentes) são o subgrupo mais feliz da população. Como se isso não bastasse, o estudo refere ainda que é mais provável que nós vivamos mais do que aquelas que casam e procriam.


Estas alegações do docente de ciência comportamental na London School of Economics baseiam-se na convicção de que os marcadores tradicionais para medir o sucesso não estão relacionados com a felicidade – particularmente o casamento e os filhos. "As pessoas casadas são mais felizes do que outros subgrupos da população, mas apenas quando os seus parceiros se encontram na mesma sala. Quando lhes é pedido para saírem, dizem que se sentem miseráveis", afirma Dolan. Ups!

Se dúvidas houvessem sobre a quantidade de emparelhadas infelizes que nos andam a impingir uma falsa imagem da felicidade conjugal, o britânico detonou-as numa única frase. Continuando... Sem meias-palavras, Dolan é perentório quando diz o seguinte: "Se és homem, provavelmente deves casar-te. Se és mulher, não te preocupes com isso".

A razão porque beneficiam eles mais com o matrimónio prende-se com o facto do sexo masculino ficar mais calmo quando se retira do mercado amoroso. "Eles têm menos riscos, ganham mais dinheiro no trabalho e vivem mais. Elas, por outro lado, morrem mais cedo do que aquelas que nunca chegam a casar".


Não obstante essas benesses imputadas ao celibato, o académico às ordens de sua majestade não é alheio ao persistente estigma de que as mulheres apenas são felizes casadas e com filhos. "Vemos uma mulher de 40 anos que nunca teve filhos. 'Meu Deus, é uma vergonha, não é? Talvez um dia venha a conhecer o homem certo e talvez o estado dela mude'. Não. Talvez um dia ela encontre o homem errado. Talvez ela encontre um homem que a torne menos feliz e morra mais cedo", conclui Dolan.

É por estas (e por outras) que estou solteira. Afinal, quem sou eu para contrariar a própria ciência, que garante que mulheres solteiras e sem filhos vivem mais e melhor? Ser solteira torna-se assim uma questão de vida ou morte. Eh eh eh.

Um bom resto de dia para ti, que eu vou é celebrar a minha solteirice com um cocktail bem colorido, que a ocasião assim o exige. Até à próxima!

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Viva!

Com o falecimento repentino do meu pai, a viagem de última hora a Cabo Verde, as cerimónias fúnebres, o reencontro com os meus em circunstâncias tão dolorosas, o stress para conseguir retornar ao território português (à custa de uma autorização de residência caducada há quatro meses), o trabalho acumulado pela ausência inesperada, as duas idas ao SEF a fim de legalizar a minha permanência no país, sem mencionar a indescritível tristeza por me saber órfã de progenitor, a minha vida no último mês tem sido um pesadelo, para não dizer um inferno.

Por não escrever há tanto tempo (por mais que quisesse, como poderia?), receio ter perdido o jeito para a coisa. Como tal, eis-me aqui praticamente a obrigar a minha pessoa a digitar caracteres, na firme esperança de que o gosto pela escrita ressurja da inércia, tal como a fénix das cinzas. A ver vamos o que daqui sairá. Para não estar mais com delongas, que o meu estado psicoemocional já conheceu dias melhores, escolhi para tema desta crónica a solteirice, na perspetiva de antes solteira do que mal emparelhada.

Sabes aquele velho ditado que diz que mais vale só do que mal acompanhado? Como se não bastasse a sabedoria popular, evidências científicas vêm agora sustentar esta crença. Uma pesquisa conduzida por investigadores da Universidade de Buffalo, citada pela psiquiatra e sexóloga Kate Pickles, sugere que é muito mais benéfico para a saúde ficar solteira do que insistir em permanecer num relacionamento amoroso mau.

Apuradas as respostas de um inquérito aplicado a jovens casais residentes em regiões rurais do estado de Iowa, constatou-se que quanto mais tempo estes permaneciam em relacionamentos positivos, melhor era o seu estado de saúde. Na mesma linha de pensamento, foram identificados flagrantes efeitos negativos sobre a saúde daquelas que mantinham relacionamentos de má qualidade — demonstrando que, pelo menos no que diz respeito ao bem-estar geral, é muito melhor estar só do que mal acompanhado.

Por hoje é tudo, que esta minha inspiração já conheceu dias melhores. Aquele abraço amigo e até breve!

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Viva!

Agora que o Dia dos Namorados "defuntou" – e assim vai permanecer nos próximos 350 dias – não vejo razão para não partilhar contigo os resultados do estudo 'European Consumer Payment Report 2018', que revela que 37% dos portugueses mantém-se emparelhado pelo simples facto de não ter dinheiro para se fazer à estrada sozinho.

O ficar 'preso' a uma relação que já não é desejada é uma constatação que não me surpreende de todo, até porque quando andava na vida do engate online tive conhecimento de inúmeros casos de homens comprometidos que procuravam afeto como se solteiros fossem mas que continuavam a manter vida de casado por não terem bolso com a profundidade necessária para arcarem com os custos de se sustentarem sozinhos e ainda sustentarem as ex's com rebentos.


Reconheçamos ou não, a verdade é que os problemas financeiros influenciam sobremaneira o prazo de validade de muitas relações, demasiadas até. Isto porque "grande parte dos casais tem créditos bancários que não conseguem liquidar e em caso de separação, cada um continua a ser responsável pelas dívidas existentes. Assumir a responsabilidade pelas finanças pessoais, juntamente com a plena noção das consequências de uma dívida, são questões que têm um peso muito grande no momento da separação", esclarece Luís Salvaterra, diretor-geral da Intrum Justitia.

Outro dado curioso deste estudo é que a mesma percentagem de inquiridos assumiu que a sua situação financeira tem sido um fator crucial para o fracasso dos relacionamentos. Dito de outra forma: são duplamente infelizes; primeiro porque não têm dinheiro para deixar quem já não lhes faz feliz; segundo porque não têm dinheiro para ir atrás de quem lhes possa fazer feliz. Moral da estória: a felicidade conjugal só está ao alcance das contas bancárias mais robustas!


Quem foi mesmo que inventou aquela frase de que o dinheiro não traz felicidade? Aposto que não deveria ser nenhum dos entrevistados deste estudo, pobres almas condenadas a estarem acorrentadas a quem que já não amam, mas de quem não podem separar.

Bom fim de semana!

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Viva!

 

Há dias uma seguidora interpelou-me sobre qual a melhor estratégia a adotar por quem está solteira e disponível para uma nova relação. Sem pestanejar, respondi-lhe: "estar recetiva!"

 

De tão óbvia, esta resposta até parece infantil. Mas a verdade é que dar uma de Bela Adormecida à espera do Príncipe Encantado não é uma estratégia sustentável. Primeiro, porque o príncipe encantado é cada vez mais uma espécie em vias de extinção. Segundo, porque a mulher moderna não está para depositar a sua felicidade nas mãos de um estranho (por mais azul que seja o seu sangue); até porque ela tem plena consciência de que não existe nenhuma garantia de que ele, após o beijo, não vá se transformar num sapo qualquer da vida.

 

Que o digam as mulheres vítimas de todo o tipo de violência por parte daqueles a quem confiaram o coração. 

 

Se contentar-se com o primeiro pretendente a despertar-nos do "sono amoroso" não é lá muito boa ideia, ser demasiado exigente no processo de escolha menos ainda, já que pode estar a impedir-nos de viver boas experiências. A solução passa, portanto, por não definir requisitos de forma rígida.

 

De forma consciente (ou não) todas nós procuramos a perfeição; mas quantos mais critérios estabelecemos menos compatibilidade vamos encontrar. Falo em meu nome pessoal e no de todas as demais desemparelhadas do meu círculo de amizades (reais e virtuais). 

 

Depois de uma certa idade (geralmente, depois dos 30), das duas uma: ou os padrões de exigência de uma mulher aumentam mais e mais ou diminuem mais e mais. Aumentam porque ela vai ganhando consciência do seu valor, ao ponto de não se contentar com alguém que não considere estar à sua altura. Mais do que saber o que quer de um homem e de uma relação, ela sabe, com uma exatidão alarmante, o que não quer para a sua vida. Por observação direta das outras ao seu redor, ela vai tomando consciência de que a presença de um homem na sua vida, na sua cama, na sua família e no seu círculo social só se justifica se este acrescentar valor. Se assim não for, ela prefere estar sozinha, pois sabe que consegue ser feliz solteira, mesmo que não plenamente. 

 

Do lado oposto, está a mulher que, em desespero de causa, aceita abrir mão de uma boa parte dos seus padrões de exigência só para não "ficar para tia", como se diz na gíria popular. Ou porque o relógio biológico não para de piscar, ou porque as amigas/colegas desemparelhadas vão minguando a olhos vistos, ou porque a pressão da família e da sociedade assumem proporções dantescas ou simplesmente porque não sabe nem tem interesse em estar só. Para esse tipo de mulher, qualquer um destes motivos é razão mais do que válida para abraçar uma relação, mesmo que, no fundo do seu coração, ela se sinta tão ou mais solitária do que aquela que descrevi no parágrafo anterior. 

 

Portanto, à querida seguidora ND, deixo este conselho: "Interage com eles de forma tranquila, sem pensar de antemão no que pode ou não desencadear, aproveita cada momento e cada pessoa que cruza o teu caminho. Limita as tuas expectativas e retira a pressão de ter que ter alguém só porque sim. Sê o tipo de pessoa que gostavas de ter ao teu lado. Vais ver que mais cedo ou mais tarde o amor que tanto desejas e mereces chegará. E se não chegar tens-te a ti, o teu primeiro, grande e verdadeiro amor."

 

Capice? Estamos juntas!

 

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Viva!

 

Um artigo publicado hoje no Notícias ao Minuto debruça-se sobre nove questões – apontadas por advogados de divórcio – que quem procura um relacionamento sério deve fazer logo no primeiro encontro, como forma de evitar, com a devida antecedência, um desgosto amoroso.

 

1. Qual foi a última vez que falaste com os teus parentes?

É uma forma de saber quão próximo à família é o teu pretedente. "Muitos divórcios são causados por pessoas que são demasiado próximas à família, não criando barreiras entre esta e o seu casamento", refere um dos advogados. Por outro lado, más relações familiares podem sugerir incapacidade de manter uma relação sustentável.

 

2. Acreditas no 'felizes para sempre'?

Esta pergunta é um pau de dois bicos, se é que me entendes. Se a resposta for 'não', podemos considerá-lo pouco elegível para um compromisso. Por outro lado, se a resposta for 'sim', provavelmente também não poderá ser considerado um bom candidato. Isto porque uma relação demanda compromisso e esforço e alguém que acredita que a felicidade simplesmente acontece, pode ser visto como demasiado ingénuo para ser levado a sério.

 

3. És casado?

Outra pergunta que urge ser feita, já que, segundo os advogados, "estou a divorciar-me" não é o mesmo que "estou solteiro". Meu bem, faz-te o favor de reter esta parte, que o que mais abunda por aí são caramelos que gostam de sair-se com esta conversa da treta a ver se conseguem chegar ao "finalmente" sem grande esforço.

 

4. O que mais gostas no teu trabalho?

É importante que o teu futuro companheiro goste do seu trabalho e não o veja apenas como uma obrigação. Mas alguém que vive só para o trabalho e que no futuro não se permita a momentos de ócio e lazer, como viagens, família ou saídas, com toda a certeza não deve ser o teu sonho de consumo.

 

5. Onde foste nas tuas últimas férias?

Esta é uma pergunta fachada por detrás da qual se esconde a verdadeira questão: quanto gastou nas suas últimas férias? Poupar e investir no seu tempo de lazer é algo positivo. Problemas de dinheiro são causa bastante comum para desentendimentos entre casais. Se o teu crush é responsável e sabe gerir o dinheiro, então este é um bonus a seu favor.

 

6. Qual a tua idade?

Não lhe perguntes na cara dura, mas arranja forma de lhe arrancares essa informação. Este é outro aspeto que os advogados de divórcios referem com frequência e sobre a qual muitos mentem no início das conversações. Na hora do compromisso, nunca é agradável saber que a tua love story começou com uma mentira sobre um dado tão importante como a idade.

 

7. Consideras-te um bom comunicador?

A comunicação deve ser o pilar de qualquer relação, seja ela amorosa, profissional, familiar ou social. Daí que a sua falta seja frequentemente associada a ruturas, já que afasta o casal ao ponto de não mais se conseguir reagatar a relação.

 

8. Como terminou a tua última relação?

Se a resposta se basear nos erros e defeitos da outra pessoa, revela falta de humildade, honestidade, maturidade e prudência. É importante assumirmos os nossos erros e responsabilidades e nenhuma separação é culpa de apenas uma das partes.

 

9. Se pudesses voltar atrás, o que mudarias na tua vida?

É um tema de conversa que pode ajudar a quebrar o gelo do primeiro encontro. Respostas como "viveria num país bem longe dos meus pais" não é lá muito auspiciosa, pelas razões referidas no ponto 1. "Teria investido na minha educação e ido estudar noutra cidade que me desse mais oportunidades", por exemplo, é um bom começo.

 

Escuso dizer que cada uma sabe o que é melhor para si, bem como quais as questões que lhe são realmente caras. Contudo, há coisas que, de tão óbvias, não devem ser subvalorizadas, mesmo num first date, como por exemplo o facto de ser comprometido, chorar miséria ou mostrar-se forreta.

 

Foi precisamente a pensar nisso que fiz questão de partilhar contigo este assunto, já que, após uma certa idade, mais vale pecar por excesso de zelo de que por défice de cuidado. Afinal, já não temos tempo, nem paciência e muito menos disponibilidade emocional para erros de casting. Capice?

 

Ótimo fim de semana, single mine!

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Ora viva!

 

Pela boca morre o peixe, apregoa o dito popular. E pela boca de vários homens ficou a Activa a saber quais os aspetos mais flagrantes que eles mudariam na relação.

 

Para quem está num dueto amoroso, esta é uma ótima oportunidade para revisar a matéria e correr atrás do prejuízo. Para quem está a solo, mas almeja alterar tal status amoroso-sexual, o meu conselho é que tome nota das coisas que, no parecer masculino, moem a convivência conjugal, ainda que, por si sós, não a matem.

 

1. Gostava que ela usasse lingerie mais sexy               
"E deixasse as cuecas cor de carne horríveis e de gola alta, que fazem lembrar a roupa interior da avozinha. Já lhe disse várias vezes e ela vem sempre com o argumento de que são confortáveis. Tenho mesmo de a convencer a ir comigo comprar cuecas confortáveis mas também sexy." – David, 46 anos

 
2. Quero mais beijos e abraços
"Estamos juntos há 15 anos e tenho reparado que os nossos beijos têm diminuído de intensidade e frequência. É tudo sempre uma correria. Tenho saudades do tempo dos beijos mais prolongados, dos abraços apertados, dos passeios de mãos dadas!" – Miguel, 44 anos
 
3. Detesto comparações com o ex
"Não trago a minha bagagem emocional para casa e ela também não devia. Escuso de ouvir o nome do outro quando já sei que fiz m… também. Dá para parar?" – Pedro, 29 anos
 
4. Mais sexo, por favor!
"Eu sei que o nascimento de uma criança é uma revolução num relacionamento. Já me tinham avisado que o sexo depois de ter filhos diminui bastante, mas só queria que voltasse a ser 20% de como quando éramos só os 2… um bocadinho de esforço e lá conseguiremos, vá lá." – Vasco, 35 anos
 
5. A mania que é gorda
"O 'não posso usar isto porque fico com o rabo gigante, aquilo porque me faz mais gorda'… Fica horas a experimentar roupa e nada lhe fica bem, mesmo que eu diga que fica lindamente, e não estou a mentir ou a despachar, acho mesmo. Não há paciência!" – Frederico, 28 anos
 
6. Televisão no quarto
"Odeio que a televisão esteja no quarto, já que ela adora estar a ver as séries todas até às tantas e quando desliga já está cheia de sono e sem disposição para mais nada. Dá para pôr um emoji zangado?" – Luís, 35 anos
 
7. A história é velha como o mundo mas pronto, lá vai: a sogra
"A sogra que acha que a nossa casa é uma extensão da dela, que aparece sem ser convidada, que dá palpites… A Lena também se chateia com a mãe, mas tem medo de a melindrar ao dizer algumas verdades. Já faltou mais para mudarmos a fechadura. Sim, porque ela tem a nossa chave para o caso de nos esquecermos delas em casa. Não queria que a senhora desaparecesse, só que soubesse qual é o seu verdadeiro lugar… que é em casa dela." – António, 45 anos
 
8. Tudo tem de ser feito a dois
"Na cabeça dela, um casal faz tudo junto. Eu percebo que coisas como ir às compras e arrumar a casa deve ser feito a dois, mas quando lhe apetece ir para as lojas experimentar roupa isso já não preciso de ir. Não suporto ir para centros comerciais ‘passear’, é um martírio." – Eduardo, 46 anos
 
9. Às vezes trata-me como se eu fosse um atrasado mental
"Telefona-me a dizer 'Não leves o Tomás para o parque sem casaco, lembra-te do xarope, leva água porque ele pode ter sede'. Dá para ter um bocado mais de confiança?" – Guilherme, 34 anos
 
10. A mania das mudanças
"Não é que eu seja apologista da decoração vitalícia, mas mudar as coisas de sítio a cada mês é algo que me transtorna. A nossa cama já deve ter dado mais voltas ao quarto do que a terra à volta do sol." – João, 40 anos
 
11. Detesto que combine jantares e encontros sem me perguntar
"Se tenho disponibilidade ou se eu quero ir ao cinema ver o filme x ou y. Compra os bilhetes e já está, ou reserva o restaurante mesmo sem me perguntar. Gosto que ela tenha iniciativa, mas esta mania de achar que eu concordo com tudo anda a chatear-me. Eu sei que protelo um bocado as coisas, mas alto lá..." – Jorge, 34 anos
 
12. As cenas de ciúme que me faz
"De cada vez que trabalho até tarde têm de acabar. Infelizmente acontece ocasionalmente e quando chego a casa ainda tenho de responder a um inquérito policial." – Pedro, 32 anos
 
Depois de todas essas declarações, comprometo-me a parir uma crónica expondo o nosso ponto de vista. Mas para isso vou precisar que partilhes comigo as coisas que neles te irritam quando estás emparelhada. Fico então à espera do teu contributo, que isto aqui acaba de assumir proporções dignas de uma guerra dos sexos.

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Ora viva!

 

Quando me perguntam porque não tenho um homem na minha vida, costumo responder que "mais do que saber o que quero, sei exatamente o que não quero". Homens há muitos, é certo; disponíveis para quecas furtivas, mais ainda; volta e meia, lá aparece um ou outro que queira compromisso. A questão é aquele 'mas' que persiste em fazer-se presente na hora do veredito.

 

No meu caso em particular, esta resume-se na seguinte equação: quando há conteúdo, a embalagem deixa a desejar. Quando há embalagem, o conteúdo peca por deficiência. Quando acontece a junção destas duas variáveis, das três uma: ou é comprometido, ou é promíscuo ou só quer saber de passa sabi (leia-se, divertir-se).

 

Como se não bastasse tudo isso, ainda há que ter em conta o lado sexual da coisa, a verdadeira prova dos nove, pois de pouco adianta um sujeito cheio de predicados se o seu desempenho na hora do 'vamos ver' ficar aquém das expectativas (se é que me entendes).

 

Posto isso, que tal incidir este artigo sobre as caraterísticas masculinas, invisíveis a olho nu, capazes de deixar a maioria das mulheres pelo beicinho? Por fazerem toda a diferença na hora da conquista e da sedução, passo a citar algumas delas:

 

Confiança/autoestima
Um macho alfa que se ama (e é correspondido na devida proporção), que se dá o devido valor, que se assume tal como é – sem arrogância, prepotência ou falsa modéstia – e que sabe o seu lugar no mundo é algo que a todos fascina e a mim encanta. Alguém assim emana segurança, encara os outros nos olhos, expressa riso fácil e emite um magnetismo difícil de ignorar.

 

Segurança
Saber o que se quer – da vida, do amor e do trabalho – é outro atributo que faz toda a diferença na vida de qualquer pessoa, sendo meio caminho andado para a realização plena. Um pretendente que assume as suas escolhas e convive pacificamente com as consequências das suas decisões não é coisa que abunde por aí, pelo que quando tenho a sorte de me cruzar com um destes o primeiro pensamento que me ocorre é: "eu quero!"

 

Trato social
Mais do que possuir um diploma, ter sido educado em colégio particular, possuir quatro apelidos, dominar vários idiomas ou conhecer meio mundo, é essencial ter bons modos, um diferencial que salta à vista seja em que ambiente se esteja. Um homem que nos abra a porta, puxe a cadeira, prime por um tom de voz moderado, cumprimente os outros (independentemente da sua posição social), cultive bons hábitos de higiene ou vista-se com elegância (independentemente do seu estilo pessoal), ou seja, saiba comportar-se em sociedade, não deixa ninguém indiferente, a mim muito menos. É um orgulho poder desfilar por aí com um modelo destes.

 

Gentileza
Não é à toa que se diz que gentileza gera gentileza. Há coisa mais agradável do que conviver com uma pessoa gentil, alguém que nos faça sentir que ao seu lado o mundo é um lugar bem melhor para se viver? Acho simplesmente encantador um homem que fale manso, peça por favor, saiba agradecer, mostre disponibilidade para ajudar e não se coíba de demonstrar afeto.

 

Personalidade positiva
Um homem de bem com o mundo, que opte por (tentar) ver sempre o lado positivo das coisas, é uma mais-valia na vida de qualquer mulher. Afinal quem não quer ter por perto alguém de sorriso fácil, olhar amigo, cavaqueira amena, astral elevado e vibração otimista? Eu, sem dúvida!

 

Idoneidade/sinceridade
Um detentor de caráter impoluto, que não deixe por mãos alheias os seus melhores valores morais, é uma bênção para esta sociedade repleta de pessoas tóxicas, mesquinhas e mal resolvidas. Ter na nossa vida alguém que faça da verdade o pilar da sua personalidade é algo que não tem preço e que quase todas as mortais cobiçam.

 

Boa conversação
A capacidade de se expressar e entender o que expressa o outro é uma das caraterísticas que as mulheres mais valorizam e de que mais se queixam nos parceiros. Sabes, aquele tipo de pessoa com quem falas durante horas e mesmo assim ficas com aquele gosto de "quero mais"? Na presença de um homem assim, a sensação com que se fica é que o tempo nunca é suficiente e fica sempre algo por dizer.

 

Inteligência
Mais do que a intelectual, a proficiência emocional é outra particularidade que rende muitos pontos a um potencial pretendente. Ninguém merece privar com pessoas estúpidas – cognitivamente debilitadas, como costumo dizer –, pelo simples facto de elas não terem nada de interessante a acrescentar. No caso de se tratar de um candidato à nossa vida, é a treva. É por isso que quando dou de caras com um dito cujo que saiba fazer uso das suas faculdades intelectuais e emocionais, derreto-me toda.

 

Meu bem, estes são apenas alguns dos predicados, que, na opinião desta solteira aqui, distinguem um príncipe de um sapo, recorrendo à linguagem dos contos de fada. Prometo não me fazer de rogada na próxima vez que tropeçar com um indivíduo que reúna estes atributos (ou pelo menos a maioria delas). Resta saber, aonde para ele!

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Jun17

Ora viva!

 

Hoje quero partilhar contigo estas (hilariantes) ilustrações, do designer gráfico Yehuda Adi Devir, sobre as aventuras domésticas típicas de uma vida a dois. Poderão elas justificar o porquê de muitos optarem por permancer solteiros? Quem sabe!

 

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Espero que estas imagens te tenham divirtam tanto como a mim.

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