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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

religion-3727463_1920.jpgOra viva! ✌️ 

Para começar a semana com a melhor “auspiciosidade”, dedico este post a um dos pilares do meu bem-estar emocional e, por tabela, do meu sucesso pessoal e profissional: a espiritualidade, assunto que, para gaúdio meu, começa a assumir um papel incontornável na vida de muitas pessoas, como deixou evidente o programa O eco da alma, exibido na passada quinta-feira, no canal 1 da RTP.

Sobre a espiritualidade já aqui disse quase tudo o que considero relevante, pelo que hoje vou apenas partilhar o ponto de vista dos protagonistas da citada reportagem, a qual aconselho vivamente que assistas. Além de muito elucidativa, conseguiu abordar a questão com a dose exata de objetividade e sensibilidade, deixando evidente que o bem-estar do corpo é indissociável do bem-estar da alma.

Por experiência própria, garanto-te que a felicidade - ambição primeira e última de todo ser humano - passa impreterivelmente pela espiritualidade. Quando predispus-me a questionar, em busca das respostas certas, quem sou eu, que sentido tem a minha vida, o que ando aqui a fazer, qual a minha missão nesta encarnação, se a vida é apenas isto e se existirá algo mais além, deparei-me com o (verdadeiro) caminho da felicidade. Não aquela instantânea e fugaz, mas a plena e intrínseca, que brota da alma e invade todo o ser com a sua essência.

É surpreendente a quantidade de desinformados, quase todos leais seguidores do cristinianismo, que insistem em associar a espiritualidade a espíritos (entenda-se almas penadas). Obcecados em reproduzir dogmas e doutrinas fundamentalistas, recusam-se terminantemente a ver a questão como ela de facto é: a alma existe, todos a temos e é ela que alberga a nossa essência divina, ou seja, o toque de Deus que habita em nós.

Programas como estes, ainda para mais protagonizados por figuras públicas, os melhores veículos para despertar curiosidade e conferir legitimidade e credibilidade, servem para desconstruir a panóplia de preconceitos e estereótipos à volta do tema. Termino com um sincero agradecimento à equipa do Linha da Frente, a qual, nas palavras da minha guia de luz, vem mostrar que "ainda há esperança" numa humanidade mais desperta e melhor harmonizada com a essência divina.

Que a tua semana seja leve, doce e inspirada. Aquele abraço amigo!

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13
Jan21

Eu escolho ser feliz

por Sara Sarowsky

FC9CA6AD-0257-4798-A58E-88C3BD922835.jpegOra viva! 👋

Esta semana, numa audiência improvisada com a autoridade máxima do meu trabalho, na qual fui desejar bom ano, ouvi dizer que pareço ser uma mulher feliz. A minha resposta, automática, foi: "Porque não haveria de ser feliz? Sou saudável, tenho as minhas faculdades mentais e cognitivas na máxima força, não devo nada a ninguém... Sim, sou feliz, e por isso faço todo o santo dia!" De volto, recebo um: "Há pessoas que têm tudo e não são felizes e tu não tens praticamente nada e és feliz!" De facto, não tenho muito, mas quero tanto tudo o que tenho, que só posso sentir-me orgulhosa e realizada, logo feliz.

A minha vida não é perfeita. De quem é? Tenho ainda tanto a fazer, a batalhar, a conquistar. Dou-te um exemplo: a coisa que eu mais desejo neste momento é morar sozinha. Mais do que o amor, mais do que o sucesso, mais do que tudo na vida. Estou a caminhar a passos largos para a idade do ouro e sinto que se não tomar uma providência a ela vou chegar na situação em que me encontro atualmente: a dividir casa com pitas com idade para serem minhas filhas. De residir no coração da cidade não abro eu mão, toda a minha vida emigrada passei-a aqui. Sem querer desmerecer ninguém, sei, com toda a certeza, que não seria feliz vivendo fora de Lisboa. Cresci numa casa localizada na rua mais comercial do meu país-natal, a avenida Cidade de Lisboa, pelo que estou habituada a ter tudo à mão e a deslocar-me com facilidade, sem falar que gosto do buliço cosmopolita. Tenho plena consciência de que, a não ser que acerte no euromilhões, só um milagre permitir me ia concretizar este desejo, daí ter tomado a decisão de tentar a sorte em outras paragens.

Horas depois da conversa com o presidente da minha instituição, ao refletir sobre a mesma, apercebi-me que, de facto, sou feliz; mais, que essa felicidade está longe de estar relacionada com coisas materiais (até porque essas não as tenho). Ela tem a ver com a paz de espírito que alcancei nos últimos anos. É por isso que comecei por intitular esta crónica de "Desabituei-me a estar infeliz", só que a meio da redação acabei por alterar para algo mais taxativo como "Eu escolho ser feliz".

Não penses que faço parte do clube "Irritantemente Feliz", em que os membros andam sempre com os dentes arreganhados, acham que a vida é um mar de rosas ou pensam que as pessoas são todas boazinhas... Nada disso! 
Sou daquele tipo de pessoa que, ao longo de um caminho duro, penoso mesmo, foi descobrindo o que lhe fazia bem, o que acrescentava valor à sua existência, o que a deixava em paz consigo e com o que a rodeia, o que a faz ser fiel à sua essência, o que a faz estar conectada com o divino que nela habita. É esse o tipo de pessoa que eu sou, sem prejuízo da sua situação profissional, do seu saldo bancário, da sua vida amorosa ou das suas relações familiares. Eu escolhi ser e estar feliz. Se  eu consegui conquistar esta felicidade, acredito que qualquer um também pode.

A minha vida nunca conheceu facilidades. O sofrimento, a dor, a tristeza, a desesperança e a amargura foram presenças constantes ao longo da infância e da adolescência. Até deixar o ninho, com quase 20 anos, a violência (em todas as suas valências) foi o meu pão-nosso-de-cada-dia. Mais dolorosa do que a física, é a violência psicológica, em que te ouves constantemente que não vales nada, que nunca serás alguém na vida, que ninguém te quer; esse tipo de coisas que só quem teve um parente abusivo é capaz de entender.

Apesar de sempre ter tido um espírito guerrilheiro, aquilo que ouvimos no seio da nossa própria família, vindo de quem tem a obrigação de nos amar e proteger, fica tatuado na nossa alma. É difícil esquecer, quase impossível banir da memória. Aos poucos, com o passar dos anos e a maturidade a mostrar que a vida é como é, vamos abrindo o coração, deixando esvair a dor. Só assim é possível a cura, só assim é possível uma existência mais harmoniosa, mais amorosa, mais feliz.

Eu não quero ser infeliz, então eu escolho não ser infeliz. Simples assim? Nem por isso! Esta postura exige muita persistência e uma resiliência mental brutal. Aqui entra o coaching levado a cabo pela minha guru do bem, a Isabel Soares dos Santos. A terapia espiritual por ela perpetrada ensinou-me a por a mente a trabalhar a meu favor, a favor da minha felicidade. Pela sua via, compreendi o poder do perdão, a magia de nos aceitarmos como somos, a dádiva que a vida é. Pela sua via, descobri em mim uma força que jamais imaginei possuir e uma inabalável determinação em ser feliz. Pela sua via, aceitei que sou o que sou, sem pudor, sem culpa, sem desculpa. Pela sua via, assumi que quero ser feliz, que mereço ser feliz, que preciso ser feliz.

Por hoje é tudo, voltarei na sexta. Até lá, aquele abraço amigo de sempre!

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19
Jun20

A magia do ho'oponopono

por Sara Sarowsky

model-1955513_1920.jpgViva!

Nenhum outro sabe tão bem como a sexta-feira, o dia em que a maioria dos assalariados dá por encerrada a sua semana laboral. A antevisão de dois dias de descanso integral confere-lhe aquela pitada extra de alto astral que a torna única. Ninguém melhor do que ela para permitir dar aquele belo pontapé de saída no fim de semana, período durante o qual desligamo-nos dos compromissos profissionais para dedicarmos atenção a tudo o mais que não seja trabalho.


No meu caso, como não tenho que prestar assistência familiar presencial, aproveito a pausa semanal para dedicar-me a atividades que promovam, simultaneamente, descanso, relaxamento e bem-estar (seja ele físico, emocional ou espiritual). Ultimamente, as áreas de desenvolvimento pessoal e evolução espiritual têm-se assumido como o pilar dessa tríade que acabei de mencionar. É aqui que entra o tema desta crónica: ho'oponopono e a sua magia na vida de quem a pratica.

Tive a oportunidade de descobrir esta prática de meditação que visa a reconciliação e o perdão, em 2018, quando frequentei aquele workshop de reprogramação mental, de que te dei conhecimento nos posts É chegada a hora de reprogramar a mente e Desafio-te a reprogramares a tua mente. Nessa altura, no rescaldo da sua descoberta, estava longe de ter a noção exata do seu tremendo impacto curativo na minha vida. Hoje, volvidos mais de dois anos, estou em posição de garantir que ela traz inúmeros benefícios aos seus praticantes, nos quais orgulhosamente me incluo. 

Caso não estejas por dentro da coisa, fica a saber que ho'oponopono (cuja fonética primeiro intimida para depois cativar) é um poderoso mantra capaz de restaurar a harmonia interior (e, por tabela, exterior) de qualquer pessoa. Assente numa antiga crença havaiana de que a fonte do erro está em pensamentos contaminados por memórias dolorosas ou traumas do passado, esta técnica de cura energética efetiva-se essencialmente pela vida destas quatro frases: "Sinto muito", "Perdoa-me", "Amo-te" e "Sou grato", as quais podemos repetir quantas vezes quisermos, da forma que melhores resultados gerar, consoante a nossa necessidade e conviniência.


Por estar convicta do seu inacreditável poder, e por acreditar que todos merecem a oportunidade de experienciar uma existência mais plena e abundante, desafio-te a descobrir a magia do ho'oponopono. Este sábado vou estar num workshop inteiramente dedicado a ele, conduzido por Isabel Soares dos Santos, a provedora das previsões energéticas aqui publicadas no início de cada mês. Afinal, quem melhor do que a minha guardiã de luz para me guiar nesta poderosa técnica de elevação espiritual. Junta-te a nós, e não te arrependerás! 

Que a magia do ho'oponopono esteja contigo, todos os dias da tua vida!

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03
Jul17

Previsão energética de julho

por Sara Sarowsky

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Ora viva!

 

Eis o que, no parecer da life coach Isabel Soares dos Santos, nos reserva o mês que ora se inicia:

 

Metade do ano já passou e entramos agora no segundo semestre do ano. 2017 é o ano ideal para efetuares as mudanças necessárias para te sentires melhor contigo e com os teus objetivos de vida. Para quem tem andado distraído, ainda tem 6 meses para dar passos concretos em direção à mudança.

O mês de julho surge com uma energia de enorme desgaste, de sentir que te tens esforçado para conquistar os teus objetivos, mas com uma sensação de que o sacrifício nunca mais acaba... Muito provavelmente não utilizaste a tua energia da melhor maneira nos últimos meses e vês-te agora com o peso do mundo às costas e a assumir muitas responsabilidades e culpas (muitas delas derivam apenas de excessivas expectativas). O mais provável é que estejas a assumir demasiadas responsabilidades, queres fazer tudo sozinho e não estás a querer pedir ajuda...

Para ultrapassares este mês da melhor maneira e conseguires fazer uma mudança positiva nos próximos meses, deves começar por assumir que precisas de ajuda, que não precisas de fazer tudo sozinho e que, de certeza, as pessoas certas chegarão ao teu encontro.

Procura formas de relaxar, praticar desporto, alimentar-se de forma saudável, dormir mais, meditar de forma regular ou qualquer outra coisa que te ajude a serenar.

Melhores energias virão a partir de agosto. Tem força para te libertares dos pesos excessivos. Aproveita o verão para sair mais, conviver com os amigos e até apaixonares-te... Encher o teu coração de amor vai ajudar a passar melhor este mês.

Abraço de Luz,
Isabel 💗

 

Que julho seja generoso contigo, sobretudo no que toca ao amor, e que a semana seja leve, positiva e muito feliz.

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30
Mar17

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Ora viva!

 

Não é novidade para ti que tens acompanhado a saga do Ainda Solteira que ultimamente tenho estado muito empenhada em explorar os caminhos da espiritualidade, uma inevitabilidade despoletada, em parte pela encruzilhada na qual se viu a minha vida nos últimos dois anos, em parte por uma necessidade (cada vez mais gritante) em preencher aquele vazio espiritual de que falei na crónica Serei filha de um Deus menor?.

 

Cheguei a uma altura da vida que uma voz interior questionava incessantemente se a vida seria apenas isso: existir. Com existir refiro-me a respirar, comer, dormir, trabalhar, pagar as contas, relacionar-se, e por aí fora. No meu íntimo, algo me dizia que não, que a vida era muito mais do que isso, bem mais.

 

Quando não encontrei, no plano da matéria, respostas que satisfizessem minimamente a estas questões existências, só mês restava procurá-las num outro plano, mais elevado, para lá do óbvio, para lá do senso comum, para lá do socialmente validado.

 

Foi assim que, aos poucos, comecei a formatar a minha mente para este tipo de assunto. Claro que o facto de ter trabalhado, durante nove meses, como assistente de social media de uma estrela de televisão ligada a ao universo esotérico, só me fez aceitar ainda mais que existem muito mais coisas entre o céu e a terra do que nos ensinam a acreditar, por mais que esta minha personalidade terra-terra, prática e descrente em relação ao invisível ao olhos, me pressionasse em contrário.

 

Teimei, e guiada por aquela voz interior a que nunca tinha dado muito crédito, dei por mim na minha primeira sessão de meditação. De lá para cá – já lá vão cerca de três meses – muita coisa aconteceu na minha vida. Nenhum acontecimento flagrante do ponto de vista material, admito, mas sutis mudanças interiores, desde a forma de encarar os episódios do quotidiano, até à mudança no meu modo de pensar, sentir, interagir, acreditar, viver.

 

Não preciso dizer que se trata de um processo que requer tempo, dedicação, experiência, prática, interiorização, superação e fracasso, naquela lógica de um dia de cada vez, tal qual os aditos em recuperação.

 

Para além da meditação coletiva, que pratico há 14 semanas, sem falhar uma única sessão, aventurei-me pelos labirintos da cura espiritual, que a reboque me permitiu uma regressão à vida passada. Sobre isso falarei noutra altura, pois há muito que contar: quem fui, o que ficou pendente, porque reencarnei, qual a minha missão nesta vida e como fazer para a levar a cabo.

 

O que posso adiantar é que tudo fez tanto sentido, que passei as duas noites seguintes sem consegui fechar, tamanho o impacto da revelação. Agora que é tudo tão claro, tudo o resto perde protagonismo. Agora que sei qual a minha missão nesta encarnação, é fácil identificar quais as batalhas que devo encarar, mais importante do que isso, as que nem sequer valem a esforço, já que só vão provocar um gasto desnecessário de esforços e recursos físicos, emocionais, afetivos, psicológicos e espirituais.

 

Hoje estou convicta que o caminho da felicidade plena passa por um harmonioso equilíbrio entre o corpo, a mente, o coração e a alma. Comprometido o bem-estar de um, os restantes ficam indubitavelmente comprometidos.

 

Ainda não atingi esse patamar de evolução, mas não tenho dúvidas de que lá chegarei. Estou a fazer por isso, um dia de cada vez.

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02
Mar17

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Ora viva!


Já sairam as previsões para este mês, um valioso contributo da minha guru do bem, Isabel.

 

Março vai ser um mês muito intenso para a maioria de nós. Quem tem vindo a fazer um trabalho de descoberta interior nos últimos meses, vai em Março largar todas as suas máscaras e assumir-se tal como deseja ser.

Devido à sociedade em que nos inserimos, ao tipo de educação e a tudo o que nos rodeia, vamos criando ao longo dos anos Crenças que nos limitam. Que limitam a nossa Felicidade e, acima de tudo, que limitam estarmos em contacto com a nossa verdadeira essência.

Durante este mês, apesar de ser considerado um mês com alguma tensão, deverão fazer um esforço para largar todas as ideias pre-concebidas que vos limitam e assumir quem realmente desejam ser.

Cada vez mais, vai ser difícil viver sob qualquer padrão que não seja verdadeiro, seja ele nos relacionamentos, a nível profissional ou pessoal. Por isso, está na hora de viverem e serem apenas aquilo que vos faz feliz. Mesmo que seja difícil afastarem-se de algumas situações de dor (pois estão mais habituados à dor e é mais fácil continuar nela do que encarar a mudança), devem fazer um esforço para, pelo menos, tomarem consciência da vossa realidade e de quais os padrões a abandonar.

A tomada de consciência é o primeiro passo para uma vida melhor.

Boas descobertas e desejos de um março extraordinário!

Abraço de Luz,
Isabel 💗

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