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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

A1CBA140-6F66-4232-8D70-793C20D49853.jpegOra viva! 🍀

Que tal retomarmos o assunto do post de 25 de junho, no qual dei-te conhecimento de algumas dicas para atrair coisas boas? Na altura partilhei nove delas, ficando a faltar umas quantas outras. Hoje, primeiro dia útil da última semana de julho - e já em contagem decrescente para a habitual pausa de verão - parece-me um ótimo dia para reforçar o tema, já que sorte, abundância e prosperidade nunca são demais. Vamos lá então a elas:

O dinheiro é um meio e não um fim

O dinheiro é uma energia, pelo que devemos apreciá-lo e aceitá-lo com toda a naturalidade. Com a minha guia espiritual aprendi que não há qualquer problema em gostar de dinheiro, salvaguardando o facto de que ele é que nos deve servir e não o contrário. Por isso, o meu conselho é que o encares como um meio que te permite ter acesso a coisas e experiências, e não um fim do qual podes tornar-te um escravo.

Gastar com responsabilidade
Nunca é demais lembrar que os gastos devem ser feitos com responsabilidade, ou seja, que só devemos gastar o que temos. É por isso que não tenho cartão de crédito, muito menos empréstimo bancário. Evitar gastos supérfluos e desnecessários é uma ótima estratégia para termos sempre dinheiro para o que realmente interesse e compensa. No meu caso particular, quando bate a tentação, faço a seguinte pergunta: "Precisas ou queres?" Se preciso, compro; se quero, repenso. Outra coisa que aprendi em relação ao dinheiro é que atualmente prefiro usá-lo para ter acesso a experiências (viagens, estadias e restaurantes) e não tanto a bens.

Investir em criptomoedas

Um dos negócios do presente, e mais ainda do futuro, são as moedas virtuais. Em dezembro de 2018, investi parte do meu subsídio de Natal na compra de criptomoedas, as quais renderam-me um bom lucro. Infelizmente, por falta de uma cultura financeira elucidativa, investi uma quantia modesta, para eterno arrependimento meu. Meses atrás, voltei à carga, mas o retorno está aquém da primeira aventura. Atenta estou eu a novas oportunidades, pois não tenho dúvidas de que as moedas virtuais são incontornáveis.

Menos reclamação, mais ação
Por ter sido assim em tempos idos, sinto-me perfeitamente à vontade para opinar sobre este ponto. Reclamar a torto e a direito, além de maçador para quem convive conosco, é pura perda de tempo. Pessoas que estão sempre se queixando são tóxicas e pouco propensas a procurar soluções para os seus problemas, daí que recomende que se lamente o que tiver que ser lamentado, sem ir mais além. Quando paramos de nos concentrar no que não nos corre de feição para passar a focar no que podemos fazer para melhor ou atenuar a situação, coisas boas começam a chegar até nós.

Generosidade sim
Esta é uma das mais preciosas dicas que te poderei alguma vez dar. A generosidade atrai generosidade. Com isso quero dizer que quando damos, invariavelmente, recebemos de volta. Ajudar monetariamente alguém precisado é uma das formas mais eficazes para atrair abundância para nós. Mesmo que a pessoa que ajudámos não nos retribua na mesma moeda (coisa que acontece na maioria das vezes), a vida encarrega-se de nos compensar. Lembra-te: é dando que se recebe.

Gratidão sempre
Outra postura que aprendi com a exploração da espiritualidade é que a gratidão é uma via verde para a abundância. Quando agradecemos o universo dá-nos mais motivos para tal, tornando-se num dos poucos círculos viciosos desejáveis à nossa existência. Ser grato funciona como um imã para atrair acontecimentos auspiciosos e pessoas incríveis. Quando ativei essa energia, pequenos milagres tornaram-se presença constante no meu dia a dia.

Ser rico é (também) uma questão de atitude
Pensa como um rico mas age como um pobre, ou seja, gasta somente naquilo que for realmente relevante. Isto remete para o ponto 3 deste texto, no qual chamei a atenção para gastos supérfluos, logo desnecessários. Quem gasta de forma compulsiva e em quinquilharias dificilmente conseguirá conhecer a abundância e a prosperidade, e nisso os ricos self-made têm muito para nos ensinar. Por saberem bem o quanto lhes custou chegar ao topo, eles escolhem muito bem aonde gastar o seu dinheiro, e melhor ainda, aonde investi-lo. Recomendo a leitura de livros sobre a vida de umas quantas individualidades como Tony Robbins, Benjamin Franklin, Arthur Ryan (fundador da Primark), Ingvar Kamprad (fundador da Ikea), Elon Musk (fundador da Tesla) ou Jack Ma (dono da Alibaba), só para citar os mais célebres.

Pensar positivo
Somos aquilo que pensamos, sentimos e proferimos, e isso não é uma mera frase feita. Os pensamentos têm um poder extraordinário na nossa vida, motivo pelo qual devemos escolhê-los com cuidado, e carinho. Eu sou a prova viva disso que acabei de escrever, como já tantas vezes aqui partilhei. A esta altura da minha vida só reconheço uma única ambição de que não estou certa de ser capaz de alcançar, precisamente porque (ainda) não consegui canalizar os meus pensamentos a esse favor. Com a força do pensamento positivo, lá chegarei.

Qualidade ao invés de quantidade
Para o fim deixei a seletividade, um fator decisivo no que toca à sorte, abundância e prosperidade. Com o tempo aprendi que a qualidade vale bem mais do que a quantidade, aplicando-se este mesmo princípio a qualquer esfera da nossa vida, sejam elas pessoais, amorosas ou comerciais. No que toca ao dinheiro, devemos comprar menos vezes, mas bens que duram mais tempo. Ao invés de uma dúzia de malas baratas, prefiro ter duas ou três, de qualidade superior, capazes de durar anos ou até décadas.

E assim dou por concluída a minha missão transmitir, a ti e quem mais se interessar, as minhas dicas e atitudes para atrair mais sorte, abundância e prosperidade. Conto que faças bom uso delas. Um beijo, um abraço e um até quarta!

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A1CBA140-6F66-4232-8D70-793C20D49853.jpegOra viva! 🍀 

Comecei a alinhavar este post em janeiro de 2020, no intuito de ajudar-te a atrair a energia certa para desfrutares de um ano fantástico. Esta manhã, na ronda pelos meus rascunhos, em busca de inspiração, deparei-me com ele e decidi que de hoje não passaria, já que se trata de um tema atual, logo bem-vindo em qualquer altura.

Assim, eis-me aqui a partilhar contigo a primeira leva de nove dicas que me ajudam a atrair sorte, abundância e prosperidade. Ei-las:

1. Buda atrás da porta
O Buda é mundialmente associado à sabedoria, à abundância e à prosperidade, pelo que ter uma imagem dele por perto acaba por atrair coisas boas para a nossa vida. Esta deve ser posta de costas para a porta de entrada da casa, do quarto, do escritório ou de qualquer outro cómodo para onde queremos atrair sorte.

2. Trevo na carteira
O trevo de quatro folhas é comummente associado à sorte, por isso aconselho-te a andar com uma na carteira. Na impossibilidade da folha natural, escolhe um amuleto, de preferência em metal nobre, como o ouro ou a prata. Se o fizeres, garanto-te que nunca te faltará dinheiro na carteira.

3. Peça dourada
O dourado, derivado do ouro, é a cor da riqueza, daí que ter sempre contigo uma peça nessa cor seja um chamariz para a abundância. Pode ser um relógio, uma mala, um porta-chaves, um cinto, uns brincos, uma pulseira, um fio ou até mesmo uns sapatos. O importante é teres sempre uma coisa dessa cor contigo.

4. Pin do multibanco
Outra dica infalível que aprendi com a minha guia espiritual é que o oito (8) é o número da sorte, daí que ela me tenha recomendado que alterasse o código do pin do cartão multibanco, de modo que a soma dos quatro dígitos desse um total de 8. Desde que o fiz, já lá vão mais de três anos, que a minha conta bancária teve sempre saldo positivo. Altera o teu pin e vais ver que funciona mesmo.

5. Banir palavras negativas
As palavras têm força e o universo ouvido apurado, motivo pelo qual evito a todo o custo associar à minha pessoa palavras com conotação negativa. Simplesmente deixei de pronunciar frases como "sou pobre", "estou falida", "sou azarada" e por aí fora. Em vez disso, passei a dizer "sou pouco rica", "estou descapitalizada" ou "estou sem sorte". Tenta pois eliminar do teu vocábulo palavras como pobreza, miséria, falência, azar, penúria, fracasso, burrice e afins.

6. Movimentar dinheiro
O dinheiro é uma energia, que, como todas as outras, precisa fluir. Por isso há que movimentá-lo, ou seja, fazê-lo entrar e sair. Os empresários espelham bem essa lógica quando dizem que "há que gastar dinheiro para ganhar dinheiro". Há pessoas que não gastam por nada deste mundo e depois queixam-se que a sua vida não prospera. O que não percebem é que estão a viver na energia da escassez, em que por não movimentarem o dinheiro não deixam a sua energia fluir livremente.

7. Meditação
A meditação, concretamente o ho’oponopono da abundância divina, é um autêntico imã para atrair fartura para a nossa vida. Comigo resulta na perfeição desde a primeira vez, em que bastou uma semana para conseguir o emprego dos meus sonhos. Desde essa altura que esta poderosa oração curativa continua fiel ao seu propósito de me fazer atrair coisas boas. Se a isso acrescentar o facto de que a meditação é ótima para tudo e mais alguma coisa, nada tens a perder pondo em prática esta dica.

8. Diário das finanças
Cultiva o hábito de anotares diariamente todos os teus gastos, mesmo os mais insignificantes, como os do café, por exemplo. A mim ajuda-me a ter uma maior consciência do orçamento que aloco a cada tipo de consumo, gerindo melhor o dinheiro. Faço-o sempre à noite, de modo a ter noção do quanto foi gasto nesse dia, apurando assim se excedi ou não o limite estipulado. Esta dica vai ajudar-te a ter uma noção mais concreta das tuas despesas diárias, alertando-te para gastos supérfluos.

9. Amuletos e cristais
São inúmeros os objetos que possibilitam abrir caminhos espirituais, favorecer o sucesso e atrair bonança e abastança. Em relação aos amuletos, recomendo a teres sempre contigo alguns destes: olho turco, Buda, mão de Fátima, fisga, ferradura ou trevo. Podes tê-lo no pescoço, na carteira, na mala, no porta-chaves ou até mesmo na capa do telemóvel. Quanto aos cristais, existem uns quantos que atraem coisas positivas. Aconselho a pirita (a pedra dos ganhos financeiros), o citrino (pedra da prosperidade e da riqueza), esmeralda (pedra da prosperidade divina), olho de tigre (talismã de sucesso e proteção), fluorita (pedra que fortalece o poder de atração), leopardita (pedra que atrai a boa sorte e abre caminhos) e cornalina (pedra do sucesso e força pessoal).

Ainda tenho mais nove dicas para ti, mas vou deixá-las para outra ocasião, que o texto já vai para longo. De todo modo, tens aqui conteúdo de sobra para correres atrás da sorte, da abundância e da prosperidade.

Para a semana estarei de volta com mais coisas boas para ti, até lá deixo-te com aquele abraço amigo e votos de um fantástico fim de semana. Bisou bisou!

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Viva!

Visa esta crónica complementar aquela que a precede, na qual abordei as dificuldades da comunidade desemparelhada em conseguir ofertas turísticas adequadas ao seu perfil. O meu olhar de hoje recai sobre o preço de se ser solteira em Portugal, tendo por base duas premissas: os valores das rendas e o custo de vida, duas variáveis que comprometem seriamente o quotidiano de quem suporta as contas na sua totalidade.

A invasão massiva dos turistas e dos migrantes endinheirados veio agudizar um problema que há muito ensombra a emancipação das celibatárias, relegando para segundo plano a falta de um par de calças do lado. O maior drama das single ladies neste momento é conseguir morar sozinha; que sobre adquirir casa própria nem me atrevo a pronunciar. Eu sou o exemplo vivo desta dura realidade; na casa dos 40 e ainda a dividir casa, como se uma universitária ainda fosse.

A propósito desta questão, considera o sociólogo Bernardo Coelho que "não só os salários em Portugal são dos mais baixos da Europa, como as mulheres são as mais mal pagas, com a agravante de que este é um cenário que acontece em todas as fases das suas vidas e não apenas no início da vida profissional. Além disso, o número de contratos não permanentes nas empresas incide com maior percentagem no sexo feminino. A precariedade no feminino é uma realidade".

Conscientes estamos todos de que salário baixo implica poder de compra reduzido, que, por sua vez, resulta numa margem financeira deveras limitada, numa espécie de pescada de rabo na boca. Não é à toda que os passarinhos deixam o ninho cada vez mais tarde e que muitos a ele retornam nos primeiros três anos após o voo da libertação do jugo parental. Flagrante é também a quantidade de indivíduos (sobretudo do sexo feminino) que "juntam os trapinhos" mais por uma questão prática do que propriamente sentimental, assim como aqueles que se mantêm numa relação moribunda e tóxica por motivos exclusivamente financeiros.

A continuar assim será caso para substituirmos o "quem casa quer casa" pelo "quem quer casa, casa". Afinal, de que outra maneira uma solteira assalariada conseguirá condições financeiras para ter um cantinho a que chamar seu?

Até à próxima, que o fim de semana já me veio buscar para irmos desbundar!

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Viva!

Agora que o Dia dos Namorados "defuntou" – e assim vai permanecer nos próximos 350 dias – não vejo razão para não partilhar contigo os resultados do estudo 'European Consumer Payment Report 2018', que revela que 37% dos portugueses mantém-se emparelhado pelo simples facto de não ter dinheiro para se fazer à estrada sozinho.

O ficar 'preso' a uma relação que já não é desejada é uma constatação que não me surpreende de todo, até porque quando andava na vida do engate online tive conhecimento de inúmeros casos de homens comprometidos que procuravam afeto como se solteiros fossem mas que continuavam a manter vida de casado por não terem bolso com a profundidade necessária para arcarem com os custos de se sustentarem sozinhos e ainda sustentarem as ex's com rebentos.


Reconheçamos ou não, a verdade é que os problemas financeiros influenciam sobremaneira o prazo de validade de muitas relações, demasiadas até. Isto porque "grande parte dos casais tem créditos bancários que não conseguem liquidar e em caso de separação, cada um continua a ser responsável pelas dívidas existentes. Assumir a responsabilidade pelas finanças pessoais, juntamente com a plena noção das consequências de uma dívida, são questões que têm um peso muito grande no momento da separação", esclarece Luís Salvaterra, diretor-geral da Intrum Justitia.

Outro dado curioso deste estudo é que a mesma percentagem de inquiridos assumiu que a sua situação financeira tem sido um fator crucial para o fracasso dos relacionamentos. Dito de outra forma: são duplamente infelizes; primeiro porque não têm dinheiro para deixar quem já não lhes faz feliz; segundo porque não têm dinheiro para ir atrás de quem lhes possa fazer feliz. Moral da estória: a felicidade conjugal só está ao alcance das contas bancárias mais robustas!


Quem foi mesmo que inventou aquela frase de que o dinheiro não traz felicidade? Aposto que não deveria ser nenhum dos entrevistados deste estudo, pobres almas condenadas a estarem acorrentadas a quem que já não amam, mas de quem não podem separar.

Bom fim de semana!

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