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Crónicas, contos e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Viva!

Como o Dia é dos Namorados dedico estes versos (de autor desconhecido) a todos os enamorados espalhados por este mundo fora:

Namoro
Namora
Namora sempre
Namora muito
Deixa-te namorar
Namora o mundo
Enamora-te do mundo
Namoro é plural e não faz mal
Paixão é prazer, namoro é gozo
Amor é teoria, namoro é prática
Paixão é chama, namoro é lume
Amor é alegria, namoro é festa
Paixão queima, namoro aquece
Amor é ser, namoro é estar
Paixão é entrega, namoro é partilha
Que desperdício este Dia de Namorados
Se podes namorar todos os dias
E – NA – MO – RA – TE
Enamora-te perdidamente e ama
Apaixonadamente enamorada.

Que o teu dia seja transbordante de amor, romance, beijos, abraços, mimos, prendas e gemidos de prazer!

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Ora viva!

 

Fevereiro, para além de ser o mês mais curto do ano, é o mês do amor. Conotada por muitos como uma efeméride puramente comercial, o facto é que o dia 14, exatamente a meio do mês, é uma data a que, dificilmente, se consegue ficar indiferente. Quer se vibre, quer se torça o nariz ou apenas se encolha os ombros, a verdade é que o amor está no ar.

 

É só olhar para as vitrinas das lojas, para ofertas especiais de unidades hoteleiras, companhias aéreas, restaurantes, aplicações/sites românticos, canais televisivos. Anúncios, em todo o lado, a topo o tipo de artigos que possam dar aquele toque de romantismo e luxúria é outro lembrete de que São Valentim já se fez à estrada.

 

Noto que, por esta altura, há um aumento exponencial do nível de ansiedade/desânimo de muitos desemparelhados, em contrarrelógio para arranjar companhia para esse dia. A par das festividades do Natal, penso que é a época do ano que mais fustiga os corações celibatários.

 

Como já levo muitos anos de solteirice nas costas, a data já não me afeta particularmente, nem para o bem, nem para o mal. É apenas um dia, em (quase) tudo semelhante aos restantes 364 do ano, salvaguardando o facto de que nesse dia evito circular por áreas como cinemas, centros comerciais, restaurantes, locais de eleição dos emparelhados. É tanto sentimento que abunda neste sítios, que uma solteira carente como eu é bem capaz de sair de lá grávida de gémeos.

 

Porque nós os solteiros também merecemos uma noite de festa, alegria, animação e, quem sabe, algum calor humano (aí vai depender da estrela da sorte de cada um), é cada vez maior o leque de opções à disposição de quem se recusa a ficar em casa, carpindo as mágoas por um amor que não se faz presente na sua vida.

 

Por experiência própria (e alheia), sei que uma boa parte das gajas ilha-se em casa, debaixo de manta/cobertor, a consolar-se com calorias, filmes lamechas, suspirando a cada post romântico que lhe chega às retinas. O dia, seja ele qual for, é aquilo que dele fazemos.

 

No ano passado, por esta altura, partilhei contigo uma série de programas que a cidade das sete colinas amorosamente elaborou para os singles. É minha intenção, replicar a fórmula, mas até ter material suficiente, toma nota do seguinte. Convoco todos os Ainda Solteiros para um encontro, no próximo dia 14, a partir das 19h30, no Evolution Hotel, em Lisboa. Será uma excelente oportunidade para nos conhecermos e quem sabe desfrutar de uma bela noite de convívio e diversão, portanto nem adianta vir com desculpas.

 

À semelhança do ano passado, este espaço volta a promover uma festa para os solteiros. Como se não bastasse oferecerem a nós solteiros um evento à maneira, a organização promete muita música, animação, companhia, entre outras coisas. Tudo pela módica quantia de zero euros. Que mais poderia desejar um solteiro nesse dia?

 

A resposta a essa pergunta não tenho, mas tenho a certeza que esta solteira aqui vai marcar presença neste evento, assim mais quatro singles ladies, que já alinharam. Alinhas? Se sim, é só dar-me conhecimento ou simplesmente aparecer.

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A propósito do 14 de fevereiro - apologistas ou não, o facto é que dificilmente consegue-se ficar indiferente à data -, deixo-te com este artigo sobre os desafios por que todas nós mulheres passamos quando procuramos o amor depois dos trinta.

 

Solteira, divorciada ou mal casada, a verdade é que nunca ouvi falar de mulher que não queira ser amada. Aliás de ninguém. Afinal quem não quer?

 

O facto é que, à medida que a idade vai galgando terreno, mais difícil parece ser conseguir um namorado de jeito (sim, porque namorados arranja-se num ápice, agora de jeito...). Não só porque, mais do que sabermos o que queremos, é termos a exata noção do que não queremos - o nível de exigência aumenta exponencialmente com a maturidade e com a autorrealização pessoal, profissional, social e sexual - mas também por estes novos motivos que o site Your Tango nos fez o favor de elencar:


1. Começa-se a sentir o chamamento da maternidade

A maior parte das fêmeas - não é o meu caso, pois eu como mãe sou uma excelente tia - quando chega aos 30 sem filhos, começa a sentir uma certa pressão para engravidar, uma vez que é mais difícil à medida que o tempo vai passando. Outra das questões que stressa muito as mulheres nesta altura é o facto de se questionarem sobre a escolha do parceiro e se esta é a pessoa ideal para encarnar o papel de pai.

 

2. É mais difícil arranjar namorado quando se tem filhos

Se já é difícil sem filhos, quando se os tem então... Lá no meu ginásio tem uma PT com quem costumo ter conversas de gajas e ela diz-me que não consegue arranjar um homem para algo mais que affairs porque, nas palavras dela: "lá em casa somos cinco: eu, os meus quatro filhos e o gato". Ou seja, o homem que a quiser terá que assumir também toda a bagagem dela. Com isso quero dizer que, se já é difícil para muitas mulheres namorar a partir dos 30, quando se tem filhos o caso muda mesmo de figura. Isto acontece porque para muitos homens namorar alguém com crianças requer outra responsabilidade, tornando a relação sério demasiado rápido. Vá-se lá saber porque é que é muito mais fácil para uma mulher aceitar que o seu namorado tenha filhos do que o contrário.

 

3. Alguns homens preferem mulheres mais novas

Uma das razões pelas quais muitos homens evitam namorar com mulheres mais velhas deve-se ao facto destas já não estarem associadas à ideia de fertilidade e não conseguirem engravidar com tanta facilidade. O mais curioso é que isto nem sempre é assim tão linear e para além disso o esperma também vai enfraquecendo à medida que os homens envelhecem.

 

4. Já não se aguenta mais ouvir: "Então quando é que te casas?"

Para muitas mulheres é extremamente desagradável namorar de forma descontraída e casual quando toda a gente só lhe fala em casamento. Se a palavra 'matrimónio' não faz parte do teu futuro próximo, diz o que sentes à tua família e amigos e fica o assunto resolvido de vez.

 

5. Explicar over and over again porque se divorciou ou porque se está sozinha

Para muitas mulheres descasadas o processo de divórcio já é difícil o suficiente de ultrapassar, quanto mais ter que explicar vezes sem conta a 'futuros pretendentes' o porquê do fim do seu casamento. No caso das que nunca se casaram, é frustrante ter que explicar porque, não obstante todos os teus predicados e soft skills, nunca embarcaste em algo mais sério. Alguns homens não conseguem mesmo disfarçar o quão estranho lhes soa esse facto. Ou seja, deve haver algo de errado contigo.

 

6. Há certos homens que simplesmente não cresceram

Namorar durante os 30 pode ser uma vivência horrível e traumatizante para muitas mulheres. Um dos cenários possíveis é dar de cara com diversos 'eternos solteirões' ou os 'meninos da mamã' que se recusam a crescer ou pura e simplesmente são incapazes de o fazer. A verdade é que o facto do companheiro ser mais velho não é garante nenhum de que este seja mais maduro ou tenha maior propensão para assumir um compromisso sério.

 

7. Às vezes os homens também ficam impacientes para ter filhos

Quando se consegue arranjar um homem para uma relação estável com a mesma idade que a nossa, o mais provável é que ele esteja desejoso para casar e constituir família. O que pode ser uma coisa boa se ambos estiverem em sintonia. Mas prepara-te que nem tudo são rosas, já que alguns trazem bagagem, como ex-mulheres e companhia.

 

8. Muito homens estão traumatizados

Esta questão não foi abordada pelo Your Tango, mas incluo-o, pois faz todo o sentido. Com base na minha experiência, real e virtual, existem bons exemplares masculinos, perfeitamente elegíveis para algo mais que um caso, mas que simplesmente não dão o próximo passo numa relação por medo de sofrer. Ou porque foram traídos, ou porque tiveram uma vida conjugal infernal, ou porque ainda nutrem sentimentos pela ex, ou porque não estão preparados para voltar a partilhar a vida novamente, ou porque isto ou porque aquilo. Foi o que me aconteceu com o meu último ex. O que mais dói, é que um belo dia, como num passe de mágica, passa-lhes o trauma e embarcam numa relação séria... com outra, que bem pode ser a ex ou uma nova conquista. E tu, que estiveste este tempo todo a consolá-lo e a ajudá-lo a resgatar a dignidade e a sanidade emocional, és dispensada com um: "És uma pessoa muito especial e nunca hei de esquecer tudo o que fizeste por mim!". Jurei para nunca mais. Se está traumatizado que procure um psicanalista ou vá para o diabo que o carregue.

 

9. Marcar encontros através da Internet pode ser um desastre

Namoros online têm muito que se lhe diga e nessa matéria já levo muitos anos de estrada. Independentemente da idade, esta opção implica (quase) sempre riscos. Quantas e quantas vezes levei eu com gajos com perfis falsos, especialista em inverdades ou meias verdades, que ocultam fatos importantes sobre a sua vida, com o único intuito de conseguir sexo rápido e gratuito. Nestas coisas de amores virtuais é um tiro no escuro saber se estamos a cair numa emboscada ou diante do nosso príncipe encantado.

 

10. Há sempre playboys à solta

Jovens, maduros ou até mesmo seniores, há espécimes que só querem saber de engates de uma noite (o tão em voga one night stand). Se te deparares com um exemplar desses, o melhor a fazer é dar meia volta e ires à tua vida. Escusado será dizer que daí dificilmente levarás algo mais que uma queca, por melhor que esta seja.

 

Verdade seja dita, assim como há homens complicados e inassumíveis (essa acabo de inventar), também há mulheres assim. Eu assumo-me como uma dessas, ainda que em versão light. Independentemente disso, caso faças mesmo questão de ter uma relação séria, o importante é não desistir só porque encontraste alguns caramelos desses pelo caminho. Acreditar sempre e jamais se contentar com pouco é o mantra da coisa.

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