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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

10
Jan22

Liberta a deusa que há em ti

por Sara Sarowsky

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Viva! ✨

A crónica de hoje é assinada pela Clara Roc, bestie a quem praticamente intimei a enviar-me um texto a falar de algo que acabara de me confidenciar num dos incontáveis áudios que partilhamos todas as semanas. Dado que a minha inspiração anda amuada, não tenho qualquer escrúpulo em socorrer-me da criatividade alheia, pois o importante é continuar a proporcionar-te conteúdos interessantes e pertinentes. Espero que gostes!

Sabes aquela sensação que um bebé tem depois de ouvir os humanos a falarem vezes e vezes sem conta, a apontarem para os objetos com os olhos bem abertos e a dizerem qualquer coisa que parece ser importante, aquela sensação de que talvez devas aprender alguma coisa que parece ser vital, como a fala? Pois, às tantas não sabem porque os bebés não têm essa consciência. E é exatamente aí que começa a minha percepção de divindade.  

Simplesmente sinto que, muito inconscientemente, estou de coração aberto a cada segundo do meu dia. Parece que cada frase que me dizem, cada tarefa que executo, cada passo que dou, são importantes e que eu estou tão consciente disso que de repente estou constantemente a repetir para mim “ah, então é isso! Isto está a mostrar-me aquilo. Não me posso esquecer que a vida é assim e assado!”. Sou uma esponja que absorve cada segundo de vida como se de água se tratasse. 

Esta atenção inconsciente faz com que tudo me pareça mais leve e luminoso. Faz com que sinta uma alegria pacificadora com o facto de estar a viver e a crescer. Gente, estou a crescer a cada segundo e estou ver isso de olhos bem abertos! Percebam que isto não é um esforço. Simplesmente acontece, como ao bebé.  

De repente sou uma deusa. De repente tornei-me uma máquina de adquirir conhecimentos de vida.  Noto que sempre que estou perante situações que me abalam, aquelas que sempre nos deixam menos confortáveis, inicialmente ajo como sempre, fico realmente triste, nervosa, com medo, mas logo me apercebo que sei coisas sobre a vida. Ah eu sei coisas sobre a vida! E aí, a divindade. E aí, a serenidade. E aí, tudo o é que é mau passa num ápice e o que é bom é desfrutado com requinte. 

Já sentiste isto? Já te apercebeste como é bom viver? Não sei se sou deusa ou se estou a amdurecer. 

Bom resto de dia e até quarta meu bem!

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