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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

Compet~encias Digitais na Construção 061.JPG

Viva!
 
Que pensamento te ocorreu no momento em que leste o título deste post? Aposto que algum relacionado com sexo, mais precisamente fantasias. Acertei? De facto, o título, cuja escolha não foi por acaso, dá azo a essa interpretação. O que um escritor não faz para captar a atenção do leitor…
 
Retomando o nosso assunto, tenho a dizer que um estudo sobre o comportamento sexual dos norte-americanos, baseada numa amostra de mais de dois mil indivíduos de ambos os sexos, permitiu chegar a uma conclusão inesperada, e por isso mesmo, surpreendente: na intimidade, tanto eles como elas desejam beijos apaixonados e carinhos acima de qualquer outra coisa. Por esta não esperavas, confessa!
 
Por incrível que possa parecer, a maioria dos participantes admitiu que apenas procurava afeto sólido e romance. "Contrariamente aos estereótipos, os comportamentos mais apelativos, até para os homens, são românticos e afetuosos. Isso inclui beijos com mais frequência, carinhos e dizer coisas doces/românticas durante o sexo, bem como tornar o quarto mais romântico na preparação para o sexo", esclarece uma das líderes deste estudo publicado na revista científica PLOS One.
 
Na posse destes dados, os investigadores aconselham os casais a falarem mais abertamente sobre os seus desejos e interesses sexuais, já que, juntos, podem descobrir novas formas de serem românticos ou sexuais um com o outro, aumentando tanto a sua satisfação sexual como a felicidade no relacionamento.
 
Mesmo não me identificando em nada com a realidade da sociedade na qual se baseou (abro aqui um parêntesis para dizer que acho os norte-americanos marrados da cabeça e que depois que elegeram o Trampa essa perceção acentuou-se ainda mais), não posso deixar de reconhecer o mérito deste estudo. Deixou claro que, não obstante a superficialidade e descartabilidade que andam a contaminar sem dó nem piedade os relacionamentos amorosos nos dias de hoje, os sentimentos continuam a prevalecer sobre as emoções; ou seja, o coração ainda fala mais alto que a libido.
 
A necessidade que nós humanos, criaturas sociais por excelência, temos de nos sentir amados, desejados, apreciados e valorizados parece estar a roubar pontos ao seu primitivo e eterno adversário: a satisfação das necessidades sexuais. Esta batalha parece ganha, agora é esperar para ver se a guerra também.

Aquele abraço amigo de até breve!

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