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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

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Ora viva! ✌️

Há muito que ouvimos dizer - ainda que à boca pequena - que os homens com grandes máquinas automobilísticas são, por norma, anatomicamente prejudicados. O que parecia ser intriga da oposição, afinal são indivíduos sujeitos à inveja e à cobiça alheia, tem o seu fundo de verdade. E está aí a dona ciência que não me deixa mentir.

Num artigo do passado dia 20 de janeiro, dá o Notícias ao Minuto conta de que, de facto e de direito, os homens que optam por adquirir carros possantes fazem-no como forma de compensação por serem portadores de um órgão sexual de tamanho inferior. Como fundamentação, cita o jornal online um estudo realizado pela University College London (UCL), que visa precisamente comprovar se faz sentido o cliché de que quem conduz um carro desportivo veloz e potente é pouco abonado.

Reportaram os investigadores do departamento de psicologia daquela conceituada universidade do Reino Unido que os participantes - 200 homens, entre os 18 e os 74 anos - foram divididos em dois grupos: um recebeu a indicação de que, em média, o pénis mede 18 centímetros (cm), enquanto o outro julgava que a medida ideal seriam 10 cm. "Os que acreditavam ter um pénis abaixo da média" foram os que mais demonstraram desejo em adquirir um automóvel rápido e potente (91%).

Para estes cientistas britânicos, a explicação é simples: estes homens tentam compensar com um carro mais potente o facto de terem um pénis com uns centímetros "abaixo da média", sobretudo quanto mais velho for o homem em causa. Por outro lado, quem acreditou que o pénis dito 'normal' mede 10 cm mostrou menos vontade de ter um carro desportivo. 

Solteira minha, economiza no entusiasmo da próxima vez que te abeirares de um gajo que conduza um carrão. Isso se a tua praia for levar com um mangalho 2.0. Se não for esse o caso, capricha aí na sedução, que as chances de seres bem-sucedida são consideráveis, já que a virilidade dele se mede por cavalos e não por centímetros. Capice?

Beijo 💋em ti e até amanhã, quando trarei um novo episódio do podcast Ainda Solteiros, inteiramente dedicado às sugar mommies, o tema best reader de sempre do blog. By!

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07
Mai21

30D78869-20C1-4823-8926-D73235D1E82D.jpegOra viva! ✌️ 

O regresso a Lisboa, e a consequente remota à normalidade, após quatro semanas na terra da morabeza, vai levar o seu tempo, está-se mesmo a ver. Ainda meio zombie, sem saber bem por onde começar, entre a enormidade de tarefas que demandam seguimento, conto com alguma paciência da tua parte no que toca à curiosidade acerca das novidades que trouxe na bagagem. Enquanto organizo as prioridades, proponho para hoje um artigo sobre o motivo por detrás da nossa tendência em seguir a opinião dos outros.

Ser a ovelha rebelde - aquela que (na maioria das vezes) segue o seu próprio trilho, ainda que isso a obrigue a afastar-se do rebanho - não é pera doce. Tanto assim é que nem todos lhe conseguem vestir a pele. Por saber o quão exigente é pensar pela própria cabeça, mais ainda assumir esse livre pensar, esta crónica cumpre o dever de partilhar contigo um estudo que indica que o ser humano está de certo modo predestinado a seguir a opinião alheia.

Porque seguimos a opinião dos outros? Pelo simples motivo de querermos evitar conflitos no futuro. Um estudo levado a cabo por uma equipa de neurocientistas da Universidade HSE, na Rússia, detetou que o ato de se opor à opinião geral emite um sinal de alerta no cérebro, deixando resquícios que permanecem por um longo período de tempo. Assim, os investigadores consideram que, a curto prazo, a anuência com o grupo no qual estamos integrados desperta zonas do cérebro responsáveis pela sensação de prazer. Ao invés, em casos de discordância, são emitidos sinais de 'erro'. 

"O cérebro absorve a opinião dos outros como uma esponja e ajusta suas funções à opinião do seu grupo social", considera Aleksei Gorin, coautor do estudo. Para Vasily Klucharev, igualmente coautora, "vivemos em grupos sociais e ajustamos automaticamente as nossas opiniões às da maioria, e a opinião dos nossos colegas pode mudar a maneira como o nosso cérebro processa informações por um tempo relativamente longo".

Quem nunca se sentiu pressionado a concordar com a opinião da maioria que atire o primeiro comentário. Claro está que é preciso coragem para desafiar o pensamento coletivo e determinação para manter essa posição; daí que seja de extrema importância rodearmo-nos das pessoas certas, aquelas que partilham dos mesmos valores e perspetivas de vida. Só assim conseguimos aligeirar o fardo que é pensar pela própria cabeça.

Despeço-me com aquele abraço de sempre e a promessa de voltar na segunda-feira para outro papo amigo. Até lá, desejo-te um fim de semana acarinhado pelo sol e abençoado pela felicidade.

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22
Fev21

Porque temos um 'tipo'?

por Sara Sarowsky

black-and-white-2564387_1920.jpgOra viva! ✌️ 

Porque temos tendência a envolver-nos com o mesmo 'tipo' de pessoa, já te perguntaste? Eu já, daí que tenha ido em busca de uma resposta cabível. Para surpresa minha descobri que o motivo para que os nossos exs tenham caraterísticas semelhantes nada tem a ver com a noção de que temos um 'tipo', mas sim com uma questão de circunstâncias.

Pelo menos é o que garante um estudo conjunto das universidades da Califórnia, Texas e Utah, com base na análise de mais de mil casais heterossexuais. "Em princípio, os indivíduos poderiam formar relações românticas com um número vasto de pessoas. Contudo, apenas conhecem ou estão em contacto com um subconjunto dos seus pares - um subconjunto que historicamente foi circunscrito a partir de um contexto demográfico local específico", esclarecem os autores da investigação, originalmente publicada no Journal of Personality and Social Psychology, em março de 2017.

Essencialmente, acabamos por namorar sistematicamente parceiros com atributos e aspetos semelhantes, porque estes são os 'tipos' de pessoas que nos rodeiam - na escola, no trabalho ou em casa - e não porque estamos subconscientemente à procura deles. Quanto às semelhanças físicas das pessoas pelas quais sentimos atração, isso terá a ver com a nossa própria atratividade, uma vez que sentimo-nos atraídos por pessoas semelhantes a nós próprios e procuramos por esses predicados em cada novo parceiro.

Uma retrospetiva da minha vida amorosa é prova viva de que a probabilidade de termos antigos parceiros românticos com caraterísticas (físicas, religiosas, académicas e intelectuais) semelhantes é bastante comum. A não ser que resolvamos aventurar por mares nunca dantes navegados, a tendência de envolvimento com o mesmo tipo de pessoa será uma constante. Quanto a isso, os encontros online podem acrescentar alguma diversidade às nossas opções. Um dos autores do estudo, Paul Eastwick, considera que "com as plataformas de namoro online os indivíduos têm uma oportunidade de fazer uma escolha ativa acerca das pessoas que vão conhecer. Porém, a não ser que estejam numa fase experimental, o mais certo é que acabem num encontro com o mesmo 'tipo' de pessoa". 

Dá que pensar, não dá? Aquele abraço amigo de sempre!

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