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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

couple-g6ef5324fa_1920.jpgOra viva! 🫶

Como te disse no início da semana, estes dias tenho estado a fazer  trabalho presencial, um extra para repor as finanças após a escapadela a Peñíscola, motivo pelo qual o tempo e a inspiração andam condicionados.

Como tal, para o post de hoje tive que ir às catacumbas dos meus arquivos pessoais para descobrir um tema que fosse interessante q.b., e ao mesmo tempo tivesse aquela leveza que tão bem cai à sexta-feira. Assim, acabei por descobrir um antigo estudo que explica, por a+b, porque os casais que são realmente felizes não expõem a sua vida nas redes sociais.

Um estudo datado de 2014 e publicado no Personality and Social Psychology Bulletin deixou claro que os casais felizes não expõem os seus relacionamentos na rede e que os que gostam de dar detalhes da sua vida a dois são os mais inseguros. As razões pelas quais não o fazem prendem-se com o facto de não sentirem necessidade de chamarem a atenção para a sua felicidade. Provavelmente, por saberem que a inveja anda sempre à espreita.

Preciso dizer que estes casais, ao invés de estarem na internet a fazer declarações de amor e a postar fotos juntos, procuram passar tempo de qualidade um com o outro?

De acordo com os testes realizados no âmbito do citado estudo, pessoas ansiosas postam mais no Facebook, já que dependem da visão dos outros para avaliar a sua relação amorosa. Pessoas assim buscam a aprovação nas redes sociais como forma de sentirem que o relacionamento é sólido e real. Expor a vida a dois é igualmente uma forma delas provarem a si mesmas que estão  numa relação feliz.

Numa época em que (quase) tudo é exposto nas redes sociais, a ideia com que se fica é que o que não foi postado não pode ser provado que realmente aconteceu. Nada mais desfasado da realidade. O que realmente importa acontece na vida real, ou seja, fora do virtual.

A mim, por exemplo, já alertaram para o facto de não revelar muito sobre a minha vida privada nas redes sociais. Volta e meia, lá vou partilhando um ou outro evento, mas porque sinto feeling para tal, não porque sinto que tenho que o fazer para provar seja o que for a quem quer que seja. Capice? 😉

Aproveito o embalo para dar-te conhecimento de sete regras na vida dos casais felizes:
1. Não precisam provar nada a ninguém,
2. Não procuram a aprovação dos outros,
3. Não precisam de validação externa,
4. Não discutem online para todos tomarem conhecimento,
5. Não vivem momentos para serem publicados,
6. Vivem momentos para serem desfrutados e recordados,
7. Fazem declarações ao vivo.

O que importa aqui realçar é que o sentimento que o casal nutre deve ser mais importante que a necessidade de gritar a sua felicidade aos quatro ventos. Casais felizes fazem declarações de amor ao vivo, aproveitam cada momento, fazem planos, sem nenhuma precisão de postar essas coisas na internet para que outras pessoas vejam. Estão tão satisfeitos vivendo o seu amor que dispensam likes, comentários e visualizações.

Beijo em ti 💋 e até para a semana!

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22
Jun22

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Ora viva! ✌️ 

Falar do comportamento humano face ao amor é como falar do mar, ou seja, é um assunto que nunca se esgota e que sempre tem algo mais a ser descoberto ou acrescentado. Como tal, para hoje proponho falarmos sobre o que devemos ter em comum com um potencial parceiro para que a relação dê certo.

De acordo com um artigo do Psychology Today, assinado por Mark Tavares, a honestidade-humildade, a emotividade, a extroversão, a agradabilidade, a conscienciosidade e a abertura à experiência são os seis traços de personalidade que levam as pessoas em relações longas a acreditar que são semelhantes ao parceiro.

Contudo, um novo estudo publicado na revista científica Journal of Research in Personality, atesta que a primeira - honestidade-humildade - e a última - abertura à experiência - são aqueles que mais pesam na identificação mútua entre o casal. Ou seja, ser honesto, leal e sincero, em vez de ser soberbo, hipócrita e pretencioso, e ser curioso, criativo e intelectual, em vez de desprovido de imaginação, superficial e convencional, são os dois pontos em comum que fazem com que um relacionamento romântico consiga prosperar e perdurar.

Segundo o especialista, "isto pode acontecer porque estes traços são o reflexo de valores pessoais como a igualdade ou liberdade". Segundo esta solteira aqui, isto pode (realmente) acontecer porque quando se é honesto e humilde, a relação tem tudo para dar certo e quem está aberto à experiência de amar e deixar-se amar está preparado para dar o melhor de si, para comprometer-se, para fazer o outro feliz.

Por hoje é tudo, estarei de volta na sexta para mais um papo amigo. Até lá, beijo em ti 💋 e votos de um dia feliz!

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08
Jun22

As cinco linguagens do amor

por Sara Sarowsky

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Ora viva! ✌️

Buenas! Hoje quero falar contigo sobre as linguagens do amor. Sim, o amor fala e quem quer ser bem-sucedido na arte da conquista e da sedução deve dominar com desenvoltura o seu idioma, mais não seja para deixar bem claro como gosta de tratar os outros, e, sobretudo, de como gosta de ser tratado.

De acordo com Gary Chapman, autor do best-seller The 5 Love Languages, todos nós temos uma linguagem de amor primária e outra secundária. Como tal, é importante que as conheçamos bem, não só para estarmos familiarizados com as nossas necessidades, mas também para podermos responder adequadamente às necessidades daqueles que amamos.

Para este pastor e conselheiro são estas as cinco linguagens do amor:

1. Presentes
Podem ser cartas de amor, flores ou até mesmo chocolates. O importante é que tenha valor (que pode perfeitamente ser sentimental e não material), tanto para quem dá como para quem recebe. A constatação de que aqueles que amamos despenderam dinheiro e/ou tempo para escolher algo para nós faz com que nos sintamos valorizados, estimados, amados.

2. Toque Físico
Abraçar, beijar, acariciar, sexar é outra linguagem do amor. Para as pessoas que apreciam toques físicos constantes trata-se de demonstrações de afeto espontâneas e inequívocas, que as faz sentirem-se amadas, ao mesmo tempo que lhes permite expressarem o seu afeto.

3. Afirmação verbal
Esta linguagem envolve uma comunicação verbal afirmativa, positiva, apreciativa. As palavras positivas têm o poder de fazer com que as pessoas se sintam mais valorizadas, confiantes e amadas. Ou seja, elas tratam de confirmar o amor interno de uma forma externa.

4. Atos de serviço
Ser atencioso com alguém é outra forma de se expressar amor. Quer se trate de fazer as limpezas, cozinhar, dar boleia ou fazer um recado, através destes gestos, uma pessoa sente ou demonstra que gosta da outra, que gosta de cuidar dela, que gosta de agradá-la.

5. Tempo de qualidade
Nesta linguagem tudo se resume ao tempo dedicado à pessoa amada, com toda a atenção completamente virada para ela. Diz respeito a ouvir e compreender a cara-metade, sem deixar que distrações atrapalhem esse momento. Durante esse tempo só a pessoa que está ao lado importa.

Uma vez dado o recado, vou tratar da minha vidinha, que o tempo é pouco e os afazeres mais do que muitos. Como vem aí fim de semana prolongado (esta sexta-feira e a próxima segunda-feira são feriados em Lisboa), só voltarás a saber de mim daqui a uma semana. Eu também sou filha de Deus 😉 e quero aproveitar estes dias para descomprimir e festejar os santos populares sem maiores responsabilidades.

Beijo em ti! 💋

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30
Mar22

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Ora viva! ✌️ 

Conhecer um gajo de jeito está tão desafiante, mas tão desafiante que nenhuma ajuda é demasiada. Pelo contrário, qualquer dica amiga afigura-se como uma vela que ilumina a esperança de que o fim do túnel se avizinha. Sabendo disso melhor do que ninguém, hoje trago uma mão cheia de segredos para encontrares o par dos teus sonhos. Que dos meus, rendi-me às evidências, se é que me entendes.

Segundo consta, existem segredos para se acertar em cheio na escolha do parceiro ideal. Pelo menos é o que atesta uma publicação da Activa desta terça-feira, 29 de março, a qual garante que "além de variáveis como a idade, religião, cultura, hobbies, atitudes e crenças, a compatibilidade tem mais que se lhe diga".

Oh se tem! Tanto tem que os psicólogos Karin Sternberg e Robert J. Sternberg, em declarações à revista Psychology Today, apontam estas cinco coisas que deves ter em mente enquanto procuras o parceiro ideal:

1. Identifica a tua 'história de amor' ideal e aquela que tens com o teu parceiro.

2. Relacionamentos felizes envolvem histórias de amor coincidentes. Fala com o teu parceiro para tentares perceber se as tuas expectativas são compatíveis com as dele.

3. Entende o que realmente queres de um relacionamento, incluindo paixão, intimidade e compromisso.

4. Muitas vezes, as pessoas não têm noção de como o parceiro se sente verdadeiramente. Assim sendo, faz perguntas.

5. O relacionamento tem de responder tanto às tuas necessidades como às do teu parceiro - e não às de quem está à vossa volta.

Pertinentes estes tópicos, contudo, totalmente desfasados da realidade de quem (ainda) não encontrou a sua cara-metade. Enfim... como este diário não é exclusivo à comunidade celibatária, conto que esta crónica seja de utilidade prática para os que já se emparelharam.

Beijo no ombro e até sexta, que uma aula de pilates me aguarda!

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couple-1779066_1920.jpgOra viva! ✌️ 

Porque existe vida para lá da solteirice, e porque convém lembrar que nem todos os meus leitores/seguidores são desemparelhados, hoje proponho falarmos de fatores que contribuem para que um relacionamento seja saudável, logo desejável. 

De acordo com o psicólogo Dr. Gary W. Lewandowski Jr., "embora resolver problemas seja uma forma de melhorar uma relação a longo prazo, é igualmente importante refletir sobre as boas qualidades de um parceiro e os aspetos positivos da relação". Num artigo para o Psychology Today, este perito em relações amorosas revela os principais pontos fortes de um relacionamento, que muitas vezes passam despercebidos, mas que devem ser trabalhados, em nome de uma relação feliz.


Meu bem, caso estejas numa relação ou em vias de estar, toma nota dos 10 alicerces de uma parceria amorosa que tendem a ser subestimados.

1. Podem ser genuínos
Cada um mostra o 'verdadeiro eu', sem ter medo de ser julgado.

2. São melhores amigos
Em muitos sentidos, o parceiro é o melhor amigo e vice-versa.

3. Sentem-se confortáveis e próximos
Não existem muros emocionais entre o casal, o qual aprendeu a confiar e a ter intimidade emocional, tornando os parceiros ainda mais próximos.

4. São mais parecidos do que diferentes
É claro que existem diferenças, mas, além desses pequenos contrastes, são parecidos em muitos aspetos.

5. Sentem que são uma equipa
Usar muito as palavras "nós" e "nosso" mostra que há um forte sentido de proximidade cognitiva, ou identidade compartilhada, no relacionamento.

6. A tua cara-metade torna-te uma pessoa melhor
Juntos, procuram experiências novas e interessantes que contribuam para um sentimento de autodesenvolvimento.

7. Partilham o poder
Geralmente, partilham a tomada de decisões, o poder e a influência no relacionamento.

8. São bons um para o outro
Estudos sugerem que, quando os parceiros têm personalidades agradáveis e emocionalmente estáveis, tendem a estar mais satisfeitos com a relação.

9. Existe confiança mútua
Ou seja, há a certeza de que a outra pessoa tem sempre os nossos melhores interesses em mente e estará ao nosso lado quando precisarmos dela.

10. Não têm problemas sérios
Não existem sinais de alerta como, por exemplo, desrespeito, infidelidades, ciúmes e violência (física e emocional).

Agora que já te pus a par das boas práticas amorosas, vou deixar-te, que muito trabalho tenho eu pela frente. Conta comigo na quarta para mais uma crónica amiga. Até lá, fica com aquele abraço de sempre!

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handshake-3382503_960_720.jpgViva!

Quão distante parece estar aquele tempo em que se angariavam pretendentes – e se colecionavam admiradores – na escola, na praia, na discoteca ou numa esquina qualquer da vida. Nos dias que correm, a dificuldade, para não dizer impossibilidade, de conhecer alguém fora do universo virtual é claustrofóbico. E pelo que tenho visto, lido e ouvido, este é um mal transversal a todas as faixas etárias, com especial incidência nos "enta".

 
Académicos das universidades do Novo México e de Stanford vêm precisamente confirmar a realidade acima descrita. Um estudo por eles levado a cabo, envolvendo 3.510 casais heterossexuais, apurou que, atualmente, as pessoas conhecem-se cada vez mais online e cada vez menos no dia-a-dia. A partir da análise de dados de 2017, estes académicos chegaram à conclusão que 39% da amostra se conheceu pela primeira vez no ciberespaço. Em contrapartida, o número de casais que se conheceu pelos métodos tradicionais baixou. Uma constatação de que, em matéria de relacionamento amoroso, o virtual está a superar o real; pelo menos num primeiro momento.
 
A título de curiosidade, em 1995, apenas 2% dos casais conheceu-se pela internet; em 2000 a percentagem passou para 5%; em 2010 o valor quadruplicou, atingindo os 20%; e em 2017 chegou aos 39%. O mais provável é que, às portas de 2020, estes valores já estejam perto dos 50%.
 
De acordo com este estudo divulgado há coisa de um mês, apesar de ainda não ter sido publicado, o contacto inicial entre casais é maioritariamente feito pela internet ou pelo telemóvel. Quatro razões parecem estar na base desta crescente tendência: uma maior variedade de pessoas à disposição, um sítio livre onde as preferências e atividades podem ser expressas sem o julgamento da família ou dos amigos, uma informação atualizada sobre quem está disponível e a promessa de compatibilidade por parte de aplicações.
 
De um modo ou de outro, o online está cada vez mais presente na vida de (quase) todos nós. Portanto, o amor, como parte essencial da nossa existência, não poderia manter-se alheio a essa realidade. Aspetos como falta de tempo, apetência patológica para a praticidade e o comodismo, inexperiência e/ou inaptidão na arte da conquista, receio da rejeição, medo da acusação de assédio sexual e facilidade no acesso às apps de engate fazem com que cada vez mais corações solitários tentem a sorte no amor através da internet. Daí que seja perfeitamente compreensível o porquê do online estar a roubar espaço, e protagonismo, aos tradicionais métodos de engate.
 
Single mine, por hoje é tudo. Conto regressar na quarta com mais um post sobre um assunto digno de aqui ser abordado. Até lá fique bem e cuide desse coração, que (solitário ou não) a ti cabe o dever de preservar.

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30
Dez15

Amar uma mulher

por Sara Sarowsky

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Catei este testemunho, assinado pelo punho de um macho (resta saber se alfa ou beta), na página Alma Gêmea. Espero que te toque tanto quanto me tocou a mim.

 

Amar uma mulher

Muitos falam, muitos tentam, mas realmente poucos homens sabem amar verdadeiramente uma mulher. Dizer que elas são lindas, maravilhosas, perfeitas, amorosas, guerreiras e tantos outros adjetivos até representam um gesto de amor, mas ainda não é amor.

 

Amar verdadeiramente uma mulher não tem a ver com flores e chocolate, mas sim com palavras e atos. São nas palavras sinceras e nos atos verdadeiros que o amor existe na sua forma mais singela. Uma mulher nasce mulher, já nós homens precisamos caminhar, e muito, para nos tornarmos homens de facto. Se tivermos a ajuda delas, o processo é bem mais fácil e agradável.

 

Amar é algo bem mais simples, mas de tamanha simplicidade que poucos conseguem fazê-lo. Amar verdadeiramente uma mulher vai muito além dos traços físicos, dos elogios, do cheiro dos perfumes, dos saltos altos e de qualquer detalhe externo. E daí se ela possui imperfeições na pele, no rosto, se possui estrias ou celulite? Todas elas possuem, e são estas 'imperfeições' que as tornam perfeitas aos nossos olhos. Bobagem, não devemos ligar para isso e nem deixar que elas próprias liguem. Elas são lindas.

 

As mulheres entendem o amor de uma forma bem diferente da nossa, para não falar do modo certo. Não diga apenas que a ama, demonstre. Não dê apenas flores, mostre que ela é o jardim da sua vida. Uma simples mensagem com 'eu te amo' ou uma visita surpresa no final da tarde já são gestos de amor mais do que suficientes, elas entendem assim, acredite. Dê aquele abraço quando ela menos esperar, beije-a na testa, pegue na sua mão no momento mais tenso do filme, dê-lhe um abraço de boas-vindas e a melhor de todas: pergunte-a como foi seu dia. Elas vão entender.

 

Elas não querem muito, só querem alguém que esteja do lado delas quando elas precisarem ou não. Mostre que você está presente, diga a ela que não importa o que aconteça, você vai estar. Não precisa de muito para fazê-las sorrir, apenas da boa honestidade e uma grande dose de carinho. Elas vão entender. As mulheres não são complicadas, nós homens é que nos achamos os onipotentes que precisam mandar em tudo. Mandamos em nada. Elas é que comandam, que decidem, elas é que merecem toda nossa atenção e adoração.

 

Amar é simples!

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