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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Viva!

 

Diz o Buzzfeed que a maioria de nós faz coisas pouco higiénicas todos os dias. Coisas, que de tão banais, algumas essenciais até, podem comprometer a nossa saúde e o nosso bem-estar sem que nos apercebamos sequer. Através do vídeo How Dirty Are You?, o site retrata alguns desses hábitos.

 

Sem nem ousar por em causa as evidências científicas do conteúdo do vídeo, tomo a liberdade de refutar (ou não) cada um deles, com a dose de humor que a situação exige, obviamente! Vejamos:

 

1. Andar em casa com os sapatos que usámos na rua (o que estava na rua passa para dentro de casa)

Concordo; tanto assim é que há muito que os meus sapatos entram e saem da minha casa via mãos e não pés. Tenho no hall de entrada uma sapateira onde coloco aqueles pares que uso com mais frequência. Para as visitas que se recusam a colaborar, pretendo comprar aqueles chinelos brancos (iguais aos que se usam nos spa's) ou aquelas luvas de plásticos só que para os pés.

 

2. Usar o teclado do computador (muitas bactérias gostam de fazer deste a sua casa)
Sobre isso nem me vou pronunciar, já que a solução passaria por usar luvas, tipo 12 horas por dia. Como não sou, nem pretendo ser, um clone do Michael Jackson, passemos ao próximo item.

 

3. Passar o dia na cama (os lençóis ficam cheios de células mortas)
A não ser que células resolvam dar uma de alma penada, não vejo razão para alarme. Afinal, se elas estão mortas, que mal nos poderão fazer?

 

4. Usar uma tábua de cozinha (acumulam 200 vezes mais bactérias fecais do que uma casa de banho)
Já que os alimentos não se cortam sozinhos, deveremos passar a cortá-los na banheira?

 

5. Usar toalhas (a sujidade e as bactérias ficam agarradas ao tecido)
Ainda bem que assim é. Antes elas infestadas de germes do que o meu amado corpinho danone.

 

6. Levar o telemóvel para a casa de banho (Pois…)
Pode até fazer mal, mas que sabe bem lá isso sabe.

 

 7. Usar uma escova de dentes (estes objetos acumulam bactérias fecais)
Ai sim? E devo lavar os dentes com palitos? Francamente, os sítios onde essas parasitas se lembram de infiltrar.

 

8. Usar uma esponja (as bactérias e os fungos adoram-na)
Os pratos também, daí que a solução passa por ver quem é mais resistente, se a esponja ou se os vermezinhos.

 

9. Usar a maçaneta da porta (raramente as lavamos, certo?)
Se elas existem por algum motivo é...

 

10. Dar um aperto de mão (não sabemos por onde andaram as mãos da pessoa)
Um dos motivos porque não ambiciono entrar para a política. Nos casos em que é (praticamente) impossível evitar, o jeito é apertar, passar desinfetante ou ir a correr para os lavados mais próximos. Ou então invocar a Nossa Senhora da Imunidade, a padroeira do sistema imunitário.

 

11. Mexer em dinheiro (o papel do dinheiro acumula cerca de 3000 bactérias)
Por mim, pode até acumular zilhões delas, que continuarei a querer tê-lo nas mãos, na carteira, na conta bancária, debaixo do colchão, nas ilhas Caimão. Percebeste a ideia, certo?

 

12. Partilhar headphones (passa-se sujidade e bactérias dos outros para os nossos ouvidos)
A sério que há quem faça isso?

 

13. Beijar o animal de estimação (óbvio…)
Desse mal não morrerei nem que vá viver para um zoo.

 

E tu, single mine, depois do que acabaste de ler sentes que a tua saúde corre perigo ou nem por isso?

 

Até à próxima!

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Viva!

 

Que a atividade física é uma prática associada ao bem-estar está o mundo cansado de saber. Abro aqui um parêntesis para uma definição genérica do conceito: por atividade física entende-se toda a movimentação produzida pela musculatura esquelética com gasto expandido de energia.

 

Ora, sabemos nós que 'sexar' mexe com uma infinidade de músculos, sem falar que exige um esforço físico que pode ser intenso, moderado ou brando, dependendo da inspiração (e do gosto dos praticantes pela coisa, obviamente!). Mas será que isso é suficiente para que o sexo possa ser considerado um exercício físico digno desse nome?  É isso que vamos ver ao longo desta crónica.

 

Malgrada a panóplia de dados empíricos existentes sobre os benefícios do sexo na saúde (diminuição do stress, reforço da autoestima e da imunidade, promoção do sono e da longevidade, combate a várias doenças, atenuação da dor, só para citar as mais impactantes), há um aspeto que ainda não é consensual: uma sessão de sexo equivale a uma sessão de exercício físico? Por outras palavras: pinocar é o mesmo que exercitar?

 

Sobre isso, investigadores canadenses chegaram à conclusão que o sexo é uma "atividade física moderada", equivalente a uma partida de ténis a pares ou uma caminhada cume acima. Quando compararam os efeitos do ato sexual com os de exercícios físicos, eles constataram que, em termos de gasto de energia, em 'sessões' sexuais entre dez e 57 minutos (preliminares incluídos), os homens homens gastam cerca de quatro calorias por minuto, ao passo que as mulheres dispendem apenas metade desse valor. Só para teres uma ideia, os valores para uma corrida na passadeira (considerado exercício físico de alta intensidade) são de 8,5 e 8,4, respetivamente.

 

Em suma, 'sexar' três vezes por semana, numa média de meia hora, é suficiente para quem apenas deseja manter a (boa) forma física. No caso dos que querem bem mais do que isso, a melhor estratégia continua a ser o ginásio ou exercícios físicos de alta intensidade. Cá para mim, a fórmula ideal resulta da combinação dos dois: sexo + exercício. Afinal, quando nos exercitamos, além de um melhor aspeto, ficamos com mais fôlego e motivação para 'sexar'.

 

E aí, single mine, que me tens a dizer sobre tudo isso?

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Ora viva!

 

O meu tempo nesta sexta-feira estará mais concorrido que o CR7 numa covfefe: de manhã vou estar lá pelas bandas da Betinholândia (leia-se Cascais), num forum de alto nível, e à tarde no Bazar Diplomático, a explorar as mil e uma maravilhas do mundo.

 

Daí que escreva de véspera, não só para não faltar ao nosso rendez-vous, mas sobretudo para te dar conhecimento das conclusões do mais recente estudo sobre relações amorosas que está a dar que falar – não só por deitar por terra velhos dogmas, como por deixar os polícias do estado civil alheio cada vez mais espartilhados.

 

Escreveu o The Telegraph que uma pesquisa levada a cabo pela Mintel no Reino Unido apurou que 61% das mulheres solteiras está feliz com o seu estado civil, em comparação com 49% dos homens. Ao que se conseguiu apurar, as inquiridas sentem-se tão confortáveis com essa situação que ¾ não procurou ativamente, durante o último ano, um relacionamento, em comparação com 65% dos homens solteiros.

 

A esta altura da leitura já deves estar a pensar que as minas de sua majestade não querem saber de gajos. No way, my dear! Simplesmente sentem-se bem sozinhas. Analisando por faixa etária, entre os 45 e os 65 anos, 32% das descípulas de Vénus afirma estar bem sozinha, enquanto apenas 19% reconhece o mesmo.

 

Ilações dos autores desta pesquisa
Genericamente, quando solteiras elas são mais felizes que eles na mesma condição. Isto porque são mais abertas e melhores a socializar, envolvendo-se em mais atividades; são mais propensas a ter uma rede de amigos próximos a quem podem recorrer em caso de necessidade; realizam mais tarefas domésticas que o parceiro e gastam mais tempo e dinheiro para manter uma boa aparência quando estão numa relação.

 

Ilações da autora desta crónica

Ponto 1: Quanto mais maduras as mulheres, mais seguras e realizadas se sentem e menos suscetíveis tornam-se à opinião alheia. Por saberem exatamente o que querem e o que lhes faz feliz, não estão para aturar um macho qualquer da vida só porque sim.

Ponto 2: O estigma em relação às mulheres solteiras está (finalmente) a minguar. Já não são vistas como rejeitadas para passarem a ser percecionadas como pessoas independentes e satisfeitas consigo próprias, que não têm de ter uma relação se não o quiserem.

Ponto 3: Provavelmente, a maioria destas mulheres já foi esposa e mãe/avó, ou seja, já "cumpriram" o papel que delas se esperava. Sendo assim, já não sofrem tanta pressão e cobrança para arranjarem um companheiro.

Ponto 4: Muitos homens ainda cultivam aquela mentalidade jurássica de que espécies femininas acima de uma certa faixa etária são como artigos fora do prazo de validade, isto é, impróprias para consumo.

Ponto 5: O que realmente importa é estar feliz (com ou sem par). O resto é conversa para encher a chouriça.

 

Aquele abraço amigo e desejos de bom fim de semana.

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Ora viva!

 

Já aqui partilhei que, de há uns meses para cá, tenho praticado jejum semanal, em que, durante 24 horas, ingiro apenas substâncias líquidas: água, água de côco, chás e infusões. Por ser o dia inteiramente dedicado à minha pessoa (faço spa caseiro, durmo mais horas, não saio de casa, não realizo qualquer afazer doméstico, não escrevo e não me conecto com o mundo digital), o domingo ficou instituído como Dia D (Dia de Detox).

 

Uma coisa é passar o dia no sofá – a dormir, a ver tv, a ler ou a jogar – de estômago vazio. Outra bem diferente é estar na rua à mercê das tentações gastronómicas ou na companhia de terceiros que não cultivam tal hábito. Daí que, nem sempre consiga manter-me absolutamente fiel a esta prática. À parte isso, sempre que me é possível no primeiro dia da semana faço uma desintoxicação ao meu organismo.

 

E não penses que o que me move é a perda de peso, até porque não tenho o que perder. Move-me querer um estilo de vida mais saudável, logo mais sustentável. Pelo que tenho apreendido das informações que vou recolhendo em palestras, artigos e relatos, estar algum tempo sem receber alimentação sólida faz com que o organismo humano encete um reset dos seus órgãos.

 

No meu caso, o efeito mais imediato é a redução do perímetro abdominal. O meu ventre é satisfatoriamente plano, mas às segundas-feiras – the day-after jejum – ele costuma atingir valores dignos da minha adolescência. Igualmente notório é o facto da face ficar com uma melhor aparência (tenho pele oleosa com tendência acneíca) e os intentinos assumirem cidadania britânica, ou seja, funcionarem com uma pontualidade irrepreensível.

 

Por mais que recomende tal procedimento, longe de mim querer impô-lo aos outros. Contudo, não posso deixar de reparar que quando falo disso a maioria das pessoas reage como se eu tivesse sido acometida de uma privação momentânea de sensatez. A esses e a todos os outros que ainda não detêm muita informação sobre o assunto, deixo aqui o parecer de uma especialista brasileira em metabolismo humano.

 

"Jejuar é uma prática milenar e as suas motivações passam pela purificação espiritual, pelo emagrecimento e pela autodisciplina. Com o aumento de reportagens acerca do tema e do número de celebridades que aprovaram a dieta, houve um retorno dessa prática. Apesar de parecer moda, esta dieta é bem mais séria do que se imagina. O novo jejum intermitente é um tipo de jejum programado que surge com o intuito de melhorar a saúde e não a estética. Pode ser definido pela privação parcial ou total de alimentos em intervalos", considera Flaviane Calônego.

 

Esta especialista explica ainda que a vantagem é fazer com que a pessoa encare melhor a reeducação alimentar. "Segundo investigadores americanos do National Institute of Health e da University of Southern Califórnia, esse jejum promove ainda uma maior longevidade, pois reprograma o metabolismo, bem como as suas vias de resistência. Os seus reais benefícios à saúde são a maior oxidação ou queima de gordura, a diminuição de colesterol mau (LDL), a redução dos níveis de insulina, a redução do stress oxidativo, a melhoria da mobilidade intestinal, a diminuição da frequência cardíaca e pressão arterial e a redução de apetite e desejos por doces. Além disso, a dieta atrasa o envelhecimento e previne doenças como a obesidade", completa.

 

Diferente do que muitos acreditam, o jejum intermitente não causa anorexia nem perda de massa muscular, isto, claro, quando bem orientado. Esta dieta pode, pelo contrário, aumentar o nível de massa magra do corpo, melhorando a composição corporal, uma vez que eleva a produção de hormonas de crescimento (gH). Porém, nem todos os organismos se adaptam bem a este regime alimentar, pelo que se recomende acompanhamento profissional.

 

Penso que está tudo dito, pelo que me despeço com aquele abraço amigo e votos de uma vida mais saudável, seja qual for a(s) prática(s) que adotes.

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Ora viva!

 

Início da semana, início do mês, início do outono...
Mudanças várias se avizinham no horizonte: os dias ensolarados a tempo inteiro começarão a minguar; o calor, as roupas leves, a humidade zero, o bronze, as sentadas na esplanada, os fins de tarde languidos, a boa disposição – que só muita vitamina D pode proporcionar – e tudo o mais que associamos ao verão daqui a umas semanitas não passarão de saudosas lembranças. Tirando um dia aqui e outro acolá, daqui a pouco, chuva, vestuário grosso, dias sombrios, ventos gelados e noites longas fazer se ão convidados do nosso quotidiano.

 

Início da semana, início do mês, início de uma nova estação do ano...
Já que fatais serão essas mudanças, queres uma ocasião melhor para uma injeção de life coach, como quem diz, uma chamada à razão no que toca a boas práticas existenciais? A esse respeito, o site Inc escreve que sete lições de vida devem ser assimiladas antes que seja tarde demais.

 

Porque eu acredito (piamente) que nunca é tarde para se aprender e que para melhor muda-se sempre, esta crónica nada mais é do que o meu olhar pessoal e transmissível sobre essas lições, que passo a citar:

 

1. Mais riscos, menos zona de conforto

A vida é demasiado curta para passá-la o tempo todo na nossa zona de conforto. Por mais que jogar pelo seguro seja bom (e tantas vezes, necessário), é fora dela que a magia acontece. Com isso quero dizer que arriscar, ousar, assumir riscos, ou seja, sair da zona de conforto, pode ser o impulso que te falta para uma vida melhor e mais realizada.

 

3. Mais saúde, menos desleixo 

Hábitos que cultivamos na juventudade vão, indubitavelmente, repercurtir-se na idosidade. Desse estigma, ninguém está imune. Tanto assim é que, para evitarmos ter que lidar com problemas de saúde mais sérios que os típicos da idade avançada, o melhor a fazer é investir desde já num estilo de vida consciente, isto é, saudável e sustentável.

 

3. Mais significado, menos frivolidade

A beleza da vida passa, essencialmente, pelas relações que estabelecemos com os outros e pelas memórias que sobre elas construímos. Por isso mesmo, devemos investir mais em pessoas e menos em coisas. Mais tempo para socializar e menos desculpa é a palavra de ordem.

 

4. Mais conteúdo, menos embalagem

Bens materiais não nos tornam mais felizes, a não ser que saibamos dar-lhe um rumo certeiro. Apesar de me assumir como uma materialista de primeira, tenho que reconhecer que conduzir um topo de gama, usar sapatos caríssimos ou seguir o último grito da moda não é, por si só, garantia de felicidade. Concordas comigo, não concordas?

 

5. Mais presença, menos ausência
Temos que arranjar tempo para os outros (amigos, amores e familiares), pois são eles que dão sentido e alento à nossa existência. Já que não sabemos quando os poderemos perder, devemos aproveitar ao máximo para desfrutar da sua companhia.

 

6. Mais vida, menos existência

A vida é uma dádiva divina, e talvez, por isso mesmo, tão frágil e fora do nosso controlo. Já que ela pode esfumar-se a qualquer instante, pois para morrer basta estar vivo, há que valorizar cada momento como se fosse o primeiro e o último.

 

7. Mais gratidão, menos cobrança

É possível que nunca cheguemos a ter a exata noção do quanto os nossos progenitores se sacrificaram por nós. Mas nem por isso devemos deixar de valorizá-los, agradecendo a benção que é poder tê-los nas nossas vidas. Liga aos teus pais e agradece. Agora!

 

Início da semana, início do mês, início do outono...
Despeço-me com esta afirmação de Pedro Santos Guerreiro, atual diretor do Expresso, retirada do artigo Cinquenta formas de deixar o seu amor: "Viver cada dia ingénuos como se fosse o primeiro e desprendido como de fosse o último!"

 

Boa semana, ótimo mês e uma excelente estação...

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06
Jul17

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Ora viva!

 

Talvez porque eles andam aí aos magotes, porque nos cercam por todos ou porque a nossa sanidade é um bem precioso, hoje quero falar-te de certas criaturas que deambulam pelas redes sociais, mas que pouco ou nada contribuem para o nosso bem estar psíquico e emocional.

 

Pessoas tóxicas há em toda a parte, é facto. Se por vezes é difícil fintá-las na vida real, o virtual oferece-nos uma margem de manobra bem maior quando se trata de aturar quem não nos faz bem; aqueles que com as suas manias, "bocas" ou dramas devemos manter à distância de um 'unlike'.

 

A propósito do dia mundial das redes sociais, assinalado no passado dia 30 de junho, este assunto veio à baila pelos carateres do Huffington Post, que listou alguns perfis, aos quais tomei a liberdade de acrescentar outros tantos, de amigos virtuais que devem ser banidos da nossa vida online, pelas razões acima mencionadas.

 

Porque não mereces levar com conteúdos tóxicos, potenciadores de algum tipo de desconforto, fica a conhecer melhor o tipo de pessoa por detrás de publicações assim:

 

O politiqueiro
Opiniões políticas todos temos, pelo que não há nada de errado em partilhá-las com os nossos. Agora levar com aquele amigo que metralha constantemente o nosso feed com politiquices, que tem sempre um comentário anti governo para tudo (tal qual líder da oposição), ninguém merece. E tu, menos ainda. A solução? ‘Desamigá-lo’ ou deixar de seguir as suas publicações.

 

O pessimista
Dias maus e momentos de tristeza fazem parte da vida, mas não é chorando as mágoas na rede que elas se vão resolver. É deveras estressante, de cada vez que se acede ao mural, dar de cara com frases deprimentes, imagens negativas ou emojis choramingas. Amigos assim não valem a pena fazerem parte da nossa vida, até porque está provado que tristeza e stress são emoções altamente contagiosas. 

 

O ex-quelque chose
Cuscar a vida do ex, seja ele teu ou de alguém que te é próximo, além de uma grande perda de tempo, representa um enorme desgaste emocional. Por maior que seja a curiosidade, de pouco te vale estar a par da vida de quem optou por deixar o teu convívio. Portanto, para teu próprio bem, o melhor mesmo é eliminar essa pessoa e seguires em frente com a tua vida.

 

O perfeito
É altamente frustrante seguir aquele amigo que parece ser a personificação da felicidade: férias de sonhos, beleza estonteante, roupas trendy, namorado gostoso, relação amorosa perfeita, amigos giros, ótimo emprego e por aí adiante. Passo muito bem sem eles, pois não preciso que me lembrem o quanto a vida pode ser mãe para uns e madrasta para outros.

 

O carente
É aquele tipo de amigo que faz tudo para chamar a atenção, cujo propósito primeiro e último é despertar compaixão alheia. Publicações como "O pior dia da minha vida…", "A sentir-se triste…" ou "Porque me acontece isso se eu não faço mal a ninguém..." são frequentes no seu mural. Haja paciência! Agora diz-me lá se há lugar para alguém assim na tua vida online.

 

O caça-likes
É o Indiana Jones da rede, que se mete nas mais variadas acrobacias para conseguir um 'Gosto' nas suas publicações. São incapazes de dar um peido (não sou o Salvador, mas também tenho direito ao meu momento P) sem que dar conhecimento à rede. Este tipo de amigo cansa-me, pelo que não penso duas vezes na hora de ocultar as suas notificações.

 

O humanitário
Outra espécie que não faz falta no meu grupo de amigos. Abraçar boas causas, através da partilha de conteúdos humanitários, é algo louvável e que nos mostra que ainda há quem se importe com os outros e queira fazer deste mundo um lugar melhor. Mas passar a vida a partilhar conteúdos sobre catástrofes humanitárias, injustiças sociais, pessoas desaparecidas, animais abandonados, doentes terminais ou correntes de solidariedade já é demais. Não preciso que me estejam a lembrar o tempo todo das desgraças alheias, que para isso basta-me ver tv, ler o CM ou ouvir as trumpshits.

 

O maldoso
Essa espécie tem sempre um reparo a fazer em relação a publicações alheias, que faz tudo para desvalorizar tudo e todos. Para ele nenhuma publicação, foto, música ou vídeo é merecedor de um elogio na íntegra. Se comentários como "Bela foto, pena que…", "Já lá estive, mas não achei grande coisa…" ou "Prefiro a versão b…" te soam a familiar, não te acanhes e espeta-lhe com um cartão vermelho. A tua autoestima há-de agradecer-te, garanto.

 

Depois do que acabaste de ler, talvez seja hora de fazeres uma autoanálise a fim de confirmares se o teu perfil não se enquadra em nenhuma destas descrições. Nunca se sabe…

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Ora viva!

 
A crónica desta sexta-feira resulta de uma partilha da EA, amiga que se fez seguidora deste cronicário e que todos os dias me inspira com a sua forma de ser e estar na vida. A ela associo palavras como positividade, alto astral, realização e sucesso, todas elas presentes nas alíneas que se seguem.
 
1. Aceitar a própria individualidade
Há quem seja bom de conta, quem tenha talento para a culinária, quem faça do humor a sua melhor referência, quem consiga inspirar multidões, quem toque o coração dos outros com a sua escrita (eu, eu, eu!)... Precisamente por sermos todos diferentes, portadores de caraterísticas distintas, um dos primeiros passos para a felicidade é a aceitação da própria individualidade. Sentirmo-nos bem connosco é essencial na interação com o mundo que nos rodeia e uma caraterística pessoal que salta logo à vista.
 
2. Dormir oito horas por dia
Dormir é fundamental para o ser humano, pelo que quando não o fazemos corretamente estamos, não só a por em perigo o bem-estar do nosso organismo, como a induzir a nossa pele a um envelhecimento precoce. Isto porque, é durante o sono que o corpo recarrega as baterias gastas ao longo do dia e restaura as funções vitais: as células regeneram, as toxinas eliminadas e os órgãos ativados para executarem as funções que lhes cabem.
 
3. Não duvidar da própria capacidade
Se existe algo capaz de detonar uma ideia ou um objetivo, mesmo antes da sua concretização, esta coisa é o medo. O facto de duvidarmos de nós faz com que acabemos por sabotar as oportunidades de sucesso. Em momentos assim, ativo alguns destes mecanismos mentais: insegurança faz parte da vida; todo sucesso implica risco; não há glória sem sofrimento; visualizo a minha pessoa no cenário que quero conquistar; elaboro planos b e c (just in case).
 
4. Fazer-se uma marca de sucesso
Acredites ou não, pensar em mim como uma Apple, uma Audi ou uma Zara da vida ajuda-me a exercer uma melhor gestão da minha vida. Devido à minha atividade profissional, esta é uma estratégia com a qual me sinto perfeitamente à vontade. É por isso que primo pela excelência em tudo que faço, tal qual uma marca bem-sucedida: invisto forte e feio nos meus pontos fortes; tento melhorar, na medida do possível, os fracos; rentabilizo as oportunidades e mantenho-me, sempre que puder, longe das ameaças.
 
5. Não se comparar com os outros
Neste quesito, há que reconhecer que peco muito, demasiado até. Para mal dos meus pecados, tenho uma tendência doentia para me comparar com os outros. E o pior é que no fim sinto que fico sempre aquém das conquistas delas. É algo no qual tenho estado a trabalhar, até porque toda vez que isso me acontece a sensação de fracasso que me acomete é deveras desmoralizante. Se te revês nessa minha descrição, lembra-te que nos outros só vemos a conquista e não o caminho, muitas vezes pouco ortodoxo, que eles tiveram que percorrer para lá chegar.
 
6. Limpar a pele todas as noites
Cartão de visita por excelência e o mais atualizado boletim de saúde, a pele é o nosso instrumento de interação com o que nos rodeia. Além de ser com base nela que os outros constroem a imagem que têm de nós, é garantidamente a primeira coisa que vemos sempre que nos olhamos ao espelho. É por isso que uma pele bonita e saudável é fundamental, como referido em vários artigos ao longo deste blog. Limpá-la todas as noites é o primeiro passo.
 
7. Equilibrar vida pessoal e profissional
A coabitação pacífica entre estes dois aspetos é a chave do sucesso para uma existência feliz. Com isso quero dizer que há que saber definir muito bem a linha que separa o trabalho do lazer: na presença de uma a outra deve fazer-se ausente. Simples assim! Não aceder a contas de e-mail institucional, não atender chamadas profissionais, não levar tarefas para casa, não pensar no que está pendente são apenas alguns exemplos do que fazer para não permitir que a vida profissional não se imiscua na privada.
 
8. Aceitar a beleza natural
É facto que, nos dias que correm, o que não faltam são opções para se mudar, corrigir ou atenuar aquilo que não se aprecia no corpo. O que importa aqui frisar é que nenhuma delas, por mais eficaz que seja, é capaz de resolver o problema que existe dentro de nós. A autoestima é algo que não se compra, mas que se trabalha (arduamente). Aceitar o nosso corpo tal como ele é, encontrando beleza nas suas particularidades, e investir no que pode ser melhorado são os meus conselhos para aqueles que se debatem com essa questão.
 
9. Usar protetor solar sempre
Neste ponto, os especialistas da pele são unânimes: usar protetor solar todos os dias, faça chuva ou faça sol, seja verão ou inverno. Este é o mais importante de todos os cremes, pois é o único capaz de prevenir o envelhecimento cutâneo, assim como o cancro e as manchas. Já não tens desculpa para não aplicá-lo diariamente, quer seja no rosto, no pescoço, no peito e também nas mãos, e várias vezes ao longo do dia, já que a sua eficácia vai-se perdendo com o passar das horas.
 
10. Investir mais experiências e menos em coisas
Viajar é das melhores coisas da vida e das que mais ajuda a cimentar a personalidade e experiência de vida. Desenvolve o caráter, desperta a solidariedade, aumenta a cultura geral, abre a mente, quebra barreiras culturais, aproxima pessoas e desperta admiração alheia. Por (ainda) não ter tido possibilidades financeiras para tal, fascinam-me pessoas viajadas, a meu ver, infinitamente mais interessantes do que aqueles que preferem investir em bagagem material (casa, carro, joias ou dinheiro no banco), ao invés de sair por aí explorando o mundo.

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Ora viva!

 

Por mais que tudo e todos nos tentem convencer de que estar emparelhado é melhor do que não estar, o facto é que estar solteiro tem tantas ou até mais vantagens do que estar comprometido. O que se passa é que muitos solteiros, sobretudo as mulheres, que parecem desconhecer (ou fazem questão de ignorar) como tirar partido da sua situação amorosa.

 

A estas pessoas, dedico a crónica de hoje na esperança de que esta possa ajudá-las a se concentrarem no lado B (leia-se bom) da solteirice. Volto a frisar que não sou contra relações – pelo contrário –, apenas tento focar-me no lado positivo das coisas, sejam elas relações ou acontecimentos.

 

Esclarecido este ponto, eis algumas vantagens de se estar solteira. Abro aqui um parêntesis para dizer que me dirijo espeficiamente ao género feminino por ser aquele que acusa ressentir-se mais desta realidade.

» Não tens de tomar decisões em função de outra pessoa.

» Tudo começa e acaba em ti. Há coisa melhor do que sermos o centro da nossa atenção?

» O teu tempo livre e o teu dinheiro são para uso exclusivo, já que não tens que partilhá-los com mais ninguém.

» Ficas com mais tempo para te dedicares à carreira e ao que mais te apetecer.

» Desfrutas de uma paz de espírito fenomenal, já que não tens que lidar com o medo de perder alguém ou de ser traído, cenas de ciúmes, zangas, amuos, etc, etc.

» Não tens que vestir a farda de agente KGB. Com isso quero dizer que não tens que estar alerta em relação aonde ele vai, com quem está, com quem partilha fotografias. O mesmo se aplica a telefonemas, mensagens ou amizades (especialmente nas redes sociais).

» És dona e senhora do teu nariz, não tendo que dar satisfações a ninguém.

» Podes viajar quando, quanto, para onde e com quem quiseres.

» Não tens que manter a depilação em dia se não quiseres.

» És leve, livre e solta, ou seja, podes sair, flertar e curtir com quem quiseres.

» A tua vida sexual pode ser à la carte, ou seja, só comes quem queres, quando queres, em que quantidade queres e da forma como te apetecer.

» Tens mais disponibilidade para a família, amigos, colegas, vizinhos, conhecidos, desconhecidos e quem mais cruzar o teu caminho.

» Ficas com todo o tempo do mundo para cuidares de ti e investires na (boa) forma física, vida saudável, beleza e sex apeal.

» Podes vestir o que quiseres sem ter que levar com censuras ou olhares reprovadores.

» Aprendes a desfrutar da tua própria companhia e a descobrir um mundo de coisas que de outra forma não seria possível.

» Descobres que tu és o grande amor da tua vida e que não há amor maior do que aquele que nutrimos pela nossa própria pessoa.

» Podes, a qualquer momento, encontrar outro amor que te complete e te faça (ainda) mais feliz.

 

Depois do que acabaste de ler, (ainda) sentes que tens motivos para te considerares uma desgraçada?

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Ora viva!

 

Nos últimos cinco meses, desde a lesão na cervical, que a minha relação com o exercício físico anda estremecida, naquela dinâmica semana-no-ginásio-semana-no-sofá. Saldo dessa atividade intermitente? Quatro quilos na balança, alguma celulite a reivendicar o seu lugar ao sol e o abdómen a perdez a rijeza a olhos vistos.

 

Ansiosa como sou e sem muita inspiração para dar duro no ginásio, nada melhor que uma solução rápida, ainda que de eficácia controversa. Já algum tempo que venho ouvindo falar na prática do jejum. Dias atrás, numa palestra sobre saúde e bem-estar, tomei conhecimento de que, segundo a filosofia oriental, estar sem comer durante 24 horas, uma vez por semana, ao longo de um ano, pode traduzir-se em benefícios vários para o nosso organismo, sendo as duas mais flagrantes o rejuvenescimento celular e a perda da massa gorda.

 

A ideia de experimentar tal método, que não só "promete" melhor saúde, como a perda daqueles extras que não fazem falta a ninguém, começou a ovular na minha mente. Coincidência ou não, depois disso para onde quer que me virasse lá vinha o assunto à baila, quer em conversas de gajas, artigos ou este vídeo da Autoridade Fitness.

 

Vou saltar a parte dos prós e contras de tal técnica, que disso trata o vídeo que aqui partilho, e concentrar-me apenas na curiosidade em testar o seu efeito, na minha capacidade de resistência à fome, na possibilidade de queimar os extras e no lançamento da primeira pedra de uma forma de estar que pode vir-se a traduzir em mais e melhor saúde e num corpinho danone tudo de bom.

 

Este domingo será, literalmente, o dia D, portanto, se na segunda-feira eu não der sinal de vida é porque deu m****. Bom jejum para mim e bom fim de semana para ti.

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19
Jul16

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Apesar das pontas soltas na minha vida, ando numa maré tão feliz - o verão faz-nos isso, não faz? - que faço questão de contaminar tudo e todos à minha volta com este sentimento. Sim, coisas boas valem, de facto e de direito, a pena serem partilhadas.

 

Porque nunca é demais elevarmos a nossa maneira de estar e ver a vida, o post de hoje é uma compilação de vários conselhos que tenho vindo a apregoar ao longo deste blog e que me ajudam a ser e a estar mais felizes.

 

Vamos lá então rever a matéria dada:
1. Torna-te na tua melhor amiga
Gosta de ti, admira-te e ama-te incondicionalmente, que os outros também gostarão.

2. Investe no conhecimento
Lê bastante - inclusive livros técnicos e de autoajuda (se necessário for) - estuda, faz cursos, ou seja, cultiva o teu lado intelectual e adiciona valor à tua pessoa.

3. Dá mais (e melhor) de ti
Atenta-te aos outros e sê solidária (caso tenhas tempo e vocação, faz algum género de voluntariado).

4. Espalha (só) coisas boas
Sai por aí distribundoi afeto, amizade e energia positiva (porque não fazer disso a tua imagem de marca?).

5. Assume o comando da tua felicidade
Sai da tua zona de conforto e parte à conquista da tua felicidade - arrisca, expõe-te, dá-te a conhecer, declara-te, apaixona-te, ri, chora, vive, sem nunca esquecer que colhemos aquilo que plantamos.

6. Evita a toxidade
Foge a sete pés de pessoas tóxicas, negativas, egoístas, pessimistas, interesseiras, problemáticas e por aí fora.

7. Poupa-te
Aprende a filtrar e a extrair apenas o que for positivo.

8. Cultiva o desapego
Não dês tanta importância a bens materiais, já que da vida só levamos o que vivemos.

9. Toma conta de ti
Cuida do teu corpo e da tua saúde, pois ninguém mais o pode fazer por ti.

10. Ocupa-te
Descobre algo que gostes de fazer, um hobbie, e dedica-te a isso de corpo e alma.

11. Acredita em ti
Aconteça o que acontecer o caminho é para a frente e quando damos o melhor de nós o sucesso é só uma questão de tempo e oportunidade. Por isso, faz para te tornares, a cada dia, a melhor versão de ti mesma.

 

As dificuldades estão inerentes à condição humana e dependendo do que fazemos com elas, a nossa vida será mais ou menos boa. Problemas, não fui eu que os inventei nem sou eu que vou acabar com eles, por isso para que me vou estar a ralar com coisas que me ultrapassam? Uma vida feliz não é aquela que é pautada pela ausência de problemas, mas sim pela diária superação destes. Já que só se vive uma vez, que tal vivermos um dia de cada vez e enfrentarmos a vida de cara levantada, sorriso no rosto, esperança no coração e paz na alma?

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