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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

23
Out18

Quem é vivo sempre aparece!

por Sara Sarowsky

39388059_1904722389565883_488647530301620224_o.jpgViva!

Depois desta ausência prolongada (mais uma), aposto que deves estar a pensar algo como: "Olha-me esta, foi só ver um post seu no top dos mais lidos do Sapo para se armar em vedeta e deixar de nos passar cartão". Foi ou não foi?

Quisera eu alegar que não mais dei sinal de vida por estar fisicamente debilitada, ausente em parte incerta ou a assinar um contrato chorudo com alguma editora/produtora. Com imensa pena minha, a minha ausência deve-se à velha e batida razão de sempre: falta de tempo e, por tabela, de inspiração.

Nas últimas três semanas, andei a trabalhar de segunda a sábado, das nove às 21, sem tempo para mais que não fosse atender às necessidades básicas de qualquer mortal, como comer, dormir, banhar e respirar. A situação chegou ao ponto do seguidor EM enviar-me uma mensagem, intitulada 'trabalho ou escravatura', cujo conteúdo não poderia ser mais taxativo:

Então, a menina Sara ainda continua assoberbada de trabalho?
Veja lá, não se transforme numa escrava dele! Pode ser, mas não há necessidade nenhuma!
O trabalho dá saúde, sobretudo quando se está doente, é que as contas das consultas e dos exames não se pagam sozinhas. Até por que, não convém desanimar, uma vez que, para nos curarmos dá jeito fazer um tratamento!
A única solução é dar o litro porque as farmácias querem o nosso bem, mas os laboratórios têm que pagar umas ”viagenzitas” aos eternos pensadores do bem-estar. Isto de estar sempre a pensar como é que quem vive no inferno deve fazer para ter uma vida paradisíaca só se consegue indo com extrema regularidade ao paraíso.
Como tu dizes: qb!
Bom resto de domingo.

Com isso quero deixar claro que não me esqueci de ti, assim como quero acreditar que tu também não te esqueceste de mim. Não houve dia que não me tenha pesado a consciência por não conseguir vir cá deixar-te uma palavra amiga. Apenas não fui capaz de me munir das condições desejáveis a um parto que estivesse minimamente à altura da última publicação, que bateu todos os records do Ainda Solteira: quase sete mil visualizações num único dia.


Como não é todos os dias que se atinge uma fasquia destas; na verdade esta blogger aqui nunca antes o tinha feito, a responsabilidade do artigo procedente ao É oficial, divorciei-me da noitada! pendia para a obesidade. Nada que eu tenha pensado em redigir me pareceu digno. O culto da perfeição, meu salvador e meu carrasco, é uma coisa lixada, digo-te já!

Assim, os dias deram lugar a semanas... e de artigo novo nem fumo nem luz. Dezassete dias volvidos, eis-me aqui sem crónica nenhuma, nem melhor nem pior que o anterior. Ainda que sem nenhum mimo especial para ti, abona a meu favor dizer que já tenho na calha um artigo sobre amor versus outra coisa qualquer, através do qual pretendo ilustrar, por A + B, a diferença entre amor e outra coisa qualquer, que muitos de nós, em algum momento da nossa existência, chegamos a pensar que o fosse, mas que na verdade era outra coisa qualquer?

Enquanto não sai a nova fornada, achei de bom-tom dar-te uma satisfação sobre o meu paradeiro, não vás tu pensar que te abandonei à própria sorte. Prometo regressar em breve. Até lá deixo-te com aquele abraço amigo e um sentido pedido de desculpa por esta ausência prolongada.

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