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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

16
Abr18

Ser sexy é isto!

por LegoLuna

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Ora viva!

 

Já aqui manifestei a minha convicção de que, em matéria de atração e sedução, a beleza por si só não é garante de coisa nenhuma. Há quem atraia de cara mas seja incapaz de dar continuidade à sedução e há quem seduza sem ter atraído à primeira vista. É preciso bem mais do que uma carinha laroca ou um corpinho esculpido para que uma pessoa possa ser considerada irresistível.

 

A sensualidade não se resume ao visível, ao palpável, ao tangível. Pelo contrário, o que faz dela uma arma tão letal é justamente a combinação da aparência com aquele je ne sais quoi que a todos fascina e aos homens deixa com água na boca. Ser sexy é saber conjugar o físico com tudo o resto (e esse tudo o resto abarca o intelectual, o emocional, o social e até o profissional).

 

Quem nunca se cruzou com uma pessoa fisicamente desprovida de encantos, mas que, após algum tempo de contacto, se revela um ser extraordinariamente cativante, ao ponto da sua aparência ficar relegada a um papel secundário?

 

De pouco ou nada nos serve ter uma figura escultural se o conteúdo não for de encontro a essa imagem. Grande hipócrita seria eu se viesse para aqui apregoar que a beleza não tem o seu valor. Ela é importante para a maioria dos mortais, e eu não sou exceção. Para alguns, ela é fundamental até. Afinal, o primeiro sentido a que recorremos quando se trata de interação (social ou sexual, dá no mesmo) é a visão. A primeira impressão é construída com base naquilo que vemos, pois são os olhos que nos permitem avaliar o objeto do nosso interesse.

 

Salvo raras exceções, se não soubermos nos expressar, se não formos interessantes ou não conseguirmos sustentar uma conversa, dificilmente a nossa beleza consegue resistir ao desapontamento proveniente de uma expectativa defraudada. A pensar nisso, a ciência – na sua incessante missão de compreender, prever e, se possível, antecipar o comportamento humano – identificou cinco formas de nos tornarmos irresistíveis, independemente do nosso aspeto físico:

 

1. O humor é sexy
Toda a gente gosta de rir, motivo pelo qual saber fazer os outros darem gargalhadas seja uma caraterística tão apreciada. Estudos recentes mostram que, embora homens e mulheres digam que apreciam o sentido de humor num potencial parceiro, não se estão a referir ao mesmo. As mulheres gostam de homens que as façam rir e os homens gostam de mulheres que riam das suas piadas.

 

2. A personalidade é sexy
A personalidade é que nos confere uma individualidade única. Segundo estudos realizados com indivíduos de dez regiões do mundo, as pessoas agradáveis e conscientes são melhores conjuges e pais; enquanto que as desagradáveis e inconscientes têm mais parceiros sexuais — ou seja, exibem níveis mais altos de promiscuidade. Ah, e têm tendência para a infidelidade.

 

3. A forma de sentir é sexy
O modo como nos sentimos quando estamos com alguém confirma a teoria de que não nos apaixonamos por uma pessoa, mas sim pela forma como nos sentimos quando com ela estamos. Sentirmo-nos animados ou estimulados está intimamente relacionado com aqueles que nos rodeiam, mesmo que esses não sejam a causa direta do nosso estado de espírito. Pode parecer grosseiro resumir uma relação a esta equação, mas a verdade é que é exatamente isso que acontece na prática.

4. O que se diz é sexy
Saber transmitir informações pessoais e emocionais é uma forma poderosa de estebelecer conexão com os outros. Tem coisa mais irresistível do que estar com alguém que fala do que sabe e sabe do que fala, que acredita naquilo que diz e, sobretudo, que o faz com alma? Modéstia à parte, uma das minhas armas de sedução mais poderosa é justamente o dom da palavra. Ainda há dias referiram-se publicamente à minha pessoa nestes termos: "É brutal a tua capacidade de comunicação. Não há palavras. Tocas a alma pela genuinidade da tua postura. Parabéns querida Sara por seres por dentro tão bonita e especial como és por fora."

 

5. Amor à primeira vista é sexy
Fantasias à parte, existem vários estudos que comprovam que "amor à primeira vista" é real. O autor de Love at First Sight, Earl Naumann, concluiu que o amor à primeira vista não é uma experiência rara. Pelo contrário, segundo ele, se nele acreditamos, a probabilidade de nos acontecer é de cerca de 60%. É caso para se dizer: "Que venha então o amor à primeira vista".

 

Como ficou claro, ser sexy não implica — de todo — usar roupas minúsculas e muito menos andar a distribuir olhares languidos a torto e a direito. Ser sexy implica conhecer-se e tirar partido de uma série de caraterísticas, das quais se destacam estas cinco. Claro que existem mais. Por exemplo, para mim saber dançar é sexy, saber sorrir com os olhos é sexy, ter bom gosto é sexy e gostar de si é hot.

 

Ser irresistível está ao alcance da habilidade de cada um em saber usar aquilo que de melhor tem para oferecer aos outros.

 

Até!

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Viva!

 

A crónica de hoje mais não é que uma singela e "sutil" homenagem à minha pessoa, melhor dizendo a uma certa parte da minha anatomia. Baralhada? Deixa-me só organizar as ideias que já te explico. É que, com esta taça de tinto à minha frente, a escrita só consegue fluir em slow motion.
 
Na qualidade de legítima descendente de Chaka Zulu, fui agraciada pela genética com lábios bem grossos; caraterística esta que, até uns tempos atrás, me causava um atroz desconforto. Isto porque sempre os considerei demasiado vistosos – demasiado eróticos, para ser mais precisa.
 
Na minha pátria-mãe esse atributo físico pouco me embaraçava, já que para os meus uma boca carnuda é praticamente parte do ADN. Afinal, não é por acaso que a raça negra detém o record mundial do perímetro labial (e do outro perímetro também – se é que me entendes. Pelo menos é o que dizem os adeptos do benchmarking). Foco Sara, foco, que se fores por aí esta crónica não poderá ser publicada sem uma bolinha vermelha no canto superior direito.
 
Passando adiante... conto que quando aqui cheguei pela primeira vez, a escassos anos da virada do século, esta obsessão intergalática por uma boca roliça estava longe de atingir as atuais proporções. Antes pelo contrário. Pouco genérico entre a população caucasiana, eles despertavam demasiada atenção, demasiada cobiça masculina, demasiada inveja feminina, demasiados comentários alheios, demasiadas conexões libidinosas.
 
Lembro-me, como se fosse hoje, que no primeiro trabalho que arranjei aqui em Portugal – numa dessas conhecidas cadeias de distribuição de pizza – uma colega me apelidar de "boca de broche". Fiquei para morrer. Aquilo afetou-me de tal modo que não me atrevia a pintar os lábios por nada deste mundo. Só depois de entrar na terceira década de vida é que reuni coragem, autoestima e "tou nem aí para o que os outros pensam" para começar a usar baton. Agora, com mais uma década em cima, ainda não sou capaz de usar baton rouge, por muito que salive por uma boca vermelho escarlate. Hei de lá chegar, nem que leve mais uma ou duas décadas.
 
É melhor retomar o fio à meada que o texto já periga para o longo e ainda nem adentrei no cerne da questão. Que era mesmo qual? Ah, lembrei! Uma homenagem a uma certa parte da minha anatomia. Adivinha a qual delas me refiro? Touché!
 
Um estudo publicado no Journal of Cranio-Maxillofacial Surgery, baseando num inquérito aplicado a mais de mil pessoas de 35 países, concluiu que a maioria delas considera os lábios carnudos o must-have da sedução. De entre esses, os que apresentam um rácio de 1:1 entre o lábio superior e o inferior (ou seja, com tamanho igual) foram percecionados como os mais atraentes. Só para teres uma ideia mais concreta, cai nesta categoria, por exemplo, a atriz Scarlett Johansson e a blogger Lego Luna (eu, me, je).
 
Entendes agora todo esse parlapiê de homenagem? Entendes também o motivo de toda esta minha "humildade"? Afinal, tenho dois bons motivos para todo este "cheia de si".
 
Dou por encerrada este texto dizendo que o responsável por este estudo (do qual tomaram parte 560 cirurgiões plásticos e 560 cidadãos comuns) alertou para o facto de, à semelhança de todas as modas, estas preferências, ainda que universais, não serem imutáveis. Ou seja, o que hoje reune a preferência da maioria, amanhã pode deixar de o fazer. Até lá, o mundo continuará a levar com uma febre que têm levado a que muitos se sujeitam a autênticas carnificinas clínicas só para conseguirem uns lábios à Betty Boop.
 
E com esta volto à minha taça para um merecido brinde a uns lábios que tanto orgulho me proporcionam neste preciso instante. Tchim tchim e até mais!

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23
Out17

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Ora viva!

 

Que amor-próprio e amor-alheio passam – e muito – por uma aparência cuidada não deve ser novidade para ti, mais não seja porque, volta e meia, trago o assunto à baila aqui no Ainda Solteira. Por isso mesmo, hoje é dia de rever a matéria dada no que toca ao cuidado com a embalagem corporal.

 

Mais do que um dado biológico, a idade é um estado de espírito que se sente e se vive, de acordo com a postura e a decisão de cada um. Ainda que consigamos que o espírito passe incólume à passagem do tempo, o corpo dificilmente consegue tal proeza, por mais bem tratado que ele seja.

 

Quando me dizem que não aparento a idade que tenho, costumo dizer que, apesar de não poder impedir a velhice de chegar, não faço nenhuma tenção de lhe facilitar a vida. É que não mesmo! Envelhecer é uma coisa, outra bem diferente é desmazelar-me só porque a existência vai ficando mais longa. E a diferença entre uma coisa e outra pode residir nesta dezena de dicas compiladas pelo Best Life, que passo a enumerar:

 

1. Cabelo
Ao contrário do que possas pensar, manter o cabelo comprido com o avançar da idade não contribui em nada para um aspeto jovial, até porque o cabelo tende a ficar mais baço, fino e ralo. Cortá-lo vai, na verdade, fazer com que pareçamos mais novos.

 

2. Sobrancelhas
Cada vez mais corriqueiro no universo feminino, o hábito de arranjar sobrancelhas, infelizmente, ainda não faz parte da rotina de uma larga fatia do masculino – especialmente os mais velhos. Coisa que se recomenda vivamente, já que se trata de uma ótima forma de parecerem mais moços (e asseados).

 

3. Rosto 
O rosto tende a alongar à medida que a idade vai galgando terreno, por isso apostar num penteado que enquadre melhor o seu formato, tornando-o um pouco mais arredondado – logo, jovem – é  uma aposta ganha.

 

4. Vestimenta
Depois dos 30/40 é normal sermos acometidos de uma vontade (insana, diga-se de passagem) de voltar a adotar um estilo mais jovial, quiçá na vã tentativa de fintar a idade. Wrong way my dear, já que isso vai destacar ainda mais a nossa verdadeira idade, sem falar no risco de cair no ridículo. Mil vezes um look mais sóbrio e menos chamativo do que um atestado público de crise de meia idade.

 

5. Postura 
Puxar os ombros para trás, levantar a cabeça, estender o tronco e endireitar a coluna são formas bem sutis de dar uma renovada no nosso aspeto. Sem falar que confere uma dose extra de confiança.

 

6. Sorriso
N estudos atestam que pessoas que sorriem mais são vistas como tendo uma aparência mais feliz, logo mais jovem.

 

7. Hidratação
Quando não hidratamos a pele (por fora e por dentro) o mais provável é que ela acuse mais rapidamente o passar dos anos. Portanto, a palavra de ordem é beber muita água, consumir alimentos ricos em água, vitaminas e minerais e, em hipótese alguma, descurar o uso permanente do protetor solar.

 

8. Sono
Quando nos dizem que parecemos cansados, na realidade estão a querer dizer-nos que o nosso aspeto não é o mais atraente. Não é à toa que se fala tanto no sono de beleza, daí recomendar-te que dediques mais e melhor tempo ao repouso.

 

9. Dentes
Dentes brancos e saudáveis são um verdadeiro certificado de beleza, juventude e saúde. Sabendo disso, com certeza que não vais querer descurar os teus.

 

10. Açúcar 
Está mais do que provado que o consumo excessivo do açúcar compromete não só o colagénio e a elastina da pele – fazendo com que esta mostre sinais de desgaste mais acentuados e/ou precoces – como a própria saúde. Daí que cortar ou reduzir o seu consumo seja uma ótima forma de prevenir ou desacelerar o envelhecimento.

 

Não há como negar que certos sinais do tempo são praticamente incontornáveis. Igualmente difícil de negar é o facto de ser possível atenuar os efeitos nefastos da passagem do tempo na nossa aparência. Com este artigo, ficou claro que certas práticas – especialmente se conjugadas – são capazes de operar milagres na forma como nos apresentamos ao mundo.

 

Uma aparência mais jovial, em pouco tempo e sem gastos exorbitantes, é possível sim, desde de assim queiramos! Boa semana e boa remodelação exterior é o que te desejo.

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Ora viva!

 
Eis-me de volta ao teu convívio, desta feita com um artigo sobre uns tantos truques simples (mas científicos) para te tornares instantaneamente mais atraente. É certo e sabido que somos atraídos por pessoas bonitas. É igualmente facto assente que, ainda que de forma inconsciente, associamos a beleza (física) a uma boa genética e a algum cuidado em preservar/potenciar os atributos com que se nasceu.
 
Mas e quando a mãe natureza não foi generosa para connosco? Resignar, lamentar, descabelar ou correr atrás do prejuízo? No que à genética diz respeito, não há muito a fazer, a não ser que se tenha dinheiro, coragem e disposição para ir ao bisturi. Contudo, há várias técnicas, explicadas pela dona ciência, que ajudam a tornar alguém mais atraente, como estas seis, compiladas pelo Business Insider:
 
1. Andar em bando
Um estudo publicado no Psychological Science concluiu que somos mais atraentes quando estamos com os nossos amigos do que sozinhos. O fenómeno explica-se com o facto de o cérebro humano ter tendência para avaliar o conjunto de rostos das pessoas num grupo em vez de as ver em separado, o que beneficia as que têm características físicas consideradas menos atraentes.
 
2. Permanecer em cena até ao cair do pano
Investigadores da Universidade de Virginia concluíram, em 1979, que quanto menos tempo houver para interagir mais os indivíduos do sexo oposto parecem atraentes. Outro estudo mais recente, de 2010, confirmou que os frequentadores dos bares, solteiros, viam os outros como "significativamente mais atraentes" à hora de fecho.
 
3. Sorrir mais
Investigações publicadas na Neuropsychologia e no PLoS One revelaram que a zona do cérebro ativada quando recebemos uma recompensa é a mesma do que quando vemos um rosto bonito. Esta resposta ainda se acentuava mais com expressões faciais sorridentes.
 
4. Usar vermelho
Várias experiências com o cunho da Universidade de Rochester corroboram o "efeito vermelho". Ou seja, tanto elas como eles demonstraram preferência por quem envergava vermelho.
 
5. Dar atenção ao tom de voz
A forma como falamos tem um papel fundamental na atração que exercemos sobre os outros. Investigadores da College London concluíram que os homens preferem vozes que indicam um tamanho de corpo mais pequeno – como um tom mais agudo –, enquanto as mulheres sentem-se mais atraídas por homens com uma voz mais profunda.
 
6. Apostar no sentido de humor
Ambos os géneros preferem ter uma relação com quem tenha "um bom sentido de humor", como constatou um estudo da Westfield State College, embora cada género valorize o humor de forma diferente: enquanto as mulheres se sentem atraídas por homens que as façam rir, os homens preferem mulheres que lhes achem graça.
 
É caso para dizer que, em matéria de beleza, a genética pode até ter uma frase a dizer, mas a última palavra será sempre tua. Ponto final!

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Ora viva!

O post de hoje é dedicado ao autor do blog Malik, uma outra forma de poesia, um (fiel?) seguidor deste espaço, que escreve poesia há apenas dois anos e cujo primeiro, "escrito por brincadeira", foi De amor nua. Gentilmente, o nosso poeta de serviço cedeu-me a publicação, no Ainda Solteira, de uma das suas criações, à minha escolha. Para além do agradecimento da praxe, desafiei-o a parir uns versos sobre a temática que, de facto, interessa a este blog: a solteirice. Ficou de pensar… até lá deixa-te embalar por estas belas quadras poéticas.

 

Atracção

Nesta coisa da atracção

muito fica por entender,

raramente é ilusão

é nascente onde o coração

com sede, teme beber;

 

Olhando o que me rodeia

tentando compreender no geral,

salta-me logo à ideia

flores, abelha e colmeia

coisas do mundo animal;

 

Quem prescinde de doçura

ou de adrenalina a granel?

Um pouco de formosura

com um olhar de ternura

funciona como mel;

 

Há coisas que não se explicam,

a atracção é uma delas,

químicas se multiplicam

emoções se edificam

e até nascem estrelas;

 

Borboletas na barriga

passarinhos a cantar,

a atracção quando fustiga

o amor paira no ar.

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06
Out16

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Para mim, o beijo é um tema que nunca se esgota, mais não seja porque é-me algo muito prazeroso, para não dizer a melhor coisa do mundo. Não tenho qualquer problema em assumir que valorizo bem mais o beijo do que o que (geralmente) lhe costuma suceder. Quando se beija só por beijar, sem outra finalidade, aí sim é o prazer sublime. Só lamento que tantas pessoas desconheçam ou subestimam a sua importância, em detrimento de um contacto físico mais íntimo (sexo).

 

Por aspirar voltar a sentir o gosto de um beijo comme il faut e por considerar que os homens que passaram, ou hão de passar, pela minha vida precisam estar por dentro do verdadeiro poder de um beijo, o artigo de hoje versa sobre três curiosidades sobre este gesto de amor.

 

1. De acordo com as estatísticas, 53 por cento das mulheres preferem beijar um homem que tenha a barba feita. Cá para mim isto justifica-se pelo facto de que uma pele lisinha ser muito mais afrodisíaca. Para que não restem dúvidas, digo que a nossa posição em relação a pelos faciais é a mesma que a dos homens em relação à depilação na zona púbica. Fui clara?

 

2. Para além da boca, o sítio onde mais gostamos de ser beijadas é o pescoço. Eu pessoalmente adoro no canto da boca e na parte de dentro dos cotovelos - fico hum... O curioso é que apenas 10 por cento dos homens gosta de sentir os lábios nessa parte do corpo. Eu cá sei onde gostam eles de sentir os lábios... tu também sabes, não te faças de desentendida!

 

3. As nossas principais queixas em relação aos homens no que ao beijo toca é que por não variarem muito. Mais parecem autómatos - para não dizer robots -, sem falar nos beijos repetitivos e destituídos de qualquer carga de entusiasmo. Tão focados em chegar ao destino do que propriamente em apreciar a viagem, eles acabam por descurar este importante gesto de amor, afeto, atração e tesão. Rapazes, vejam a coisa desta forma: uma mulher bem beijada é mais do que caminho andado para uma boa performance sexual. Por estar feliz e satisfeita, ela vai caprichar na hora de retribuir. E como...

 

Queremos vários beijos longos, apaixonados, húmidos e sobretudo sentido, seja onde for: no pescoço, nas orelhas, chupões (com moderação), mordidelas, lambidelas… o que importa é serem criativos, ousados e dedicados.

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A propósito de um artigo publicado na coluna The girl next door, da revista Men’s Health, dedico o post de hoje a ti, meu querido seguidor do sexo masculino. Porque quem é amigo não quer ver o outro a fazer figuras tristes e muito menos a levar tampas, bora falar sobre "a" frase de engate que nunca deves usar, caso queiras ter sucesso na investida, claro!

 

Estou ciente que nem sempre é tarefa fácil encetar uma conversa com alguém de quem pouco ou nada se sabe, ainda menos se queremos cativar essa pessoa e fazê-la ver-nos como alguém a quem vale a pena dar atenção. Sei-o bem, pois há meses que ando a tentar ganhar coragem para meter conversa com o tal rapaz lá do ginásio.

 

Acredito que, tal como eu, mais pessoas tenham dificuldade em meter conversa com a pessoa em que estão interessadas. Há quem considere que a melhor estratégia passa por iniciar a interação com um elogio, do tipo "és muito/tão bonita", mas a verdade é que esta é a frase que menos resulta.

 

É o que escreve a autora da referida coluna, Ali Eaves; é o que defendo eu e é o que confirma a esmagadora maioria das 'minas' do meu círculo de socialização. Começar uma conversa com um elogio ao aspeto físico da 'presa' é a pior opção. Cai mal, não só porque, além de soar a frase feita - que se diz a todas -, a alusão à aparência faz parecer que és superficial e só te interessas pela embalagem. Pelo menos é esta a perceção que tenho quando me saem com esta. Penso logo que me querem "papar".

 

Além disso, ouvir "és muito bonita" ou "perfeitinha" - como disseram há dias à minha colega de casa, como se ela fosse um artigo sem defeito, logo digno de ser desejado - deixa quem ouve numa situação, no mínimo embaraçosa. O que responder? "Tu também", "obrigada" ou simplesmente nada? Seja qual for a resposta, a conversa dificilmente consegue sobreviver àquele silêncio desconfortável que se instala a seguir. Assim, o mais provável, é que a interação fique por ali mesmo.

 

Como conselho, a escritora recomenda a velha e intemporal 'conversa fiada', ou seja, uma frase casual, em que o conteúdo é o menos importante, mas através do qual é possível iniciar uma conversa. Tópicos como o tempo, aquilo que estão a consumir, o atendimento do bar em que se encontram são alguns dos mais fáceis de usar. No meu caso, todos me recomendam que peça ajuda para fazer um exercício ou comente sobre algo relacionado com ginásio, desporto ou atividade física.

 

Pessoalmente, acho uma falta de originalidade de todo o tamanho esta conversa da chacha, aborrecem-me de morte e fazem-me pensar que o fulano é primitivo e pouco criativo. Por outro lado entrar a matar com elogios também não me caem no agrado. Sou exigente e difícil de me contentar, eu sei! Até decidir sobre a abordagem mais eficaz, é melhor seguires o conselho da Ali e investir na conversa fiada mesmo. Se esta tática conseguiu sobreviver até os dias de hoje, por algum motivo é.

 

Simplificando: o mais importante é despertares a curiosidade dela, sem "dares uma de engatatão". Capice?

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07
Set16

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Para quem está de fora, um dos principais motivos porque permanecemos solteiros prende-se com a ineficácia do nosso poder de atração. Pelo menos é que ouço over and over again. "Tens que aprender a atrair o tipo certo de homem e não esses losers da vida – com isso entende-se fracassados, traumatizados, indisponíveis, mimados, imaturos, tarados, promíscuos ou mulherengos – que não te levam a lado nenhum".

 

Nesta ótica, a culpa morre no lado de quem está só, ou seja, o problema está em mim e não nos gajos que cruzam o meu caminho ou simplesmente no azar, que este tem sempre uma palavra a dizer em tudo que nos acontece. A ser assim, cabe-me a mim resolver o assunto. E a solução mais óbvia e imediata para me dar bem no amor, pelo menos na opinião daqueles que não se cansam de dar bitaites na minha vida, parece residir na sedução. Como é que nunca pensei nisso antes?

 

É precisamente sobre a sedução que versa o artigo de hoje, mais concretamente sobre as razões - empíricas e não sensoriais - que nos fazem atrair ou ficar atraídos por alguém. Razões essas que vão para além da aparência física. Pelo menos é isso que defende um estudo publicado no jornal PNAS, que atesta que nos sentimos atraídos por pessoas cujas emoções podemos facilmente entender, o que pode ser explicado, em parte, devido à correspondência do circuito neurobiológico.

 

Silke Anders, professor de neurociência afetiva da Universidade de Lubeck e coordenador da pesquisa, considera essencial que uma pessoa consiga "entender as intenções e motivações do outro, antecipar as suas reações e adaptar o seu próprio comportamento em conformidade com isso." "Se os sinais emocionais enviados por uma pessoa forem corretamente processados pelo cérebro da outra, então o sistema de recompensa da segunda dispara e vai fazer com que ela se sinta atraída pela primeira", remata o investigador.

 

Trocado por miúdos: quem quer ter (mais) sucesso nas performances sentimentais deve esquecer o "ser-se misterioso" e mostrar as emoções o mais claramente possível. Ora aí está o que não me canso de apregoar: pessoal deixem-se de joguinhos e expressem claramente os vossos sentimentos ou intenções.

 

A meu ver, ninguém com mais de 20 e em plena faculdade das suas capacidades cognitivas, consegue encontrar disposição ou paciência para infantis e inúteis esquemas mentais, de que muitos insistem em deitar mão. Pessoalmente, ao invés de estimularem e intensificarem o meu interesse, cansam-me de morte e fazem-me perder logo o encanto. Homem com H maiúsculo deve saber o que e quem quer e manifestar as suas intenções (sejam elas boas ou más) de forma sincera e inequívoca. 

 

Assim, se houver mutch da outra parte, teremos ação. Caso contrário, next toooooo, que este planeta é habitado por bilhões de corações.

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Como hoje é sexta-feira, e estamos praticamente no pico do verão, quem sabe se o tal summer affair que tanta falta faz por estes dias não vá ainda dar o ar da sua graça. Eu, pelo menos, continuo esperançosa. No caso disso vier a acontecer, convém estarmos por dentro do que nos garante sucesso imediato na hora de "socializar".

 

Assim, o artigo de hoje é sobre qual que torna uma mulher mais atraente aos olhos de possíveis pretendentes. Como não podia deixar de ser também partilho contigo aquela que nunca devemos usar num primeiro encontro.

 

Que a cor da roupa que se usa no primeiro encontro pode influenciar (e muito) o impacto provocado no sexo oposto isso já todos sabemos. Também sabemos que não é à toa que o vermelho é considerada a cor da paixão. O vermelho - a minha cor favorita - encanta tanto a eles como a elas. Um homem de vermelho - desde que não em look  integral (sim, vivi para presenciar tal atentado ao bom gosto) - é uma coisa para lá de sexy. Quando o meu rapaz lá do ginásio me aparece à frente com um cachecol ou pulôver dessa cor, fico à beira do … (tu sabes).


Segundo o site She Finds, se o objetivo é conquistar a atenção e garantir a atração da outra pessoa, a cor encarnada é a escolha infalível: "Estudos mostram que a mulher que usa peças de roupa vermelhas é mais atraente aos olhos e potenciais pretendentes", lê-se no site norte-americano. Em contrapartida, o amarelo é a cor menos interessante para se usar num first date.

 

Viva o vermelho. Viva a paixão. Viva a sexta-feira. Viva a vida.

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Hoje quero falar-te sobre as conclusões, algumas bastante curiosas e outras surpreendentes até, de um estudo realizado pelo site de encontros Victoria Milan sobre o tipo de corpo que chama mais a atenção na praia (e acredito que em todo o lado).

 

Para os homens, a caraterística física mais atraente são nádegas bem definidas, com 85% a dizer que esta é a que mais lhes chama a atenção quando vêm uma mulher na praia. A atração pelos seios confirma-se, com 70% a assumir que os grandes despertam atenção imediata, enquanto 45% assume que os prefere pequenos.

 

O que me deixou de queixo caído foi o facto de uma barriga lisa ser a caraterística física menos popular entre a amostra estudada, atraindo apenas 28%. Assim como os corpos magros, que atraem apenas 25% dos entrevistados. E eu que me farto de fazer abdominais para estar sequinha e eles nem ligam. Os homens são mesmo umas criaturas muito estranhas, não são? Ou será que nós mulheres é que somos exigentes demais?

 

Já agora, aproveito para dizer-te que, de acordo com esta pesquisa que abordou que 5.874 indivíduos do sexo masculino e 3.412 do sexo feminino, a maioria de nós mulheres (65%) sente-se atraída por um homem com costas largas e torso musculado, valor quase idêntico para as que preferem homens altos (63%). Em relação aos pelos do peito, os dados recolhidos atestam que elas - porque aqui não me revejo - preferem um macho com pelo no peito (37%), em oposição a um peito depilado (10%).


Um último dado bastante interessante neste estudo é que, definitivamente, as mulheres vão atrair mais atenção se escolherem fio dental.

 

Recapitulando: uma gaja para fazer sucesso na praia só precisa de ter um rabo bem definido, peito firme (independentemente do tamanho) e fio dental. Simples assim! Com certeza que eles vão olhar com luxúria e elas com inveja.

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