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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

75BE6D37-ED74-4886-A2E9-34AB00479413.jpegOra viva! ✌️

Dias de pura frustração é o que tenho vivido nas últimas semanas. Para além da dificuldade em conseguir fechar com os convidados do ciclo de lives Saturday Single Spot, também não fui bem-sucedida na intenção de partilhar o meu know-how sobre o sucesso. O tal workshop a que me propus fazer no sábado, só recebeu uma manifestação de interesse, e mesmo essa acabou por eclipsar-se ante a informação que era a única. Não que eu não tenha mostrado disponibilidade para avançar mesmo assim (sou mulher para isso e bem mais), a pessoa é que desistiu, dando a entender que estava mais interessada na popularidade da sessão do que propriamente em adquirir conhecimento.

Outro foco de tensão emocional tem a ver com o Love for You Match, ao qual não encontro forma de levar as pessoas a aderir, não obstante a quantidade de corações solitários que diriamente me confidenciam precisar de ajuda para encontrar o amor. E nem o facto de ter disponibilizado uma versão gratuita deste serviço de cupido foi suficiente para despertá-los do estado comatoso em que insistem permanecer. A sensação que tenho é que todos clamam por amor, mas poucos são aqueles que estão dispostos a fazer algo concentro para o obter. Enfim... cada um é responsável pela sua própria felicidade.

Para colmatar todo este malogrado quadro, propus-me a mudar de editora, já que a outra não demonstra estar à altura do desafio que é o tal livro de provérbios cabo-verdianos de que já te falei em ocasiões anteriores. A editora que eu queria, a melhor de todas em Portugal, emitiu um parecer negativo em relação à publicação da obra, não me deixando outra alternativa que não seja recomeçar novamente a operação de charme junto de outras. Preciso, pois, gerir a frustração, levantar o ânimo, erguer a cabeça e ir bater a outra(s) porta(s).

Bem que os astros previram que este mês de junho exigiria “uma tomada de consciência de todas as coisas que ainda nos são desconfortáveis, sem a qual é impossível renascer”. Falando por mim, é claro que os tais planetas retrógrados, Mercúrio e Saturno (se bem me recordo), não estão para brincadeiras. Tudo bem, faz parte, há dias e dias e há ir e vir...

Para atenuar o desânimo, nada melhor do que "shoppingterapia", de preferência na companhia de uma boa amiga. Assim, a tarde de ontem foi passada no Vasco da Gama, num entra e sai de lojas, naquela que foi a nossa primeira maratona de compras em tempo de pandemia. Após meses e meses a comprar apenas online, a aventura deste domingo soube-me lindamente, não obstante as largas dezenas de euros que investi em novos modelitos para o verão, a ser novamente gozado na costa gaulesa, aonde sempre sou feliz.

Voltando ao tema-chave deste post, a frustração, com esta partilha pretendo relembrar-te que o fracasso faz parte da dinâmica do sucesso, que na verdade ele é tão essencial quanto o próprio. Como poderia um existir sem o outro? Assim como o fraquejar fazer igualmente parte do percurso de qualquer guerreiro. O importante é levantar e seguir adiante. 

Noutra altura, provavelmente, não assumiria tão abertamente o momento atual pelo qual estou a passar. Hoje, com a maturidade, a sabedoria e a humildade que só aqueles que se mantêm firmes no propósito de evoluir sabem reconhecer, dou a cara, sem bazófia nem pudor, por qualquer fase da minha vida, seja ela boa, seja ela menos boa. Tenho consciência - e aceito - de que tudo faz parte da experiência e que na vida mais importante do que a meta é o percurso que se faz para lá chegar.

É meu princípio de vida ser assertiva e transparente nas minhas ações, daí que pretenda com este desabafo frisar que a vida é feita de altos e baixos e que a minha não foge à regra. Como tal, tanto partilho momentos de sucesso como partilho momentos de fracasso, já que ambos fazem parte do pacote chamado vida. E não penses que me sinto desmerecida por estar a vivenciar neste momento o período baixo. Frustrada sim, desanimada, claro, mas fracassada jamais.

Termino dizendo que continuarei a batalhar para atingir os meus sonhos, para alcançar os meus objetivos. O não ter dado certo desta vez não quer de modo algum dizer que não dará certo da próxima. Tentarei as vezes que forem precisas, até conseguir. Espero de todo o coração que te sintas inspirada por esta crónica ao ponto de (re)assumires o comando do teu sucesso e renovares a esperança em atingi-lo, pois quando queremos, e fazemos por isso, chegar lá é mera questão de tempo. E oportunidade, está visto!

Aquele abraço amigo e uma semana esplendorosa para ti, para mim e para todas os outros.

P.S. - A boa nova é que a partir do dia 22 os planetas vão aliviar a pressão, passando assim a conspirar a favor dos mortais 😉.

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Viva!

Um artigo da Notícias Magazine dá conta de uns quantos pormenores que nos conferem um ar genuinamente sensual, sem sequer darmos conta. Eis então nove coisas que fazem com que a atenção alheia recaia sobre a nossa pessoa sem que precisemos fazer por:
 
1. Cabelo desalinhado
Cabelo com vida própria, de preferência au naturel, dá-nos um ar despreocupado, descontraído e altamente desejável, sem, contudo, parecermos desleixados. Que o digam aqueles gajos que passam horas infindáveis em frente ao espelho a moldar o cabelo para parecer imaculadamete desalinhado. Atenção que cabelo desalinhado não é a mesma coisa que cabelo desgrenhado; é mais como se tivesses acabado de sair de uma praia ventosa, ou de um passeio de mota, ou de uma noite a dançar.
 
2. Comer sem frescuras
Comer de forma descontraída, sem complexos, culpa ou receio de sujar as mãos. Falando na primeira pessoa, não acho piada nenhuma comer pita shoarma, pizza ou churrasco sem ser com as mãos. Se és cá das minhas ou estás a ponderar deixar-te levar pelo à vontade enquanto comes, um conselho: não te esqueças de lamber os dedos, que isso sim é ultra sexy.
 
3. Riso
Sabes aqueles risos espontâneos, gostosos de se ver e ouvir, que iluminam o rosto todo e se estendem até aos olhos? É precisamente esse tipo de riso que nos faz parecer incrivelmente atraentes aos olhos alheios. Já aqui referi algumas vezes que o humor é do mais sexy que pode haver. Inclusive, vários estudos já comprovaram que o riso é um poderoso afrodisíaco natural.
 
4. Look descontraído
Decididamente, a sensualidade não passa apenas por um corpinho fit ou por roupas que mostram mais do que tapam. Ela passa essencialmente pela forma como nos sentimos confiantes e confortáveis em relação à nossa aparência. Um visual descontraído – roupa desportiva, calças largas, vestidos soltos ou blusas sem corte – podem causar impacto; e muito, se soubermos tirar partido dele. O importante é que assente bem e realce o que de melhor tem o nosso corpo.

5. Cicatrizes
Há quem tenha um enorme complexo das marcas que têm no corpo. Eu, por exemplo, tenho um complexo mortal das minhas estrias, memórias amaldiçoadas dos meus primeiros três meses em terras lusas, em que passei dos 49 para os 60 kilos. Se por acaso também tens vergonha das tuas… bom, fica a saber que cientistas apuraram que os homens (pelo menos, os britânicos) apreciam aquelas marquinhas particulares que tornam cada mulher única.

6. Espontaneidade
Ser natural, original ou desenvolto torna-nos particularmente atraentes aos olhos dos outros. Ser espontâneo exige segurança, autoestima e fidelidade à própria essência. Portanto, se queres aumentar a DDR de "sexytude" (sensualidade + atitude) capricha aí na espontaneidade, que o que vem de dentro não deixa margem para embaraço ou medo do que possam pensar de nós.
 
7. Independência
Independência requer uma personalidade forte e uma vontade inabalável de assumir as rédeas da própria vida, no mater what. Pessoas independentes têm a exata noção do preço a pagar para usufruir desse estatuto e mesmo assim optam por não abrir mão dele. Só o facto de não sentirem necessidade da aprovação alheia já as coloca num lugar especial.

8. Olhos nos olhos
Aquela máxima de que os olhos são o espelho da alma é provavelmente um dos clichés mais mundanos. Goste-se ou não, é mesmo verdade. Estudos empíricos descobriram que um olhar direto (sobretudo acompanhado do tal sorriso de há pouco) pode tornar uma pessoa oito vezes mais desejável. Só isso já vale uma batalha visual com algum crush.

9. Ombro(s) à mostra
Escusam de ser ambos os dois (só para dar uma de Lili Caneças). Basta um para despertar o olhar e, por tabela, a curiosidade. Destapar uma certa parte do corpo, sem revelar demasiado, é sexy na medida em que faz o outro querer saber o que mais se esconde por debaixo da roupa. No caso das mulheres, deixar um ombro à mostra fá-las sentirem-se instantaneamente elegantes, poderosas, femininas. E o sexo oposto tem um radar que capta essa aura, podes ter a certeza.
 
Moral desta crónica: mais do que ser fisicamente bem-apessoada ou usar indumentária provocante, ser sexy resume-se a uma única palavra: atitude; atitude essa alimentada a autoconfiança. E autoconfiança sabemos nós que atrai, fascina, cativa e marca tudo e todos.
 
Na quarta estarei de volta com um novo post, cujo tema está ainda em banho-maria. Até lá muita muita “sexytude” e uma ótima semana.

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