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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

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Viva!

Um artigo da Notícias Magazine dá conta de uns quantos pormenores que nos conferem um ar genuinamente sensual, sem sequer darmos conta. Eis então nove coisas que fazem com que a atenção alheia recaia sobre a nossa pessoa sem que precisemos fazer por:
 
1. Cabelo desalinhado
Cabelo com vida própria, de preferência au naturel, dá-nos um ar despreocupado, descontraído e altamente desejável, sem, contudo, parecermos desleixados. Que o digam aqueles gajos que passam horas infindáveis em frente ao espelho a moldar o cabelo para parecer imaculadamete desalinhado. Atenção que cabelo desalinhado não é a mesma coisa que cabelo desgrenhado; é mais como se tivesses acabado de sair de uma praia ventosa, ou de um passeio de mota, ou de uma noite a dançar.
 
2. Comer sem frescuras
Comer de forma descontraída, sem complexos, culpa ou receio de sujar as mãos. Falando na primeira pessoa, não acho piada nenhuma comer pita shoarma, pizza ou churrasco sem ser com as mãos. Se és cá das minhas ou estás a ponderar deixar-te levar pelo à vontade enquanto comes, um conselho: não te esqueças de lamber os dedos, que isso sim é ultra sexy.
 
3. Riso
Sabes aqueles risos espontâneos, gostosos de se ver e ouvir, que iluminam o rosto todo e se estendem até aos olhos? É precisamente esse tipo de riso que nos faz parecer incrivelmente atraentes aos olhos alheios. Já aqui referi algumas vezes que o humor é do mais sexy que pode haver. Inclusive, vários estudos já comprovaram que o riso é um poderoso afrodisíaco natural.
 
4. Look descontraído
Decididamente, a sensualidade não passa apenas por um corpinho fit ou por roupas que mostram mais do que tapam. Ela passa essencialmente pela forma como nos sentimos confiantes e confortáveis em relação à nossa aparência. Um visual descontraído – roupa desportiva, calças largas, vestidos soltos ou blusas sem corte – podem causar impacto; e muito, se soubermos tirar partido dele. O importante é que assente bem e realce o que de melhor tem o nosso corpo.

5. Cicatrizes
Há quem tenha um enorme complexo das marcas que têm no corpo. Eu, por exemplo, tenho um complexo mortal das minhas estrias, memórias amaldiçoadas dos meus primeiros três meses em terras lusas, em que passei dos 49 para os 60 kilos. Se por acaso também tens vergonha das tuas… bom, fica a saber que cientistas apuraram que os homens (pelo menos, os britânicos) apreciam aquelas marquinhas particulares que tornam cada mulher única.

6. Espontaneidade
Ser natural, original ou desenvolto torna-nos particularmente atraentes aos olhos dos outros. Ser espontâneo exige segurança, autoestima e fidelidade à própria essência. Portanto, se queres aumentar a DDR de "sexytude" (sensualidade + atitude) capricha aí na espontaneidade, que o que vem de dentro não deixa margem para embaraço ou medo do que possam pensar de nós.
 
7. Independência
Independência requer uma personalidade forte e uma vontade inabalável de assumir as rédeas da própria vida, no mater what. Pessoas independentes têm a exata noção do preço a pagar para usufruir desse estatuto e mesmo assim optam por não abrir mão dele. Só o facto de não sentirem necessidade da aprovação alheia já as coloca num lugar especial.

8. Olhos nos olhos
Aquela máxima de que os olhos são o espelho da alma é provavelmente um dos clichés mais mundanos. Goste-se ou não, é mesmo verdade. Estudos empíricos descobriram que um olhar direto (sobretudo acompanhado do tal sorriso de há pouco) pode tornar uma pessoa oito vezes mais desejável. Só isso já vale uma batalha visual com algum crush.

9. Ombro(s) à mostra
Escusam de ser ambos os dois (só para dar uma de Lili Caneças). Basta um para despertar o olhar e, por tabela, a curiosidade. Destapar uma certa parte do corpo, sem revelar demasiado, é sexy na medida em que faz o outro querer saber o que mais se esconde por debaixo da roupa. No caso das mulheres, deixar um ombro à mostra fá-las sentirem-se instantaneamente elegantes, poderosas, femininas. E o sexo oposto tem um radar que capta essa aura, podes ter a certeza.
 
Moral desta crónica: mais do que ser fisicamente bem-apessoada ou usar indumentária provocante, ser sexy resume-se a uma única palavra: atitude; atitude essa alimentada a autoconfiança. E autoconfiança sabemos nós que atrai, fascina, cativa e marca tudo e todos.
 
Na quarta estarei de volta com um novo post, cujo tema está ainda em banho-maria. Até lá muita muita “sexytude” e uma ótima semana.

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05
Jun19

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Viva!


Apesar de ainda faltar um par de semanas para o arranque oficial da estação, sentimos nós na pele (e no ar) que o verão já cá canta. Bem presente na memória estão os quase 40 graus que se fizeram sentir há apenas uns dias em vários pontos de Portugal continental.

Verão por estas bandas costuma ser indissociável do sol, da praia, das viagem, do vestuário leve (e reduzido), do bronzeado, dos sorrisos rasgados, das festas populares, dos arraiais, dos festivais, das sunsets parties, das paixões arrebatadoras, dos flirts inconsequentes, e por aí fora; tudo coisas propícias a fotos, fotos e mais fotos. É cada mergulho um flash, como dizia uma personagem de uma telenovela brasileira.

De acordo com a Bright Side, ficar bem na fotografia está ao alcance de qualquer mortal, independentemente do seu grau de fotogenia. E para provar que assim é, o site fez questão de ilustrar as 20 melhores poses femininas, destinadas tanto a quem está à frente como a quem prefere ficar atrás da câmara. 

Se fores como eu, que raramente fica bem numa fotografia, vais – com toda a certeza –  delas precisar. Se, pelo contrário, tiveres sido abençoada com o dom da fotogenia, mesmo quando fazes caras e bocas, espera pelo próximo post que este de pouco te vai servir.

Vamos lá então aos 20 truques para ficares sempre bem na foto (literalmente falando):

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Para uma fotografia sentada, encosta-te e apoia-te com uma só mão.

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Numa situação mais formal, o melhor é cruzares os braços, pois desvias o foco do peito.

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Para uma pose mais elegante, inclina o corpo ligeiramente para a frente.

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Eis uma boa pose para uma foto artística.

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O corpo em S é sempre uma boa alternativa porque confere naturalidade. Para o conseguires só tens que transferir o peso todo para uma só perna.

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Para uma fotografia mais feminina e que faça jus às tuas curvas experimenta esta pose.

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Se tiveres cabelo comprido deixa-o esvoaçar, pois isso realça-o.

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Estar apoiada ou sentada é garantia de sucesso, já que se trata de uma posição versátil que funciona em qualquer ambiente.

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Esta pose é sensual (com saltos altos, então...), desde que tenhas cuidado com a forma como posicionais as pernas, não vás mostrar mais do que é suposto.

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Se o teu objetivo é realçar o rosto, apoia-te numa superfície plana com as duas mãos.

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Esta pose é fruto de um casamento feliz entre naturalidade e sensualidade. Usa e abusa dela!

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Para foto de corpo inteiro, apoia-te numa parede e deixa-te fotografar de costas.

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Ambiente descontraído rima com uma pose mais cómoda, lembra-te disso.

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Senta-te com as pernas dobradas, sem deixar que o corpo se apoie muito nos pés, e olha por cima do ombro.

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Se quiseres várias perspetivas da tua imagem, esta é a pose ideial. Tens é que ter apenas uma das mãos no chão.

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Deixa as pernas e os braços descontraídos, mas sempre com todo o peso do corpo transferido para uma só perna.

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Colocar as mãos atrás das costas é a pose ideal para transmitires abertura e transparência.

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Esta pose faz-te parecer mais magra. Para a conseguires só tens que manter a mandíbula descontraída e o ombro mais próximo à câmara um pouco mais levantado.

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Manter as mãos parcial ou totalmente dentro dos bolsos, é outra boa aposta para foto de corpo inteiro.

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Esta pose sexy consegue-se com a câmara posicionada num ponto mais abaixo que o teu corpo. A parte superior do corpo deve estar um pouco levantada, a cabeça inclinada e as pernas dobradas.

Seja à frente ou atrás da câmara, estas dicas são uma preciosa ajuda para conseguires umas fotos giras e com ar profissional. Explora-as, experimente-as e deixa-te levar pela supermodel que há em ti. Afinal, a fotogenia também se treina.


Au revoir, ma belle Bündchen!

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901973_523719437666192_859167240_o.jpgViva!

A crónica de hoje mais não é que uma singela e "sutil" homenagem à minha pessoa, melhor dizendo a uma certa parte da minha anatomia. Baralhada? Deixa-me só organizar as ideias que já te explico. É que, com esta taça de tinto à minha frente, a escrita só consegue fluir em slow motion.
 
Na qualidade de legítima descendente de Chaka Zulu, fui agraciada pela genética com lábios bem grossos; caraterística esta que, até uns tempos atrás, me causava um atroz desconforto. Isto porque sempre os considerei demasiado vistosos – demasiado eróticos, para ser mais precisa.
 
Na minha pátria-mãe esse atributo físico pouco me embaraçava, já que para os meus uma boca carnuda é praticamente parte do ADN. Afinal, não é por acaso que a raça negra detém o record mundial do perímetro labial (e do outro perímetro também – se é que me entendes. Pelo menos é o que dizem os adeptos do benchmarking). Foco Sara, foco, que se fores por aí esta crónica não poderá ser publicada sem uma bolinha vermelha no canto superior direito.
 
Passando adiante... conto que quando aqui cheguei pela primeira vez, a escassos anos da virada do século, esta obsessão intergalática por uma boca roliça estava longe de atingir as atuais proporções. Antes pelo contrário. Pouco genérico entre a população caucasiana, eles despertavam demasiada atenção, demasiada cobiça masculina, demasiada inveja feminina, demasiados comentários alheios, demasiadas conexões libidinosas.
 
Lembro-me, como se fosse hoje, que no primeiro trabalho que arranjei aqui em Portugal – numa dessas conhecidas cadeias de distribuição de pizza – uma colega me apelidar de "boca de broche". Fiquei para morrer. Aquilo afetou-me de tal modo que não me atrevia a pintar os lábios por nada deste mundo. Só depois de entrar na terceira década de vida é que reuni coragem, autoestima e "tou nem aí para o que os outros pensam" para começar a usar baton. Agora, com mais uma década em cima, ainda não sou capaz de usar baton rouge, por muito que salive por uma boca vermelho escarlate. Hei de lá chegar, nem que leve mais uma ou duas décadas.
 
É melhor retomar o fio à meada que o texto já periga para o longo e ainda nem adentrei no cerne da questão. Que era mesmo qual? Ah, lembrei! Uma homenagem a uma certa parte da minha anatomia. Adivinha a qual delas me refiro? Touché!
 
Um estudo publicado no Journal of Cranio-Maxillofacial Surgery, baseando num inquérito aplicado a mais de mil pessoas de 35 países, concluiu que a maioria delas considera os lábios carnudos o must-have da sedução. De entre esses, os que apresentam um rácio de 1:1 entre o lábio superior e o inferior (ou seja, com tamanho igual) foram percecionados como os mais atraentes. Só para teres uma ideia mais concreta, cai nesta categoria, por exemplo, a atriz Scarlett Johansson e a blogger Lego Luna (eu, me, je).
 
Entendes agora todo esse parlapiê de homenagem? Entendes também o motivo de toda esta minha "humildade"? Afinal, tenho dois bons motivos para todo este "cheia de si".
 
Dou por encerrada este texto dizendo que o responsável por este estudo (do qual tomaram parte 560 cirurgiões plásticos e 560 cidadãos comuns) alertou para o facto de, à semelhança de todas as modas, estas preferências, ainda que universais, não serem imutáveis. Ou seja, o que hoje reune a preferência da maioria, amanhã pode deixar de o fazer. Até lá, o mundo continuará a levar com uma febre que têm levado a que muitos se sujeitam a autênticas carnificinas clínicas só para conseguirem uns lábios à Betty Boop.
 
E com esta volto à minha taça para um merecido brinde a uns lábios que tanto orgulho me proporcionam neste preciso instante. Tchim tchim e até mais!

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20
Abr17

17554269_10212620139125465_2542439441855554317_n.jOra viva!

O que se faz quando o tempo não quer nada connosco e a inspiração recusa-se a dar o ar da sua graça? Recicla-se artigos, ora essa, de preferência um que tenha tido bastante aceitação, como é o caso deste, onde revelo alguns dos meus maiores aliados na luta para permanecer uma solteira gostosa, feliz e bem resolvida.

1. Pinça 
Este é sem dúvida um item imprescindível para qualquer solteira que se preze e um dos meus favoritos. Pequeno, leve e fácil de transportar, tenho-o sempre à mão, quando quero livrar-me dos persistentes e inestéticos pelos nas sobrancelhas, na aréolas dos mamilos, nos dedos dos pés, à volta do umbigo, nas virilhas (quando os mais resistentes recusam-se a sair, mesmo depois da depilação). Uso-a ainda para arrancar os (poucos) fios de cabelos brancos, sobretudo nas têmporas, e para remover as cutículas.

2. Bicarbonato de sódio 
Barato, acessível e altamente eficaz para quem deseja uns dentes branquinhos e uma pele suave. Antes de ir dormir, escovo os dentes com pasta dentífrica normal, para no fim repetir a ação, desta vez com um bocadinho deste pó. Mergulho a escova molhada na embalagem, passo pelos dentes e deixo ficar sem cuspir nem enxaguar. Horas depois acordo com os dentes branquinhos e um hálito fresco. Também uso o bicarbonato na esfoliação do rosto. Para tal, basta misturar um pouco deste pó com água e esfregar suavemente no rosto. É tão soft que pode ser usado diariamente (eu não o faço porque, como padeço de urticária, a minha pele fica logo irritada).

3. Limão 
Só não faço sandes de limão pelas razões óbvias, mas de resto uso este citrino para temperar carne, peixe, marisco (na panela, na grelha ou no prato), para limpar o organismo logo pela manhã (a mais que recomendada água morna com limão em jejum), para aclarar a pele, para reduzir as manchas do rosto, para combater a acne (sabias que o limão é um poderoso adstringente?), para retirar cheiros fortes das mãos, para fazer chá, para curar gripe ou constipação, para fazer bolo e biscoitos, enfim… para tudo e mais alguma coisa.

4. Cor vermelha 
Não é à toa que o vermelho é a cor associada à paixão, à sedução, ao desejo, à fúria, ou seja, a sentimentos fortes. Talvez por isso, seja a minha cor predileta. Solteira que se preze deve ter pelo menos um exemplar dos seguintes artigos em versão encarnada: sapato, mala, casaco, vestido, acessórios, batom, écharpe, lingerie, lençol, almofada, velas, cortinado, luvas, chapéu e verniz.

5. Água micelar/água termal 
A meu ver um dos mais bem conseguidos artigos da dermocosmética. A micelar dá-me um jeitão na hora de limpar rápida e convenientemente a pele (de manhã ou à noite, tanto faz) e a termal para refrescar durante o dia. Sabe-me, literalmente, a uma lufada de ar fresco.

6. Açúcar/sal 
O que estes ingredientes têm de prejudiciais à saúde (quando usados sem moderação), têm de benéficos à pele. Geralmente no primeiro dia de cada mês, ponho-me de molho na banheira durante uns 20 minutos, para depois fazer uma esfoliação com sal grosso. É só misturar um punhado com um pouco de gel de banho e esfregar suavemente com a ajuda de uma bula (aquelas luvas de esfoliação) para se obter uma pele macia e uma aura imaculada, já que, por ser o mais puro dos cristais (sabias disso?), o sal está associado à limpeza energética e ao afastamento das energias negativas.

7. Limpeza de pele 
Nada como uma limpeza de pele profunda - e com isso refiro-me a uma intervenção feita por profissionais - para que me sinta a própria Cleópatra, não rainha do Egito, mas da Estefânia. E nesse aspeto sou fiel ao Ruana Spa, já que nenhum outro sítio cuidou tão bem da minha pele. A pele fica macia, sedosa (põe-se a mão e ela escorrega), iluminada e rejuvenescida.

8. Duche frio 
"Água fria em pele nua tanto bate até que firma", não poderia ser mais verdade. A água fria faz milagres na pele humana, em especial naquela que começa a perder a firmeza e a elasticidade (culpa do maldito colagénio que, a partir dos 30 anos, começa a ficar forreta). Além de deixar a pele brilhante e rijinha, ajuda ainda a melhorar a circulação sanguínea e a minimizar o risco de constipações.

9. Batom 
Acho que este item é indispensável a qualquer descendente direta de Eva com mais de 10 anos, mas para as solteiras é uma das mais poderosas armas de autoafirmação, atração e sedução. Não sou de me maquilhar no dia a dia, mas o batom esse não dispenso. Prefiro os tons mais escuros, já que os meus lábios dispensam destaque, em versão gloss (quando baixa em mim o espírito da cantora funk) ou em versão nude (sem brilho).

10. Água-de-colónia 
Uma das coisas de que uso e abuso diariamente. A seguir ao duche, ponho a loção corporal, para em seguida espalhar água-de-colónia pelo corpo todo. Como os poros ainda estão dilatados, isto é, mais propensos a absorver tudo o que se lhes põem em cima, a essência da colónia entranha-se na pele e vai sendo libertada ao longo do dia. No tempo das vacas gordas e da (ex) BFF assistente de bordo costumava usar os da Victoria Secret, importados diretamente da América. Agora, contento-me com aqueles que se compram nos supermercados (1l custa menos de 10 euros). Como são baratos e cheiram divinamente não economizo na dose. Assim fico a cheirar bem o dia todo, mesmo no ginásio quando estou alagada em suor, sinto que o meu odor sabe a colónia.

Amanhã há mais, até lá toma conta de ti e orgulha-te do teu status quo, que ser solteira é o que está a dar por estes tempos (sem querer desmerecer os emparelhados).

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sorry-science-says-that-hot-guy-probably-has-lazy-Ora viva!

Na senda de uma fantástica ideia do seguidor Fiquemos pelo anonimato, que me fez arrebitar logo pela manhã, a semana arranca com um artigo especialmente dedicado aos barricados do outro lado da solteirice.

Ao contrário do que sempre se pensou, parece que o tamanho do pénis não é o que mais atormenta o sexo oposto. Algum palpite aí sobre que coisa é essa? Não? Está bem, eu conto!

Segundo um estudo divulgado pelo Daily Star, os homens – pasmemo-nos! – gastam 35 minutos por dia a pensar na sua aparência, estando o excesso de peso, seguido da queda de cabelo e do formato do corpo, no topo da sua lista de dramas mentais.

O estudo garante ainda que metade não se sente confiante em relação ao seu aspeto físico, ao passo que mais de 80% assume estar satisfeito com o tamanho do seu órgão sexual.

Interessantes estes dados, sem dúvida. Não só confirma que, afinal, a preocupação deles com a "embalagem" é maior do que se imaginava, como mostra que a razão da sua satisfação já não é uma questão de centímetros mas sim de gostosura.

Ei tu aí, sim tu do sexo masculino que acabaste de ler isto, faça-nos o favor de te pronunciares sobre o assunto.

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05
Fev16

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Quantas e quantas vezes não desperdiçamos nós tempo, paciência, expetativas e emoções com coisas e pessoas que não contribuem nem um pouco para a nossa felicidade. Verdade?

 

Porque merecemos ser felizes, hoje escrevo sobre algumas atitudes que, por minarem o nosso bem-estar físico, emocional e psíquico, urgem serem banidas do nosso dia a dia. Por ora lembro-me destas cinco, mas caso me venha à memória outras, conta com um novo artigo sobre o assunto.

 

Viver em função dos outros

Ser algo que não somos, nem é suposto sermos, é uma tarefa não só frustrante como cansativa. Aceitarmo-nos tal como somos e aprendermos a valorizar as nossas qualidades e a viver com os defeitos é mais do que suficiente para estarmos em paz connosco e com os que nos rodeiam. E um dos maiores atestados de maturidade e amor-próprio. Das poucas vezes que tentei fintar a minha natureza, mascarando a minha essência, na tentativa inglória de agradar ou ser melhor aceite pelos outros, a coisa não correu bem. Pudera! Cada um é como é. Quem gosta, convive. Quem não gosta, dá meia volta e vai à sua vida.

 

Temer as mudanças

"Para melhor, muda-se sempre!", ainda que isso implique deixarmos a nossa zona de conforto e assumirmos riscos. Entre rejeitar ou abraçar a mudança, mais vale optar pela segunda, já que a primeira vai deixar a nossa vida estagnada, presa à rotina, impedindo-nos de saber o que isso poderia fazer à nossa vida. Não devemos ter medo de abraçar coisas, pessoas, trabalhos, projetos, desafios ou amores novos. O bom da novidade é que a probabilidade de sermos surpreendidos pela positiva é bem maior.

 

Deixar-se levar pelas aparências

Julgar os outros, ainda que inconsciente e involuntariamente, é prática comum a quase todos nós, já que fomos formatados para seguirmos os rótulos pré-estabelecidos pela sociedade. Apesar de eu não sofrer desse mal (pelo contrário), estou ciente de que nem toda a gente consegue libertar-se desse espartilho. Se fores como eu, uma eterna inconformada, deves saber que o segredo para não se vergar àquilo que os outros consideram "socialmente desejável" consiste numa mente aberta, numa escuta ativa (vocábulo adquirido nas entrevistas para call centers) e em aprender a aceitar, ou pelo menos respeitar, a diferença.

 

Deixar-se levar pelo medo

Medo do desconhecido, medo de arriscar, medo de dar o próximo passo, medo de falhar, medo de ser criticado... Enfim… muitos de nós, deixamo-nos aprisionar por todos estes medos, ao ponto de nem sequer tentarmos (como sei disso). Dado que este, muitas vezes, é um estado psicológico, para seguirmos em frente só temos que libertar-nos dele.

 

Inventar desculpas

A desculpa, uma preciosa aliada em certos momentos, pode revelar-se um implacável inimigo noutros, impedindo-nos de partir à conquista de quem ou daquilo que desejamos. Nessa matéria sou uma pro, já que passei a minha vida toda a inventar desculpas para não correr atrás dos meus sonhos. Agora que esgotei todo o stock de desculpas, só me resta ir à luta e fazer por acontecer.

 

E com isso, retiro-me de cena, que hoje tenho uma entrevista em Cascais, o que quer dizer que tenho muito chão pela frente. Wish me luck my dear!

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