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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

31
Dez20

AAB78706-6B75-462F-8147-4F2FAA4AB7E4.jpegOra viva ✌️!

Este 2020 foi intenso, disso não tenhamos dúvidas, provavelmente o mais intenso de toda a nossa existência. Neste dia em que ele (finalmente) se despede da humanidade, um balanço daquilo que foi, ou poderia ter sido, torna-se imperativo. Nunca como dantes uma reflexão sobre o ano que passou fez tanto sentido.

Perdas, privações, restrições, limitações, incertezas e tristezas são presença constante nos últimos nove meses da história mundial. Para muitos foi um ano fatal, letal mesmo. A dor de quem não conseguiu passar incólume a este ano só deve ser equiparada à esperança de um novo ano, infinitamente melhor. E é nisso que devemos todos depositar as nossas melhores expectativas, renovadas após um ano particularmente difícil, que de todos exigiu esforços para lá do imaginável.

Ainda assim, este foi - sem querer ferir suscetibilidades - um dos melhores anos de toda a minha existência, aquele em que senti-me realizada em praticamente todas as áreas. O blog segue convicto na sua missão, indiferente aos resultados, ainda não anunciados, dos Blogzillas do Ano. A revalidação da distinção de melhor blog de Sexo e Diário Íntimo de Portugal será tão somente o culminar de 12 meses salpicados de ambições e concretizações.

A nível pessoal, sinto que tornei-me mais e melhor ser humano, tendo feito sólidos investimentos nos campos espiritual e emocional. A nível amoroso, vivi um summer affair que vou guardar na memória como uma das experiências mais prazerosas de sempre. A nível laboral, enfrentei momentos conturbados (com uma baixa psicológica pelo meio), mas tenho plena convicção de que a situação há de resolver-se da melhor forma. A nível social, tive mais convívio neste ano do que em muitos que lhe precederam. Dentro da legalidade, e respeitando sempre as regras estipuladas pelas autoridades, viajei duas vezes para o estrangeiro, fui para fora cá dentro outro par de vezes, iniciei-me nas noites de fado, aprendi a andar de bicicleta, aprimorei o domínio da língua francesa, aperfeiçoei o nível de inglês, fiz um curso de coaching espiritual e outro de tarot, dediquei-me mais à culinária e explorei novas práticas de trabalho remoto. A nível sexual, arejei as partes baixas, livrando-as de uma boa parte das teias de aranha (se é que me entendes 😉). A nível afetivo, estreitei laços de amizade com duas pessoas, resgatei uma antiga amizade, reaproximei-me de uma irmã com quem tinha estado de costas voltadas por anos a fio e consolidei a relação com a minha adorada sobrinha. A nível extraprofissional, firmei uma auspiciosa parceria com a Isabel Soares dos Santos, vesti a camisola de cronista do P3, fui à televisão defender a causa que nos une, aventurei-me em entrevistas online e debutei-me no inspiring talking.

Sinto que nada deixei por fazer, por dizer, por viver, por sonhar. Posso dizer que vivi intensamente tudo que o universo me permitiu. É por tudo isso, e por teimar em manter intacto o meu espírito otimista, que mal posso esperar por 2021, que augura ser um ano mais bondoso que este que agora finda, mais não seja porque está prevista a tão ansiada imunização contra este maldito vírus que a todos trocou as voltas e reduziu-nos a uma insignificância frustrante e incapacitante.

É, assim, chegada a hora de renovarmos a esperança em dias melhores, pois só assim estaremos aptos a enfrentar, com a desejada - e tão necessária - coragem, os desafios que os próximos 365 dias têm-nos reservado. Desejo-te um Ano Novo transbordante de saúde, alegria, afeição e gratidão. Só o facto de termos sobrevivido a este ano já é motivo suficiente para nos sentirmos abençoados e agradecidos.

Aquele abraço amigo diretamente de terras gaulesas para ti, com sinceros votos de Boas Entradas!🍾💫🎉🎊.

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Viva!

Como anunciado há uns posts atrás, 2020 trouxe ao AS o tão desejado padrasto, aquele que irá assumir a responsabilidade dos discursos dirigidos aos leitores/seguidores do sexo masculino, que, a bem da verdade, representam quase 50% da minha audiência.

Há muito que ansiava poder dividir o protagonismo das publicações com um autor, ficando a cargo deste os conteúdos direcionados aos solteiros e a meu cargo os conteúdos direcionados às solteiras. Assim, partilho a primeira crónica do Mr. Bali, gaiato trintão, ex-solteiro e bom rapaz, que por acaso também tem um blog muito conhecido na praça, cujo nome prefere omitir. Espero que a escrita dele te cative ao ponto de passares a ser leitor assíduo. 

Ninguém entra num novo ano sem pensar: "Este ano é que é". Tomam-se resoluções, fazem-se promessas, mas aí a meio de janeiro já ninguém se lembra de nada e tudo volta a ser como dantes. 

Muitos solteiros, trintões e quarentões, pensam estar muito bem na vida, e até acredito que se sintam assim, contudo como é que será daqui a uns anos? Quando os de trinta tiverem cinquenta e os de quarenta tiverem sessenta, como serão os últimos anos destes lobos solitários, garanhões e conquistadores por instinto? Colecionadores de nomes nos seus 'black books' e de histórias das suas quecas e engates fáceis e fugazes numa qualquer discoteca a altas horas da noite? Valerá a pena fazer disto vida?

"Live together die alone" é tão simples quanto isso, por isso se queres mesmo ser um homem novo não é com a mudança do ano que isso acontecerá. É com a tua mudança, pois se nada mudares, nada irá mudar na tua vida.

As mulheres não são fáceis de perceber, é certo, mas são fáceis de agradar ou satisfazer. Para primeiro artigo neste blog, escolhi abordar três valiosas dicas de quem já anda nesta vida há uns anitos e já passou por todas as fases que um homem pode (finalmente assentei e não me arrependo de nada):

Tempo

O tempo é fundamental, em tudo e para tudo. Se queres que algo resulte tens de ter e dar tempo, pois só assim perceberás o que vale (ou não) a pena. Menos horas com os amigos, menos jogos de futebol e mais tempo com quem queres conquistar. Vais ver que rapidamente os teus amigos passam a ser os dela, os dela passam a ser os teus e todos ficam a ganhar.

Surpresa

Ao contrário do que possas pensar, as mulheres não querem o nosso dinheiro, as miúdas talvez pensem nisso, mas as mulheres de hoje são decididas e ganham o seu próprio sustento, por isso, financeiramente, não precisam de nós para nada. O que quero dizer é que não precisas gastar ou investir uma fortuna para a cativar. Convida-a para jantar, marca um restaurante e, por favor, no final da refeição, sem que ela se aperceba, paga a conta sem esperar nada em troca.

Persistência

Encara uma conquista como se de uma final da Champions se tratasse. Se sofreres um golo logo ao início não atires a toalha ao chão e vai atrás do empate e quiçá da vitória. Existem muitas mulheres boas, mas muito poucas boas mulheres, por isso é normal existirem vários pretendentes. Vai à luta, como um homem não como um miúdo endiabrado que se acha a última bolacha do pacote. Vais ver que valerá a pena.

Por hoje é tudo. Voltarei em breve com mais papo de homem para homem. Até lá um abraço.

Mr. Bali, o teu novo cúmplice.

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09
Jan20

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Viva!

Este início de ano tem sido de tal modo turbulento, que só hoje consigo um break para te escrever. De forma resumida, porque o assunto desta crónica é suposto ser outro (vai depender da extensão deste preâmbulo), faço aqui um apanhado dos seus melhores momentos:

Regresso a Lisboa
A turbulência começou logo aí, quando perdi a viagem. Acredites ou não, o ticket continha informação desatualizada sobre o local de embarque. Ou seja, fui parar a um sítio quando o autocarro partiu de outro. Como se não bastasse ter passado uma noite ao relento, em França, em janeiro, vi-me obrigada a comprar uma nova viagem (pelo triplo do valor); isso se quisesse estar de volta a tempo de honrar compromissos assumidos. Para além do enorme desgaste financeiro, físico e emocional, aguarda-me uma exaustiva batalha jurídica com a empresa, a qual está a tentar, de forma indecente, eximir-se da culpa pelo sucedido. Aguarda pelo post onde descrevo detalhadamente (mais) este drama na minha vida.

Situação profissional
Como já aqui referi antes, o contrato de trabalho com a minha entidade empregadora terminava no final de 2019. Quando me propuseram renovar, nas mesmas condições, recusei; afinal porque iria querer continuar num emprego em que era a única do meu departamento que ganhava menos (bastante menos), tinha as piores funções, o pior horário e o vínculo mais precário? Como tinha férias marcadas para as duas últimas semanas do ano, fui à minha vidinha na firme convicção de que iniciaria 2020 sem emprego, mas absolutamente livre para me dedicar ao AS e aos demais projetos pessoais e profissionais que tenho vindo a adiar, precisamente por causa desse trabalho. Esta segunda-feira (6 de janeiro), para incredulidade minha, fiquei a saber que passei a efetiva, e com o mesmo horário que as restantes colegas. Para breve está o ajustamento do meu salário. E esta, hein?

Ano novo, casa nova?
Com este volte-face, que me apanhou de surpresa, os meus planos para este início de ano terão que se reajustar às atuais circunstâncias. E um dos ajustes prende-se com a moradia. Depois de ter ficado sem casa no início do ano passado (como te contei neste post), passei os últimos 12 meses da minha existência em situação de alojamento provisório, numa habitação aquém das condições desejáveis no que ao conforto e à dignidade dizem respeito. À luz desta minha nova realidade laboral, a mudança de residência torna-se, portanto, inadiável. Assim, tenho estado a correr atrás de uma casa nova, no centro de Lisboa, cuja renda seja compatível com o meu salário. Como deves imaginar, será uma missão quase impossível, da qual espero sair vitoriosa.

Outro projeto literário
Há mais de um ano que tenho vindo a alinhavar um projeto literário, desta vez a solo, à volta da cultura cabo-verdiana. À custa da falta de tempo (e de empenho, confesso), os meses foram passando, sem que eu conseguisse dar-lhe corpo. Ao que tudo indica, ele nascerá este ano, provavelmente no segundo semestre. O projeto já foi "comprado" por uma editora, pelo que agora não tenho como não fazer para torná-lo realidade. Árdua tarefa se avizinha: muito trabalho de campo, imensa recolha de informação, inúmeras portas para bater, enorme pedra para lapidar, vários negas para ouvir e tudo o mais. Ou seja, uma grande quantidade de sangue, suor e lágrimas terei eu que dispender nos próximos meses. Só mesmo a antevisão da tal luz ao fundo do túnel para me ajudar a preservar a fé, o foco e a motivação necessários para levar a cabo tal desafio. Toda vez que se justificar (que o segredo continua a ser a chave do sucesso), far te ei um ponto da situação sobre este assunto.

Vida social reabilitada
Assumidamente comprometida com Os meus votos para 2020, sobretudo aqueles que dizem respeito à interação com outros humanoides, o ano começa com uma agitada na minha há muito moribunda agenda social. Este sábado, para além de marcar presença num evento literário, vou ao jantar do tal Grupo Livres para Amar, do qual te falei há uns mesitos. Vamos ver no que vai dar.

Como temia, já não tenho mais "tempo de antena" para abordar o tema que tinha definido para hoje: dicas para atrair sorte, prosperidade e abundância. Fica para a próxima. Um abraço amigo e continuação de bom ano.

Estamos juntos!

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16
Dez19

Os meus votos para 2020

por Sara Sarowsky

22254989_1558053237566135_4685757192720609799_o.jpViva!

Embalada pela aura auspiciosa que paira sobre o novo ano, eis os meus votos para 2020:
Que eu possa superar os problemas, as adversidades e as dificuldades sempre com um espírito batalhador, uma mente aberta, muita alegria no coração, bastante confiança nas minhas capacidades e a convicção de que no fim tudo dará certo.

Que eu possa fazer da boa disposição, da honestidade, da sinceridade, da lealdade, da amizade, da generosidade, da benevolência, da autenticidade, da sabedoria, da humanidade, da gentileza, da cortesia, da inteligência, do discernimento, da bondade, da compreensão, da tolerância e, sobretudo, da humildade as minhas maiores aliadas para uma existência feliz e realizada.

Que eu possa recordar as frustrações passadas, as amarguras acumuladas e as pessoas desavindas sem sentir "aquele" aperto no peito.

Que eu possa empregar as lições aprendidas ao longo deste ano com sabedoria, gratidão, compostura e generosidade.

Que eu saiba gerir com sensatez e honradez as maldades alheias direcionadas para mim.

Que os meus olhos nunca mais conheçam lágrimas de tristeza, desânimo, desilusão, pesar, amargura e solidão.

Que eu nunca desista de ser feliz e que nunca me faltem forças para lutar pelas coisas que quero, acredito e valorizo.

Que haja
recursos financeiros suficientes para honrar todos os meus compromissos e ainda dar umas voltas pelo mundo.

Que eu possa sempre seguir em frente de cabeça erguida sem temer o que encontrarei pelo caminho.

Que a bonança, a prosperidade e a abundância sejam uma constante na minha vida e na daqueles que quero bem.

Que eu saiba contornar com mestria as armadilhas da vida e das pessoas mal-intencionadas.

Que a felicidade dos meus entes queridos, seja minha felicidade duas vezes.

Que as pessoas que me são queridas permanecem sempre juntinho de mim e pertinho do meu coração.

Que eu possa permanecer fiel à minha essência e que nunca desista de tornar-me uma pessoa melhor e mais digna daqueles que me são caros.

Que eu possa continuar a ter orgulho da minha maneira de ser e da forma de estar na vida que escolhi para mim.

Que o novo ano que ora se aproxima me traga as oportunidades certas para eu levar a bom porto os meus sonhos, planos e projetos.

Porque eu quero, posso e mereço. Porque eu vou fazer por isso!

E tu, meu bem, já anotaste os teus desejos para o novo ano? Caso ainda não, uma dica: põe-nos no papel, que quando assim é eles tornam-se mais reais, logo mais propensos a serem cumpridos.

Aquele abraço amigo de sempre!

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Viva!

 

Começo por pedir desculpa pela ausência (anormalmente) injustificada. Têm sido dias turbulentos, pautados por dramas domésticos psicodélicos, os quais pretendo dar-te conhecimento oportunamente. Para já, digo que estou em Paris com a parte da minha família a que me foi possível juntar este ano.

 

Justificado que está o meu paradeiro, vamos ao propósito deste post: desejar-te um feliz Ano Novo. Não é por acaso que escolhi esta imagem (um registo da época em que eu conjugava reveillon com discoteca) para ilustrar este post. Com ela quero assumir que estou a dar as costas a 2018, não por estar zangada ou ressentida, mas apenas porque é a melhor forma de receber 2019 de braços abertos, cabeça erguida, coração repleto de esperança e espírito vibrante de boas energias.

 

Obrigada por fazeres parte do meu 2018. Conto contigo em 2019?

 

Boas Entradas e até breve!

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Que esta quadra festiva seja muito mais que confraternizações e trocas de prendas. Que seja harmonia, alegria, partilha, solidariedade, amizade, comunhão e amor ao próximo.
Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.
 

Aquele abraço amigo de sempre.

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01
Jan16

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31
Dez15

Resolução para 2016

por Sara Sarowsky

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As minhas resoluções para o ano que aí espreita é na verdade apenas uma: SORTE. Sorte em relação a tudo: ao trabalho, ao dinheiro, ao amor, ao rapaz lá do ginásio, ao sexo, ao euromulhões (sonhar não paga impostos), aos amigos (bons e verdadeiros), à família, aos projetos, a uma viagem ao exterior, a uma fuga (a dois de preferência) até Paris, ao curso de inglês, a uma jóis, a este blog e ao que mais vier e contribuir (ativamente) para a minha felicidade.

 

Daquela minha listinha de 10 itens que fiz no ano passado, a primeira vez que resolvi por preto no branco as minhas maiores aspirações para o novo ano, apenas uma se concretizou na totalidade e duas na parcialidade. Ou seja, o saldo é francamente negativo, pautando-se por uma taxa de não concretização na ordem dos 80%.

 

Por isso, este ano decidi que o mais desejo (e preciso) é sorte, pois quando se tem sorte, o alcançar dos nossos planos, sonhos e ambições será apenas uma questão de empenho, dedicação, foco e tempo. Porém, sem ela, por mais que nos esforcemos e batalhemos não há maneira. E eu sei do que falo (como sei!).

 

No ano que vem desejo-me a mim e a ti, minha fiel companheira de estórias, lamentos e experiências, SORTE. Apenas isso, que o resto virá por acréscimo, estou certa e penso que também tu!

 

Feliz 2016 e toda a sorte do mundo para todas nós!!!!!

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