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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

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Ser solteira tem destas possibilidades, ou seja, deixa-nos mais à vontade para tentar o engate online, já que com o passar da idade os engates reais, na vida quotidiana, tornam-se uma tarefa cada vez mais árdua e ingrata.

 

A minha irmã do meio há muito que me incentivava a tentar a minha sorte online. Ela sempre fez sucesso e pretendentes promissores nunca lhe faltaram. Às vezes até chegava a sair com dois ao mesmo tempo (cada um de uma cidade diferente, não vá o azar tecer das suas).

 

Depois da enésima desilusão resolvi deixar de lado o velho preconceito de quem procura companhia na net, ou é tarado, ou encalhado, ou esteticamente prejudicado e por aí adiante, e toca a inscrever-me. Num belo dia de janeiro, vejo na minha inbox um anúncio do Second Love (a partir de agora SL) e sem atentar ao real significado do nome, na ânsia de me aventurar no engate virtual e com receio de deixar o preconceito e a prudência falarem mais alto, toca a preencher os campos.

 

E assim, dei por mim num dos maiores sites de encontros online que promove encontros amorosos de segunda linha, como gosto de chamar.

 

Escusado será dizer que quando me apercebi de que era uma séria candidata a tornar-me a mistress de alguém "amarrado", por livre e espontânea vontade, mas inconformado em degustar durante dias, semanas, meses e anos o mesmo prato, os meus alicerces morais foram abalados.

 

E foi assim que perdi a minha virgindade amorosa online e as aventuras e desventuras dessa parte até aqui, perfazem quase quatro anos, vou contando aos poucos, pois é tanta história que nem o Atlas conseguia absorver tudo.

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15
Jun15

Feira do Livro 137.JPG

 

Depois de uma, uma espécie de diário onde a ideia era chorar as dores de um amor não correspondido, depois de outra, cujo primeiro post não passou de um rascunho, eis que, à terceira, "dou à luz" o meu blog pessoal. Pessoal, porque profissionalmente já geri três, e todos ao mesmo tempo.

 

Será então caso para pensar que sou muito experiente e que vou ser bem sucedida. Nada disso, minha amiga, pois um blog pessoal requer muito mais que isso: requer gerir os pensamentos, as ideias, os sentimentos, as expetativas e aquele jogo de cintura, necessários para que se consiga conteúdos interessantes, apelativos e capazes de cativar ao ponto da leitura de um segundo, um terceiro, um quarto e por aí adiante post.

 

Se até aqui não desistiu de mim, nem desta espécie de crónicas de uma pré-quarentona órfã de marido, namorado, amante, amigo colorido, descendente, casa própria (alugada também serve), viatura, e, principalmente de companhia, é porque estou no caminho certo.

 

Agora, é tempo que pensar em assuntos com as quais "fêmeas" na mesma situação que a minha possam identificar-se e incutir nelas o hábito pela minha página.

 

Vou ali e já volto com o primeiro assunto, o meu drama do dia: carta aberta ao meu gestor de RH, que me julgou e condenou sem direito a defesa!

 

Seja então bem-vinda ao meu blog, parceira!
LegoLuna

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