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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

12
Mar21

Cartaz_Live 7.jpgViva!

Preciso lembrar-te que amanhã é dia de live no Instagram? Acompanhada pela minha business partner, Isabel Soares dos Santos, vou falar sobre a missão que recentemente abraçámos: ajudar os corações solitários a encontrarem o verdadeiro amor. 

O que é um serviço de matching (correspondência amorosa, para quem não está familiarizado com o termo), como funciona, o que fazer para aderir, quem pode inscrever-se, quais as fases do processo de triagem e seleção e como é que os pretendentes são apresentados são apenas alguns dos pontos que vamos abordar nesta sétima sessão do ciclo 'Saturday Single Spot'.

Para além disso, é nossa intenção promover matchs em tempo real, ou seja, fazer correspondência amorosa durante o direto. Caso estejas interessada, ou conheces alguém que esteja, serás muito bem-vinda. Para participar, basta enviar, por email ou direct message, o primeiro nome, idade, altura, peso, localidade, signo e perfil do par ideal.

Nessa live vamos ainda falar do próximo evento do Love for You Match, um Festival do Amor agendado para o dia 20 de março, entre as 18 e as 20 horas, via Zoom. Muitas supresas temos reservadas para os participantes: música, dança, terapia, meditação, partilha e, quem sabe, uma ou outra correspondência amorosa. Porque o amor não tem estado civil, nem deve permanecer confinado por muito mais tempo, abrimos este evento a todas as pessoas que queiram desfrutar de um final de tarde diferente, descontraído, animado e deveras inovador.

Curiosa? É só aceder ao perfil @sara_sarowsky
, amanhã, a partir das 22 horas. Até lá!

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Viva!

Sou como S. Tomé; só creio no que vejo, no máximo no que ouço alguém próximo contar que viu. Por isso mesmo, e farta de estar constantemente a levar com frases feitas sem nenhum fundo de garantia empírico, vari o ciberespaço à procura de fundamentação científica para algumas questões que a sociedade nos impinge como factos e não convicções.

Assim, cumpre este artigo o doloroso dever de deitar por terra algumas crenças que correm de boca em boca, ultrapassam gerações, proliferam pelas redes sociais e assentam raízes no imaginário coletivo. 
Eis aqui uns quantos mitos que deves mandar às favas, uma vez que estão longe de estarem certificadas pela Dra. Ciência:

1 - Usamos apenas 10% do nosso cérebro
A ideia de que usamos apenas 10% do nosso cérebro nasceu há mais de um século e perdura até aos dias de hoje. Várias investigações têm demonstrado que nenhuma área do cérebro está completamente adormecida e que há funções fundamentais ativas em quase todas as zonas.

 
2 - Rapar o pelo faz com que ele cresça mais rápido e mais forte
Esta crença há muito que assombra aqueles que, como eu, não suportam pelos abaixo da linha dos olhos. Apesar do senso comum parecer ir de encontro a ela, a verdade é que estudos atestam que rapar não provoca o aparecimento de novos pelos nem engrossa os que já existem.

3 - Preocupações causam cabelos brancos
Desta máxima estava eu firmemente convencida até começar a escrever este artigo. O que não sabia é que as células responsáveis pela pigmentação são programadas geneticamente para deixarem de produzir o pigmento do cabelo a partir de uma certa idade, um processo que não é influenciado por um maior ou menor grau de stress na nossa vida.

4 – Não se arrancam cabelos brancos porque nascem mais
Por experiência própria sei que este mito não tem fundamento nenhum. Há vários anos que arranco os meus fios brancos e posso garantir que nascem exatamente o mesmo número de fios que se arranca. Isto porque cada fio cresce a partir de um folículo próprio, pelo que arrancar um não vai fazer com que nasçam dois no mesmo folículo.

5 - Ler com pouca luz dá cabo da vista
Quem nunca ouviu essa dos pais que vá agora para a caixa de comentários deixar o seu testemunho. A maioria dos oftalmologistas assegura que não existem provas de que ler com pouca luz danifique a visão. Os efeitos da fadiga ocular são temporários, pelo que é pouco provável que possam provocar danos permanentes.

6 - Tempo frio e húmido provoca constipação
Apesar de 80% das pessoas acreditarem nisso, não está provado que se apanha uma constipação por andar ao frio, apanhar chuva ou sair com o cabelo molhado para a rua. A constipação é causada pelo contacto com as secreções respiratórias de pessoas infetadas e também pela inalação de minúsculas gotas de saliva contaminadas e suspensas no ar quando alguém constipado espirra, tosse ou mesmo fala.
 
7 - Vitamina C previne gripe e constipação
Esta deve ser o maior de todos os mitos, pois até os profissionais de saúde nela creem. Estudos recentes demonstram que uma dose suplementar diária de vitamina C não produz efeitos relevantes na prevenção das constipações ou na redução da duração ou da gravidade das mesmas.

8 - Comer chocolate provoca borbulhas
Mais uma crença à qual eu subscrevi durante toda a minha vida. Hoje sei que não é o que comemos que potencia o aparecimento da acne, mas sim fatores como a hereditariedade e, até certo ponto, os cuidados de higiene com a pele. Resumindo e concluindo: o que leva ao surgimento das borbulhas é a obstrução dos poros com gordura ou bactérias e não a alimentação.

9 - Não se deve tomar banho depois de comer
Já todos ouvimos que depois de comer é preciso esperar algum tempo antes de se ir ao banho, sob pena de termos uma congestão. De facto esse perigo existe, mas só quando se refere a alguma atividade que requeira esforço, como nadar. Quer isso dizer que um simples banho ou duche com a água a temperaturas amenas não representa um risco acrescido.

10 - Antibióticos reduzem a eficácia da pílula
Do meu próprio médico de família ouvi eu que o antibiótico condiciona a eficácia da pílula. Contudo, não existe na literatura médica nada que comprove que os antibióticos comuns reduzam a eficácia da pílula, a não ser aquele que normalmente se usa contra a tuberculose.

11 - Precisamos beber oito copos de água por dia
Esta recomendação, mais do que batida, corresponde a uma meia verdade, já que não existe na literatura médica qualquer estudo que a sustente. Muita da água que o nosso organismo necessita está nos alimentos e nos outros líquidos que ingerimos. Cada organismo funciona segundo as suas próprias regras, daí que não se pode determinar uma dose exata para todos eles.

12 - Antitranspirantes provocam cancro da mama
Admito que quando tomei conhecimento deste alerta, que viralizou na rede há uns anos, passei a evitar os antitranspirantes. Ignorância e excesso de zelo, já que estudos realizados não encontraram qualquer associação entre o uso destes artigos e o cancro da mama.

13 - Não se deve comer muitos ovos
Não obstante conterem níveis de colesterol mais elevados do que outros alimentos, os ovos são uma das mais importantes fontes de proteínas. Portanto, é falso que não devamos comer mais de dois ou três por semana, pois o aumento do 'mau' colesterol (LDL) depende da alimentação no seu conjunto, do tabaco, do stress e de fatores genéticos.

14 - Café descafeinado não tem cafeína
Ao contrário do que se pensa, o descafeinado não é isento de cafeína. Uma chávena pequena de café tem cerca de 150 mg de cafeína, e um descafeinado, dependendo da marca e do lote, ainda pode ter entre 8 e 30 mg.

15 - Comida integral é mais saudável
Mesmo tomando conhecimento de que alguns produtos têm (para potenciar o sabor) mais gorduras trans, não concordo que a comida integral não seja mais saudável. Tem é que ser o rótulo e verificar todos os componentes do alimento. Uma coisa reconheço, o excesso de fibras presentes nos produtos integrais pode diminuir a capacidade de o intestino absorver as vitaminas. Daí que tenhamos que consumi-los com peso e medida.

16 - Não é possível engravidar durante o período
Apesar de pouco provável, não é impossível. Existem casos em que há uma possibilidade maior de a mulher ovular quando o período ainda decorre. Além disso, um espermatozóide pode permanecer durante uma semana no corpo de uma mulher, pelo que, mesmo tendo entrado durante o período, pode ainda sobreviver após o final deste.

Penso que este artigo deixou claro que muitas das crenças em que acreditamos estão longe de estarem comprovadas. A verdade por trás de muitas delas, que tomamos como dados adquiridos, não passam de reproduções amadoras do senso comum por parte de mentes que, em vez de questionarem a realidade das coisas, apenas as assimilam e reproduzem.

Por hoje é tudo que o dia já vai longo. Até à proxima!

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Viva!

Um artigo da Notícias Magazine dá conta de uns quantos pormenores que nos conferem um ar genuinamente sensual, sem sequer darmos conta. Eis então nove coisas que fazem com que a atenção alheia recaia sobre a nossa pessoa sem que precisemos fazer por:
 
1. Cabelo desalinhado
Cabelo com vida própria, de preferência au naturel, dá-nos um ar despreocupado, descontraído e altamente desejável, sem, contudo, parecermos desleixados. Que o digam aqueles gajos que passam horas infindáveis em frente ao espelho a moldar o cabelo para parecer imaculadamete desalinhado. Atenção que cabelo desalinhado não é a mesma coisa que cabelo desgrenhado; é mais como se tivesses acabado de sair de uma praia ventosa, ou de um passeio de mota, ou de uma noite a dançar.
 
2. Comer sem frescuras
Comer de forma descontraída, sem complexos, culpa ou receio de sujar as mãos. Falando na primeira pessoa, não acho piada nenhuma comer pita shoarma, pizza ou churrasco sem ser com as mãos. Se és cá das minhas ou estás a ponderar deixar-te levar pelo à vontade enquanto comes, um conselho: não te esqueças de lamber os dedos, que isso sim é ultra sexy.
 
3. Riso
Sabes aqueles risos espontâneos, gostosos de se ver e ouvir, que iluminam o rosto todo e se estendem até aos olhos? É precisamente esse tipo de riso que nos faz parecer incrivelmente atraentes aos olhos alheios. Já aqui referi algumas vezes que o humor é do mais sexy que pode haver. Inclusive, vários estudos já comprovaram que o riso é um poderoso afrodisíaco natural.
 
4. Look descontraído
Decididamente, a sensualidade não passa apenas por um corpinho fit ou por roupas que mostram mais do que tapam. Ela passa essencialmente pela forma como nos sentimos confiantes e confortáveis em relação à nossa aparência. Um visual descontraído – roupa desportiva, calças largas, vestidos soltos ou blusas sem corte – podem causar impacto; e muito, se soubermos tirar partido dele. O importante é que assente bem e realce o que de melhor tem o nosso corpo.

5. Cicatrizes
Há quem tenha um enorme complexo das marcas que têm no corpo. Eu, por exemplo, tenho um complexo mortal das minhas estrias, memórias amaldiçoadas dos meus primeiros três meses em terras lusas, em que passei dos 49 para os 60 kilos. Se por acaso também tens vergonha das tuas… bom, fica a saber que cientistas apuraram que os homens (pelo menos, os britânicos) apreciam aquelas marquinhas particulares que tornam cada mulher única.

6. Espontaneidade
Ser natural, original ou desenvolto torna-nos particularmente atraentes aos olhos dos outros. Ser espontâneo exige segurança, autoestima e fidelidade à própria essência. Portanto, se queres aumentar a DDR de "sexytude" (sensualidade + atitude) capricha aí na espontaneidade, que o que vem de dentro não deixa margem para embaraço ou medo do que possam pensar de nós.
 
7. Independência
Independência requer uma personalidade forte e uma vontade inabalável de assumir as rédeas da própria vida, no mater what. Pessoas independentes têm a exata noção do preço a pagar para usufruir desse estatuto e mesmo assim optam por não abrir mão dele. Só o facto de não sentirem necessidade da aprovação alheia já as coloca num lugar especial.

8. Olhos nos olhos
Aquela máxima de que os olhos são o espelho da alma é provavelmente um dos clichés mais mundanos. Goste-se ou não, é mesmo verdade. Estudos empíricos descobriram que um olhar direto (sobretudo acompanhado do tal sorriso de há pouco) pode tornar uma pessoa oito vezes mais desejável. Só isso já vale uma batalha visual com algum crush.

9. Ombro(s) à mostra
Escusam de ser ambos os dois (só para dar uma de Lili Caneças). Basta um para despertar o olhar e, por tabela, a curiosidade. Destapar uma certa parte do corpo, sem revelar demasiado, é sexy na medida em que faz o outro querer saber o que mais se esconde por debaixo da roupa. No caso das mulheres, deixar um ombro à mostra fá-las sentirem-se instantaneamente elegantes, poderosas, femininas. E o sexo oposto tem um radar que capta essa aura, podes ter a certeza.
 
Moral desta crónica: mais do que ser fisicamente bem-apessoada ou usar indumentária provocante, ser sexy resume-se a uma única palavra: atitude; atitude essa alimentada a autoconfiança. E autoconfiança sabemos nós que atrai, fascina, cativa e marca tudo e todos.
 
Na quarta estarei de volta com um novo post, cujo tema está ainda em banho-maria. Até lá muita muita “sexytude” e uma ótima semana.

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03
Jun19

Previsão energética de junho

por Sara Sarowsky

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Viva!

Junho chegou radiante e escaldante, um claro prenúncio do que os astros nos tem reservado para este sexto mês do ano. No meu caso, fiquei arrepiada com as previsões da life coach Isabel Soares dos Santos, pois nelas vi espelhadas, de forma translúcida, o meu atual estado de espírito. Desde o falecimento do meu pai que tenho estado a questionar alguns aspetos na minha vida, a por em causa coisas que tinha como garantidas. A cada dia que passa, sinto-me a caminhar rumo a um entroncamento, sem direito a cedência de passagem. No meu íntimo sei que, cedo ou tarde, terei que tomar umas quantas decisões, decisões essas que tenho vindo a adiar pelo simples receio de ter que deixar a zona de conforto e enfrentar o desconhecido.

É neste contexto que estas previsões não poderiam ser mais perentórias: não tenho como não tomar essas decisões! 
Para que possas perceber melhor o que estou para aqui a divagar, só mesmo lendo o que previu a conselheira espiritual deste blog para este mês de junho:

Eis que o ano continua a passar rápido demais... tudo acontece a uma velocidade estonteante e cabe-nos a nós criar as nossas rotinas saudáveis por forma a conseguirmos manter o equilíbrio. 

Junho apresenta-se como um mês de maior sabedoria e consciência interna. É chegado o momento de ouvir a voz da intuição e seguir os seus conselhos. É hora de perderes o medo e de escolheres exatamente o que te faz feliz. Já não há muito mais espaço de manobra para ficares apenas a deambular pela vida à espera que algo aconteça. É o momento certo para tomares decisões.

Quanto mais tempo passas sem tomar decisões, mais infeliz ficas. Pois a vida passa e as oportunidades acabam por ficar no passado. Principalmente agora em que o dia parece que apenas tem 12 horas. É fundamental escolheres o que realmente desejas para a tua vida, o que realmente te faz feliz. Se não escolheres agora, as circunstâncias da vida vão escolher por ti... e depois não te queixes.

Aqueles que já estão no seu processo de tomada de consciência e de desenvolvimento pessoal, compreendem perfeitamente que não há tempo a perder. Às Almas conscientes que já têm dado passos muito concretos em direção à sua felicidade, os meus sinceros parabéns!! O universo vai recompensar e as bênçãos serão mais que muitas! Há que agradecer por isso.

Milagres acontecem todos os dias a quem já se disponibilizou para ouvir a sua voz interior. Mas muitos perguntam: como oiço a minha voz interior? Como oiço a minha intuição? Sempre que tiveres a cabeça cheia com "porquês", sempre que tiveres a cabeça cheia com as lembranças menos boas do passado ou sempre que tiveres a cabeça cheia com as preocupações em relação ao futuro, não estás a dar espaço para a tua voz interior se manifestar. Por muito que custe, tudo se pode treinar na vida e, ouvir a nossa voz interior, pode treinar-se todos os dias. Por isso, tem pensamentos melhores, deixa as preocupações no passado, vive apenas o momento presente com um sorriso no rosto. Por muito dura que esteja a ser a tua vida, a cada dia acordas para um novo dia e só depende de ti fazer diferente. Só depende de ti fazer escolhas melhores em relação ao teu presente. 

Tudo o que mais desejas na tua vida, pode acontecer hoje mesmo. Por isso, liberta-te dos pesos, liberta-te dos medos e tem fé. A fé vai levar-te a uma vida muito melhor. A cada dia podes aumentar a tua fé. Podes acreditar mais em ti próprio. Podes acreditar que tudo é possível. E começar a ter sonhos melhores. 

Desejo-te um mês muito abençoado e cheio de sonhos concretizados!

Abraço de Luz,
Isabel 💗

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20
Mai19

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Viva!

Um estudo de duas universidades americanas (Delaware e Reed College) apurou que é cada vez maior o número de casais para quem ver séries televisivas começou a ser a melhor forma de passar momentos a dois. O fenómeno tem assumido tal proporção que preferem estar horas a assistir a vários episódios seguidos do que a fazer sexo. Mais valia ter intitulado esta crónica de Como a Netflix está a matar a vida sexual dos casais.

A pesquisa, citada pelo Delas.pt, contou com dados de quase quatro milhões de indivíduos, de 80 países dos cinco continentes, e permitiu concluir algo que não é propriamente novo: que as séries televisivas estão a matar a vida sexual dos casais. Abro aqui um parêntesis para dizer que já faltou mais para o combate à baixa natalidade passar pela regulação do tempo de acesso aos conteúdos audiovisuais.


Apesar de Portugal não constar da lista dos países analisados, dados da ERC obtidos no estudo As Novas Dinâmicas do Consumo Audiovisual em Portugal 2016 indicam que 99% da população portuguesa via televisão regularmente e deixar de o fazer seria impensável para 65,5%.

De modo a não comprometeres a tua vida sexual (caso a tenhas), que tal aceitares este desafio de 30 dias de sexo:
Dia 1 – Sexo convencional
Dia 2 – Sexo numa nova posição
Dia 3 – Rapidinha
Dia 4 – Sexo na cozinha
Dia 5 – Sexo sem se despir
Dia 6 – Sexo na marquise
Dia 7 – Sexo convencional
Dia 8 – Sexo num local público
Dia 9 – Sexo numa nova posição
Dia 10 – Rapidinha
Dia 11 – Sexo na banheira
Dia 12 – Sexo convencional
Dia 13 – Sexo contigo vestida para matar
Dia 14 – Sexo depois de uma boa massagem
Dia 15 – Sexo silencioso
Dia 16 – Sexo com o parceiro amarrado
Dia 17 – Sexo contigo amarrada
Dia 18 – Sexo numa nova posição
Dia 19 – Sexo convencional
Dia 20 – Sexo contigo vestida de forma sexy
Dia 21 – Sexo com o parceiro vendado
Dia 22 – Sexo contigo vendada
Dia 23 – Rapidinha
Dia 24 – Sexo na banheira
Dia 25 – Sexo só com preliminares
Dia 26 – Sexo assumindo um personagem
Dia 27 – Sexo convencional 
Dia 28 – Sexo numa nova posição
Dia 29 – Sexo em qualquer lado menos no quarto
Dia 30 – Sexo na posição preferida

Solteiros meus de cada crónica, se é vosso desejo conquistar/manter uma vida sexual ativa e prazerosa, queiram fazer-se o favor de adicionar este post aos favoritos. Caso contrário, continuem agarrados à televisão, ao smartphone e ao tablet, dispositivos eletrónicos em vias de virem a ser "o verdadeiro assassino da vida sexual" dos cidadãos. Quem avisa amigo é.

Até à próxima!

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Viva!

Era uma vez uma princesa chamada Kimberley. A Kimberley tinha 24 anos e, tal qual a maioria dos mortais, ansiava por encontrar a sua cara-metade. Como esta tardava em dar o ar da sua graça, a nossa heroína decidiu partir em busca dele. Na sua aventura passou por vários sites e apps, até ir parar aos domínios do Tinder, onde se cruzou com vários pretendentes. Houve um que a cativou mais que os outros; ao ponto de decidir aceitar o seu convite para um encontro, encontro esse que correu tão bem que acabou promovido a jantar.

O que parecia prestes a desabrochar num segundo date, acabou confinado a um silêncio ensurdecedor, já que o mancebo nunca mais deu sinal de vida. Até que, três meses depois, adentra pelo telemóvel da Kimberley uma mensagem do "ghosting" com 15 recomendações que ela deveria seguir se quisesse voltar a desfrutar da doce fragrância da sua presença.

Qual não foi o choque e a estupefação da nossa jovem ao ver isto:

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Para quem não está muito à vontade com o inglês (como eu), fica aqui a tradução:

1. Se perdesses seis a 12 quilos ficarias incrível;

2. És muito pálida. Sei que não gostas muito de apanhar sol, mas um pouco de bronzeador não te faria mal nenhum;

3. Como até tens mamas grandes, deverias mostrar um pouco mais do teu decote;

4. Penso que deverias usar roupas que se adequem mais ao teu tipo de corpo. Deverias também atualizar um pouco o teu estilo para que eu não me sinta embaraçado quando andar contigo na rua;

5. Devias pintar o teu cabelo de uma cor mais normal e fazer extensões. O cabelo comprido é mais sexy;

6. Devias ter um ar mais natural e por isso devias deixar de usar maquilhagem. Arranja-te de forma a que fiques com um ar decente, mas não exageres;

7. Como os teus lábios descaíram, devias voltar a fazer um preenchimento. Eu sei que te arrependeste de o teres feito antes, mas o enchimento dos lábios dá-te um ar mais sexy;

8. Precisas de ser mais confiante. A confiança é sexy!;

9. O facto de quereres ir devagar fez-te parecer pudica. Além disso deverias ser mais sensível para com os sentimentos dos outros pois o facto de não me teres dado um beijo magoou o meu ego;

10. Quando nós comemos, eu reparei que pediste uma salada, mas pedires uma cola normal é ingerires mais calorias que não precisas;

11. Devias contar o mínimo possível de detalhes sobre o teu passado. Eu não estou minimamente interessado em saber nada sobre o teu passado nem por aquilo que passaste;

12. Pareceste-me um pouco reservada. Devias mostrar mais a tua personalidade;

13. Devias ter um melhor sentido de humor. Tu não te riste de nenhuma das minhas piadas;

14. Fizeste-me sentir mal quando te ofereceste para pagar. Parece que não percebeste que eu tinha dinheiro para pagar mesmo depois de te ter mostrado qual o saldo da minha conta bancária;

15. Não me fizeste nenhum elogio.

Poderia este texto ter sido importado diretamente da minha imaginação? Poderia, mas não foi. Esta estória é verídica e passou-se lá pelas terras de sua majestade. Uma situação tão inusitada (e bizarra) que a sua protagonista fez questão de partilhá-la com o cibermundo, que, por sua vez, não se coibiu de a viralizar, despertando assim a atenção de reputados sites de notícias, como, por exemplo, a Fox News, o The Sun ou o Daily News.

Moral da estória: príncipes encantados não existem, muito menos no Tinder!

Bom fim de semana!

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Viva!

Já que só se fala disso, eu também quero dar bitaite sobre a polémica do momento, apesar de (ainda) não ter estabelecido qualquer contacto visual com nenhum dos elementos. Como já deves ter adivinhado, refiro-me aos novos dating shows, estreados domingo nos canais 3 e 4 da televisão portuguesa.

Desde a primeira versão do Big Brother, já lá vão quase duas décadas, que sou assumidamente abstémia no que toca ao consumo destes conteúdos, a meu ver, mero lixo audiovisual, ou telelixo para ser mais exata. Contudo, como profissional da comunicação formada e informada, que faz questão de estar a par do que acontece ao seu redor, leio sobre o assunto. E como! É assim que vou acompanhando o desfile de programas de entretenimento para adultos (sem bolinha vermelha, atenção), cada um mais decadente que o outro. E o que não me chega ao conhecimento por livre e espontâneo acaso, as redes sociais, as colegas e os amigos disso se encarregam.

Mais empolgante que devorar o disse-que-disse/escreve-que-escreve, é auscultar a reação alheia, venha ela de figuras públicas ou de personalidades anónimas. E o que mais tem abundado nas últimas trinta e tal horas são notícias, paródias, mas sobretudo, censuras sobre os programas Quem Quer Casar com o Meu Filho? e Quem Quer Namorar com um Agricultor?.

Para as Capazes, protagonistas de uma das reações mais ferozes que me chegou à vista, "a SIC pôs várias mulheres a competir para agradar a um macho", enquanto que a TVI "pôs várias mulheres a competir para agradar à mamã de um macho". "Lady na mesa, louca na cama… e serva na cozinha" parecem ser as chaves desta lotaria; seja ela qual for (amor, namorido, fama, dinheiro ou outra coisa qualquer).

Uma vez instalada a polémica, são cada vez mais audíveis as vozes contra estes formatos que, mais do que fazerem das televisões pseudoagências matrimoniais ou locais de speed dating, promovem uma imagem deveras degradante do papel da mulher na relação, na família e na sociedade.

A meu ver, ao mesmo tempo que se dá uma migração do engate, do território virtual para o território audiovisual, é flagrante a deturpação de valores como sensibilidade, bom senso e seriedade. Sobre os guarda-roupas, os roteiros e as personalidades das candidatas prefiro não emitir opinião para já, sob pena de incorrer no perjúrio do preconceito e dos estereótipos.

Atrevo-me é a dizer que, independentemente da motivação de cada um dos intervenientes (eu mesma quase concluí a minha candidatura ao Casados à Primeira Vista, lembras-te?), é inegável que o desespero parece ser o denominador comum. Desespero por mediatismo, desespero por encontrar o (verdadeiro) amor, desespero por subir audiências, desespero por aqueles 15 minutos de fama, desespero por coscuvilhice, desespero por atenção, desespero por desespero mesmo.

Por ora, remato o assunto nestes termos: estará a televisão a refletir-se na sociedade ou a sociedade a deixar-se refletir na televisão?

Até à próxima!

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18
Dez18

Karma is a bitch when...

por Sara Sarowsky

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Viva!

 

Queres saber quando é que aquela máxima karma is a bitch se cumpre? Quando o teu blog concorre contra o blog da tua antiga entidade patronal (que por acaso eras tu quem geria), em completa desigualdade de circunstâncias, e ainda assim tu ganhas. Contra um adversário com mais dinheiro, mais poder, mais experiência, mais meios, assim como mais estratagemas, tu ganhas. Confusa? Passo a explicar.

 

Por ironia das ironias, um dos adversários diretos do AS na corrida aos Sapos do Ano é propriedade de uma antiga tv star do ramo esotérico, para quem trabalhei há coisa de três anos e tal, na qualidade de social media manager. Ora acontece que no exercício dessas funções coube-me a gestão desse tal blog, cujo nome não menciono por uma questão de respeito para com algumas ex-colegas, cujo único pecado é precisar ter um ordenado. 

 

Nem imaginas o que foi para mim tomar conhecimento que esse blog estava nomeado na categoria sexualidade, sabendo perfeitamente que não cumpria o maior de todos os requisitos exigidos pela Magda & David: não estar associado a nenhuma empresa. A quente, quis logo contactar a dupla, os promotores da distinção, a fim de lhes por a par da situação, já que considerava tremendamente injusto essa concorrência desleal e desonesta. Para além de estar associado a um grupo corporativo, com todas as facilidades comerciais que tal condição implica, os conteúdos desse blog são fakes. Sei do que falo porque já o geri, lembras-te? Fora isso, o pseudoautor sequer usa o nome pelo qual é conhecido na praça, sob pena de ver-lhe descoberta a careca, se é que me entendes...

 

Para não esticar mais esta crónica, que hoje não estou nos meus melhores dias, digo-te que depois de me aconselhar com algumas pessoas da minha confiança – umas recomendaram denunciar o caso à organização, outras expor publicamente a fraude e, por fim, houve aquelas que acharam que o melhor mesmo era dar-lhes um ultimato no sentido de desistirem da nomeação –, optei por não fazer rigorosamente nada. Rien de tout! Não por cobardia ou conivência com a batota, mas simplesmente porque fazia questão de ir a votos contra eles e ganhar por mérito próprio. Não quis de todo perder a oportunidade de esfregar-lhes na cara que quando se tem talento, dedicação, motivação, perseverança e respeito pelas regras do jogo, a vitória é só uma questão de tempo.

 

E não é que consegui? O Ainda Solteira venceu, convenceu e há-de vencer outras vezes, sem que para isso seja necessário eu mexer um dedo na direção desse tipo de gentalha: medíocre e trapaceira.

 

Queres prova maior de que a honestidade, a integridade, a humildade e a decência são o melhor caminho para o sucesso?

 

Fica bem e até à próxima!

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Viva!
 
Hoje quero contar-te a minha (não) estória com o programa de que todos falam mas que poucos admitem visionar. Como já deves ter percebido pelo título e pela imagem, refiro-me ao Casados à Primeira Vista, a controversa experiência social que o canal 3 "franchisou" em terras lusas.
 
Já dele tinha ouvido falar, é certo, mas nunca tinha tido oportunidade de vê-lo passar. Assim, o meu interesse por ele chegou através de uma colega de trabalho, igualmente solteira, com quem desabafei sobre o quão desgastante e infrutífero tornou-se o engate, tanto no mundo real como no virtual. Cansada do desemparelhamento de longa duração, e almejando injetar alguma adrenalina à minha pacata existência amorosa, comentei com ela que estava a ponderar seriamente recorrer àquela agência matrimonial muito conhecida que fica lá para as bandas das Amoreiras e cujo nome opto por não dizer, que não estou para lhes fazer publicidade gratuita.
 
Foi assim que convenci a minha pessoa de que era uma boa ideia participar no programa, até porque o teaser nas redes sociais prometia uma experiência social única – inédita em Portugal –, onde o amor, o romance, o mistério e a aventura seriam os ingredientes-chave. Escusado será dizer que a abordagem pouca convencional do matrimónio e a ruptura com vários tipos de tabus e preconceitos que o formato prometia foram condimentos extras que me aguçaram ainda mais o apetite.
 
Antes de avançar com uma abordagem, achei de bom tom aconselhar-me com o Dr. Tarot, um especialista em desvendar a vida nas cartas. Para tal, valeu-me o dom da minha guru do bem e conselheira espiritual do AS, cujas previsões não poderiam ter sido mais auspiciosas. "É pra avançar e é para avançar já", disse-me com toda a convicção a Isabel Soares dos Santos. Era tudo que eu precisava ouvir para exorcizar de vez aquela vozinha interior que teimava em lembrar-me o quanto da minha intimidade teria que revelar num reality show. Admitamos ou não, o programa mais não é do que isso.
 
No dia seguinte – a arrotar confiança por todos os orifícios, já que tinha o aval dos astros – dediquei a minha pausa para o almoço a redigir uma manifestação de interesse digna de me tornar uma pretendente elegível a um primeiro encontro. Na rede catei um endereço de correio eletrónico para onde enviei o seguinte texto: 
Eu, SS, de 40 anos, 165 cm, 60 kilos, cabo-verdiana e residente no centro de Lisboa, gostaria que considerassem a minha candidatura ao programa. 
Sou licenciada em comunicação empresarial, área na qual exerço funções para uma missão diplomática, como consultora estratégica, e para uma associação profissional, como técnica de comunicação. Fora isso, sou autora do blog Ainda Solteira e social media manager freelancer. 
Pratico exercício físico com regularidade, faço meditação, primo por uma alimentação saudável e estou disposta a sair da minha zona de conforto para encontrar o amor. Para falar a verdade, estou farta dos sites e apps de encontros.
A vida corre-me de feição, faltando apenas o amor, que teima em não acontecer, depois de mais de sete anos desemparelhada. Nunca fui casada nem tenho filhos.
No aguardo do vosso interesse pela minha candidatura, endereço um abraço amigo.
 
Enquanto digitava, uma outra colega – essa sim casada e orgulhosa progenitora de três rebentos – lá me ia alertando para os contras de tal propósito: a exposição mediática, a natureza conservadora das duas instituições para as quais presto serviço, o preconceito social em relação a este tipo de conteúdo televisivo, a possibilidade de ser despedida e a devassa da minha vida privada, só para citar os argumentos mais consistentes; com a mesma eloquência com que eu rebatia os prós: as mais-valias que a fama poderia trazer a este blog, as portas que se me poderiam abrir, a oportunidade de dar voz e cara às solteiras desta vida, a possibilidade de desmistificar alguns preconceitos, os proveitos monetários e por aí fora.
 
Nem bem acabei de enviar o email, eis que recebo uma mensagem automática nesses dizeres: "Agradecemos a sua inscrição no novo programa da SIC! Estamos à procura de solteiros que procurem o seu par ideal! Se é o seu caso, por favor preencha este questionário. Depois de preencher o questionário, aguarde por um contato nosso!
Até breve!"
 
O questionário – extensíssimo, com dezenas e dezenas de perguntas – incidia sobre aspetos da minha vida que eu não tinha a menor intenção de revelar em cadeia nacional, ainda para mais em primetime. Obviamente que tinha consciência que, caso fosse selecionada, estaria sujeita a uma grande exposição mediática, justamente o que eu precisava para impulsionar este blog.
 
Tudo na vida tem o seu preço e eu até estava disposta a pagar aquele que considerava justo: expor grande parte da minha vida sentimental, uma parte da vida familiar e outra da vida social. O que não me passou pela cabeça, em momento algum, era que teria que expor o sítio onde vivo, o local onde trabalho, as pessoas com as quais convivo e os sonhos, planos e projetos mais pessoais.
 
Não que eu tenha alguma coisa a esconder ou algo do que me envergonhar. Simplesmente, não estou disposta a partilhar com desconhecidos aspetos meus tão íntimos, tudo isso ainda na fase de candidatura. Só para teres uma ideia, exigiam fotos da minha pessoa no trabalho, em casa (em dois cómodos distintos), com as pessoas com quem vivo, com os amigos com quem me dou e a executar atividades do dia a dia. Só faltou pedirem fotos da minha pessoa a defecar, passo a ordinarice.
 
Foi assim que uma relação que tinha tudo para acabar num happy end não resistiu à primeira crise, com o encanto a ceder lugar ao desgosto, a esperança a ceder lugar à desilusão e o entusiasmo a ceder lugar à frustração. Foi assim que o casamento à primeira vista acabou em divórcio à primeira crise. Ainda no altar, dei por findo o meu enlace matrimonial com um programa em que, pelo pouco que vi, pelo suficiente que li e pelo muito que ouvi, elas não querem estar com eles e eles não sabem como estar com elas.
 
Despeço-me com aquele abraço amigo e um lembrete de que só faltam 3 dias para o final da votação do Sapos do Ano.

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15625710_1427962470577312_5474741587583346355_o.jpViva!

Sabias que a estação do ano em que nasceste tem uma – melhor dizendo, duas – palavras a dizer sobre a tua personalidade? Ah pois é, meu bem, vários estudos constataram que a altura do ano em que nascemos influencia quem somos. Bora desconstruir este post em quatro estações?

Uma série de pesquisas levadas a cabo na última década procurou estabelecer uma correlação entre a época do ano em que o indivíduo nasce e as suas caraterísticas intrínsecas. Ao que se apurou, existe realmente uma influência sazonal nos humanos, através da qual é possível identificar alguns traços de personalidade.

Primavera
Quem nasce nos meses de março, abril e maio regista altos níveis de hipertermia, intimamente ligada ao alto astral. Contudo, nem tudo são flores na personalidade daqueles que nascem nesta estação, já que demonstram ser indivíduos com personalidade do tipo oito ou oitenta: ou extremamente positivos ou muito propensos à depressão.

Verão
Os nascidos nos meses mais quentes do ano são geralmente felizes. A luz solar na altura do nascimento contribui para os altos níveis de hipertermia no organismo. Mas isso não quer dizer que eles não possam também sofrer de transtorno ciclotímico, isto é, do seu humor oscilar entre extremos. Ainda assim, não são dados a transtorno bipolar, com os nascidos em agosto a registarem a menor incidência dessa patologia.

Outono
Os que vêm ao mundo no terceiro trimestre do ano (eu eu eu) são normalmente mais equilibrados que aqueles que nascem nas restantes estações, quiçá por ainda beneficiarem dos resquícios do verão que antecedem o início da estação cinzenta. Apesar de raramente propensos a depressões ou a desenvolverem doenças bipolares, os nativos do outono são bastante irritáveis (eu que o diga).

Inverno
Os nascidos nos meses frios apresentam níveis mais elevados de esquizofrenia, desordem bipolar e depressão. Como tudo nesta vida tem um lado B, os cientistas apuraram que os bebés de inverno são mais calmos e perseverantes. Tem mais: janeiro e fevereiro são os meses mais propensos a ser famoso; isto porque os nascidos nesta estação são mais criativos, ambiciosos e desenrascados.

E não é que, pelo menos no que toca à minha personalidade, bate tudo certinho. Ainda bem porque se algum dia se me proporcionar a oportunidade de ser mãe já sei em que estação do ano proceder à "encomenda".

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