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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Viva!

 

Diz o Buzzfeed que a maioria de nós faz coisas pouco higiénicas todos os dias. Coisas, que de tão banais, algumas essenciais até, podem comprometer a nossa saúde e o nosso bem-estar sem que nos apercebamos sequer. Através do vídeo How Dirty Are You?, o site retrata alguns desses hábitos.

 

Sem nem ousar por em causa as evidências científicas do conteúdo do vídeo, tomo a liberdade de refutar (ou não) cada um deles, com a dose de humor que a situação exige, obviamente! Vejamos:

 

1. Andar em casa com os sapatos que usámos na rua (o que estava na rua passa para dentro de casa)

Concordo; tanto assim é que há muito que os meus sapatos entram e saem da minha casa via mãos e não pés. Tenho no hall de entrada uma sapateira onde coloco aqueles pares que uso com mais frequência. Para as visitas que se recusam a colaborar, pretendo comprar aqueles chinelos brancos (iguais aos que se usam nos spa's) ou aquelas luvas de plásticos só que para os pés.

 

2. Usar o teclado do computador (muitas bactérias gostam de fazer deste a sua casa)
Sobre isso nem me vou pronunciar, já que a solução passaria por usar luvas, tipo 12 horas por dia. Como não sou, nem pretendo ser, um clone do Michael Jackson, passemos ao próximo item.

 

3. Passar o dia na cama (os lençóis ficam cheios de células mortas)
A não ser que células resolvam dar uma de alma penada, não vejo razão para alarme. Afinal, se elas estão mortas, que mal nos poderão fazer?

 

4. Usar uma tábua de cozinha (acumulam 200 vezes mais bactérias fecais do que uma casa de banho)
Já que os alimentos não se cortam sozinhos, deveremos passar a cortá-los na banheira?

 

5. Usar toalhas (a sujidade e as bactérias ficam agarradas ao tecido)
Ainda bem que assim é. Antes elas infestadas de germes do que o meu amado corpinho danone.

 

6. Levar o telemóvel para a casa de banho (Pois…)
Pode até fazer mal, mas que sabe bem lá isso sabe.

 

 7. Usar uma escova de dentes (estes objetos acumulam bactérias fecais)
Ai sim? E devo lavar os dentes com palitos? Francamente, os sítios onde essas parasitas se lembram de infiltrar.

 

8. Usar uma esponja (as bactérias e os fungos adoram-na)
Os pratos também, daí que a solução passa por ver quem é mais resistente, se a esponja ou se os vermezinhos.

 

9. Usar a maçaneta da porta (raramente as lavamos, certo?)
Se elas existem por algum motivo é...

 

10. Dar um aperto de mão (não sabemos por onde andaram as mãos da pessoa)
Um dos motivos porque não ambiciono entrar para a política. Nos casos em que é (praticamente) impossível evitar, o jeito é apertar, passar desinfetante ou ir a correr para os lavados mais próximos. Ou então invocar a Nossa Senhora da Imunidade, a padroeira do sistema imunitário.

 

11. Mexer em dinheiro (o papel do dinheiro acumula cerca de 3000 bactérias)
Por mim, pode até acumular zilhões delas, que continuarei a querer tê-lo nas mãos, na carteira, na conta bancária, debaixo do colchão, nas ilhas Caimão. Percebeste a ideia, certo?

 

12. Partilhar headphones (passa-se sujidade e bactérias dos outros para os nossos ouvidos)
A sério que há quem faça isso?

 

13. Beijar o animal de estimação (óbvio…)
Desse mal não morrerei nem que vá viver para um zoo.

 

E tu, single mine, depois do que acabaste de ler sentes que a tua saúde corre perigo ou nem por isso?

 

Até à próxima!

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10
Set18

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Viva!

 

Depois de um fim de semana de dolce far niente, pautado por uma maratona de filmes da Fox Life, retomo o contacto com uma crónica recheada de conselhos sobre como superar a timidez amorosa, enfermidade da qual venho padecendo há já um bom tempo, quiçá despoletada pela falta de prática na arte do amor.

 

Tanto tempo de solitude (demasiado, até) fez-me esquecer como se cativa, como se seduz, como se conquista. Esta pretensa "amnésia" tornou-me amorosamente insegura, absolutamente cética e absurdamente tímida. Tudo o que não era; apesar de nunca ter sido uma arrasa-corações, ainda me lembro do tempo em que, ao interessar-me por alguém, tomava a iniciativa, fazia acontecer e, desse certo ou não, seguia feliz e contente pela vida fora.

 

Antevendo que mais solteiros se revejam nesta descrição, cito 10 conselhos da psicóloga Natália Antunes sobre como dar a volta à situação:

1. Comunica como um adulto
Melhorar a comunicação dentro da relação, como forma de aliviar os ressentimento e faltas de compreensão, é uma boa estratégia para contornar os problemas na vivência emocional e da intimidade.

 

2. Autoafirma-te e autoprotege-te
Diz sem rodeios o que mais gostas e o que menos gostas na vossa relação, encorajando também o teu parceiro a fazer o mesmo. Escutar o que ele tem a dizer, com atenção plena, é fundamental.

 

3. Negoceia o teu ponto de vista
Sempre que a tua perspetiva for distinta da dele tenta chegar a um acordo, alternando as cedências e mantendo uma postura aberta e conciliatória.

 

4. Elogia em vez de criticar
O elogio e o encorajamento surtem mais efeito do que a crítica. Daí que devas empenhar-te em assinalar as coisas boas que o teu parceiro faz, sendo certo que ele também se sentirá mais disponível para retribuir na mesma moeda.

 

5. Alinha expectativas e desconstrói mitos
Relações perfeitas não existem, até porque não existem casais perfeitos. Se conseguires mostrar e partilhar as tuas imperfeições, sentir te ás mais livre para te revelares tal e qual és.

 

6. Sê mais do que pareces
Consciencializa-te que do outro lado da relação existe uma pessoa que também tem medos e receios, e que tudo isso compõe uma pessoa real.

 

7. Preserva a tua individualidade
Uma das primeiras coisas a ser respeitada pelo casal é a manutenção da individualidade de cada um. Garante que há espaço para trazeres a tua experiência e vivência para a relação.

 

8. Surpreende-o
Tenta mimá-lo com pequenos gestos, de modo a evitares que a monotonia se instale e a paixão arrefeça.

 

9. Investe na novidade
Não fiques agarrada às rotinas. Planeares e executares pequenas surpresas certamente que vai surpreendê-lo, criando um ambiente de cumplicidade capaz de fazer com que ele fique com igual vontade de te surpreender.

 

10. Não tomes a relação como garantida
Estar sempre presente e procurar compreender o que faz feliz é um bom começo. Prestar atenção às suas mudanças enquanto pessoa, bem como às mudanças da vossa relação, igualmente. Experimenta fazer diferente, na vossa vida íntima, na vossa vida de casal e na vossa vida individual.

 

Irá este artigo ajudar-te a ser mais confiante no campo amoroso? Talvez sim talvez não. Só tentando para saberes.

 

Aquele abraço amigo!

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07
Set18

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Viva!

 

Ontem deparei-me com um artigo do Delas que se debruçava sobre a preferência dos millennials (nados vivos que deram o ar da sua graça neste milénio) por amizades coloridas. De acordo com o mesmo, os jovens de hoje não querem saber nem de compromissos nem de sexo ocasional, com as raparigas a se distanciarem tanto do romantismo das relações prolongadas como das aventuras de uma noite com um desconhecido. Atualmente, elas (e eles também) procuram sobretudo amigos coloridos, também conhecidos como amigos com benefícios, sex budys ou fuck friends. Simplificando: a nova geração só quer saber de amigos com quem, volta e meia, dão umas cambalhotas e tal, se é que me entendes.

 

Não é que o artigo – bastante refinado, diga-se de passagem – me tenha suscitado alguma epifania. Ao contrário; farta estou eu de levar com propostas do género. O seu principal contributo foi tão somente inspirar-me a dedicar esta crónica aos prós e contras deste tipo de relação, do qual não sou adepta, mas a cuja evidência empírica não me é possível ficar alheia.

 

Adentrando na questão, importa perceber o quão benéfico pode ser dar cor a algo que, na sua génese, sempre se quis a preto e branco. Para não estar para aqui a disparar teorias baseadas exclusivamente na minha perceção pessoal, chamo à conversa um estudo de 2013, da Boise State University, que atestou que o sexo entre amigos ajuda a fortalecer a relação de amizade. Os investigadores concluíram que cerca de 20% da amostra (num total de 300 idivíduos de ambos os sexos) admitiram ter tido sexo com pelo menos um amigo, em algum momento da vida. Desses 20%, 76% afirmou que a amizade ficou fortalecida desde então.

 

Ora, sabemos nós que os norte-americanos não são propriamente o exemplo mais fidedigno para o que quer que seja, pelo menos não para os padrões europeus e africanos. Tenho que vos lembrar que foram eles que elegeram o Trampa para presidente?

 

Tanto assim é que, três anos depois, um outro estudo, desta vez realizado no Europa, deita por terra esta teoria. Em abril de 2017, uma pesquisa das universidades polacas de Lodz e Silésia comprova que os amigos coloridos tendem a ser pessoas manipuladoras e com pouca empatia. Isto porque apresentam uma satisfação sexual mais elevada e realizam as suas fantasias sexuais mais frequentemente, confirmando que esta é uma situação propícia à descoberta de novas experiências sexuais. Mas, em contrapartida, tornam-se pessoas menos felizes e satisfeitas nas suas relações pessoais.

 

Por ter sido educada sob a tabuada dos mais tradicionais valores africanos – ainda que conteste uma boa parte deles, especialmente os respeitantes ao papel da mulher no seio da esfera familiar –, em matéria de amor, assumo, sem ponta de constrangimento, continuar fiel aos princípios mais elementares: compromisso, exclusividade e seriedade. Se a isso acrescentar o facto de gostar de ser do contra, isto é, de caminhar em direção contrária à manada, a minha posição perante as amizades coloridas é inequívoca.

 

Quanto a ti, depois do que acabaste de ler, penso teres elementos suficientes para assumires uma posição, pró ou contra, sobre esta modalidade de interação amorosa. Independentemente de qual for ela, o meu conselho é que só entres nessa onda se essa for realmente a tua praia. Só porque está na moda ou porque as amigas o fazem não são razões válidas para teres sexo com um amigo, arriscando comprometer uma bonita e saudável relação de afeição. Mantém-te fiel ao teu coração e às tuas convicções.

 

Até à próxima!

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Viva!

 

De entre todas as outras, o verão é provavelmente a estação mais propícia aos amores fugazes e às relações abertas, logo ao sexo casual. O calor; o bronze; a praia; a aparência mais cuidada; as férias; as viagens; os corpos à mostra; a descontração típica; as caras novas com que se cruza na praia, nos hotéis, nos passeios, nos concertos e nos bares/discotecas/esplanadas; os dias escaldantes e as noites languidas são dignos contribuintes para esta causa.

 

Feito o match e consumada a primeira intimidade sexual, o drama que a quase todos assalta (mais mulheres que homens, é certo) é o dia seguinte. Que fazer torna-se uma questão de vida e morte, sobretudo se a coisa foi tão boa ao ponto de só pensarmos em bis, tris, tetras, pentas e por aí fora... Nestas alturas, o medo de assustar a conquista esgrima ferozmente com a vontade de voltar a estreitá-la nos braços tão logo possível.

 

Se for esse o teu caso, em que depois de uma noite fantástica ele nada diz, não te desesperes que a especialista em terapia de casal e aconselhamento individual, Margarida Vieitez – quiçá bombardeada por pedidos de conselhos sobre como agir quando o(a) provedor(a) de orgasmo se remete ao silêncio depois do acontecido –, explica o que deves fazer:

 

Age de forma natural
Segundo ela, "se tiveres vontade de enviar uma mensagem, envia. Se tiveres vontade de ligar, liga". Se é isso que queres, faz, mas sem insistir, "porque assim estás a dar demais".

 

Não dês demais
Sonhar e ser romântica é o que torna o sucedido ainda mais especial. Contudo, convém teres os pés assentes na terra, sob pena de acabares a viajar na maionese. Focares-te demasiado na relação pode levar-te a desviar dos seus objetivos e isso não é boa ideia, sabemos ambas.

 

Foca-te em ti
De certeza que a noite, por mais frenética que tenha sido, não foi a primeira e menos ainda a última. Muitas outras virão, com ou sem sexo, portanto, "foca-te na tua vida, continua a vivê-la tal como tens feito até esse momento e segue em diante com os teus objetivos", aconselha a especialista.

 

Economiza no drama
Se tentaste entrar em contacto e não obtiveste reação, há, certamente, uma razão. Pode ser porque não quer ou porque não pode, "não tem que ver diretamente com o momento, se gostou ou não".

 

Já passaram três dias e nenhuma resposta?
Nesse caso, recomenda Vieitez, "o melhor a fazer é esquecer e passar para outra".

 

Independemente de como terminar o teu affair, o deves reter é que nestas situações não existe um certo e um errado sobre o que fazer. Sejas tu do tipo que manda logo mensagem, do tipo que prefere manter o orgulho e esperar que seja ele o primeiro a reagir ou do que faz de conta que nada se passou e parte para a próxima caçada, o importante é seres fiel a ti mesma e seguires o teu coração.

 

Até à próxima e bons amores de verão!

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Viva!

 

Neste dia muito especial – em que a minha filhota do coração, a pessoa que eu mais amo neste mundo, completa uma década de vida –, retomo ao teu convívio, para já com as previsões da minha guru do bem e conselheira espiritual deste blog, a iluminada Isabel Soares dos Santos.

 

Acreditas que ela no outro dia sonhou que eu andava com o CR7 (sim, esse mesmo)? No entender dela o sonho é um presságio de que a caminho da minha vida está "dinheiro e um homem muito generoso", palavras da própria, não minhas.

 

Bem, este será seguramente tema para outra publicação, que hoje o assunto é saber o que nos reservam os astros para o nono mês do ano, o da rentrée, o da volta à ditadura do relógio, o dos dias mais curtos e menos quentes. Deixa-me mas é parar com as divagações poéticas e dar-te a conhecer de uma vez por todas as vibrações energéticas para este mês.

 

Finalmente chegou setembro! Depois de um agosto que parecia nunca mais acabar, com tantos planetas retrógrados e tantas pessoas em sofrimento... a boa notícia é que o pior mês do ano 2018 já passou. Já podemos respirar fundo, já podemos aos poucos sair do nosso esconderijo que nada de mal nos irá acontecer.

 

Setembro chega-nos com uma energia de maturidade, de recomeços, de início de ciclos com mais sabedoria e menos ansiedade. Enquanto que agosto teve uma energia de términos, setembro chega com uma energia renovada para iniciar algo novo. Mas para isso acontecer, seria bom que tivesses deixado tudo o que te causava dor no passado. Para quem conseguiu fazer isso, irá sentir uma leveza quase inexplicável durante este mês. E com essa leveza surge uma paz interior acompanhada da certeza de que tudo está bem.

 

Setembro é o mês da colheita. Depois dos últimos oito meses de aprendizagem, que foram meses de libertação emocional, é chegado o momento de colher tudo o que andaste a plantar nos últimos tempos. Para quem fez boas escolhas, daqui para a frente e até ao final do ano irá ter uns meses muito abençoados. Por outro lado, para quem decidiu permanecer agarrado a situações, pessoas ou coisas que lhe têm causado dor, vai ter a vida dificultada. Infelizmente, a energia pesada de agosto irá perdurar para essas pessoas até que a sua aprendizagem esteja completa e se consigam libertar do passado.

 

A maioria das pessoas pensa que já perdoou tudo, que não tem mais nada para esquecer nem para se libertar. E está tudo certo. Mas se assim for, porque continuam doentes? Porque continuam com uma sensação de vazio? Porque a abundância e o amor incondicional não são uma constante em suas vidas? É justamente aí que reside a resposta: quando ainda existe alguma sensação de mal-estar, seja ela física ou emocional, ainda não nos libertamos verdadeiramente.

 

O melhor que podes fazer neste mês é deixares de mentir a ti mesma e deixar toda a tua luz vir ao de cima. Mas uma coisa é certa, antes de existir luz, existe escuridão. Só quando aceitas completamente a tua escuridão é que és capaz de fazer a tua luz brilhar. Tudo depende de ti: se não aceitares a tua escuridão irás continuar na sombra e na dor, mas se a aceitares irás deixar que toda a tua luz venha ao de cima e milagres acontecerão.

 

Estou certa que és merecedora de todas as bênçãos do mundo. Contudo, és a única responsável por abrir os braços para as receber. Se não o fizeres irás continuar a ver todos à tua volta a mudar de vida e seguirem felizes e tu cada vez mais frustrada na tua escuridão e revolta.

 

Desejo, do fundo do coração, que consigas abraçar a vida com toda a tua luz. Desejos de um mês de setembro muito feliz a todos!

 

Abraço de luz,
Isabel 💗

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Ago18

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Viva!

 

A labutar em três frentes – pensar que houve uma altura em que não tinha nenhum trabalho e que agora tenho-o em dose tripla – e com um bloqueio criativo severo, por mais que tente (acredita que o tenho feito), não me tem sido de todo possível escrever seja o que for. Quando há tempo não há inspiração; quando há inspiração não há tempo; quando há uma ou outra, falta energia. Busco uma solução sustentável, pois assim não dá para continuar.

 

O Ainda Solteira (AS) é um mais do que um blog para mim. É um projeto de vida, uma causa que abracei com dignidade e do qual me orgulho muitíssimo. Nele investi demasiado para simplesmente deixá-lo morrer de inanição. Ainda que praticamente relegado ao abandono desde maio, continuo a receber propostas de anunciantes, mensagens de seguidores e subscrições novas. Como poderei abrir mão de tudo isso assim sem mais nem menos? Não posso, claro está!

 

Resta-me descobrir onde encontrar inspiração e tempo para escrever, trabalhando praticamente de segunda a segunda e em três áreas completamente distintas. Vida dura a desta solteira que teve não teve a sorte de ter nascido nos estratos superiores da pirâmide social (leia-se classes A e B+). Adiante… que lamentos não pagam contas nem redigem posts.

 

À semelhança dos anos anteriores, durante este mês vou tirar férias do blog, não porque mereça – já que não tenho aqui dado expediente nos últimos tempos –, mas porque preciso aplacar o sentimento de culpa que me assola cada vez que me lembro que não tenho publicado nada. Pretendo aproveitar este interregno para "dar à luz" o bendito artigo que o mais prestigiado jornal nacional acedeu publicar, já lá vão mais de cinco meses.

 

Vou, não sem antes deixar-te com as previsões da Isabel, a conselheira espiritual que, mensamente, cede ao AS as suas previsões energéticas. Para este querido mês de agosto os astros nos reservam o seguinte:

 

Eis-nos chegados ao mês das férias, em que o ritmo acelerado do dia-a-dia abranda e o corpo pede descanso. É também tempo de reflexão, de colocar os pensamentos em ordem, de analisar todos os passos desde o início do ano, de modo a podermos tomar decisões sobre os próximos até ao final do ano.

 

2018 é um ano de profunda transformação. Quem o souber aproveitar da melhor maneira, rapidamente irá entrar numa espiral positiva, quase mágica, onde, num curto espaço de tempo, tudo começará a acontecer. A isso chama-se sincronicidade, em que, num ápice, tudo começa a acontecer; todas as peças do puzzle a juntarem-se, tudo a fazer sentido.

 

Saber viver com sabedoria este mês irá fazer com que essa sincronicidade e essa espiral de mudanças positivas comece a ser sentida já em setembro. De repente, todos os teus sonhos, todos os teus projetos guardados na gaveta, todas aquelas coisas que nos teus pensamentos acreditavas serem impossíveis de acontecer, começam a tornar-se realidade. Pode parecer que é magia, e se calhar até será, já que a magia da vida constrói-se diariamente, sempre com determinação e garra de vencer.

 

Já desde o mês passado que a energia tem estado bastante pesada. Vários planetas retrógrados não ajudam à festa e com isso as pessoas sentem-se mais irritadiças, perdem a paciência com muita facilidade, outras até podem ficar doentes devido ao cansaço extremo que é sentirem-se sem rumo. Quem desistir agora, quem não quiser continuar a lutar, vai ter um mês muito difícil, que poderá mesmo levar a depressões e a estados de apatia total, do género "não há mais nada que eu possa fazer, não tenho mais forças!"

 

Mas o que é facto é que há sempre mais qualquer coisa que podemos fazer. Podemos sempre parar, resguardarmo-nos da loucura do quotidiano e começarmos a tomar decisões. Que atitudes são boas ou más para mim? Que pessoas são boas ou más para mim? Que realidade profissional é boa ou má para mim?

 

Relembro que em agosto continuaremos com alguns planetas retrógrados, nomeadamente Mercúrio, o planeta da comunicação. Por isso, de pouco adiantará fazer grandes comunicados sobre ti ou sobre o que pretendes mudar na tua vida. Apenas analisa, pesa bem todos os prós e contras e apenas no final do mês, lá para o dia 28, começa a tomar decisões concretas rumo à mudança.

 

Para todos aqueles que queiram aproveitar este mês da melhor maneira, o meu principal conselho é que descansem o máximo possível, resguardem-se, meditem, peçam ajuda a um especialista (se for o caso), mas acima de tudo, que aproveitem para tomar decisões sobre a vida que têm neste momento. Todos os dias ao acordar pergunta-te: esta é a minha versão mais feliz? É assim que eu quero ser todos os dias da minha vida?

 

Podes até ter muitas coisas boas neste momento, mas tenho a certeza absoluta que rapidamente irás perceber o que gostarias de mudar em ti. E a cada novo dia é o dia perfeito para fazeres em ti a mudança que gostarias de ver no mundo. A mudança existe em nós! Apenas nós temos o poder de transformar a nossa vida e promovermos a mudança para um mundo melhor.

 

Desejo a todos um mês de agosto abençoado, cheio de luz, harmonia dos pensamentos e amor para tomarmos as decisões certas!

 

Abraço de Luz,
Isabel 💗

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Viva!

 

Porque não quero que mais ninguém das minhas relações caia em semelhante esquema, partilho contigo um resumo alargado da novela Livoo, a estória de uma burla.

 

Não deve ser novidade para ti que eu sou, desde há muito, freguesa assídua dos cupões de desconto na internet. Inclusive, publiquei dois artigos exclusivamente dedicados a esta temática, um deles "patrocinado" pela MaisCupão. Modéstia à parte, devo ter sido das pioneiras a aderir a este tipo de promoções. Anos se passaram desde que descobri essa forma económica, prática e diversificada de aceder a uma infinidade de produtos e serviços a preços verdadeiramente irresistíveis. Só para teres uma ideia, nessa altura o Forretas não chegava às 100 ofertas diárias. Neste momento, a média anda a beirar as quatro mil.

 

Tirando um ou dois casos sem grande relevância, ao longo destes anos a minha experiência em relação a este assunto sempre foi muito positiva. Até à semana passada, quando tive a infelicidade de adquiri um voucher para tratamentos estéticos, por via de uma empresa chamada Livoo, com a qual não estava minimamente familiarizada, apesar de saber que era mais uma que operava no mercado dos cupões de desconto.

 

Para que percebas melhor toda a estória, deixo aqui um copy-paste da reclamação que submeti ao Portal da Queixa, após o qual fui agraciada com uma resposta no mínimo intrigante por parte de alguém da empresa.

 

Boa tarde.
Adquiri um voucher no dia 3 de julho e ao tentar fazer a marcação junto da empresa, qual não foi o meu espanto ao ser informada de que a mesma não trabalha com a Livoo desde 31 de dezembro do ano passado.
Tentei entrar em contacto com a empresa, através dos números disponíveis no voucher, mas nunca ninguém atendeu, não obstante as minhas inúmeras tentativas.
Resolvi então enviar um email à empresa solicitando o reembolso imediato do valor pago, assim como a retirada dos meus dados pessoais da base de dados deles.
Considero inadmissível que, volvidos mais de seis meses após a cessação do acordo comercial, a empresa ainda continue a vender um serviço para o qual não estão "habilitados".
Já se passaram cinco dias e nenhuma reação da empresa.
Continuo a tentar ligar e ninguém atende.
Para mim é cada vez mais claro que se trata de um caso flagrante de burla.
Alerto a todos os incautos e desinformados para que não adquiram absolutamente nenhum serviço desta empresa.
Muito obrigada.

 

Isto aconteceu esta segunda-feira à tarde. Horas depois, por volta da meia-noite e tal, alguém que se autodenominou "Apoio Livoo", responde à minha reclamação nestes termos:

 

Bom dia,
estimada ....,
lamentamos a situação ocorrida, mas repare que existem vários parceiros que encerram as portas sem que nos avisem de tal situação e muitas as vezes só temos conhecimento quando os clientes nos confrontam com essa situação.
não obstante, verifique por favor se está a enviar o e-mail corretamente, pois não recebemos qualquer comunicação, queira enviar novamente para clientes@livoo.pt
aproveitamos para informar que não deverá efetuar julgamentos de valor que prejudiquem a nossa imagem e bom nome, sem que tenha reais motivos para tal, pois desde que efetuou a sua compra até hoje apenas passaram 4 dias uteis e as acusações de burla são de facto prejudiciais para a nossa empresa que atua de bom fé para com os clientes.
Melhores cumprimentos,
Apoio Livoo

 

Nem vou perder o meu tempo e o teu a descrever o sentimento de que fui acometida quando me deparei com esta resposta logo pela manhã ao conectar-me com o ciberespaço. O que te posso dizer é que foi só o tempo de chegar ao trabalho, beber um chá verde, respirar fundo e por os dedos a trabalhar a todo o valor, no sentido de apresentar uma contraargumentação à altura.

 

Caro Apoio Livoo,

É de se louvar a sua resposta, sobretudo por constatar que esta foi efetivada às tantas da noite (insónias ou horas extras?, resta saber). Contudo, tenho a dizer que esta ficou incomensuravelmente aquém do que seria desejável, pelos motivos que posso a citar:

Motivo 1 – Para sua informação, o parceiro não encerrou portas. Ao contrário, goza de boa saúde, tanto assim é que adquiri o mesmo voucher comercializado por si na concorrência. O parceiro apenas deixou de trabalhar consigo (por motivos que opto por não referir, sob pena de atentar contra essa "boa imagem" que daqui a pouco desmistificarei). Ouvi da boca do próprio parceiro que o desvinculo foi-vos comunicado várias vezes. Palavras do mesmo: "Com a Livoo não trabalho desde 31 de dezembro e ainda continuam a vender os nossos vouchers. Estou farta de os avisar que não trabalho mais com eles e volta e meia aparecem pessoas com um voucher deles. Com eles não trabalho. Pode comprar noutras empresas, menos na Livoo".

 

Motivo 2 – Acatando a sua sugestão, confirmo que o endereço de email é exatamente o mesmo para o qual enviei a minha reclamação. Sou uma profissional de comunicação e marketing que lida o tempo todo com o costumer care, razão pela qual tenho o cuidado em esgotar todas as alternativas antes de vir para a praça pública lavar a roupa suja. Agora é a minha vez de lhe sugerir que verifique a sua caixa de correio, em especial o endereço legoluna.

 

Motivo 3 – O seu argumento de que só se passaram 4 dias úteis seria válido se estivéssemos a falar do Serviço Nacional de Saúde ou da Segurança Social. Tratando-se de uma empresa de pequena dimensão, com meia dúzia de colaboradores, e que subsiste essencialmente à custa dos cupões de descontos adquiridos pelos clientes, quatro dias úteis são uma vida. Devo lembrá-lo que estarmos em pleno século XXI, e que, nos tempos atuais, a satisfação das necessidades dos clientes encontram-se à distância de um clique? Portanto, este seu argumento é contraproducente, para não dizer retórico.

 

Motivo 4 – Agora é a minha vez de ter a audácia de lhe dar uma lição de moral: a "imagem e o bom nome" de uma empresa não é algo que se exige do público. É algo que se conquista, diariamente, com base em valores como credibilidade, competência, confiança, integridade, humildade e muito foco no cliente. Ter consciência disso e traçar uma estratégia corporativa que vá de encontro a esse posicionamento é o que separa as empresas bem-sucedidas das restantes.

 

Motivo 5 – Os meus julgamentos de valor não foram feitos de forma leviana. Têm fundamento e esses foram expostos de forma transparente e desprovida de motivações ocultas. Paguei por um serviço; não obtive esse serviço; tentei, sem êxito, contactar com o fornecedor desse mesmo serviço, pelos meios por ele facultado; e, só em última instância, recorri ao Portal da Queixa, um canal credenciado e perfeitamente alinhado com o Estado de Direito que é Portugal. Como pode constatar, tenho reais motivos para tal e esses são absolutamente legítimos.

 

Motivo 6 – A ser verdade a sua preocupação com a boa imagem institucional, o meu conselho (perdoe-me o atrevimento) é que não se ponha a jeito. Um maior cuidado na forma de atuação e atenção ao cliente seria um bom começo. Ao invés de perder tempo com lições de moral, deveria estar a envidar mais e melhores esforços no sentido de dar vazão à demanda de clientes insatisfeitos, que, a julgar pelo que circula na rede, são em nada abonatórias dessa "boa imagem" pelo qual assume tanto zelo. Só deve atirar pedras ao telhado alheio quem não o tem de vidro. No caso da Livoo, já nem telhado deve ter, tantas as pedradas que tem levado de clientes insatisfeitos nos últimos tempos.

 

Motivo 7 – Ao longo da minha vida profissional e pessoal aprendi que, mais importante do que se diz, é o que não se diz. E em momento algum disse que iria proceder à devolução do dinheiro e menos ainda que iria tomar providências no sentido de evitar que situações semelhantes se repetissem, no futuro. Estou certa ou estou errada?

Motivo 8 – Por último, desafio-lhe a fazer prova de toda essa boa-fé que teve a amabilidade de arrotar por cima da minha reclamação e proceda à devolução imediata do valor pago, que é irrisório, mas meu por direito.

 

Sem nenhuma estima,
.....

 

A seguir cenas do próximo episódio, que acredito deverá estar para breve. Até lá, deixo-te com aquele abraço amigo de sempre!

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Viva!

 

O bloqueio criativo do qual tenho padecido nas últimas semanas ainda não deu o ar da sua desgraça, só para saberes. Como a vida segue o seu rumo, não esperando por ninguém (menos ainda pela minha pessoa), eis-me de volta ao teu convívio com um artigo sobre a perceção dos géneros em relação ao mundo, em geral, e ao romance, em particular. 

 

Que elas e eles são diferentes, determinou o criador no momento da criação. Que essas diferenças são muitas e percetíveis a olho nu, estamos cientes. E no que ao flirt se refere, será que a visão feminina é assim tão díspar da masculina? A ver vamos com esta crónica!

 

Antes de adentrar pelo âmago da questão, convém fazer uma pequena análise das principais dissemelhanças entre o feminino e o masculino, entre o yin e o yang, para usar uma linguagem mais fancy. Por exemplo, a nós discípulas de Eva é reconhecido o talento inato da multifuncionalidade (ou multitasking, na gíria empresarial). É-nos, igualmente, associado um maior grau de intuição, emoção e sensibilidade. Aos descendentes de Adão – ou pelo menos à maioria – costuma-se agregar caraterísticas como frontalidade, praticidade, racionalidade e serenidade.

 

Ao que parece, também no campo amoroso existe uma acentuada discrepância na forma como ambos os sexos expressam e interpretam as coisas. Um estudo da Universidade de Tecnologia do Texas vem agora reforçar o que estamos cansados de saber: a forma de atuação e comunicação entre mulheres e homens é de tal forma distinta que esta tem implicação direta na arte da conquista.

 

Enquanto que nós flertamos para nos divertirmos, numa lógica de caça desportiva, eles o fazem para "comer", numa lógica de caça fisiológica. Por valorizarmos muito mais a comunicação, conseguimos captar todo o tipo de sinais não-verbais bem melhor do que eles, que precisam de tradução simultânea, muitas vezes com recurso à legenda e linguagem gestual.

 

Por sua vez, eles revelam-se uns experts em confundir as coisas, ao ponto de conseguirem encontrar insinuações sexuais onde elas não existem, de todo. Isto não te traz à memória nenhuma situação em que tal tenha ocorrido?

 

Talvez resida aqui o motivo porque os homens se sentem tão à vontade com a praga moderna que é o fazer a corte por mensagens. Por terem conversas bem mais factuais do que as mulheres, revelam-se mais fraquinhos quando se trata de entender tudo o que não sejam palavras.

 

Essa coisa de ler nas entrelinhas, os tais sinais não-verbais que referi há pouco, não é de todo o forte do sexo oposto. A ciência assim o comprova com este estudo.

 

Bom descanso e até à próxima!

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01
Jul18

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Viva!

 

Volto ao teu convívio, exatamente um mês depois, com as previsões da conselheira espiritual do Ainda Solteira, Isabel Soares dos Santos, para o sétimo mês do ano, que hoje arranca.

 

Meio ano já passou e entramos na segunda metade do ano com a mensagem de assumirmos a nossa essência, de assumirmos quem realmente somos.

Ainda ontem numa formação explicava a importância de vivermos o nosso eu verdadeiro e deixarmos cair todas as nossas máscaras, pois só assim conseguimos entrar em contacto com a nossa verdade e saber o que estamos cá a fazer.

Julho é o mês ideal para deixares cair todas as tuas máscaras e assumires a tua verdade. À medida que avançamos na nossa evolução espiritual vai-se tornando praticamente impossível continuarmos a mentir a nós próprios. Os sentimentos verdadeiros e as pessoas verdadeiras da tua vida estão agora prontos para aparecerem. Aproveita essa oportunidade e não tenhas medo da mudança. Bem sei que não é fácil quando escolhemos determinados caminhos, mas sei com toda a minha certeza que, quando chegamos ao destino final, o que encontramos é bem melhor do que o que deixámos para trás.

Por isso, está na hora de saboreares a tua essência sem medos do que os outros irão pensar. Não te escondas mais. Aceita-te com toda a tua luz e também com toda a tua sombra. Estás a iniciar um processo incrível de evolução. Mesmo com medo, arrisca. Deita fora todos os teus pesos, todas as tuas máscaras e arrisca a viver a tua verdade a cada dia da tua vida.

Cada dia é um bom dia para iniciares a mudança. Cada dia é um bom dia para seres uma pessoa melhor, mais verdadeira e disponível para te amares tal como és, mesmo com todas as tuas limitações. E a cada novo dia surgem oportunidades fantásticas para transformares as tuas limitações em aprendizagens incríveis que te vão dar mais força a cada novo dia. A tua maior limitação pode tornar-se na tua fonte de poder.

Eu adoro as minhas limitações, pois a cada dia me lembram que tenho novas oportunidades de aumentar o meu poder pessoal.


Julho é sem duvida um mês de poder. Quem o souber viver da melhor maneira, quem não tiver medo, quem se conhecer muito bem e souber utilizar todas as suas limitações a seu favor tem agora a oportunidade de mudar radicalmente a sua vida e começar a viver todos os seus sonhos.

A cada dia eu mudo mais um pouco. A cada dia tenho um novo sonho. E a cada dia tenho novas conquistas. Sou mesmo muito grata e abençoada por tudo o que a vida me tem dado.

Saiba que a mudança faz parte da vida e arrisca. Assume a tua verdade. Afasta-te de pessoas que não te fazem bem. Afasta-te de situações que te desgastam. Mesmo com medo, escolhe viver apenas aquilo que te faz feliz. Escolhe viver apenas a tua verdade.

Este é o mês do meu aniversário e estou mesmo muito feliz por todas as mudanças que tenho realizado em mim e por todas as conquistas que a vida me tem dado. No dia 15 de julho iniciarei um novo ciclo de vida (falando dos ciclos de 7 anos) e garanto-vos que vou estar imparável. A cada dia aumento o meu poder pessoal e a cada dia fico mais feliz por ver os meus sonhos a realizarem-se 🌟

Desejos de um mês muito feliz a todos!
Abraço de Luz,
Isabel 💗

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Viva!

 

Estou com bloqueio. Volto quando tiver recuperado a inspiração. Até lá, vou-me consolando com este bom e velho amigo.

 

Até um dia destes!

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