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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

47D12B0F-7903-4182-A39D-A970040A6E94.jpegViva! ✌️ 

Prestes a alongar os dedos para começar a escrever a crónica de hoje, eis que o telefone toca e uma amiga, recém-chegada de umas férias na ilha do Monte Cara, desafia-me para um almoço. Quem conseguiria resistir ao apelo da melhor cachupa de Lisboa e de um papo de gajas? Eu é que não, até porque estava precisada de um programa de improviso, que tão bem sabe! 😉

Assim, passei para dizer-te que o fim de semana começou mais cedo do que o previsto e que na segunda-feira cá estarei à tua espera. Até lá fica com aquele abraço tão nosso e a dica para aproveitares os próximos dias para te vitaminares com o lipossolúvel D ☀️, que tão bem faz à saude e ao humor.

Hasta!

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15
Set21

Reeducação alimentar.jpgOra viva! ✌️ 

Esta quinta-feira haverá live e o tema não poderia ser mais propositado: a reeducação alimentar. Como convidada terei a psicóloga Rosa Sena que vai partilhar a sua recente empreitada rumo a uma vida mais saudável. E vida mais saudável sabemos nós que passa, indubitavelmente, por uma alimentação consciente, responsável e sustentável.

No que toca à minha pessoa, nunca vivi grandes dramas em relação a esta questão, já que sempre apreciei comida saudável, ainda que seja avessa a regimes alimentares restritivos - a meu ver, insustentáveis a longo prazo. É certo que fui beneficiada com uma boa génetica, mas nem por isso deixo de fazer a parte que me cabe para manter um corpo são e elegante.


A nova colega de casa, no auge dos seus 20 aninhos, não conseguia acreditar que eu tivesse mais 23 anos do que ela, ou seja, a mesma idade da sua mãe. Isso é um claro indicador de que estou fazendo um ótimo trabalho nesse sentido. E não penses que é "achismo" ou bazófia. Há dias a sobrinha de uma grande amiga minha, prestes a completar 16 anos, disse-me que quando chegar à minha idade quer ter um aspeto igual ao meu. Tem elogio maior? 😉

Sobre o direto de amanhã, tenho a dizer que a minha convidada e eu pretendemos abordar a correlação entre a reeducação alimentar e a autoestima, vamos sugerir dicas e truques para implementar, e levar avante, a mudança e partilhar experiências pessoais. Fora isso, vamos ainda demonstrar que nunca é tarde para mudarmos de vida, para adotarmos um estilo de vida mais alinhado com a saúde e o bem-estar e para termos orgulho daquilo que vemos ao espelho.

Tens aqui motivos mais do que suficientes para participares, sendo que a tua intervenção, quer através de comentários, quer através de pedido para aderir, serão sempre bem recebidos. A Rosa e eu esperamos por ti amanhã, a partir das 21 horas (19 em Cabo Verde), no perfil sara_sarowsky, para mais um papo amigo. Aparece!

Aquele abraço amigo e até lá!

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4DA4D498-9F5E-4AD3-9A3D-D03A5222E1F4.jpegOra viva! 👋

Enquanto "desencardidora de mentes", é meu dever dar um contributo ativo para a desmistificação de questões "sensíveis" à condição feminina, em especial à mulher solteira e à mulher negra. Uma dessas questões prende-se precisamente com a forma como os "não negros" se dirigem ou referem a nós.

No universo feminino, que é onde estou confortável para opinar, tal acontece com uma frequência indesejável nos dias que correm. Dois milénios e duas décadas depois depois de Cristo, continuamos a levar com pseudoelogios que em nada abonam a nosso favor, muito pelo contrário. Acredito que a maioria daqueles que os proferem fazem-no na crença de que estão a enaltecer-nos, quando na verdade estão é a desmerecer-nos.

Porque ofensa é ofensa, seja ela provida (ou não) de intenção, é preciso expor a situação, trazer à baila o tema, de modo a alertar os incautos para terem cuidado, de modo a não ferir suscetibilidade nem cair no erro de perpetuar estereótipos que contribuem ativamente para o enraizamento do racismo e do preconceito em relação às mulheres negras. 

Cláudia Turpin, para a revista Activa, cita quatro "bocas" que nos são ofensivas e que estamos fartas de ouvir. São elas:

"És uma negra bem bonita"
O que está implícito neste comentário é que os negros, em geral, são pouco atraentes. Isto para não mencionar a noção condescendente de que a pessoa que está a tentar "elogiar" é uma rara exceção à regra, que, diga-se de passagem, só existe por causa de preconceitos. Da próxima vez, deixa a qualificação e as nuances racistas de lado, e faz apenas uma afirmação genuína sobre a beleza da outra pessoa. Já agora, podemos juntar o "És diferente. Vê-se que cresceste cá" ao pacote?

"Não pareces negra. Tens alguma mistura?"
Esta pergunta é um sintoma de discriminação pelo tom de pele, na qual as minorias são consideradas mais "aceitáveis" se tiverem traços físicos que se assemelham aos de pessoas brancas. Em vez de dizerem a uma mulher negra que ela é bonita ou inteligente, pessoas de todas as raças, incluindo alguns homens negros, perpetuam a suposição de que essas características só podem ser alcançadas através da existência de relações interraciais na linhagem familiar.

"Tens tanta sorte! Não precisas de bronzear"
Sim, as pessoas negras têm mais melanina, uma proteína que é responsável pela pigmentação da pele, do cabelo e de outros pelos no corpo. A dita sorte por termos um "bronze natural" prende-se com as preferências pessoais de cada um em relação ao tom de pele. Porém, há uma ideia errónea de que não conseguimos ficar bronzeados. Embora tenhamos menos probabilidades apanhar escaldões ou de ter cancro da pele, não deixamos de estar vulneráveis aos efeitos nocivos dos raios solares e precisamos de proteção e cuidados *como toda a gente*.

"Tenho uma queda para negras"
Alô? Noção precisa-se. As negras não são todas iguais. Então, quem diz isto sente-se atraído especificamente pelo quê? Dependendo da resposta, poderá estar a sugerir que só tem interesse nos estereótipos associados às mulheres negras, e não nas características individuais de cada uma. Não há nada de errado em achar certos detalhes atraentes - penteados, traços faciais ou diferentes tipos de corpo - mas é perigoso sugerir que qualquer combinação dessas qualidades representa o todo de uma etnia.

Os tópicos acima referidos espelham na perfeição o que referi no início desta crónica, há elogios que são dispensáveis, sobretudo se forem capazes de constranger aquele que o ouve. Na dúvida sobre como elogiar uma mulher negra, sem cair no erro de perpetuar estereótipos ou preconceitos, recomendo sensibilidade e bom senso, que esses nunca falham.

Por experiência própria acrescentaria dois ou três "cumprimentos", como, por exemplo, este: "Deves ser uma bomba na cama". Mas isso já é assunto para outra crónica, que esta já cumpriu o seu propósito. Fica bem, na companhia do meu abraço amigo!

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romance-4052807_1920.jpgOra viva! ✌️ 

Porque o amor pode acontecer a qualquer momento, mas sobretudo porque não desejo que passes por aquilo que eu contei na última live, trouxe-te uma lista com as questões-chaves que deves abordar num primeiro encontro, sob pena de acabares por ser tratada como uma mera "despeja-colhões", como foi o meu caso.

Estas perguntas, citadas pelo Psychology Today, foram elaboradas por Arthur Aron, psicólogo e investigador norte-americano, na intenção de ajudar as pessoas a conhecerem-se bem e rapidamente. Single mine, anota aí o que tens que perguntar (e responder) no teu próximo first date:

1. Se pudesses convidar qualquer pessoa, no mundo, para jantar em tua casa, quem escolherias?
2. Gostavas de ser famoso? De que forma?
3. Costumas ensaiar o que vais dizer, antes de fazeres um telefonema? Porquê?
4. Como seria um dia perfeito para ti?
5. Quando foi a última vez que cantaste sozinho? E para outra pessoa?
6. Se pudesses viver até aos 90 anos e reter ou a mente ou o corpo de uma pessoa de 30 anos, durante os últimos 60 anos da tua vida, qual escolherias?
7. Tens alguma suspeita de como irás morrer?
8. Nomeia três aspetos que tu e eu parecemos ter em comum.
9. O que é que, na tua vida, te faz sentir mais grato?
10. Se pudesses mudar alguma coisa na forma como foste criado, o que seria?
11. Em quatro minutos, diz-me a tua história de vida, com o máximo de detalhes possível.
12. Se amanhã pudesses acordar e ter ganho uma qualidade ou capacidade, o que seria?
13. Se uma bola de cristal pudesse dizer-te a verdade sobre ti, a tua vida, o futuro ou qualquer outra coisa, o que gostarias de saber?
14. Existe algo que sonhas fazer há muito tempo? Por que não o fizeste (ainda)?
15. Qual é o teu maior sucesso na vida?
16. O que é que mais valorizas numa amizade?
17. Qual é a tua memória mais querida?
18. Qual é a tua pior memória?
19. Se descobrisses que ias morrer no espaço de um ano, mudarias alguma coisa na forma como vives agora? Porquê?
20. O que é que a amizade significa para ti?
21. Qual é o papel do amor e da afetividade na tua vida?
22. Partilha cinco características positivas que consideras que eu possuo.
23. Quão próxima e calorosa é a tua família? Consideras que a tua infância foi mais feliz do que a da maioria das outras pessoas?
24. Como é o relacionamento com a tua mãe?
25. Faz três declarações verdadeiras, como se estivesses a falar com outra pessoa sobre nós os dois. Por exemplo, "ambos sentimos que…"
26. Termina a seguinte frase: "Gostava de ter alguém com quem pudesse partilhar …"
27. Se nos tornássemos amigos próximos, o que é que eu deveria saber sobre ti?
28. Diz ao teu potencial parceiro aquilo que mais gostas nele. Deve ser algo que normalmente não dirias a alguém que acabaste de conhecer.
29. Partilha um momento embaraçoso da tua vida.
30. Quando foi a última vez que choraste à frente de outra pessoa? E sozinho?
31. Diz algo que gostas na outra pessoa.
32. Para ti, há algum assunto com o qual não devamos brincar/gozar? O quê?
33. Se morresses hoje, sem possibilidade de comunicar com outras pessoas, o que mais lamentarias não ter dito a alguém? Por que é que ainda não lhes disseste?
34. A tua casa incendeia-se. Depois de salvares os teus entes queridos e animais de estimação, ainda tens tempo para voltares e salvar um item qualquer. O que seria? Porquê?
35. De todas as pessoas da tua família, qual delas cuja morte seria mais marcante para ti? Porquê?
36. Partilha um problema pessoal e pede conselhos à outra pessoa sobre como podes lidar com isso. Pede-lhe que te diga como é que pareces estar a sentir em relação ao problema.

Confesso que achei a lista demasiado extensa e algumas perguntas un tanto ou quanto invasivas, mas se quem entende do assunto considera que estas são capazes de ajudar um casal a apaixonar-se, quem sou eu para contestar? Afinal, de acordo com este investigador na área da psicologia social, "o que queremos do amor é sermos conhecidos, sermos vistos, sermos compreendidos".

Por isso, antes do teu próximo primeiro encontro com um pretendente, consulta a lista, escolhe as questões com as quais te identificas, responde a ti mesma e prepara-te para as colocares ao outro. Boa sorte e que o amor esteja contigo!

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nude-5304222_1920.jpgOra viva! ✌️ 

Ainda a propósito do Dia Mundial do Sexo, celebrado a 6 de setembro, este artigo visa dar-te conhecimento de uma lista de uma conceituada revista norte-americana com as oito fantasias sexuais mais comuns no sexo feminino. Antes de enumerá-las, permite-me uma pequena contextualização.

Sexo é bom. Tão bom, tão bom, mas tão bom, que por ele trai-se, mata-se e morre-se. Esta frase pode parecer um tanto ou quanto exagerada, mas o facto é que à volta do sexo gira a humanidade, não fosse este o responsável pelo processo de procriação (em circunstâncias naturais, obviamente). 

No verão, a libido conhece o seu momento alto, com os corpos bronzeados e despidos a exalarem sensualidade e sexualidade por todos os poros. O desejo ameaça explodir a qualquer momento e as fantasias sexuais ganham maior protagonismo. Ciente disso, a revista Oprah Daily reuniu, na sua edição do passado dia 20 de agosto, oito das mais populares fantasias sexuais femininas. Ei-las:

1. Ser dominada
Um estudo publicado no Journal of Sexual Medicine refere que quase 65% das mulheres fantasiam com dominação sexual. De acordo com a terapeuta de casais Channa Bromley, esta fantasia é atraente porque um dos parceiros "abre mão de todo o controlo e fica submisso à pessoa que o toca". Além do mistério em redor do que vai acontecer, fica no ar a possibilidade de se obter vários orgasmos.

2. Menáge à trois
Uma das fantasias mais vulgares entre todos os géneros é fazer sexo com mais do que um parceiro ao mesmo tempo, preferencialmente com o companheiro e mais uma pessoa. Esta, de acordo com a sexóloga Cyndi Darnell, está relacionada com o facto de se gostar de ser "o centro das atenções" e com o desejo de se sentir "valorizado" ou "importante".

3. Sexo com outras mulheres

Um estudo levado a cabo pelo psicólogo social Justin Lehmiller apurou que 59% das mulheres heterossexuais fantasiam em ter sexo com outra mulher. "O sexo feminino concentra-se na estimulação oral e clitoriana e é assim que muitas mulheres têm orgasmos. Desejar outra mulher pode significar apenas que quer ter prazer de uma forma que só as mulheres entendem", lê-se no livro Tell Me What You Want.

4. Sexo em público
Mais de metade (57%) das mulheres deseja fazer sexo num lugar público, indica um estudo publicado no Journal of Sexual Medicine. Esta fantasia, segundo Channa Bromley, "dá uma sensação de liberdade e a ideia de que excita sexualmente os outros com o seu desempenho e prazer".

5. Sexo com estranhos
Quase 50% das mulheres já desejaram ter relações sexuais com uma pessoa desconhecida, revela a mesma fonte. "Esta fantasia está relacionada com questões de apego, intimidade ou ciúme" e significa que se está a tentar "desligar de algo". As fantasias com estranhos estão relacionadas com o desejo de se ver livre de alguma pressão, dever ou responsabilidade.

6. Sexo com conhecidos
Cerca de dois terços das mulheres (66%) fantasiam com sexo com conhecidos, que tanto pode ser o chefe, o amigo do marido, o vizinho ou o colega. De acordo com o citado jornal, "um dos piores inimigos do desejo e da satisfação sexual é o tédio, especialmente num relacionamento de anos". Fantasiar com alguém que se conhece é apenas os fatores "novidade, mistério e curiosidade" a fazerem das suas.

7. Dor e prazer

Sessenta e cinco por cento (65%) das pessoas fantasiam com sentir dor ao mesmo tempo que têm prazer, seja em forma de palmadas, mordidas ou até mesmo cera de velas sobre a pele. A explicação? "É abrir mão do controlo, algo que habitualmente não podem fazer. É uma forma de as pessoas se esquecerem de si mesmas". Além disso, de acordo com os especialistas, fisicamente, a dor infligida desperta o corpo, ou seja, torna-o mais sensível ao prazer.

8. Fazer amor num local romântico

Oitenta e cinco (85%) das mulheres também sonham em fazer amor num sítio romântico, como uma praia deserta. Além de os romances desempenharem um papel fundamental nesta fantasia, é neste tipo de cenários que elas mais relaxam das suas lides e responsabilidades.

Por experiência própria apenas valido metade destas fantasias, as outras que fiquem com quem as elegeu, que esta solteira aqui tem preferências muito peculiares.

Por hoje é tudo, estarei de volta na sexta para mais um papo amigo. Até lá, deixo-te com aquele abraço amigo de sempre!

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06
Set21

Vamos falar de sexo?

por Sara Sarowsky

310A581F-66ED-4B6F-B9A7-532F390CC7C1.jpegOra viva! ✌️ 

Bem sei que era suposto vir ter contigo na sexta-feira, contudo, deixei-me corromper por um passeio a Sintra; ao qual não conseguiria virar costas, não só pela companhia, como pelo facto de ser uma apaixonada confessa daquela terra encantada. Foi maravilhoso voltar ao sítio aonde fui tão feliz em outubro passado, altura em que fiz a escapedela de que te dei conhecimento no post Uma aventura em Sintra. Caso não te lembres, este link vai refrescar-te a memória em cinco minutos.

Ainda que esteja desejosa para te por a par desta minha última aventura (acompanhada, para variar), o motivo da minha vinda aqui prende-se com a efeméride que hoje se assinala, uma data que muito diz a este blog, não fosse ele tricampeão na categoria de sexo e diário íntimo. Celebra-se neste dia 6 de setembro o Dia Mundial do Sexo. Ah pois é bebé... como tal, vou partilhar contigo, em direto, a minha recente traquinice sexual, a qual prefiro contar de viva voz, pois temo não ser capaz de transmitir com fidelidade todos os detalhes através da escrita.

O estar saudosa das sessões em direto é só um pretexto extra para o nosso meeting de logo mais. Estarei, portanto, à tua espera, a partir das 21 horas, no meu perfil de Instagram. A live acontecerá uma hora mais cedo do que o habitual, porque quero que a minha tribo de Cabo Verde possa acompanhá-la sem stress, já que o fuso horário (menos duas horas do que em Portugal) coincidiria com a hora do jantar, o que faria com que muita gente ficasse impedida de assistir.

Como não vou ter ninguém a acompanhar-me, deixo-te à vontade para intervir, que terei muito gosto em ouvir o que terás para dizer. Aposto que, após ouvires, o tenho para contar vais querer dar o teu achega, até porque o que aconteceu comigo já aconteceu com outras. Para participares só terás que pedir para aderir.

Conto contigo e com a tua malta, com quem vais partilhar a nova de que hoje vai ter confissões da Ainda Solteira em direto. Despeço-me com aquele abraço amigo de sempre e um até logo mais!

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01
Set21

240674293_1783993621803813_8753547889208907202_n.jOra viva! ✌️ 

Eis-me de volta ao ativo, ainda a meio gás, muito provavelmente padecida da tal depressão pós-férias de que muitos se queixam na hora do regresso à normalidade. Molezinha ou com a pica toda, o facto é que setembro já arrancou e com ele a rentrée de tudo e mais alguma coisa, a começar pela retoma das publicações neste blog.

De mim, dos planos e projetos que tenho na calha para os próximos quatro meses falarei oportunamente, que a intenção desta minha vinda aqui hoje é trazer-te as previsões energéticas para este nono mês do ano 2021, gentilmente cedidas pela spiritual coach Isabel Soares dos Santos.

Entenderam os astros que os 30 dias vindouros devam ser regidos pela energia da cura, a qual, infelizmente, implicará um esforço considerável da parte de todo aquele que deseja resolver questões internas pendentes e abraçar uma existência mais alinhada com a sua verdadeira essência. Escrevi "esforço" porque, para que a cura se processe, é necessário que olhemos (com olhos de ver) para as nossas dores e saibamos reconhecer que estamos "doentes". De modo a perceberes bem o que quero dizer, nada melhor do que ler os parágrafos que se seguem.

Este mês o tarot brinda-nos com a carta 'A CURA'. Será um mês intenso, pois para existir cura, deverá existir transformação!

Será um mês muito importante para avaliares em que ponto te encontras neste momento e fazer as seguintes perguntas:
❣️Será que estou feliz comigo e com tudo o que me rodeia?
❣️Será que estou a cumprir a minha missão de alma?
❣️Será que aceito os desafios como uma aprendizagem e tenho compaixão por quem não tem a mesma visão que eu?

Muitas mais perguntas poderiam ser feitas, mas só estas já te dão um grande poder de libertação e cura interior!

Nunca te esqueças que a cura está em ti!

👉 Assiste aqui o vídeo com a previsão.

Desejo-vos um mês maravilhoso, cheio de coragem, luz, amor e cura interior!

Abraço de Amor,
Isabel

Que este setembro nos seja benevolente, terapêutico e incrivelmente generoso. Aquele abraço amigo e até sexta!

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30
Jul21

AFCA97A1-7CED-4315-A301-CD675F8AFF71.jpegOra viva! ✌️ 

Julho conhece hoje o seu penúltimo dia e esta semana o seu derradeiro dia útil. Tudo isso para dizer que este será o último post da presente temporada. Como tem sido hábito, irei ausentar-me durante o mês de agosto, para as tão ansiadas, e merecidas, férias de verão. Depois da turbulência das últimas semanas estas saberão ainda melhor.

Por turbulência não me refiro apenas à infeção pelo SARS-CoV-2 da qual padeci semanas atrás, mas sobretudo ao tal mec francês (de quem te dei conhecimento em dois posts distintos), que voltou a dar o ar da sua graça, com o claro propósito de assegurar a sua f*da veranil. Se te disser que não anseio por estar com ele, estaria a mentir. Estaria a mentir ainda mais se não reconhecer o quanto me custa saber que um homem só se interessa por mim na qualidade de objeto sexual. Foi por isso que recusei a pro
posta para coprotagonizar a terceira temporada da saga Dar o corpo sem entregar o coração, mesmo tendo consciência das "regalias" de que estou a abrir mão.

Sem uma relação amorosa digna desse nome há mais de 10 anos, sou mulher o suficiente para reconhecer que estou particularmente carente, motivo pelo qual apaixonar-me pelo Ben (assim se chama o dito cujo) é mera questão de tempo. Por isso cortei o mal pela raiz, já que, no que diz respeito à minha vida amorosa, ando à procura de soluções e não de problemas. E uma paixão não correspondida acaba invariavelmente em drama, regado a lágrimas, desgosto e sensação de fracasso.

Sei que existem mulheres que lidam bem com relações baseadas somente em sexo. Feliz ou infelizmente, não sou uma delas, e só eu sei o quanto tentei ser. Eu quero ser importante para alguém, quero alguém que esteja disposto a dar-me uma oportunidade, a dar-nos uma oportunidade. Quero alguém que se importe, que se preocupe, que se esforce, que se esmere, que se regozije por me ter na sua vida. Quero alguém que se sinta um privilegiado por poder estar comigo. E o que esse gaulês me faz sentir é precisamente o contrário; em  interação alguma senti-me tão desimportante para um homem.

Ainda que a lamente, estou segura da decisão de não voltar a estar com ele. Contentar-me com uma relação baseada em mensagens de WhatsApp, com a periodicidade das necessidades fisiológicas e luxuriosas de uma das partes, atenta contra tudo aquilo que sou e defendo. E se há coisa que pretendo manter é o juramento de jamais voltar a ficar à espera de um contacto, uma manifestação de interesse, uma vontade da outra parte. Ansiosa, impotente e resignadamente.

Peço-te que não fiques a pensar mal dele, achando que se trata de (mais) um sacana da vida. Para o entenderes melhor, convém referir que, há  coisa de quatro meses, foi deixado pela namorada de longa data, com quem tinha planos de casar e procriar. Desconfia ele que foi trocado pelo ex, motivo pelo qual anda com o ego ferido e muita vontade de usar as mulheres a seu bel-prazer, sem atentar-se aos sentimentos delas. Ele até é bom gajo, reconheço. É gentil, educado, divertido, generoso e sincero. Encantador, assumo. Apenas não é bom gajo para mim, para o que eu quero em termos de amor. O nosso problema prende-se com expectativas desencontradas, digamos assim.

Agora que te pus ao corrente da minha (má) aventurança amorosa, despeço-me com o abraço amigo de sempre e a promessa de voltar ao teu convívio em setembro. Bronzeada, revigorada e inspiradíssima, conto eu. Feliz mês de agosto para ti!

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28
Jul21

people-247459_1920.jpgOra viva! ✌️ 

Hoje trouxe a minha mais recente crónica para o portal de notícias Balai Cabo Verde, acabadinho de ser publicado. Bom proveito!

No outro dia, no decurso de um almoço com ex-colegas de trabalho, alguém perguntou-me se na verdade existem mais mulheres solteiras do que homens solteiros. A resposta que dei na altura serve de mote a esta crónica, a qual intenta lançar um olhar sobre a (aparente) discrepância entre os géneros no que toca à solteirice.

Dita a minha experiência que a percentagem de corações solitários está praticamente elas por eles, ainda que com uma ligeira vantagem do sexo feminino, facilmente explicado pela sua predominância em termos populacionais. O que acontece é que para a maioria dos indivíduos do sexo masculino estar solteiro não tem necessariamente que rimar com estar sozinho.

É bem mais fácil - e socialmente tolerável - que os celibatários tenham "amigas", as quais vão rodando consoante o estado de espírito ou apetência sexual. Muito mais à vontade do que nós mulheres em separar o coração da libido, eles lidam e gerem melhor o seu estado civil, mais não seja porque a sociedade é mais branda e condescendente com eles. "Ter alguém" sem assumir uma relação é melhor aceite quando se trata do género masculino; disso não tenhamos dúvida, ainda que nos console pensar o contrário.

Uma mulher que vai colecionando "amigos" é comum e inevitavelmente rotulada de "fácil", "leviana", "promíscua", para não dizer outra palavra de quatro letras começada por p. Nos nossos dez grãozinhos de terra, em que a dimensão do território é inversamente proporcional ao falatório sobre a vida alheia, esta é uma situação flagrante, condicionante, incapacitante. Com a mulher que vai fazendo a sua vida amorosa, à margem do seu celibato, a comunidade é implacável no criticismo, no julgamento, na condenação e na ostracização.

Com os homens a conversa é outra. Em inúmeras paragens deste planeta ficam até bem vistos; afinal, cultivar e perpetuar o dogma do macho alfa valoriza o seu passe perante tudo e todos. Ele é encarado como um servidor social, que mais não faz do que cumprir o seu papel de provedor da satisfação feminina e da perpetuação da espécie. Mulher que vai saltando de par em par de calças incomoda bem mais do que mulher que prefere aguardar pelo par de calças ideal. Homem que adota a mesma postura incorre no pecado mortal de ver sua masculinidade posta em causa.

A eles é permitido provar da doce fragrância do romantismo, desde que isso não comprometa a sua macheza, claro está. A elas injetam-se doses cavalares do mesmo elixir do amor, na expectativa de que se mantenham puras e castas até à chegada do tal dito cujo montado no cavalo branco, o qual, no final da estória, fica-se a saber que não passa de um sapo sob o encantamento de uma fada madrinha ressabiada. Mas isso já é assunto para outra ocasião.

Termino lembrando que, sobretudo no caso dos homens, estar solteiro não implica necessariamente estar sozinho, assim como não ter uma relação assumida não implica estar em abstinência sexual. As coisas são como são e, em matéria de solteirice, cada um conduz a sua vida da forma que melhor lhe convier, que ninguém tem nada a ver com isso. O importante é ser feliz e desfrutar da vida tal como ela se nos apresenta.

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A1CBA140-6F66-4232-8D70-793C20D49853.jpegOra viva! 🍀

Que tal retomarmos o assunto do post de 25 de junho, no qual dei-te conhecimento de algumas dicas para atrair coisas boas? Na altura partilhei nove delas, ficando a faltar umas quantas outras. Hoje, primeiro dia útil da última semana de julho - e já em contagem decrescente para a habitual pausa de verão - parece-me um ótimo dia para reforçar o tema, já que sorte, abundância e prosperidade nunca são demais. Vamos lá então a elas:

O dinheiro é um meio e não um fim

O dinheiro é uma energia, pelo que devemos apreciá-lo e aceitá-lo com toda a naturalidade. Com a minha guia espiritual aprendi que não há qualquer problema em gostar de dinheiro, salvaguardando o facto de que ele é que nos deve servir e não o contrário. Por isso, o meu conselho é que o encares como um meio que te permite ter acesso a coisas e experiências, e não um fim do qual podes tornar-te um escravo.

Gastar com responsabilidade
Nunca é demais lembrar que os gastos devem ser feitos com responsabilidade, ou seja, que só devemos gastar o que temos. É por isso que não tenho cartão de crédito, muito menos empréstimo bancário. Evitar gastos supérfluos e desnecessários é uma ótima estratégia para termos sempre dinheiro para o que realmente interesse e compensa. No meu caso particular, quando bate a tentação, faço a seguinte pergunta: "Precisas ou queres?" Se preciso, compro; se quero, repenso. Outra coisa que aprendi em relação ao dinheiro é que atualmente prefiro usá-lo para ter acesso a experiências (viagens, estadias e restaurantes) e não tanto a bens.

Investir em criptomoedas

Um dos negócios do presente, e mais ainda do futuro, são as moedas virtuais. Em dezembro de 2018, investi parte do meu subsídio de Natal na compra de criptomoedas, as quais renderam-me um bom lucro. Infelizmente, por falta de uma cultura financeira elucidativa, investi uma quantia modesta, para eterno arrependimento meu. Meses atrás, voltei à carga, mas o retorno está aquém da primeira aventura. Atenta estou eu a novas oportunidades, pois não tenho dúvidas de que as moedas virtuais são incontornáveis.

Menos reclamação, mais ação
Por ter sido assim em tempos idos, sinto-me perfeitamente à vontade para opinar sobre este ponto. Reclamar a torto e a direito, além de maçador para quem convive conosco, é pura perda de tempo. Pessoas que estão sempre se queixando são tóxicas e pouco propensas a procurar soluções para os seus problemas, daí que recomende que se lamente o que tiver que ser lamentado, sem ir mais além. Quando paramos de nos concentrar no que não nos corre de feição para passar a focar no que podemos fazer para melhor ou atenuar a situação, coisas boas começam a chegar até nós.

Generosidade sim
Esta é uma das mais preciosas dicas que te poderei alguma vez dar. A generosidade atrai generosidade. Com isso quero dizer que quando damos, invariavelmente, recebemos de volta. Ajudar monetariamente alguém precisado é uma das formas mais eficazes para atrair abundância para nós. Mesmo que a pessoa que ajudámos não nos retribua na mesma moeda (coisa que acontece na maioria das vezes), a vida encarrega-se de nos compensar. Lembra-te: é dando que se recebe.

Gratidão sempre
Outra postura que aprendi com a exploração da espiritualidade é que a gratidão é uma via verde para a abundância. Quando agradecemos o universo dá-nos mais motivos para tal, tornando-se num dos poucos círculos viciosos desejáveis à nossa existência. Ser grato funciona como um imã para atrair acontecimentos auspiciosos e pessoas incríveis. Quando ativei essa energia, pequenos milagres tornaram-se presença constante no meu dia a dia.

Ser rico é (também) uma questão de atitude
Pensa como um rico mas age como um pobre, ou seja, gasta somente naquilo que for realmente relevante. Isto remete para o ponto 3 deste texto, no qual chamei a atenção para gastos supérfluos, logo desnecessários. Quem gasta de forma compulsiva e em quinquilharias dificilmente conseguirá conhecer a abundância e a prosperidade, e nisso os ricos self-made têm muito para nos ensinar. Por saberem bem o quanto lhes custou chegar ao topo, eles escolhem muito bem aonde gastar o seu dinheiro, e melhor ainda, aonde investi-lo. Recomendo a leitura de livros sobre a vida de umas quantas individualidades como Tony Robbins, Benjamin Franklin, Arthur Ryan (fundador da Primark), Ingvar Kamprad (fundador da Ikea), Elon Musk (fundador da Tesla) ou Jack Ma (dono da Alibaba), só para citar os mais célebres.

Pensar positivo
Somos aquilo que pensamos, sentimos e proferimos, e isso não é uma mera frase feita. Os pensamentos têm um poder extraordinário na nossa vida, motivo pelo qual devemos escolhê-los com cuidado, e carinho. Eu sou a prova viva disso que acabei de escrever, como já tantas vezes aqui partilhei. A esta altura da minha vida só reconheço uma única ambição de que não estou certa de ser capaz de alcançar, precisamente porque (ainda) não consegui canalizar os meus pensamentos a esse favor. Com a força do pensamento positivo, lá chegarei.

Qualidade ao invés de quantidade
Para o fim deixei a seletividade, um fator decisivo no que toca à sorte, abundância e prosperidade. Com o tempo aprendi que a qualidade vale bem mais do que a quantidade, aplicando-se este mesmo princípio a qualquer esfera da nossa vida, sejam elas pessoais, amorosas ou comerciais. No que toca ao dinheiro, devemos comprar menos vezes, mas bens que duram mais tempo. Ao invés de uma dúzia de malas baratas, prefiro ter duas ou três, de qualidade superior, capazes de durar anos ou até décadas.

E assim dou por concluída a minha missão transmitir, a ti e quem mais se interessar, as minhas dicas e atitudes para atrair mais sorte, abundância e prosperidade. Conto que faças bom uso delas. Um beijo, um abraço e um até quarta!

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