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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

22
Jun22

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Ora viva! ✌️ 

Falar do comportamento humano face ao amor é como falar do mar, ou seja, é um assunto que nunca se esgota e que sempre tem algo mais a ser descoberto ou acrescentado. Como tal, para hoje proponho falarmos sobre o que devemos ter em comum com um potencial parceiro para que a relação dê certo.

De acordo com um artigo do Psychology Today, assinado por Mark Tavares, a honestidade-humildade, a emotividade, a extroversão, a agradabilidade, a conscienciosidade e a abertura à experiência são os seis traços de personalidade que levam as pessoas em relações longas a acreditar que são semelhantes ao parceiro.

Contudo, um novo estudo publicado na revista científica Journal of Research in Personality, atesta que a primeira - honestidade-humildade - e a última - abertura à experiência - são aqueles que mais pesam na identificação mútua entre o casal. Ou seja, ser honesto, leal e sincero, em vez de ser soberbo, hipócrita e pretencioso, e ser curioso, criativo e intelectual, em vez de desprovido de imaginação, superficial e convencional, são os dois pontos em comum que fazem com que um relacionamento romântico consiga prosperar e perdurar.

Segundo o especialista, "isto pode acontecer porque estes traços são o reflexo de valores pessoais como a igualdade ou liberdade". Segundo esta solteira aqui, isto pode (realmente) acontecer porque quando se é honesto e humilde, a relação tem tudo para dar certo e quem está aberto à experiência de amar e deixar-se amar está preparado para dar o melhor de si, para comprometer-se, para fazer o outro feliz.

Por hoje é tudo, estarei de volta na sexta para mais um papo amigo. Até lá, beijo em ti 💋 e votos de um dia feliz!

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27
Mai22

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Ora viva! ✌️ 

Esta semana, tá que tá! Estou em contrarrelógio para terminar um novo conto erótico, o qual foi-me "encomendado" há quase três meses, mas que só esta semana comecei a escrever. Yep, há quem goste de trabalhar sobre pressão... Mesmo assoberbada, e estressada, porque não admitir?, não pude deixar de vir aqui dar-te aquele olá de alegria e deixar-te mais uma dica amiga, esta bem útil para quem ainda não perdeu a esperança de encontrar o "tal".

De acordo com duas especialistas em relacionamentos, o segredo para que um homem seja considerado um bom partido está na existência e na qualidade da convivência com a(s) irmã(s). Segundo elas, um homem que tenha crescido (e que tenha uma boa relação) com a(s) irmã(s) é o mais bem posicionado para se comprometer numa relação amorosa. Isto porque tal facto é sinónimo de um nível mais profundo de inteligência emocional.

"Ter uma irmã melhora a capacidade de uma pessoa se tornar um parceiro mais comunicativo e empático", esclarece a psicoterapeuta Imani Movva. Os motivos? As mulheres costumam ser melhores do que os homens no que toca a autorreflexão, bem como a entender as necessidades dos outros, explica a especialista. E crescer perto deste tipo de "energia" só nos traz benefícios.

Além disto, "alguém que tenha crescido com irmãs tem maiores probabilidades de aprender a comprometer-se, ter paciência, ou, no mínimo, esperar pela sua vez", garante por sua vez a especialista em relacionamentos Stephania Cruz.

Obviamente que, por mais que seja verdade (e acredito que seja, pois faz todo o sentido), encontrar o par ideal não passa somente por este requisito. Muitos mais fazem parte da "lista" de cada um de nós, umas mais detalhadas do que outras, é certo. O que importa aqui ressalvar é que esta dá-nos uma nova perspetiva de olhar para um pretendente e avaliar a sua predisposição para ser um bom parceiro para a vida. 

Uma vez dado o recado, despeço-me com aquele abraço amigo de sempre e a vibe de um estupendo fim de semana!

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30
Mar22

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Ora viva! ✌️ 

Conhecer um gajo de jeito está tão desafiante, mas tão desafiante que nenhuma ajuda é demasiada. Pelo contrário, qualquer dica amiga afigura-se como uma vela que ilumina a esperança de que o fim do túnel se avizinha. Sabendo disso melhor do que ninguém, hoje trago uma mão cheia de segredos para encontrares o par dos teus sonhos. Que dos meus, rendi-me às evidências, se é que me entendes.

Segundo consta, existem segredos para se acertar em cheio na escolha do parceiro ideal. Pelo menos é o que atesta uma publicação da Activa desta terça-feira, 29 de março, a qual garante que "além de variáveis como a idade, religião, cultura, hobbies, atitudes e crenças, a compatibilidade tem mais que se lhe diga".

Oh se tem! Tanto tem que os psicólogos Karin Sternberg e Robert J. Sternberg, em declarações à revista Psychology Today, apontam estas cinco coisas que deves ter em mente enquanto procuras o parceiro ideal:

1. Identifica a tua 'história de amor' ideal e aquela que tens com o teu parceiro.

2. Relacionamentos felizes envolvem histórias de amor coincidentes. Fala com o teu parceiro para tentares perceber se as tuas expectativas são compatíveis com as dele.

3. Entende o que realmente queres de um relacionamento, incluindo paixão, intimidade e compromisso.

4. Muitas vezes, as pessoas não têm noção de como o parceiro se sente verdadeiramente. Assim sendo, faz perguntas.

5. O relacionamento tem de responder tanto às tuas necessidades como às do teu parceiro - e não às de quem está à vossa volta.

Pertinentes estes tópicos, contudo, totalmente desfasados da realidade de quem (ainda) não encontrou a sua cara-metade. Enfim... como este diário não é exclusivo à comunidade celibatária, conto que esta crónica seja de utilidade prática para os que já se emparelharam.

Beijo no ombro e até sexta, que uma aula de pilates me aguarda!

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Ora viva! 👋

Na pesquisa pelo tema de hoje, deparei-me com um artigo da revista Cláudia, que parece ter sido escrito a pensar na minha pessoa, ou melhor a pensar a minha mais recente crush, o tal fascista de que te falei no post Socorro, apaixonei-me por um fascista.

Independentemente do desfecho da nossa (não) estória de amor, o facto é que tenho a perfeita noção de que não sou uma mestre na arte da sedução, especialmente no que toca à linguagem não verbal. Pela via do paleio, que é a minha praia, até que me safo bem, agora com a linguagem corporal a cantiga é outra. Por isso é que este artigo seduziu-me à primeira vista.

De acordo com a citada fonte, existem sete técnicas infalíveis para seduzir a pessoa por quem se está interessada apenas com a linguagem corporal, ou seja, sem precisar abrir a boca. São elas: 
1. 
Mexer o nariz
2. Mover os ombros e a cabeça
3. Passar um objeto para o espaço do outro
4. Gesticular com as mãos
5. Nunca cruzar os braços
6. Acariciar o braço
7. Andar com os pés quase colados

Dado que não é possível fazer o copy-paste do texto deles, nem eu ter disponibilidade para o fazer à la pate, sugiro que cliques neste link e confirmes por ti mesma que técnicas são essas. Vou já adiantando que existem duas que considero um tanto ou quanto bizarras, mas se a autora da publicação garante que funciona é porque assim deve ser.

Despeço-me - o dia hoje tá que tá - com a promessa de por em prática, quem sabe já amanhã, algumas dessas técnicas. De que outra forma saberei se são mesmo infalíveis? 😉

Aquele abraço amigo e até sexta!

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Ora viva!

Depois da desilusão com o fascista lá do ginásio, pelo qual estava caidinha, como dei-te conhecimento no post Socorro, apaixonei-me por um fascista, eis que voltei às apps de encontro. Sim, porque é preciso continuar a busca e acreditar que uma hora ele - o amor - chegará.

Como tal, ontem voltei a ativar a funcionalidade Encontros da rede social azul. Bastaram algumas horas para perceber que aquilo continua a mesmíssima porcaria de antes, em tudo semelhante ao que descrevi no post O que eu já descobri sobre o Facebook Dating. Quanto ao Tinder, a alternativa mais à mão, nada de novo a assinalar. Mais do mesmo. Resumindo e concluindo, parece que o romance continua a não querer mesmo nada com esta solteira aqui.

Por falar em dificuldade em encontrar o amor, chamo à conversa um post de há quatro anos, o qual atribui a culpa por não encontrarmos o amor ao overdating, ou seja, ao excesso de encontros amorosos. No meu caso, posso assegurar que não é nada disso. Pelo contrário, nos últimos anos, conto pelos dedos de uma mão o número de encontros que tive.

Por mais que compreenda os argumentos na base desta convicção, digo, com a autoridade que só uma solterice de longa duração concede, que não é por isso que eu não tenho tido sorte no campo amoroso. Como referido numa story no sábado, o meu cupido está a precisar de um GPS. Só pode!

Por hoje é tudo, que o trabalho (remunerado) me aguarda, assim como outras coisas que só a segunda-feira impõe. Despeço-me com aquele abraço amigo e a pergunta que não consigo calar: porque é que, depois de certa idade, torna-se tão difícil encontrar um amor que vale a pena?

Hasta!

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Ora viva! ✌️

Este manhã, uma das minhas besties partilhou comigo um conteúdo sobre a solteirice. Na sequência da conversa que a partir daí se desenrolou, diz-me ela o seguinte: "Que fique registado que às 10h da manhã do dia 13 de dezembro eliminei a minha conta do Tinder. Sinto me muito mais livre, em paz e feliz".

Nem duas semanas de utilização aguentou ela, o tempo por mim estipulado para um primeiro balanço do mundo (des)encantado desta aplicação de encontros. No que toca à minha pessoa, só não a desativo de uma vez por todas pelos motivos óbvios: tenho que estar a par do que se passa no mundo do engate online. Afinal, de que outra forma conseguiria conteúdo fidedigno para escrever sobre a odisseia dos solteiros em busca do amor?

À parte isso, nunca tive esperança de que a seta do cupido fosse atingir-me pelas mãos do Tinder
E, pelos vistos, não sou a única, já que são cada vez mais os corações solitários que assumem o seu desânimo/desencanto em relação às aplicações de encontro. Para esses, recomendo a (re)leitura de um artigo datado novembro do ano passado, intitulado Há vida para além das apps de engate, através da qual dou conta do seguinte:

As plataformas de encontro - apps de engate, como gosto de chamá-las - são um tema que não se esgota na sua (in)significância, até porque nos dias que correm, com todas as restrições ao convívio e ao contacto físico que a Covid-19 veio impor, os desemparelhados precisam mais do que nunca de toda e qualquer ajuda para incrementar a sua vida amorosa.

Com uns mais focados na parte sentimental e outros assumidamente interessados em sexo, as relações românticas, tal como tudo na vida (e no mundo), estão a ser alvo de uma transformação sem precedentes. As plataformas de encontro assumem assim um papel preponderante nesta mudança de paradigma, não só por permitirem a tão conveniente interatividade, imediata e ininterrupta, como por aumentarem exponencialmente o leque de opções.

"Conhecer" alguém nunca foi tão fácil, barato e descompromissado. Iniciar/terminar uma relação faz-se num piscar de olhos, melhor dizendo, num deslizar de dedos. Os encontros, que antes implicavam conhecer fisicamente a pessoa, passaram a estar ao alcance de dois ou três cliques. Os conhecidos de amigos ou colegas de trabalho/universidade deram lugar a fotografias, as quais vamos aceitando ou rejeitando, conforme o nosso agrado.

A excitação inicial que é descobrir pretendentes, explorar os seus perfis, encetar uma conversa, trocar informações, para, no final, arriscar um tête-à-tête, com o passar do tempo vai dando lugar ao tédio, à impaciência, à frustração e à desilusão. Precisamente por haver demasiadas opções à nossa mercê, acreditamos que o próximo perfil será sempre melhor do que o anterior. Só assim é-nos possível alimentar a esperança de que nada perdemos com aqueles que rejeitamos. Esta dinâmica torna-nos aditos, ao ponto de, ao invés de apreciarmos o que temos garantido, continuarmos a correr compulsivamente os dedos pelo ecrã na expectativa do que ainda poderemos vir a ter.

A minha odisseia pelo ciberespaço em busca do amor é sobejamente conhecida pelos meus leitores/seguidores. A última aliada nesta aventura foi o Facebook Dating, do qual dei conhecimento em dois posts. Do que ainda não tinha dado conhecimento é que, duas semanas após a sua descoberta, e exploração, o veredicto resume-se a "menos do mais". Falando curto e grosso, a nova funcionalidade do Facebook é uma versão low-coast do Tinder, motivo pelo qual não me restou outra opção que não fosse eliminar o perfil. Claro que um encontro aquém das expectativas, no sábado, foi a gota de água para acabar de vez com esta estória de conhecer gajos interessantes através desta, ou de qualquer outra, plataforma digital.

Assim, de momento, e por tempo indeterminado, está suspensa da minha vida toda e qualquer procura do amor através da internet. Se tiver que acontecer, que seja de forma espontânea, de preferência ao estilo convencional, como sucedeu com o tal mec francês. Sim, porque não desisti do amor, pelo contrário! A cada dia que passa, mais convencida fico de que uma vida sem amor é meia vida. A questão aqui é esclarecer o tipo de amor que cobiçamos: o próprio ou o alheio. O primeiro é algo que tenho de sobra, pelo que, nesse quesito, tenho uma vida inteira. Quanto ao segundo, anseio pela sua versão maior, aquela que soma, acrescenta, engrandece, enaltece e envaidece.

Meu bem, caso estejas de coração livre, na ânsia de viver ou reviver um grande amor, o meu conselho só pode ser este: estar atenta, ser paciente e não procurar muito. Afinal, não somos nós que encontramos o amor, mas o amor que nos encontra. Bem sei que amar intimida, sobretudo quando já fomos magoados. Ainda assim, continua a valer a pena. Mesmo com o coração despedaçado, é possível amarmos com esses pedaços. Amar alguém e não resultar, não tira valor ao que se viveu e lá porque terminou, não deixa de ser uma estória de amor.

Aquele abraço amigo de sempre!

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12
Nov21

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Viva! 👋

De uma conversa com uma amiga de uma amiga surgiu a inspiração para esta crónica. Ontem, durante um papo de gajas, sobre gajos, veio à baila o termo 'Tinderella', que admito nunca antes ter ouvido. De acordo com a sua autora, uma brasileira que se assume - sem pudor nem bazófia - frequentadora assídua do Tinder, 'Tinderellas' são as mulheres que andam pela aplicação à procura de amor, mesmo sabendo que aquilo "é uma porcaria" (palavras da própria, com as quais concordo plenamente).

Para a Larissa (assim se chama ela), não devemos desistir do amor e se a alternativa viável é o Tinder que seja então o Tinder. Não é novidade para ti que eu também sou consumidora deste produto, ainda que com uma regularidade cada vez mais esporádica. Não gosto, nunca gostei e não me vejo a vir a gostar do Tinder. Tudo ali é demasiado hardcore para uma romântica da velha guarda como eu. 

Sentimentalismo à parte, o facto é que volta e meia lá dou uma espreitadela, apenas para limpar as vistas (ou não). 
Por exemplo, há pouco recebi a notificação de uma nova correspondência. Não resistindo à curiosidade, e já que estava a fazer tempo para arranjar as unhas, lá acedi à app, mas como o match não enviou mensagem, fui à minha vida.

Para mim, a parte pior deste tipo de "interação amorosa" prende-se com o facto de os pretendentes não tomarem a iniciativa de meter conversa e quando o fazem esta resume-se a monossílabos ou diálogos tão espaçados no tempo que a dinâmica da conversa, e o interesse, acaba por esvair-se no vazio da superficialidade do próprio conceito. Não há paciência!

Como não sou apreciadora de fast foda, não sinto que esteja a perder grande coisa. Já instalei e desinstalei a aplicação tantas vezes que mais vale deixá-la estar e encará-la como mero instrumento de pesquisa para o blog. Porque sentimento real e verdadeiro não estou a ver-me a encontrá-lo nessa aplicação, ainda que tenha conhecimento de umas quantas estórias que começaram por lá e tiveram um final feliz.

Na busca pelo amor, entre o real e o virtual, fico-me pelo primeiro. Nada como ver com os próprios olhos, ouvir a voz, sorrir, tocar, cheirar... Antes de terminar esta reflexão, quero confessar que estou de olho num rapaz lá do ginásio. Again! Ao menos, desta vez consegui reunir coragem suficiente para passar do "olá, tudo bem" da praxe e enceter uma conversação com algum conteúdo. Até tomei a iniciativa de o seguir no Instagram, vê lá tu. On va voir qu'est-ce que va se passer à l'avenir (vamos ver o que vai acontecer no futuro).

Beijo na vida e alegria nos próximos dias, que para a semana cá estarei para mais um papo amigo. Au revoir!

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13
Jul21

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