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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!


eroticism-gb5ccbbd5d_1920.pngViva! 👋

Uma publicação do Notícias ao Minuto, datado de 27 de dezembro de 2020, dá conta do seguinte: ter múltiplos parceiros sexuais representa consideráveis riscos, tanto para o corpo quanto para a cabeça e o coração. E quem o diz não é o jornalista que assina a matéria, mas antes a ciência, a mãe de todas as sabedorias. 

Achando o tema a cara deste blog, eis-me aqui a partilhá-lo contigo, não só para reforçar a minha posição em relação ao "dar o corpo ao manifesto a custo zero", prática da qual sou assumidamente avessa, como para alertar-te para as consequências de uma prática cada vez mais disseminada na nossa sociedade, a qual faz questão de nos fazer crer que sucesso sexual equivale a sucesso social.

Vários estudos apontam que a popularidade sexual - chamemos-lhe assim - pode ser prejudicial tanto para a saúde física como para a mental. De acordo com a referida publicação, que cita o site Nueva Mujer, ter vários parceiros sexuais não só aumenta o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis (como VIH, clamídia ou sífilis), como pode estar relacionado a outras patologias, nomeadamente cancro ou depressão.

No que toca às consequências físicas de andar a pinocar a torto e a direito, um estudo divulgado na revista médica BMJ Sexual & Reproductive Health, menciona que há um risco 91% maior de cancro em mulheres que tiveram 10 ou mais parceiros sexuais, comparativamente àquelas que tiveram relações íntimas com menos pessoas. Relativamente aos homens, aqueles que afirmaram ter 10 ou mais parceiros registaram uma probabilidade 69% mais elevada de desenvolver algum tipo de tumor. 

Quanto ao impacto na saúde mental e emocional, a Dunedin School of Medicine apurou, através da realização de um ensaio clínico, uma relação com transtornos depressivos e de ansiedade, sobretudo na população feminina, sendo que lidar com essas doenças mentais aumenta consequentemente o risco de uso de substâncias.

Adicionalmente, os investigadores salientaram que ter parceiros em 'demasia' pode levar a dificuldades na formação de vínculos afetivos, sem falar que fazer sexo frequentemente está igualmente associado a uma maior chance de fumar e de consumir álcool em excesso.


Se os celebitários sexualmente abstémios não têm a vida facilitada, parece que os outros também não. Na dúvida, entre "dar" por demais ou "dar" por de menos, que venha a tesão e escolha.

Beijo no ombro e até sexta!

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