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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Viva!

 

Em pleno dia de jejum, nada mais pertinente que revelar-te alguns dos segredos por detrás do minha (boa) forma física. Já aqui assumi em vários posts que tenho cuidado com o que levo à boca. Tento, sempre que me é possível, primar por uma alimentação saudável, isenta de fritos, açúcar adicionado, lactose, produtos refinados e carbohidratos pobres em fibra.

 

Escusado será dizer que também eu cometo – com mais regularidade do que seria desejável – alguns, na verdade vários, pecados gastronómicos. Por não reconhecer a eficácia das dietas restritivas e da abstinência calórica, deles não faço tenção de abrir mão. Só para teres uma ideia, sou uma adita da pizza (comia-a todos os dias, se o meu nível de colesterol não disparasse em fecha); no que toca a queijos, considero-me uma Minnie; sou incapaz de resistir a sorvetes; vejo a batata frita como a terceira maravilha do mundo; sumos naturais deviam ser prescritos pelos médicos e as gastronomias cabo-verdiana, portuguesa, brasileira, japonesa e italiana de consumo obrigatório. 

 

Sorte minha que, à exceção do queijo e do iogurte, nunca fui chegada em derivados de leite. Também não sou apreciadora de ovos, motivo pelo qual raramente tenho que me debater com o drama das sobremesas. Só isso já me rende uns bons quilos a menos, já que a doçaria portuguesa é baseada essencialmente nesses dois ingredientes, e no açúcar, o qual o meu organismo já só consegue suportar uma pitada e pouco mais.

 

Só para teres uma ideia, eu sou do tipo de pessoa que entra numa pastelaria com vontade de comer qualquer coisinha saborosa e sai de lá frustrada por não encontrar nada que lhe agrade verdadeiramente.

 

Feita a contextualização, eis os meus truques para comer de tudo e mesmo assim continuar a vestir o tamanho 34, aos 40 anos e sem por o pé no ginásio há quase um ano:

1 - Jejum de 24 horas uma vez por semana

2 - Pela manhã, água morna com ½ limão ou duas colheres de vinagre de cidra e mel

3 - Comer como uma rainha num dia e como uma plebeia no dia seguinte

4 - ½ taça de vinho tinto às refeições de garfo e faca

5 - Snacks caseiros à base de milho

6 - Iogurte e queijo sem lactose

7 - Pão, arroz e massa integral

8 - Panqueca de milho ao pequeno-almoço

9 - Sal das Himalais para condimentar

10 - Zero fritos em casa

11 - Zero açúcar branco em casa

12 - Zero açúcar em chás e infusões

13 - Zero bebidas açúcaradas

14 - Em casa, só peixe

15 - Batata doce ao pequeno-almoço

16 - Chá de louro para depois dos exageros

17 - Andar a pé e subir escadas sempre que possível

18 - Dormir entre 9 a 10 horas por noite

19 - Banho frio o ano inteiro

20 - Frutos secos nas horas em que a fome ataca

21 - Chocolate preto

22 - Fruta fresca sempre que possível

23 - Consumo limitado de alimentos processados

24 - 1,5 a 2 litros de água por dia

25 - Zero refogados

 

Por experiência própria posso atestar que a boa forma física depende essencialmente de pequenas rotinas, que, aliadas a um programa alimentar adequado ao estilo de vida de cada um, se revelam uma aposta ganha. Por acreditar que o corpo humano precisa de um pouco de tudo, não me privo de comer nada. Mesmo assim consigo manter um corpo magro, elegante e são. Isto porque como com peso e medida e contrabalanço uma asneira nutricional com uma opção saudável.

 

Até à próxima!

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