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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!


fashion-2309519_1920.jpgViva! ✌️ 

Revigorada pelo passeio de ontem à praia de São Francisco (a qual não visitava há mais de 15 anos) e orgulhosa por ter conseguido cumprir o jejum semanal (tarefa complicada por estas bandas, com a comida a tentar-nos a todo o instante), eis-me aqui com mais uma crónica amiga, desta feita dedicada a uma das questões existenciais a que acuso particular sensibilidade: a relação "visual" com o mundo.

Olhamos o mundo quando olhamos as pessoas. Nos seus rostos vemos refletidas gerações, tradições, esperanças, culturas, realidades, sonhos e expectativas. Assim é ele, um mundo de semelhanças, diferenças, diálogos e sentimentos. Um mundo de afetos, de gentes e locais inesquecíveis. Um mundo imenso, um porto de abrigo global, aonde somos todos bem-vindos, ainda que acontecimentos possam sugerir o contrário.

Lugar mágico a que tantas vezes não prestamos a devida atenção, nem damos o merecido valor, o mundo é nossa referência, nossa identidade, nossa essência... representando aquilo que somos, fomos e seremos. É o que faz de nós únicos no meio de biliões. E a forma como olhamos o mundo determina a forma como desempenhamos o papel que a cada um de nós cabe no seu eterno devir.


Eu olho o mundo com curiosidade, ávida por observar e absorver tudo o que ele tem para partilhar. Eu olho o mundo com otimismo, convicta de que à minha espera existe sempre algo bom. Eu olho o mundo com esperança, crente de que nada está perdido e que sou parte da solução. Eu olho o mundo com confiança, acreditando que me foi confiada uma importante missão. Eu olho o mundo com amor, pois sei que ele é bondoso se com ele vibrar na mesma essência. Eu olho o mundo com gratidão, por todas as benções que dele recebo. Eu olho o mundo com saudade, acreditando que quando for hora de o deixar, levarei comigo memórias incríveis. Eu olho o mundo com olhos de ver... com olhos de amor 🧡.

E tu, meu bem, como olhas para o mundo?

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