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Crónicas, contos e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

Ora viva!
Tempo limitado mais inspiração escassa é igual a crónica reciclada, desta feita de uma reflexão minha, datada de há exatamente dois anos, sobre o que é essencial, não aos olhos, mas sim ao coração.
"O essencial é invisível aos olhos, e só se vê bem com o coração!" Uma das frases mais conhecidas de Antoine de Saint-Exupery e talvez, a mais verdadeira. O melhor de um amor, de uma viagem, de um encontro ou de um presente não é o que se transmite aos outros, mas o quanto nos toca o coração.
Amores não se tornam mais verdadeiros quando atestados em contratos; viagens não são mais incríveis pela quantidade de fotos que foram tiradas; amizades não são mais honestas quando os envolvidos falam todos os dias.
O essencial é sentirmos e, ao sentirmos, sabemos.