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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!


sunset-3754082_1920.jpgViva!

Para hoje escolhi duas mãos cheias de hábitos de cortejamento (ou engate, se preferires uma linguagem mais mundana), os quais têm caído em desuso, mas que urge serem resgatados do esquecimento, sob pena de o romance perder aquele encanto de outros tempos e do qual a geração millennial só conhece das estórias contadas pelos seus ascendentes.

Já aconteceu sentires como se não pertencesses a este século? Eu já, e não é de hoje! São tantas as vezes em que questionei se pertenceria à época que é suposto pertencer, ou mesmo ao planeta certo. À espiritualidade fui buscar a resposta que melhor satisfaz esta minha inquietude, mais concretamente às memórias trazidas de vidas passadas, as quais fazem de mim uma mulher contemporânea com uma alma medieval.

No que toca ao romance, sinto-me bastante perdida nos tempos que correm. Por mais que me orgulhe de ter uma mente aberta, por mais que esteja disposta a abraçar novas experiências, persiste em mim a sensação de que a forma como atualmente se vive o amor está longe de ser aquela com a qual me identifico. Eis um motivo de peso porque continuo solteira. Provavelmente, por ter exagerado na dose de romances lidos ao longo da adolescência e juventude, é-me notoriamente desconfortável a maioria das técnicas de engate em vigor, sobretudo aquela que inverte a ordem dos sentimentos - entenda-se sexo primeiro e amor depois (se chegar a tanto).

Se tal como eu também sentes que o romance corre um sério risco de perder a sua essência, para passar a figurar como outra coisa qualquer, vais gostar de ler o que aí vem.
A arte da conquista, o tal cortejar a que me referi logo no início, tem sido fustigada pela (re)evolução, em especial a tecnológica, que lhe tem roubado o seu espaço nas relações amorosas. Até ao final do século XX, o namoro foi experenciado com uma intensidade e entrega cada vez menos visíveis no século que lhe procedeu.

Para que as técnicas de conquista de antigamente não caiam em desuso, é intenção desta crónica citar alguns (bons) hábitos que fazem toda a diferença, logo, que merecem ser resgatados no tempo
. Antes disso, permite-me uma breve contextualização. Duas palavras encontram-se no cerne da atuação nas sociedades atuais: "igualdade de género" e "sem género". Independentemente da minha identificação com cada uma delas, em matéria de amor sou totalmente a favor da corte machista, ou seja, de ser o homem a tomar a iniciativa e a envidar esforços para arrebatar o coração da amada. À mulher caberá, ou não, corresponder, retribuir e  provar que é merecedora de tamanha dedicação. Com isso quero deixar claro que estas dicas têm como alvo preferencial os homens.

Entusiasmei-me de tal maneira que só agora percebi que este post já ultrapassou o número de parágrafos recomendável. Não me resta outra opção que não seja deixar a listagem desses hábitos para a próxima publicação. Não percas!

Aquele abraço amigo!

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