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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!


30
Abr21

BC355669-2DDD-4ADA-9CB2-3426E9D8A24C.jpegOra viva! ✌️ 

Este post era suposto versar sobre uma sunset talk que eu iria protagonizar daqui a pouco, mas que o aumento alarmante do número de infeções por covid-19 obrigou ao cancelamento. O país da morabeza tem batido o record de novos casos, pelo que esta manhã o executivo cabo-verdiano entendeu declarar o estado de calamidade, em vigor por um período de 30 dias, ainda que sujeito a avaliações períodicas.

Assim, tive que alterar o título desta crónica de 'Inspiring talking with Sara Sarowsky' para 'E (quase) tudo a calamidade levou', pois a minha agenda para estes últimos dias acaba de ficar (parcialmente) comprometida. Além da tal sunset, ficará igualmente sem efeito um meeting com um grupo de mulheres empreendedoras com quem ia partilhar a minha experiência e know-how, visando inspirá-lo a empoderar-se.

Para além disso, algumas outras atividades que implicavam o ajuntamento de um considerável número de pessoas. Apesar de lamentar o transtorno, sou totalmente a favor de que é preciso ter mão firme, e enquadramento legal, para por um travão no alastramento da covid-19 no arquipélago, sob pena desta tornar-se descontrolada.

Como no meio da tempestade há sempre um farol para nos transmitir esperança, hoje tive duas reuniões com as mais altas instâncias da cultura, as quais demonstraram interesse no meu projeto literário, em stand-by há mais de um ano, precisamente por causa desta maldita, e teimosa, pandemia. Uma vez de regresso a Portugal, já para a semana, é arregaçar as mangas e dedicar-me de corpo e alma ao livro.

Por falar nisso, estou a acusar alguma ansiedade em relação ao teste PCR, imprescendível ao embarque. Da maneira como a situação está neste momento, bem posso acusar positivo ao vírus SARS-CoV 2. Com a quantidade de casos que aparecem todos os dias, não seria nada improvável, apesar de todos os cuidados. 

Ainda bem que, dentro que me foi permitido, aproveitei bem as oportunidades que me foram surgindo. Ontem, feriado na capital cabo-verdiana, tive oportunidade de dar um passeio até à vila do Tarrafal, a qual não visitava há mais de 15 anos. Que bem que me soube um dia (inteiro) de praia, sol, areia e peixe fresco, sempre na melhor companhia.

E assim vai esta minha última semana em Cabo Verde, repleta de emoções e sobressaltos, num mix indesejável, contudo inevitável. A ver vamos como decorrem os próximos dias. Darei notícias, sempre que se justifique. Enquanto isso, aproveita o fim de semana e não te esqueças que o bicho anda à solta e que ao primeiro vacilo podes ser a sua próxima vítima. Cuida-te e cuida dos teus, que a saúde é o bem mais precioso de que dispomos.

Aquele abraço amigo só nosso!

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