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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!


29
Mai18

33644935_10213298924760257_4287395088268525568_n.jViva!

Porque estou plenamente convicta do impacto que poderá ter na tua existência e porque a conselheira espiritual do Ainda Solteira merece este mais do que justo tributo, já que todos os meses nos cede pro bono as suas previsões energéticas, desafio-te a inscreveres-te no próximo workshop de reprogramação mental da spiritual coach Isabel Soares dos Santos, a minha guru do bem, como gosto de lhe chamar.

Feito um anjo de luz, esta alma iluminada adentrou pela minha vida para me consciencializar que a saúde espiritual  – a par da física e da mental  – é uma das três pedras basilares da felicidade humana. Foi com ela que me iniciei na arte da meditação, que encetei a minha primeira regressão a uma vida passada, que abri a minha mente para o invisível aos olhos, que aprendi a aquietar o meu coração e que renovei a esperança em mim e na humanidade. 

Desde que fiz este curso, no passado dia 28 de abril, a minha vida conheceu melhorias inesperadas e inimagináveis, numa mescla de milagres e mistérios. Não tenho dúvidas de que tais mudanças foram despoletadas pelos ensinamentos assimilados nesse dia e que se resumem a um único propósito: fazer da minha mente uma aliada e não uma adversária, como até então.

Para teres uma ideia mais concreta a que me refiro, digo-te que, apenas cinco dias depois de ter estado nesse evento, surgiu a oportunidade de viajar para Barcelona, uma oferta surpresa de uma amiga muito querida, que fez questão de me proporcionar a concretização de um sonho há muito acalentado. Literalmente de um dia para o outro, ainda por cima com o passaporte caducado, lá consegui apanhar um voo da TAP com destino à cidade de Gaudi. Coincidência? Provavelmente!

À chegada a Barcelona, ainda antes de recolher a bagagem, recebo um telefonema de uma antiga entidade patronal a perguntar se tinha disponibilidade para reforçar (temporariamente) o serviço com o qual colaborei há dois anos e no qual não consegui permanecer por pura implicância de uma Cruella de Vida que me considerou demasiado "vistosa" para a instituição em questão. 

Foi assim que – ainda que por meras semanas – regressei ao trabalho dos meus sonhos e com todos os meus direitos salvaguardados em contrato: descontos para a segurança social e fisco, seguro de saúde, salário decente, horário reduzido, uma equipa fantástica e a possibilidade de exercer na área que eu mais gosto e que tão bem sei criar valor. Outra coincidência? Já não estou tão certa disso! 

À minha amiga maior foi-lhe diagnosticada, no auge dos seus 40 aninhos, um tumor no peito, cujo índice de malignidade pairava entre os 50 e os 95%. Como é de se prever, ao tomar conhecimento da notícia desmoronei-me feito um iglu em plena praia de Ipanema, vergada pela antevisão do sofrimento pelo qual ambas iríamos seguramente passar. O desespero que me tomou de assalto a alma representou uma séria ameaça à onda de pensamentos e vibrações positiva na qual tinha estado a trabalhar até à data.

Numa operação digna de Hollywood, lá consegui resgatar os preceitos apreendidos no workshop, obrigando a minha mente a encarar o assunto, não como uma sentença de morte, mas antes uma provação, ainda que duríssima, por certo. Inspirada pela atitude serena e corajosa da minha mana do coração (que nem por um momento se deixou panicar), lá consegui voltar aos braços da aura positiva e otimista de antes, na firme crença de que no fim tudo acabaria por dar certo.

E não é que deu mesmo? O resultado da tal biópsia que visava determinar a localização do carcinoma, não poderia ser mais tranquilizador: a malignididade não se confirmou. Esta minha amiga revelou-se mais sortuda que o primo Gastão da Disney. Perante uma chance mínima de 50%, conseguiu ela a proeza de acertar em cheio na metade que lhe garantia conservar a saúde.

Removida a espada que nos pendia sobre a cabeça, eis-nos de volta à rotina nossa de sempre; eu em Lisboa e ela do outro lado do Atlântico. Depois do que acabaste de ler, ainda achas que a força do pensamento positivo é conversa de quem não tem mais o que fazer?

O texto já vai longo, reconheço, mas ainda há tempo para confessar que, ainda à custa deste workshop, rendi-me ao poder do ho'oponopono, uma técnica capaz de proporcionar a dose diária recomendada de leveza espiritual e mental e que consiste em duas meditações (de manhã e à noite) de 15 minutos apenas, durante 21 dias, tempo que o ser humano precisa para se adaptar à mudança.

A versão tradicional desta terapia é composta por quatro frases chaves: sinto muito, perdoa-me, amo-te e sou grata; ambicionando cada uma delas conduzir o praticante na passagem por quatro etapas sentimentais: arrependimento, perdão, amor e gratidão. De acordo com os entendidos na matéria, a simples repetição destas palavras revela-se capaz de ativar a libertação de bloqueios, lembranças negativas e traumas, de modo a podermos assumir um controlo mais tranquilo sobre o próprio corpo e a própria vida.

Se ainda te sobra alguma réstia de dúvida em relação à revolução que uma formação destas pode provocar na tua vida, deixa-me dizer-te que os seguidores do AS terão direito a condições especiais de participação, desde que para isso se inscrevam através do blog. Atreve-te, que não te arrependerás, garanto-te!

Deixo-te que são horas do meu ho'oponopono. Hasta!

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