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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Viva!

 

Porque estou plenamente convicta do impacto que poderá ter na tua existência e porque a conselheira espiritual do Ainda Solteira merece este mais do que justo tributo, já que todos os meses nos cede pro bono as suas previsões energéticas, desafio-te a inscreveres-te no próximo workshop de reprogramação mental da spiritual coach Isabel Soares dos Santos, a minha guru do bem, como gosto de lhe chamar.

 

Feito um anjo de luz, esta alma iluminada adentrou pela minha vida para me consciencializar que a saúde espiritual  – a par da física e da mental  – é uma das três pedras basilares da felicidade humana. Foi com ela que me iniciei na arte da meditação, que encetei a minha primeira regressão a uma vida passada, que abri a minha mente para o invisível aos olhos, que aprendi a aquietar o meu coração e que renovei a esperança em mim e na humanidade. 

 

Desde que fiz este curso, no passado dia 28 de abril, a minha vida conheceu melhorias inesperadas e inimagináveis, numa mescla de milagres e mistérios. Não tenho dúvidas de que tais mudanças foram despoletadas pelos ensinamentos assimilados nesse dia e que se resumem a um único propósito: fazer da minha mente uma aliada e não uma adversária, como até então.

 

Para teres uma ideia mais concreta a que me refiro, digo-te que, apenas cinco dias depois de ter estado nesse evento, surgiu a oportunidade de viajar para Barcelona, uma oferta surpresa de uma amiga muito querida, que fez questão de me proporcionar a concretização de um sonho há muito acalentado. Literalmente de um dia para o outro, ainda por cima com o passaporte caducado, lá consegui apanhar um voo da TAP com destino à cidade de Gaudi. Coincidência? Provavelmente! 

 

À chegada a Barcelona, ainda antes de recolher a bagagem, recebo um telefonema de uma antiga entidade patronal a perguntar se tinha disponibilidade para reforçar (temporariamente) o serviço com o qual colaborei há dois anos e no qual não consegui permanecer por pura implicância de uma Cruella de Vida que me considerou demasiado "vistosa" para a instituição em questão. 

 

Foi assim que – ainda que por meras semanas – regressei ao trabalho dos meus sonhos e com todos os meus direitos salvaguardados em contrato: descontos para a segurança social e fisco, seguro de saúde, salário decente, horário reduzido, uma equipa fantástica e a possibilidade de exercer na área que eu mais gosto e que tão bem sei criar valor. Outra coincidência? Já não estou tão certa disso! 

 

À minha amiga maior foi-lhe diagnosticada, no auge dos seus 40 aninhos, um tumor no peito, cujo índice de malignidade pairava entre os 50 e os 95%. Como é de se prever, ao tomar conhecimento da notícia desmoronei-me feito um iglu em plena praia de Ipanema, vergada pela antevisão do sofrimento pelo qual ambas iríamos seguramente passar. O desespero que me tomou de assalto a alma representou uma séria ameaça à onda de pensamentos e vibrações positiva na qual tinha estado a trabalhar até à data.

 

Numa operação digna de Hollywood, lá consegui resgatar os preceitos apreendidos no workshop, obrigando a minha mente a encarar o assunto, não como uma sentença de morte, mas antes uma provação, ainda que duríssima, por certo. Inspirada pela atitude serena e corajosa da minha mana do coração (que nem por um momento se deixou panicar), lá consegui voltar aos braços da aura positiva e otimista de antes, na firme crença de que no fim tudo acabaria por dar certo.

 

E não é que deu mesmo? O resultado da tal biópsia que visava determinar a localização do carcinoma, não poderia ser mais tranquilizador: a malignididade não se confirmou. Esta minha amiga revelou-se mais sortuda que o primo Gastão da Disney. Perante uma chance mínima de 50%, conseguiu ela a proeza de acertar em cheio na metade que lhe garantia conservar a saúde.

 

Removida a espada que nos pendia sobre a cabeça, eis-nos de volta à rotina nossa de sempre; eu em Lisboa e ela do outro lado do Atlântico. Depois do que acabaste de ler, ainda achas que a força do pensamento positivo é conversa de quem não tem mais o que fazer?

 

O texto já vai longo, reconheço, mas ainda há tempo para confessar que, ainda à custa deste workshop, rendi-me ao poder do ho'oponopono, uma técnica capaz de proporcionar a dose diária recomendada de leveza espiritual e mental e que consiste em duas meditações (de manhã e à noite) de 15 minutos apenas, durante 21 dias, tempo que o ser humano precisa para se adaptar à mudança.

 

A versão tradicional desta terapia é composta por quatro frases chaves: sinto muito, perdoa-me, amo-te e sou grata; ambicionando cada uma delas conduzir o praticante na passagem por quatro etapas sentimentais: arrependimento, perdão, amor e gratidão. De acordo com os entendidos na matéria, a simples repetição destas palavras revela-se capaz de ativar a libertação de bloqueios, lembranças negativas e traumas, de modo a podermos assumir um controlo mais tranquilo sobre o próprio corpo e a própria vida.

 

Se ainda te sobra alguma réstia de dúvida em relação à revolução que uma formação destas pode provocar na tua vida, deixa-me dizer-te que os seguidores do AS terão direito a condições especiais de participação, desde que para isso se inscrevam através do blog. Atreve-te, que não te arrependerás, garanto-te!

 

Deixo-te que são horas do meu ho'oponopono. Hasta!

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5 comentários

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De O Pensador a 29.05.2018 às 21:02

Ao tema da meditação comprei recentemente o livro Como se tornar Sobre-humano. Fala de meditação e como ela pode mudar tudo na tua vida. Estou a gostar de ler. Mas não sou capaz de meditar, não consigo vazar o cérebro de pensamentos. Não sei o que devo fazer para o fazer bem.
Gostava de participar no workshop mas não vou poder ir
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De LegoLuna a 29.05.2018 às 21:26

Querido Pensador, deixa que te diga que a meditação é como tudo na vida: aprende-se. Eu também ainda não consigo "desligar" a mente como é suposto ser. A maldita da máquina simplesmente não me dá tréguas. Mas estou a trabalhar nisso, um dia de cada vez. Se sem me conseguir alienar totalmente tenho conquistado tanta coisa boa, imagino como será quando conseguir ir mais longe. O céu será o limite, estou segura. O meu conselho: dá o benefício da dúvida. A Isabel promove sessões gratuitas de meditação todas as quartas-feiras à tarde em Campo de Ourique. Aparece um dia destes.
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De O Pensador a 29.05.2018 às 22:01

Não sei se irei conseguir mas gostava. Pode ser que um dia sim. O que fazes para meditar? Como o fazes? Se não te importares de responder, claro.

Também acho que devias dar uma vista de olhos no livro que disse. Encontra-se no continente mas eu comprei digital. Como falas na meditação acredito que te valha a pena leres esse livro
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De LegoLuna a 31.05.2018 às 19:20

Como moro perto da Feira do Livro, procurarei lá pelo livro de que tão bem falas. Enquanto não consiguir desligar a mente sozinha, medito com recurso ao youtube. De manhã logo ao acordar e à noite antes de adormecer, deito-me de costas, numa posição relaxada, acedo ao vídeo, meto os fones, fecho os olhos e voilá! Aquela posição clássica da meditação que estamos cansadas de ver - sentada de costas direitas -, para mim é inexequível, já que o meu problema de coluna não me permite manter essa posição por mais de 2 minutos.
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De Anónimo a 01.06.2018 às 08:44

Conseguiste encontrar? Falo bem dele mas não sei se vais gostar :p também quando tento meditar é na mesma posição. Sentado para mim não dá mesmo.
Eu vou tentando na mesma, às vezes tenho umas sensações estranhas mas não há assim muitos resultados. Eu vou continuar a tentar e a treinar. Pelo menos sinto-me bem

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