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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Viva!

 

Este tempo, deveras deprimente, mais não é do que uma providencial inspiração para as mentes criativas. Isto porque, quando ilhada entre quatro paredes, a criatividade permite-se ser possuída pelo espírito de um totem ancestral perdido algures na memória coletiva da humanidade.

 

No meu caso, escrever é o melhor remédio; daí que tenha optado por ocupar uma horita (ou duas) deste meu sábado caseiro a dissertar sobre a paixão. Afinal de contas, pode um dia cinzento como este resistir ao seu fogo caliente? No lo creo!

 

Antes que comeces para aí a fantasiar sobre um possível atentado do Dom Cupido para com a minha pessoa, vou logo dizendo que não é nada disso. Estou apenas me precavendo para o caso de, numa dessas reviravoltas da vida, eu tropeçar no homem da minha vida. Só isso, apenas isso e nada mais do que isso!

 

Agora falando sério... assumo que a minha intenção é tão somente evitar que toda e qualquer alma desemparelhada seja pega desprevenida quando lhe tomarem de assalto o coração. É por esta razão que partilho contigo algumas declarações de utilizadores da plataforma Wibbitz quando questionados sobre os sinais que os denunciam sempre que estão apanhadinhos por outro alguém:

 

1. Quando estamos felizes queremos estar perto dessa pessoa, quando estamos chateados continuamos a querer a companhia dela.

 

2. Quando acordamos ou vemos algo engraçado, é a primeira pessoa com quem queremos partilhar.

 

3. Quando essa pessoa aparece com um penteado feio e mesmo assim queremos tê-la por perto.

 

4. Sonhamos com o outro na nossa vida para sempre.

 

5. A felicidade e bem-estar do outro é mais importante que a nossa própria felicidade e bem-estar.

 

6. Estamos dispostos a parar um jogo para responder uma mensagem ou atender uma chamada do outro.

 

Diz-se à boca pequena que "o amor não se explica, sente-se", dito com o qual concordo em género, número e grau. Talvez seja por isso que sempre me custou horrores admitir que estava realmente de quatro por um par de calças. Racional e pragmática como sou, não me era fácil aceitar que algo que não conseguia explicar estava a passar-se comigo. Hoje em dia, no auge das minhas quatro décadas de existência, tenho maturidade suficiente para aceitar que o amor não carece de explicação, mas sim de aceitação. Aceitar que ele é uma benção que deve ser vivido ao máximo (enquanto durar, claro está!).

 

Mesmo ciente de que podes não te rever nas declarações acima descritas (meras legendas de experiências alheias, ressalvo), cumpre esta crónica o doloroso dever de te lembrar que quando o amor bate à porta, há que escancará-la, sob pena de deixarmos passar a chance de ser feliz au pair. Afinal, o amor é o tempero que dá (mais) sabor à vida. Tenho dito!

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