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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!


04
Jan17

'Bora rendermo-nos ao hygge?

por Sara Sarowsky

20163441_uPOzF.pngOra viva!

Chego fora de horas, mas bem disposta até ao tutano. Fui à meditação, hoje dedicada aos 'sacos de lixo' que vamos acumulando ao longo do tempo e dos quais precisamos nos livrar se queremos ter uma existência mais feliz. Por "lixo" entende-se toda a amargura, ressentimento, infelicidade, mágoa, tristeza, pessimismo, negatividade, desesperança, raiva, ódio, infelicidade, e por aí fora. Emoções que não só contaminam o nosso espírito como impedem que coisas boas entrem na nossa vida.

No final da sessão, a minha guru do bem convidou cada participante a tirar quatro cartas do baralho, correspondendo cada uma a um trimestre deste ano. De entre as quatro que escolhi, três faziam referência à abundância. Já na última sessão, ocorrida na véspera do fim de ano, tinha-me saído o Imperador, uma carta que, no meu caso, simbolizará realização/concretização, ou seja, coisas boas.

Ao que tudo indica, 2017 tem-me reservado muita fartura e prosperidade. Sobre o amor as cartas nem piaram, está-se mesmo a ver que ainda não é desta. Não faz mal, se pobre já sou o que sou, imagina agora cheia de posses.

O princípio, meio e fim para uma vida melhor, e uma das coisas que a minha guru do bem não se cansa de frisar, passa impreterivelmente por uma mudança na nossa forma de estar. Algo a que os dinamarqueses – simpáticos eles, não? – chamam de hygge.

Para estes descendentes diretos dos vikings, dos mais felizes e prósperos do mundo, esta palavra (que significa aconchego), mais do que um conceito é uma forma de estar na vida. Uma forma de estar que envolve uma atmosfera acolhedora e promove a proximidade entre amigos e familiares, a entreajuda de todos e o desapego ao drama e aos desejos individuais, tudo em nome da união de grupo.

Fantástico, não? Assim que a dona abundância der o ar da sua graça, coisa que, segundo os astros, será já neste primeiro trimestre, irei eu irei eu a caminho da Dinamarca. Meditada, em toda a sua plenitude, abastada, em toda a sua significância, e solteira, em toda a sua essência.

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