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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


26
Out18

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Viva!

 

Na reta final para um fim de semana, que no meu caso só deevrá chegar lá para as 21 horas do dia de amanhã, eis-me aqui munida de uma crónica assinada por EM, um seguidor a quem propus o fornecimento de alguns textos, a serem partilhados neste espaço naqueles dias em que a inspiração dá o ar da sua desgraça, se é que me entendes. 

 

Pela prontidão em atender ao meu pedido, mas, sobretudo, pela forma acintosa com que se expressa, manifesto publicamente a minha gratidão para com esta boa alma, a quem devo a publicação do dia. Feito isso, vamos ao que me trouxe aqui: o eterno drama do amor eterno (passo a redundância). 

 

Amar-te-ei para sempre!?

 

Quando alguém disser isto, é bom que faça a afirmação para a pessoa, dita, amada e, ao mesmo tempo, a pergunta para si próprio. Isto porque, de imediato, vai perceber a estupidez por detrás desta declaração. Sinceramente, não consigo perceber como é que alguém, cuja duração se circunscreve a um momento na eternidade assegura que, apesar de ser efémero mantém uma ligação "quando está a fazer tijolo". E pensar que eu próprio, também andei lá perto. F***-se, isto a que chamamos vida às vezes mais parece uma penitência. Andamos todos dentro duma prisão sem muros e arame farpado. Somos mesmo uns estúpidos!

 

Vamos lá "dissecar" a primeira parte desta afirmação/pergunta. O que significa amar alguém?

Estamos de acordo que isso pressupõe uma ligação, seja ela qual for. Mas, este amor é aquele que existe entre pessoas que se consideram iguais (para além do género de cada um). É deste amor que já estou a falar e não daquele com o qual comecei. Aqui, nós não fazemos as vidas uns dos outros, partilha-mo-las. Essa é a principal/total diferença. É da partilha que nos enriquecemos. E o mais engraçado é que esse enriquecimento é mútuo. 

 

Amar-te-ei para sempre. Sou teu/tua para sempre. Mas o que é esta m**da?

Lá porque gostava de ter uma pessoa comigo, isso não significa que, sob qualquer forma, a vá condicionar. Ela só está se quiser, quando quiser e por quanto tempo quiser.

Não podem existir quaisquer garantias ou seguranças, dado que quando tal acontece a sombra da bananeira torna-se tão convidativa que acabamos por não lhe resistir. 

 

Amar alguém realmente nunca é uma emoção, mas um sentimento. E nunca se demonstra por palavras, mas sim por atos. 

 

Tal como dito no post do dia no Facebook, "apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio".

 

Até eu voltar ao teu convívio, somente amor nos nossos corações, seja ele de que tipo for. Hasta la vista baby!

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1 comentário

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De Nuno a 26.10.2018 às 19:18

Adorei este texto os meus parabéns ao autor no e tsbyo há algo em que tenho de discordar as pessoas nunca serão iguais até podem ser bastante diferentes pois complementam-se aliás se forem iguais tendem a a haver conflitos e isso é péssimo

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