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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

30
Mar21

beautiful-women-1806280_1920.jpgViva!

Vim aqui partilhar contigo o meu artigo de estreia no portal Balai Cabo Verde, com o qual vou passar a colaborar como cronista residente. Nem de propósito o meu texto, intitulado A felicidade é também ela solteira, foi para o ar na semana da minha live com a happiness coach Raquel Godinho, com quem vou abordar o tema 'A felicidade é solteira'. Não são incríveis as sincronicidades da vida?

E com este novo desafio dou mais um passo em direção àquilo que quero fazer pelo resto da minha vida, aquilo que realmente me preenche e realiza: inspirar as mulheres a assumirem o comando da sua vida, logo a serem responsáveis pela sua própria felicidade.

Antes de me despedir, deixo a recomendação para seguires o Balai Cabo Verde. Fruto de uma iniciativa de ex-colaboradores do extinto Sapo Cabo Verde, este portal de notícias made in Cabo Verde espelha na perfeição o espírito do empreendedorismo e do empoderamento feminino, cuja equipa editorial não se deixou vergar pela adversidade, arregaraçou as mangas e fez o seu próprio destino.

Aquele abraço amigo!

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social-networks-5025657_1920.jpgOra viva! ✌️ 

Nas das minhas recentes andanças pelos bastidores do blog encontrei um rascunho sobre as aplicações de encontro adequadas a cada tipo de personalidade. Dado que este é um tema que mesmo requentado sabe sempre bem, eis-me aqui a partilhá-lo contigo, na expectativa de que te possa proporcionar um bom repasto.

Sobre as ofertas para encontrar o amor online pouco mais há a dizer, pelo que vou pular essa parte. Inúmeras são as opções disponíveis no mercado, cada uma tentado marcar a sua posição e distanciar-se da concorrência. Entre essas, existem umas quantas que, segundo uma publicação da Maag datada de 2018, podem ser catalogadas em função do propósito do utilizador. Ei-las:

Tinder
Por ser o mais popular, esta aplicação é ideal para quem prefere a quantidade à qualidade. Assim, se és do tipo de gosta de conhecer muitas (mas mesmo muitas) pessoas, esta é uma boa opção. Há de tudo e para todos, à vontade do freguês. A superficialidade e a instantaniedade são os ingredientes principais, isto de acordo com a minha apreciação.

The League
Adequado a quem tem uma vida ocupada, sem tempo para o romance nos moldes tradicionais, esta aplicação faz o trabalho todo. Diariamente, às 17 horas, sugere três candidatos com base nos nossos "requisitos", que podem ir da altura até à educação. Assumidamente elitista, por ali não figuram ligações random, jogos, perfis falsos, decoro ou voyeuristas.

Bumble
Esta app resume-se a uma coisa: poder de iniciativa da mulher. Se és das que considera que já não faz sentido serem os homens a darem o primeiro passo, esta opção é perfeita para ti, já que aqui quem manda é a mulher, e é a ela que cabe ir atrás deles, sem medos ou vergonhas.

Hinge
Assume-se como uma aplicação que segue a premissa de juntar os seus utilizadores ao "amigo do amigo" através das ligações de Facebook, portanto a probabilidade de encontrar alguém completamente fora do teu círculo é bastante menor. Ainda assim, é uma boa escolha para quem procura uma relação verdadeira.

Coffee Meets Bagel
O mote aqui é qualidade em vez de quantidade. Todos os dias os utilizadores recebem uma lista de 21 potenciais candidatos, que podem aprovar ou não. Quanto mais utilizamos a app mais inteligente ela fica, uma vez que regista os nossos gostos e aplica-os na próxima vez que sugerir alguém.

Hater
Para quem odeia tudo e mais alguma coisa esta é aquela que deve instalar. Com mais de quatro mil tópicos de coisas para odiar (ou não), a aplicação apresenta pessoas com base nos ódios que as unem. Afinal, não há nada que una mais duas pessoas do que partilhar coisas de que não gostam.

Taffy
Esta aplicação acredita que a ligação entre duas pessoas surge através da conversa e não da aparência. Por isso mesmo, as imagens de todos os utilizadores estão desfocadas até começarem a conversar. Ainda assim, ela não é exclusiva de quem quer uma relação séria, uma vez que podes procurar pessoas de acordo com o que elas andam à procura - seja uma relação séria, casual ou amizade.

Happn
Nesta aplicação os utilizadores têm de se cruzar para se poderem ver. Depois, são eles que decidem se se aprovam mutuamente, antes de poderem iniciar uma conversa. Portanto, para quem não quer correr o risco de interessar-se por alguém a léguas de distância, esta é uma alternativa bem viável.

Agora que já te apresentei o menu das aplicações de encontro à medida do teu gosto, é hora de fazer bom proveito! 😉

Ate breve!

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25
Mar21

Vibrar na energia do sucesso

por Sara Sarowsky

woman-2667455_1920.jpgOra viva!

Hoje quero falar-te do sucesso. "Mas ela já falou dele tantas vezes, o que de novo poderá ter agora para dizer?", provavelmente é o que te está a passar pela mente neste preciso instante. De facto, já abordei este assunto várias vezes, mas esta será uma das poucas em que falarei na primeira pessoa, com um testemunho real.

Aprendi com a minha guru do bem e coach espiritual, a Isabel Soares dos Santos, que tudo à nossa volta é energia. Nós somos energia, o dinheiro é energia, o amor é energia, o sucesso é energia e por aí fora... Como energia, o sucesso emana naturalmente e flui livremente; desde que o saibamos ativar, obviamente! E é neste ponto particular que incide esta crónica.

Se hoje vibro nessa energia de sucesso é porque só agora a despertei dentro de mim. E dois fatores foram essenciais para esta minha nova realidade existencial: o despertar da consciência e o estar rodeada de pessoas certas. Não é à toa que a sabedoria popular crê que ao juntarmos-nos aos bons tornamo-nos um deles. Eu sou a prova viva disso e espero que esta minha partilha sirva para te inspirar ao ponto de ires atrás do "teu" sucesso, seja ele qual for.

Nasci e cresci em Cabo Verde no seio de uma família de classe média baixa, ainda que com alguma instrução. Fui educada para ser esposa, mãe, dona de casa dedicada e trabalhadora, caso o marido não pudesse providenciar o meu sustento. Em momento algum fui "formatada" para ser realizada, ou seja, para ter sucesso fora do lar. Quis o destino, fortemente condicionado pelo meu livre arbítrio, que renegasse essa sentença de vida, o que justifica que o êxito, fruto da conquista pessoal, me seja algo recente, embora inalienável. Como e quando se deu esse "despertar do gigante que há em mim", como diz Tony Robbins, o master do desenvolvimento pessoal?

Fazendo uma retropestiva do meu percurso pessoal e profissional, é-me de todo impossível identificar o momento exato em que se deu o clique. O que eu sei é que neste momento toda a minha essência (a tal tríade mente-coração-alma) vibra na energia do sucesso. Como tal, este tem-se manifestado de forma inequívoca e constante, tanto na minha vida como na daqueles que me rodeiam.

Para teres uma ideia do que estou a falar, dou-te um exemplo. Nos meus primeiros diretos no Instagram só consegui confirmar com as convidadas na antevéspera. Neste momento, já tenho a agenda do mês de abril fechada, já com a de maio em negociação. Sem querer desmerecer nenhum dos anteriores, aos quais serei eternamente grata por terem atendido ao meu apelo, é inegável que a importância/relevância dos meus convidados têm aumentado a olhos vistos. 
O painel da próxima sessão do 'Saturday Single Spot' é disso exemplo, assim como o do dia 22 de abril, em que vou contar com a presença de alguém que acaba de ser destacada pela Forbes como uma das quatro mulheres que lideram marcas promissoras no mercado bilionário e recém-distinguida com o prémio Ella 2020. E tudo isso aconteceu após o meu convite. Não quero com isto dizer que estas conquistas são mérito meu, longe disso, apenas que quando estamos a vibrar na energia certa, o sucesso materializa-se, contaminando tudo e todos ao nosso redor (desde que estejam pra aí virados, claro!).

O texto já vai para longo, mas ainda há margem para dar-te um outro exemplo. Fui convidada para ser oradora num encontro de mulheres de alto impacto em diversas areas de atuação. Adivinha qual vai ser o tema da minha intervenção. O sucesso, claro! Mas isso é tema para outro post.

Despeço-me com aquele abraço amigo de sempre e o lembrete para a live deste sábado, a qual, além de homenagear a mulher criola, vai angariar fundos para uma associação solidária.

Hasta!

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hand-83079_1280.jpgOra viva! 👋

Muito tenho eu aqui falado sobre como encontrar o amor, contudo, nunca debruçei muito sobre a questão de conservá-lo. O casamento é território desconhecido para mim, sequer estive mancebada (termo religioso para definir aquela que mora junto sem estar unida pelos sagrados laços do matrimónio), pelo que só posso imaginar como seria viver uma relação tão definitiva, cujo compromisso é suposto ser eterno (pelo menos, em teoria).

Assim, proponho que hoje analisemos o que leva as mulheres a pedirem o divórcio, com base em dados citados pelo NextLove. Um inquérito levado a cabo por aquele site de encontros para pais divorciados e solteiros apurou que um terço das mulheres divorciadas refere como principal motivo para ter posto fim ao casamento ter objetivos de vida diferentes do então marido. Esta é, inclusive, a principal causa de divórcio apontada por 32% das suas 43 mil utilizadoras. Em segundo lugar, surge a infidelidade (apontada por 29,2%), seguida de discussões constantes (eleita por 10,9% das inquiridas) e da falta de intimidade.

Ter um parceiro com doenças mentais ou com má conduta (comportamento inaceitável ao nível emocional, financeiro ou físico), são respetivamente a quinta e sexta causa para o divórcio. O aborrecimento ou monotonia aparece em sétimo lugar e a violência física em oitavo. A lista fecha com os problemas domésticos e as dificuldades monetárias.

Dado que nunca estive desse lado, não estou habilitada a dar qualquer achega sobre o top ten dos motivos que levam as mulheres a querer por termo ao casamento. Só me resta torcer para que as descasadas que lerem este post queiram partilhar connosco a sua experiência, validando (ou não) os resultados deste estudo.

Despeço-me com o abraço amigo de sempre!

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african-4333276_1920.jpgOra viva!

Esta crónica é inspirada num texto da Riley Cooper, publicado no thepowerofsilence, em que ela garante que não tem medo de estar sozinha, mas sim de estar numa relação unilateral. Por ter-me identificado com a sua visão do celibato, achei por bem trazer o assunto à baila, na esperança de lançar um novo olhar sobre a solteirice no feminino.

É sabido que muitas são aquelas que escolhem estar numa relação unilateral, na qual são as únicas a investir. Para essas mulheres o medo da solidão amorosa fala mais alto do que o amor-próprio e a dignidade emocional. Erroneamente, acreditam que a solteirice é sinónimo de solidão e infelicidade. Não poderiam estar mais desfasadas da realidade. O que elas precisam aprender (ou recordar) é que pior do que estar desemparelhada é estar numa relação de estéril, em que sequer são correspondidas, respeitadas ou valorizadas. Estar desemparelhada não deve assustar; o que deve assustar é estar numa relação de m*rda.

De acordo com Riley, o estar solteira fê-la mudar o modo como encara as relações amorosas, assim como a sua perspetiva de vida. Mais importante do que isso, fê-la explorar os recantos escondidos da sua alma e entender a importância da autoaceitação, do autocuidado e do amor próprio. Como tal, aponta sete argumentos:

1. Não ter medo de estar consigo própria, mas ter medo de estar com alguém que não a deixa ser ela mesma.

2. Não ter medo de passar o tempo sozinha, mas ter medo de passar o tempo em má companhia.

3. Não ter medo de dormir sozinha, mas ter medo de acordar ao lado de um estranho.

4. Não ter medo de cometer erros, mas ter medo de estar com a pessoa errada.

5. Não ter medo de fazer amor, mas ter medo de fazer amor sem sentir-se amada.

6. Não ter medo das conversas, mas ter medo de conversar com alguém que não a entenda.

7. Não ter medo de estar solteira, mas ter medo de estar com alguém que não está nem aí para ela.

Estar solteira, e em paz com essa condição, não é para todas, é certo. Muitas mulheres não se conhecem, nem gostam de si próprias, ao ponto de se sentirem confortáveis com a solitude. Para elas vale a máxima: "antes mal acompanhada do que só", mesmo que isso as faça sentir-se miseráveis. Suas vidas, suas escolhas, e por mais que lamente, há que saber respeitar que nem todas são como eu, uma solteira bem-resolvida, que, enquanto espera por um amor a que valha a pena entregar-se, vai desfrutando da sua condição amorosa com orgulho, dignidade e gratidão.

Aquele abraço amigo de sempre!

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22
Fev21

Porque temos um 'tipo'?

por Sara Sarowsky

black-and-white-2564387_1920.jpgOra viva! ✌️ 

Porque temos tendência a envolver-nos com o mesmo 'tipo' de pessoa, já te perguntaste? Eu já, daí que tenha ido em busca de uma resposta cabível. Para surpresa minha descobri que o motivo para que os nossos exs tenham caraterísticas semelhantes nada tem a ver com a noção de que temos um 'tipo', mas sim com uma questão de circunstâncias.

Pelo menos é o que garante um estudo conjunto das universidades da Califórnia, Texas e Utah, com base na análise de mais de mil casais heterossexuais. "Em princípio, os indivíduos poderiam formar relações românticas com um número vasto de pessoas. Contudo, apenas conhecem ou estão em contacto com um subconjunto dos seus pares - um subconjunto que historicamente foi circunscrito a partir de um contexto demográfico local específico", esclarecem os autores da investigação, originalmente publicada no Journal of Personality and Social Psychology, em março de 2017.

Essencialmente, acabamos por namorar sistematicamente parceiros com atributos e aspetos semelhantes, porque estes são os 'tipos' de pessoas que nos rodeiam - na escola, no trabalho ou em casa - e não porque estamos subconscientemente à procura deles. Quanto às semelhanças físicas das pessoas pelas quais sentimos atração, isso terá a ver com a nossa própria atratividade, uma vez que sentimo-nos atraídos por pessoas semelhantes a nós próprios e procuramos por esses predicados em cada novo parceiro.

Uma retrospetiva da minha vida amorosa é prova viva de que a probabilidade de termos antigos parceiros românticos com caraterísticas (físicas, religiosas, académicas e intelectuais) semelhantes é bastante comum. A não ser que resolvamos aventurar por mares nunca dantes navegados, a tendência de envolvimento com o mesmo tipo de pessoa será uma constante. Quanto a isso, os encontros online podem acrescentar alguma diversidade às nossas opções. Um dos autores do estudo, Paul Eastwick, considera que "com as plataformas de namoro online os indivíduos têm uma oportunidade de fazer uma escolha ativa acerca das pessoas que vão conhecer. Porém, a não ser que estejam numa fase experimental, o mais certo é que acabem num encontro com o mesmo 'tipo' de pessoa". 

Dá que pensar, não dá? Aquele abraço amigo de sempre!

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17
Fev21

success-1433400_1920.jpgOra viva!

Que tal falarmos sobre o sucesso, essa coisa tão ambicionada por (quase) todos os mortais, mas apenas alcançada por poucos? Ocorreu-me abordar este assunto após um desabafo que me fizeram esta manhã, assente na constatação, por parte de uma amiga minha, de que alguém muito próximo tinha-se afastado, ao que tudo indica, sem quê nem porquê.

Da leitura que fiz do quadro que me foi apresentado, é claro que o motivo do afastamento da segunda prende-se com o sucesso da primeira. Confusa? Passo a descodificar: enquanto que a primeira soma e segue rumo ao sucesso supremo, a segunda soma e segue ladeira abaixo. Assim, a segunda pessoa, que ainda vive com uma mentalidade de escassez, vê no sucesso da primeira o espelho invertido do seu próprio fracasso, daí que a constatação desse facto lhe seja demasiado duro, ao ponto de cortar os laços que as uniam, de modo a não acompanhar o sucesso da primeira, um lembrete constante do que poderia ter sido a sua vida se tivesse feito por isso.

É aqui que reside o cerne desta crónica. O sucesso raramente cai do céu, ele exige esforço, dedicação, empenho, perseverança, motivação, resiliência, trabalho duro e uma determinação inabalável. Requer ainda um investimento contínuo e uma manutenção constante. Recorrendo a uma frase mais mundana, garanto - por experiência própria e alheia - que o sucesso demanda sangue, suor e lágrimas. Sabemos nós bem que poucas são as pessoas dispostas a tal, daí que o sucesso não seja para todos nem todos sejam para o sucesso.

Até há bem pouco tempo, tudo o que acabei de expor não passariam de meras palavras, bonitas, é certo. Hoje, focada no sucesso e para ele trabalhando todo o santo dia, vejo o quão exigente é conseguir alcançá-lo e, mais ainda, mantê-lo. No outro dia, alguém comentou que sou uma famosa que tem um blog, o que não corresponde de todo à verdade. A minha fama é resultado do blog e não o blog que é resultado da fama. Não sou uma famosa que resolveu criar um blog, sou uma anónima que conquistou fama e sucesso por ter criado um blog. 

Com esta despeço-me com aquele abraço amigo de sempre!

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chair-2595311_1920.jpgOra viva!

Depois de um Banquete do Amor perfeito, que superou as melhores expectativas e do qual saí atacada por uma paixonite aguda à conta de um solteiro giraço, e livre para amar (será desta?), proponho para hoje um tema, não só pertinente em tempo de pandemia, como bastante relevante para quem celebrou a solo a efeméride de ontem, 14 de fevereiro.

Numa altura em que tanto se fala da solidão, agudizada pelo confinamento e pelo distanciamento social de que o planeta terra anda refém há quase um ano, um artigo da Revista Pazes, sobre oito caraterísticas comuns a pessoas que adoram estar sozinhas, afigura-se como um bom tópico de análise, daí que o tenha escolhido para tema desta crónica. Vamos lá então conhecer quais são estas tais caraterísticas.

1. Limites claros
Quem aprecia a própria companhia acredita que quem não reza pela mesma cartilha dificilmente terá algo de bom para oferecer, daí que coloque limites claros nas relações e não deixe que ninguém as ultrapasse.

2. Poucos amigos
Apesar de serem os melhores amigos que se possa desejar, possuem poucos, pois sabem ser seletivos e não precisam de receber demasiada atenção. Gostam de se fazer presente apenas quando existe real necessidade de afeto e companheirismo.

3. Novas aventuras
Por conta da sua mente aberta e curiosa, querem sempre inovar e abraçar novas aventuras, de modo a nutrir seu intelecto de coisas interessantes e de uma adrenalina saudável.

4. Autorreflexão
O gostar de estar sozinho dá-lhes uma grande vantagem quando precisam tomar decisões e passam por momentos de estress e pressão. A autorreflexão constante coloca-os em vantagem para fazer as melhores escolhas em benefício próprio e dos outros.

5. Conhecem-se muito bem
São pessoas incansáveis na busca do autoconhecimento, e por isso não se demoram em momentos de tristeza e depressão. Sabem quais os canais que devem ativar dentro de si mesmos para atingir um nível de equilíbrio e satisfação.

6. O tempo é precioso
Fazem do tempo o seu melhor amigo. Tanto como querem ter seu próprio tempo respeitado, respeitam o tempo dos outros. Não gostam que invadam seu espaço e que desperdicem o seu tempo com coisas inúteis e também não fazem isso com os outros.

7. Honestidade para consigo próprias
Têm plena consciência de que ninguém é perfeito, por isso não cobram perfeição de ninguém. Demonstram muita tolerância para com as falhas alheias, assim como tolerância zero para com os ignorantes.

8. Sensibilidade ao sentimento do mundo
A maioria dos solitários são empáticos, sensitivos ou até paranormais. Revelam maior capacidade de sentir que os outros sentem e conseguem perceber a falsidade alheia de longe. Por isso mesmo gostam da reclusão, uma forma de se preservarem.

Remato frisando que existem pessoas - e assumo-me como uma delas - que preterem a companhia dos outros em detrimento da sua própria. Para essas pessoas, os seus pensamentos e emoções são mais importantes, motivo pelo qual não são propensas a jogar conversa fora nem a contactos sociais frequentes. Comum, e erroneamente, vistas como solitárias e depressivas, elas na verdade gostam mesmo é de pensar e concentrar-se nas suas próprias vidas, aprofundando, assim o seu autoconhecimento e amor interior.

Por hoje é tudo. Despeço-me com aquele abraço amigo de sempre e desejos de um bom feriado de Carnaval, de preferência em casa, na segurança do confinamento, como recomendam as autoridades.

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08
Fev21

boudoir-4669606_1920.jpgOra viva!

Em complemento ao tema abordado na live de sábado, 'Sexo sem amor ou amor sem sexo', e porque trata-se de um assunto que não se esgota, sem falar que nunca é demais lembrar, para hoje proponho analisarmos as vantagens da atividade sexual na saúde humana. É consensual que o sexo reúne a simpatia de (quase) todos, assim como é que, quando praticado com gosto e regularidade, traduz-se em inúmeros benefícios, cientificamente reconhecidos, os quais passo a citar:

Queima calorias
O sexo pode não ser tão eficaz quanto outras formas de exercício físico, mas certamente queima calorias. Um estudo da Universidade de Montreal garante que durante uma sessão de 30 minutos, os homens queimam uma média de 101 calorias, enquanto as mulheres 69.

Aumenta o sistema imunitário
Outro estudo, que reuniu uma série de estudantes que fizeram sexo pelo menos uma vez por semana, confirmou que estes tinham níveis mais altos de um anticorpo vital para combater as doenças. De facto, os níveis eram 30% mais altos do que naqueles que não tinham sexo algum.

Previne problemas cardíacos
De acordo com o National Health Service, qualquer atividade que exercite o coração é bom e isso inclui sexo. Mas os benefícios dependem de quão rigoroso se é ao praticar. Em média, o pico da frequência cardíaca durante o ato sexual é quase o mesmo que subir um lance de escadas.

Diminui o stress
Ainda que em qualquer das suas variantes ajude as pessoas a relaxar, uma pesquisa provou que o sexo com penetração ajuda as pessoas a lidar melhor com os níveis de stress.

Reduz o risco de cancro da próstata
As ejaculações frequentes parecem estar ligadas a uma diminuição do risco de cancro de próstata, garante um outro estudo.

Aumenta a sensação de bem-estar
De acordo com um estudo junto de três mil americanos, com idades entre 57 e 85 anos, as pessoas que faziam sexo classificaram sua saúde geral mais alta do que aquelas em abstinência sexual.

Reduz o risco de uma úlcera
Um casamento feliz pode influenciar, em homens, a redução do risco de angina (doença cardíaca) e úlceras no estômago, revela uma pesquisa.

Reduz a pressão arterial
Um estudo de 2003 apurou que os amantes de abraços, provavelmente, terão pressão arterial mais baixa e que casais que se abraçam e seguram as mãos acusam menos o stress.

Melhora a qualidade do sono
Através da libertação de oxitocina, que ajuda a que fiquemos mais sonolentos, o sexo tem um efeito positivo na qualidade do sono, algo fundamental ao bem-estar humano.

Faz com que os homens estejam mais contectados com as suas emoções
Uma pesquisa do Centro Médico da Universidade de Groningen registou um aumento do fluxo sanguíneo para a ínsula - uma área que está ligada ao processamento de emoções, dor e calor.

Ajuda a melhorar a memória
O sexo pode melhorar o desempenho humano em testes de memória a curto prazo, de acordo com um estudo de 2018.

Ajuda a reduzir os níveis de ansiedade
O sexo diminui o fluxo sanguíneo para a amígdala, a área do cérebro ligada a distúrbios de ansiedade.

O sexo liberta substâncias que aliviam a dor
Durante o sexo, as endorfinas - analgésicos naturais do corpo - inundam o corpo e o cérebro, aliviando qualquer tipo de desconforto. Para algumas pessoas, pode mesmo curar uma dor de cabeça.

Os benefícios do sexo não se esgotam na prevenção de doenças, menos ainda no prazer físico. Estes são capazes de melhorar substancialmente a nossa saúde e, por consequência, influenciar o nosso dia-a-dia de forma positiva. Motivo pelo qual o sexo seja remédio santo para todos os males, isento de receita e sem efeitos secundários indesejados.

Que o sexo seja presença constante na nossa vida e que nos livre de todas as doenças são os meus desejos. 
Aquele abraço amigo só nosso!

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couple-1822497_1920.jpgOra viva! ✌️ 

Um artigo da NiT inspirou-me a desviar o rumo desta crónica, com a qual pretendia fazer-te um balanço das lives de sábado e domingo, as quais - vou já adiantando - foram interessantíssimas. Tanto assim é que este sábado, 6 de fevereiro, haverá uma nova, desta feita sobre este intrincado dilema: sexo sem amor ou amor sem sexo? Que venha a libido e escolha! 😉

Sobre isso falarei no próximo post, por ora deixa-me dar-te conhecimento do resultado de um inquérito sobre as aspirações sexuais dos portugueses. A pandemia confinou de forma indelével, e irrecuperável, a vida amorosa dos solteiros, disso estamos nós cientes até mais não. As hipóteses de emparelhamento ficaram reduzidas à saudade, e nem mesmo a aplicações de encontro têm conseguido fintar os constrangimentos impostos pela dificuldade e/ou impossibilidade do contacto físico.

Na expectativa de perceber o impacto de toda esta situação na vida amorosa dos seus utilizadores, o Second Love levou a cabo, em dezembro de 2020, um inquérito junto de uma amostra de 600 pessoas, entre homens e mulheres. Os resultados mostraram que 56% admitiu o aumento do desejo de viver uma aventura. Curiosamente, sobre o primeiro confinamento (de março e abril de 2020), 65% assumiu não ter tido videochamadas, sexting, sexo virtual ou encontros românticos virtuais. Tendo em conta que a clientela deste site são criaturas "amarradas" não é de se estranhar que assim seja, pois fechadas em casa com as suas caras-metades teriam lá chances de protagonizar escapadelas (ainda que virtuais).


Ao que tudo indica a esperança dos inquiridos, e de toda a nação global, encontra-se neste momento à mercê da evolução desta maldita doença. Dado que ninguém sabe precisar quando vai ela dar-nos dar uma trégua, o Love for You, o meu novel serviço de matching, vai bombar nos próximos tempos. Ai não? 😉

Aquele abraço amigo só nosso!

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