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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

Be your Valentine.jpgViva!

Celebra-se hoje o Dia dos Namorados, o dia que o calendário dedica a São Valentim. Status quo amoroso à parte, faço questão de continuar a acreditar que o amor é aquele fogo que arde sem se ver que o tal senhor zarolho (leia-se Camões) tão bem soube expressar.

Sentimento miudinho e forte que nos transforma na extensão da pessoa amada e existe muito para além do que somos capazes de expressar, o amor é sempre oportuno. Ele é uma benção. Ele dá outro sabor à vida. Ele faz-nos pessoas melhores. Ele é a mais perfeita criação divina.

Com ou sem par, este é um dia que não deve passar em branco. Daí que te dedique esta prosa poética (cujo autor desconheço, já que a resgatei das memórias do facebook), na intenção de te recordar que – muito mais importante que o amor alheio – o amor próprio é aquele sem o qual a vida deixa de valer a pena:

Namoro
Namora
Namora sempre
Namora muito
Deixa-te namorar
Namora o mundo
Enamora-te do mundo
Namoro é plural e não faz mal
Paixão é prazer, namoro é gozo
Amor é teoria, namoro é prática
Paixão é chama, namoro é lume
Amor é alegria, namoro é festa
Paixão queima, namoro aquece
Amor é ser, namoro é estar
Paixão é entrega, namoro é partilha
Que desperdício este Dia de Namorados
Se podes namorar todos os dias
E – NA – MO – RA – TE
Enamora-te perdidamente e ama
Apaixonadamente enamorado

Be your Valentine, single mine! Feliz dia para ti, para mim e para toda a galáxia, que anda bem precisada de sentimentos nobres!!!

♥️💋♥️💋♥️💋♥️💋♥️

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13
Fev18

23559419_10155964142509382_2475333685025377705_n.jViva!

A folia do Carnaval não foi e a do Dia dos Namorados também não vai ser, com toda a certeza. E assim vai a vida desta solteira. Há momentos, como hoje, em que sinto que por mais que nade não saio do mesmo sítio. É como se a vida estivesse a passar por mim e, por mais que tente, não há forma de conseguir agarrá-la. Alguma vez tiveste semelhante sensação?

E antes que penses que este meu estado de espírito insosso tem alguma coisa a ver com o 14 de fevereiro, vou logo avisando que não é nada disso. Há muito que esta data não me aquece nem arrefece. Para falar a verdade, a cada ano que passa vai-se apurando a minha perceção do quão hipócrita, oca e comercial ela pode ser.

Estou assim por causa do marrasmo em que se encontra a minha existência. Nada acontece, pelo menos nada de bom... que as más essas são presença constante: uma coisinha aqui, outra coisinha ali e assim por diante.

Só para teres uma ideia: logo pela manhã, o tablet foi à vida. Do nada, morreu para não mais ressuscitar. Começei logo a hiperventilar, pois ele é o meu mais que tudo. Já o levei ao Dr. Indiano Nerd, a quem recorri há uns meses quando o meu pc entrou em falência técnica. Daqui a um par de horas vou receber o diagnóstico definitivo, assim como o custo da operação resgate. Uma coisa é certa: aquele ecrã já não se aproveita.

Fiquei tão transtornada que resolvi ir dar uma volta a ver se conseguia espairecer. Canon a tiracolo, óculos escuros, protetor solar, garrafa de água e outras necessaires femininas à mão, lá me dirigi ao Miradouro da Senhora do Monte, um dos meus preferidos e o mais próximo da minha residência.

Uma vez lá, saco da minha câmara, pronta a disparar flash para tudo quanto é campo de visão. A fotografia, outra das minhas paixões, sempre teve o dom de me devolver o sorriso e a esperança, sempre que deles preciso. E não é que não houve maneira de conseguir que a máquina reagisse aos meus cliques? Diagnóstico: a lente avariou-se – disse-me o dono da loja de fotografias para onde me dirigi a fim de saber o que se passava. Nem me atrevo a pronunciar o montante que vou ter que desembolsar para comprar uma lente nova ou, em alternativa, mandar arranjar a que se avariou.

Da porcaria de emprego decente que não consigo arranjar nem vou fazer referência, que esse episódio já foi emitido, repetido, adaptado e sei lá mais o quê.

Há dias em que mais vale não sair da cama. O que nos salva nestas ocasiões são os 3 F's: Foco, Força e Fé. Foco nos dias melhores que estão por vir, força para impedir o desânimo de tomar conta da situação e fé para acreditar que no final tudo dará certo. Perdoa-me lá o desabafo, mas não há otimismo que resista a dias assim, em que tudo parece conspirar a nosso desfavor.

Só espero que essa maré baixa esteja confinada a este lado do ecrã e que pelo menos contigo as coisas estejam a correr pelo melhor. Volto na quinta (com outra disposição, espero eu). Até lá, deixo-te com aquele abraço amigo e desejos de um bom carnaval e um feliz Dia de São Valentim.

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12651135_785360621596841_2091123779593047719_n.jpgViva!

Daqui a pouco vou uma festinha de aniversário. Trata-se da comemoração do segundo ano de vida da princesa Isabella, a benjamim do clã Santos, cujos laços de crioulidade, afeto e vizinhança dele faz uma espécie de família minha em segundo grau.

Salvo um caso ou outro, a presença de não procriadoras em eventos desta natureza constuma ser um tanto ou quanto constrangedora, para não dizer ingrata. Isto porque nestes eventos 90% de tudo o que acontece gira em torno da maternidade. As que, tal como eu, não podem falar na primeira pessoa acabam por se sentirem desintegradaa, às vezes umas autênticas alienígenas no meio de todas aquelas progenitoras babadas e rebentos mimados.

A antever o que me espera nas próximas horas, gostaria de partilhar contigo um texto da Catarina Fonseca sobre o drama social das mulheres que não têm filhos. Espreita só.

Fui acordada dos meus sonhos pré-férias pela fúria de uma amiga. O que é que se passa? Ela estava mesmo exaltada: "Passa-se esta mania agora de que quem é solteiro e não tem filhos não precisa de programar a vida e fica para trás em tudo, pá! PKP!"

Fiquei a pensar que ela tinha razão: atualmente, parece que ter filhos é a única razão de viver.

Falei com outras amigas que não são mães e todas confirmaram: se não tens filhos, ninguém respeita o teu tempo. És uma egoísta. Não podes sair mais cedo nunca (para quê?), não podes marcar férias em agosto (porque quem tem miúdos precisa mais), não há nenhuma razão para não trabalhares até mais tarde ou ao fim de semana (afinal, não tens ninguém em casa a quem precises de ir aquecer douraditos ou dar banho ou obrigar a fazer os TPCs) e, basicamente, não tens vida que valha a pena ter em conta.

Mais do que isso, diz a Leonor, não tens família! "Porque em Portugal 'família' são só filhos. E se não tens filhos, qual é o teu papel na sociedade? És uma inútil, um peso, uma invisibilidade."

Claro que quem tem filhos queixa-se do contrário: de ser preterida em cargos de trabalho, e de muitas vezes os chefes não serem nada sensíveis à necessidade de levar os miúdos ao médico, ir à festa da escola ou sair mais cedo porque eles deram uma queda manhosa e é preciso levá-los ao hospital (e já se sabe que a quantidade de pais homens que assume estas tarefas continua mínima).

Mas desses males fala-se muito. É o famoso 'conciliar a maternidade com a profissão'. Fala-se pouco é de quem não tem 'nada' para 'conciliar' e portanto, acha o mundo, deve estar disponível para ser explorada até à 5ª casa.

Por acaso vou ser sincera: no sítio onde trabalho isso nunca me aconteceu. Nunca ninguém pôs em causa que eu quisesse férias em agosto ou que precisasse de sair mais cedo quando fosse mesmo mesmo preciso. Mas vejo isso acontecer diariamente, com outras mulheres e de várias maneiras: é aquele discurso do 'não tens filhos, sabes lá o que é estar cansada' ou 'não tens filhos, podes ir ao ginásio à vontade, que sorte’. As pessoas querem tudo nesta vida. Quer dizer, não tenho a alegria de ter filhos, e além disso, também não devia ter a alegria de ir ao ginásio ou ao cinema ou onde me apetecesse. Ou lá por não ter filhos não tenho também o direito de estar cansada sem entrar numa competição infantilóide de 'eu estou mais cansada do que tu'. Como se não houvesse infinitas maneiras de estar cansada, de amar alguém, de ter uma vida.

Depois há aquela tirada que está agora muito na moda: 'Até ter filhos, eu não sabia o que era amar'. Bolas, minha senhora, que vida triste e vazia que a senhora teve até ter filhos… A humanidade em geral e as mulheres em particular estavam bem arranjadas se só soubessem o que era o verdadeiro amor depois de terem filhos…

Escusado será dizer que mesmo para as nossas mães quem não tem filhos continuará eternamente com cinco anos. Enfim, quem tem filhos também, mas é ligeiramente mais respeitado, principalmente os homens. Não é que sejam mais respeitados intrínsecamente, mas como têm uma 'arma' que nós nunca teremos - as crianças - também têm infinitamente mais poder sobre avós e sogros.

Isto já para não falar em casos mais graves de heranças e desavenças: não tens filhos? Então para que é que precisas de dinheiro? Para que é que precisas de uma casa decente? Podes muito bem viver num moquifo. Para que é que precisas de uma parte igual à da tua irmã, afinal ela tem crianças e tu não.

Então e se me apetecer estoirar o meu dinheiro todo em sucessivas voltas ao mundo? Se quiser abrir uma escola no Zimbabué, não posso? Se quiser passar o resto dos meus dias no Reids enfrascada em champanhe, não posso? Além disso, como não tenho filhos também é normal que fique mais desamparada na velhice e precise de mais apoio, ou não?

Enfim. Como dizia a minha avó, cada um tem a sua cruz. Mas já ia sendo tempo de respeitarmos as pessoas pelo que elas são, e não por aquilo que têm. Incluindo os filhos.

É, solteira minha, o drama nosso da solteirice é um tema que nunca se esgota. Bom fim de semana, que eu vou é encher o bucho na festa infantil. Afinal, nestas ocasiões o que me salva são os carbohidratos!

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broken_heart_by_admx.jpgViva!

Quando envolve sentimentos verdadeiros, dificilmente um rompimento, seja de que natureza for, passa incólume na vida de alguém. Separação deixa marcas, é indiscutível. Nos casos em que apenas uma das partes assim o deseja, estas podem ser tão impactantes ao ponto de mudar, de forma irreversível, a nossa essência.

Infelizmente, esta é uma realidade inerente à condição humana, intrínseca à faculdade de nos relacionarmos com os outros. É com muita pena que afirmo não conhecer criatura humana que nunca tenha saboreado o gosto amargo de uma rutura. Da parte que me toca, só posso dizer que mutilaram-me o coração de todas as formas possíveis e imagináveis, ao ponto deste nunca mais encontrar forças para voltar a entregar-se sem reservas.

De entre as inúmeras razões que determinam o fim de uma relação (recente ou duradoura, é indiferente), existe uma que custa mais que todas as outras. Acaso, fazes ideia a qual delas me refiro? Não? Eu digo-te: ser trocado por outra pessoa!

Mais do que uma constatação pessoal, este é um dado empírico, comprovado pela ciência através de um estudo recente da Cornell University, que concluiu que ser trocado por outra pessoa faz com que o rejeitado se sinta excluído e perca o sentido de pertença, podendo isso ter implicações complexas a nível emocional. E se essa rejeição não vier acompanhada de qualquer tipo de justificação ou pedido de desculpa, a tristeza pode assumir proporções dantescas.

Eu, de nome de batismo Sara e nome de guerra Legoluna, atribuo medalha de mérito a este estudo. Quando me aconteceu, senti-me tão pequena, tão miserável, tão incompetente, tão indigna de ser amada... A tristeza por constatar que os meus melhores sentimentos não foram suficientes para alguém querer permanecer ao meu lado é algo que não desejo nem ao meu pior inimigo. E olha que sou pessoa para desejar cobras e lagartos aos meus desafetos :-)

Single mine, quero saber o que tens a dizer sobre o assunto. Concordas que este é o tipo de separação mais doloroso e difícil de ultrapassar? Também já passaste por isso? Se sim, conseguiste superar?

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alimentos-saudaveis.jpgViva!

Esta altura do ano – ainda para mais com esta vaga de frio que se faz sentir por estes dias – é sobejamente conhecida por ser uma autêntica incubadora de doenças, sobretudo as de natureza gripal. Talvez por ter nascido em território africano, talvez por ter tido a sorte de ter um sistema imunitário cinco estrelas, talvez por causa do meu estilo de vida e dieta alimentar ou talvez pela conjugação de todos estes fatores, é com todo o orgulho que me gabo de raramente (para não dizer nunca) adoecer.

Sequer consigo lembrar-me da última vez que tive uma mera constipação. Claro que ser fã incondicional do banho frio, de andar descalça pela casa, de dormir sem roupa e de molhar o cabelo todos os dias contribui em muito para toda esta insensibilidade a oscilações de temperaturas. Se a isso acrescentar o facto de, há mais de um ano, ter vindo a usar e abusar da massagem termoperatêutica baseada em calor infravermelho não há como não ter uma saúde à prova de tudo.

Porque a saúde é o nosso bem mais precioso e porque desejo que todos à minha volta sejam o mais saudável possível, partilho contigo uma lista com dez alimentos que faço questão de incluir na minha dieta alimentar, não só porque quero continuar a vestir o tamanho 34, mas sobretudo porque estou ciente dos seus inúmeros benefícios para o meu bem-estar físico. Ei-los:

1. Abacate
É certo que possui um alto teor de gordura, só que das saudáveis, daquelas com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, capazes de aumentar o colesterol bom e combater o mau. Este fruto apresenta ainda um alto teor proteico, vitamínico e triptofano, um aminoácido que trabalha na síntese da serotonina, a hormona do bem-estar. Além disso, é uma preciosa ajuda na hidratação da pele e dos cabelos e na melhoria da circulação sanguínea.

2. Aveia
Menina dos olhos dos nutricionistas, a aveia é um cereal muito completo, composto por cálcio, ferro, hidratos de carbono complexos, proteína, vitaminas, minerais e fibras solúveis, que promovem o bom funcionamento intestinal assim como a manutenção de níveis adequados de colesterol. Embora muito utilizada por aqueles que querem emagrecer ou cultivar um regime alimentar saudável, o seu consumo deve depender da quantidade que se consome e do balanço energético no final do dia.

3. Coco
Presença cada vez mais habitual na alimentação e na cosmética, este alimento pode ser consumido à vontade do freguês: como fruta, em água, em óleo, em manteiga, em iogurte, em farinha e até em açúcar. Apesar de igualmente calórica, o seu consumo é compensado pela enorme quantidade de minerais, vitaminas e propriedades antioxidantes. Só para teres uma ideia, a água de coco é extremamente diurética, contendo níveis elevados de potássio, zinco e manganésio.

4. Curcuma
Esta prima afastada do gengibre, também conhecida como açafrão-da-índia, possui propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, antivirais, antibacterianas, antifúngicas e anticancerígenas, o que faz dela uma poderosa aliada na prevenção e no tratamento das doenças inflamatórias crónicas.  Além disso, reduz as células de gordura acumuladas, inibe a absorção de colesterol mau, ajuda a equilibrar os níveis de açúcar, minimiza os efeitos dos excessos dos hidratos de carbono e mantém a saciedade.

5. Gengibre
Originário do Oriente, trata-se de um alimento termogénico, que por acelerar o metabolismo faz com que este gaste mais energia, promovendo assim a perda de peso. Esta raiz de toque picante é rica em propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias e manganésio. Posso atestar que não há estado gripal que resista a chá de limão, com gengibre e mel. É a minha mistela diária logo pela manhã.

6. Microalgas
Excelentes fonte de ferro, zinco e selénio, assim como aminoácidos e proteínas, as microalgas são o hit do momento no que toca a suplementos alimentares. A spirulina, a par da chlorella, é a mais cobiçada de todas. Isto porque fornece uma dose generosa de vitaminas (A, E, K e complexo B), ferro e clorofila. Para além disso tem propriedades anti-inflamatórias e estimuladoras do sistema imunitário.

7. Queijo Quark
Cada vez mais popular pelas terras europeias, este alimento é produzido a partir do leite de vaca assumindo uma consistência bastante cremosa e de sabor ácido, fazendo lembrar o iogurte. Entre os seus principais benefícios destacam-se a riqueza em cálcio (que favorece a boa saúde óssea), o baixo teor de gordura (há versões 0%), em contraste com o elevado teor proteico. Tudo isso faz com que seja muito apreciado pelos desportistas, em especial aqueles que querem aumentar a massa muscular.

8. Quinoa
Base da alimentação andina há mais de sete mil anos e muito apreciada pelos vegetarianos e intolerantes ao glúten, a quinoa vai conquistando o seu lugar na gastronomia europeia, muito em parte devido ao seu enorme valor nutricional, já que possui 14% de proteínas, é rica em aminoácidos essenciais (os que só se costumam encontrar na carne, no peixe, nos ovos, no leite ou na soja), em vitaminas (A, B6, B1, E e C), minerais (cálcio, fósforo, cobre, magnésio, cloro e zinco) e ácidos gordos.

9. Sementes
Por serem muito gordurosas, devido à sua abundância em ómega 3, vitamina E, magnésio, fósforo, potássio, cálcio e ferro, devem ser consumidas com peso e medida (até duas colheres de sopa por dia). Ricas em fibras, gorduras saudáveis e cálcio, o seu maior benefício talvez seja o bom funcionamento dos intestinos. O ideal é misturar diferentes tipos (por exemplo, abóbora, sésamo, chia, girassol e linhaça) com iogurte, saladas, refogados, arroz e até sopa.

10. Trigo sarraceno
Esta semente, que é na verdade um fruto, é biológico por natureza, já que cresce sozinho (sem precisar de pesticidas), ao mesmo tempo que enriquece os solos. De fácil preparo e bastante versátil, serve na perfeição como substituto do arroz ou outro cereal e até ser usado no lugar da farinha. Uma chávena dele fornece 34% da DDR de magnésio (mineral essencial para a saúde muscular), ao mesmo tempo que ajuda a prevenir o aparecimento de doenças cardiovasculares e diabetes, devido à sua ação nos níveis de açúcar no sangue.

Como pudeste constatar, meu bem, manter as doenças longe da nossa vida é algo que está ao alcance da nossa vontade e da nossa carteira. Só depende de ti fazer por isso.

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11051882_10206649957434654_2955424873103154386_n.jViva!

Na minha passeata diária pelas publicações da rede, deparei-me com um artigo da revista Sábado que vale a pena ser dissecado aqui no Ainda Solteira, até porque todos queremos amor (tenha-se ou não a dignidade de reconhecer isso).

Por mais que assim o queiramos, arranjar um bom par nem sempre é tarefa fácil, revelando-se por vezes missão (quase) impossível – eu que o diga –, já que com o passar do tempo vamos ficando cada vez mais céticos, defensivos, cínicos e exigentes.

Outro fenómeno que parece dificultar a vida às meninas bem comportadas, é o facto de os bons rapazes denotarem uma curiosa preferência pelas bitchies da vida, não restando a essas mesmas meninas outra opção que não contentarem-se com os bad boys que só dão maçada. Isso se não quiserem ficar para titia, escuso dizer!

Quem sabe na intenção de tentar abrir as pestanas desses bons rapazes para que não cometam erros de casting na hora de escolher uma parceira, a ciência – ao que me parece cada vez mais sensível à questão da solteirice – aponta 10 qualidades femininas a serem tidas em conta:

1. Ela é positiva
Pessoas negativas são uma autêntica fonte de toxidade, provocando efeitos nefastos a curto, médio e longo prazo, revela uma investigação pioneira da psicóloga Elaine Hatfield.

2. Ela é mais inteligente que tu
Um parceiro para a vida tem que ser inteligente. Aliás, segundo o especialista em demência, Lawrence Whalley, é preferível se for mais inteligente que nós, já que estar ao lado de uma pessoa com um bom desempenho cognitivo diminui o risco de demência no final da vida. Isto porque um parceiro inteligente não vai parar de nos desafiar intelectualmente.

3. Ela é um "livro aberto"
Um estudo da Universidade de Westminster sugere que as pessoas que partilham informação pessoal e têm um coração aberto para os outros são encaradas como bastante mais atraentes.

4. Ela mantém-se calma durante as discussões
Investigadores das universidades de Berkeley e Northwest descobriram que as relações duram mais tempo quando o casal mantém a calma durante as discussões.

5. Ela não guarda rancor
Uma pesquisa das universidades de Duke e Harvard apurou que pessoas que estão dispostas a perdoar vivem mais e melhor.

6. Ela ri-se das tuas piadas
Um estudo publicado, em 2006, pela Universidade de Westfield State, confirma o que já todos sabíamos: os homens querem um par que os considerem hilariantes.

7. Ela aceita as tuas falhas
No dia que encontrares uma mulher que te aceita pelo que és, ergue as mãos para o céu e agradece, pois não é algo que abunde por aí. De acordo com o psicólogo Terry Orbuch, "uma visão otimista vai ser sempre mais atraente", especialmente no que toca a feitios.

8. Ela é honesta e amável
A ciência diz que, para que possamos ter um longo e feliz relacionamento, é importante que sejamos honestos, generosos e amáveis. Para o psicólogo John Gottmann, existem dois tipos de casais: os mestres e os desastres, sendo que os últimos acabam a relação nos seis primeiros anos e os mestres ficam juntos durante muito tempo e mantêm algo em comum: "assimilam as coisas que gostam e e agradecem, criando uma cultura de respeito".

9. Ela faz coisas estranhas contigo
Se é para fazer loucura, que seja com ela do lado. De acordo com um estudo da Universidade de Michigan, os casais que têm melhor qualidade marital são aqueles que fazem atividades de lazer juntos.

10. Ela compromete-se, mas leva uma vida própria
É importante que cada membro do casal tenha o seu próprio espaço (o sexo agradece). Psicólogos da UCLA constataram que em todas as relações há um momento em que o compromisso irá ditar (ou não) a continuidade da mesma. Daí que quando a relação começa a correr mal, é o compromisso que dá hipóteses de o relacionamento se recuperar. 


Agora a pergunta que não quero que cale: que raio de miopia infecto-contagiosa é essa que faz com que os gajos por quem me interesso não consigam ver que sou um autêntico presente dos deuses? Se eu alguma vez chegar a descobrir a resposta, pode deixar que te conto na hora. Até lá, só me resta aguardar pelo desenrolar dos próximos episódios desta viciante e imprevisível novela chamada vida.

Bom fim de semana!

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