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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

11
Fev20

Amour amour!

por Sara Sarowsky

love-1075476_1920.jpgOlá solteiriano! Como estás desde o mês passado?

Pois é, já estamos em fevereiro, o mês do amor. Goste-se ou não, esteja-se comprometido ou livre, leve e solto, este é o mês em que todos nós queremos despertar aquele lado romântico que dizemos não ter, mas que na realidade somos uns c*nas moles e derretemo-nos quando passamos em frente àquelas vitrines da Baixa e vemos aqueles ursinhos pirosos em forma de moldura para oferecermos ao "date" ou à nossa cara metade com a fotografia dos dois… poupa-me ok!

O Dia de São Valentim, por estas bandas, celebra-se a 14 de fevereiro, e reza a história do comércio que é um dia em que temos de agradar à pessoa amada. Vá lá malta, estamos em 2020. Temos o dever de agradar o alvo do nosso afeto todos os dias. Por isso, esquece aqueles clichés básicos de levar a jantar fora, reservar um quarto de hotel, fazer uma pequena viagem, comprar um ramo de flores, uma caixa de chocolates e uma embalagem de preservativos, já a pensar que com tanto mimo a tua miúda vai-te esfregar o coiso como se não houvesse mais dias no ano.

Óbvio que todos gostamos de presentes, mas, a menos que ainda tenhas 20 anos, deixa de ver esta data como um mero dia de troca de mimos. Se queres mesmo surpreender, faz algo que nunca tenhas feito ou que seja menos comum.

De seguida, deixo-te com um pequeno guia de ideias de como surpreender neste 14 de fevereiro, por muito parvo ou básico que possa ser:

Escreve uma carta e envia-a pelo correio
Por menos de um euro podes enviar uma carta de amor a quem te preenche o coração. Pode ser uma simples declaração, um convite ou uma proposta indecente. É garantido que quem a receber vai gostar e guardar como se de um tesouro se tratasse. Como? Muito simples, alguém costuma receber ou enviar cartas?
 
Faz uma colagam de fotografias vossas
De preferência impressas, mas se for digital também é giro. Se estão numa relação há algum tempo ou se querem muito que o vosso envolvimento colorido dê um passo em frente, mostra à outra pessoa o quão "fixe" são vocês juntos. Caso não corra bem é porque certamente a pessoa não está no teu mood.
 
Cozinha para ela
Por pior que sejam os nossos dotes de Gordon Ramsay, nenhuma refeição do mundo bate aquela que se faz com carinho para quem nos faz acelerar o pulso. Se não correr bem, terás sempre os serviços de delivery à tua disposição, ou melhor, à disposição da tua carteira.
 
Não te desmereças
Por último, mas não menos importante, há que ter sempre em mente que somos o que somos, pelo que temos de parar de procurar a nossa metade da laranja. Nós somos uma laranja inteira, só temos que encontrar quem nos chupe ou lamba gomo a gomo.

See you next month!
Yours, Mr. Bali.

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26
Nov19

Estórias com finais felizes

por Sara Sarowsky

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Viva!

Gosto do Felizes.pt, um dos muitos sites de encontros com os quais lidei na minha odisseia em busca do amor. Tanto assim é que lhe dediquei, há coisa de três anos, o artigo Estado civil: numa relação séria com o Felizes.pt, um dos best sellers deste blog. Como consequência, posso dizer que desenvolvi uma boa relação institucional com a marca, sobretudo com a sua relações públicas.

Por isso não é de se estranhar que, volta e meia, a ele faça referências (pro bono), não só porque passei bons momentos por lá, mas sobretudo porque identifico-me verdadeiramente com seu o posicionamento estratégico: um site com um ponto de vista mais feminino sobre relacionamentos e encontros. Simplificando, trata-te de um site vocacionado para corações românticos.

Num mercado a abarrotar de ofertas de sites e apps de engate, descaradamente focados no público masculino, esta empresa – totalmente portuguesa – quis inovar, investindo num "serviço em que as mulheres se sintam bem e possam, ao seu próprio ritmo, procurar e conversar tranquilamente com quem despertar o seu interesse". O que acontecer dali para a frente ao destino pertencerá.

O porquê de todo esse parlapiê? Tudo isso para anunciar que decidi voltar a dar uma oportunidade ao amor. Desta vez estou a falar mesmo a sério. Calma, que não anda mouro na costa, nem nada que se pareça. Apenas tomei a decisão, depois de uma reveladora sessão com a minha conselheira espiritual, de abrir o coração ao amor. Apesar de ser uma solteira feliz, é mais do que hora de dar uma oportunidade a mim mesma de amar e ser amada. Eis a minha segunda resolução para o novo ano. Da primeira falo-te numa outra oportunidade.

Dizia eu há pouco que resolvi dar uma oportunidade ao amor. E para me inspirar, nada melhor que testemunhos de pessoas a quem o sentimento-mor deu uma nova oportunidade. É aqui que entra o Felizes.pt, que há dias publicou várias estórias de amor de casais que se conheceram pela sua via e estão juntos, noivos, casados, com filhos, enfim, com as suas vidas refeitas.

São estórias bonitas com final feliz; estórias essas que espero que te toquem tanto quanto a mim.

Aquele abraço amigo e até breve!

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Ora viva!

Single mine, acaso já ouviste falar do Match 74, a primeira agência de relacionamentos em Portugal, que foi apresentada esta quarta-feira? À conta deste blog, e provavelmente na expectativa de uma divulgação a custo zero, recebi em primeira mão a dica sobre a sua apresentação. 

Mal a recebi, acometida de uma enorme curiosidade, desatei a disparar cliques em busca de mais informações sobre este novo conceito de emparelhamento amoroso em terras lusas. Infelizmente, até à data, só me foi possível atinar com duas fontes: o site da própria agência e um artigo do Público. Portanto, esta crónica assenta em dados recolhidos por via destas duas entidades.

Na minha busca, até tive direito a um ebook gratuito sobre os erros a não serem cometidos no primeiro encontro. Sobre isso falarei noutra altura que o assunto hoje é outro. Falemos então do Match74, uma empreitada do Eduardo Torgal, o coach de relacionamentos que fez parte da equipa de profissionais que acompanhava os concorrentes de Casados à Primeira Vista. Yep, esse mesmo!


"Sem jogos, sem máquinas a testar relações. Aqui não há algoritmos, fotos falsas ou encontros frustrantes. Dedicado a pessoas reais, que querem relações reais", assim se define a agência na sua homepage, assumindo a transparência, o profissionalismo, a confidencialidade e a discrição como os valores pilares da sua estratégia comercial.

Absolutamente consciente da existência de tantos – demasiados até – corações solitários, o Match74 ambiciona fazer a diferença, desempenhando o papel de um cupido real, sério e competente. Como, deverás estar tu a perguntar? Oferecendo aquilo que as apps e sites de encontro não conseguem: proximidade, familiaridade e conectividade com os clientes. Nas palavras do seu mentor, a missão "é juntar pessoas. Ninguém é um número ou apenas um nome. Nós conhecemos a história da pessoa. Queremos ter sempre essa proximidade com os nossos clientes e queremos que as pessoas que não estão confortáveis no Tinder sejam nossas clientes".

Almejando promover relações sérias e duradouras, o especialista em relacionamentos não se inibe em reconhecer que o público-alvo da agência é essencialmente aquele que deseja – e está preparado para – ter uma relação pra valer. Se for para andar na "caranganhada" (expressão típica da minha terra que significa safadice) que façam bom uso dos Tinders da vida, lê-se nas entrelinhas.

Sobre os valores cobrados pelos serviços prestados, só se sabe, para já, que o Love Card, a primeira fase após a entrevista inicial, tem um custo de 140 euros. Daí para a frente, será preço sob consulta, o que é uma forma sutil de dizer que não será para todas as carteiras. Para a minha com certeza que não.

Pelos vistos, ainda não é desta que vou recorrer aos serviços personalizados de um provedor de amor profissional. Só me resta então continuar a aguardar por algum outro casamenteiro certificado mais à medida das minhas possibilidades, uma coisa assim mais low coast, se é que me entendes. Enquanto isso vou postando, cuscando, curtindo a minha solteirice e sendo feliz do jeito que dá.

Aquele abraço amigo e desejos de um ótimo fim de semana!

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09
Out19

À procura do Amor

por Sara Sarowsky

61D5F7AC-E09D-466D-A24E-C7B5AFFFC212.pngViva!

Para tudo que hoje trago uma novidade bombástica, algo que vai revolucionar o atual panorama da procura de amor em Portugal. Qual Tinder qual quê, a resposta às preces da comunidade desemparelhada está na revista Ana, mais concretamente na sua secção de classificados, intitulada À procura do Amor.

 
O nome por si só já nos deixa com as orelhas em pé, mas os anúncios que lá constam deixam-nos com os olhos em bico. Nunca vi ou ouvi falar de nada parecido. Posso dizer que a minha odisseia em busca do amor divide-se entre antes e depois de chegar a esse site, cujo conteúdo é tão surreal que ainda estou a tentar decifrar a sua veracidade. 

Qualquer dia destes dá-me uma louca e tiro a prova dos nove. Escolherei um anúncio à medida, enviarei um sms e depois virei para aqui contar-te que tipo de caramelo me saiu na rifa.
 
Tomei conhecimento da página ontem à tarde, por intermédio de uma colega de trabalho. O que nos divertimos a ler aquelas coisas todas! Fiquei de tal forma fascinada com a descoberta que só pensava em partilhar tudo contigo. Desafio-te, pois, a ir comprovar o motivo do meu fascínio.

Antes disso, convém alertar que o nível gramatical que por lá reina deixa muito a desejar, pelo menos na maior parte das vezes. Só para teres uma ideia, o anúncio mais popular é um em que o "procurante" diz que o seguinte":
Olá procuro ou senhora pode ser casada em sigilo ou casal para momentos íntimos sem stresss para algo íntimo sem compromisso Máximo sijilo ijiene acima de tudo sem tabus aguardote Zona norte.
 
Vai lá ver por ti mesma e depois vem dizer quem é amiga.

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o-homem-segundo-seu-signo-galinha-ou-amante_111786Viva!

O bloqueio criativo do qual tenho padecido nas últimas semanas ainda não deu o ar da sua desgraça, só para saberes. Como a vida segue o seu rumo, não esperando por ninguém (menos ainda pela minha pessoa), eis-me de volta ao teu convívio com um artigo sobre a perceção dos géneros em relação ao mundo, em geral, e ao romance, em particular. 

Que elas e eles são diferentes, determinou o criador no momento da criação. Que essas diferenças são muitas e percetíveis a olho nu, estamos cientes. E no que ao flirt se refere, será que a visão feminina é assim tão díspar da masculina? A ver vamos com esta crónica!

Antes de adentrar pelo âmago da questão, convém fazer uma pequena análise das principais dissemelhanças entre o feminino e o masculino, entre o yin e o yang, para usar uma linguagem mais fancy. Por exemplo, a nós discípulas de Eva é reconhecido o talento inato da multifuncionalidade (ou multitasking, na gíria empresarial). É-nos, igualmente, associado um maior grau de intuição, emoção e sensibilidade. Aos descendentes de Adão – ou pelo menos à maioria – costuma-se agregar caraterísticas como frontalidade, praticidade, racionalidade e serenidade.

Ao que parece, também no campo amoroso existe uma acentuada discrepância na forma como ambos os sexos expressam e interpretam as coisas. Um estudo da Universidade de Tecnologia do Texas vem agora reforçar o que estamos cansados de saber: a forma de atuação e comunicação entre mulheres e homens é de tal forma distinta que esta tem implicação direta na arte da conquista.

Enquanto que nós flertamos para nos divertirmos, numa lógica de caça desportiva, eles o fazem para "comer", numa lógica de caça fisiológica. Por valorizarmos muito mais a comunicação, conseguimos captar todo o tipo de sinais não-verbais bem melhor do que eles, que precisam de tradução simultânea, muitas vezes com recurso à legenda e linguagem gestual.

Por sua vez, eles revelam-se uns experts em confundir as coisas, ao ponto de conseguirem encontrar insinuações sexuais onde elas não existem, de todo. Isto não te traz à memória nenhuma situação em que tal tenha ocorrido?

Talvez resida aqui o motivo porque os homens se sentem tão à vontade com a praga moderna que é o fazer a corte por mensagens. Por terem conversas bem mais factuais do que as mulheres, revelam-se mais fraquinhos quando se trata de entender tudo o que não sejam palavras.

Essa coisa de ler nas entrelinhas, os tais sinais não-verbais que referi há pouco, não é de todo o forte do sexo oposto. A ciência assim o comprova com este estudo.

Bom descanso e até à próxima!

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zp_7.jpgViva!

Diz o ditado: "Ajoelhou, vai ter que rezar!". No post anterior, ajoelhei-me sobre os erros que alguns homens cometem nos primeiros encontros. Neste, vou rezar sobre a razão porque tantos romeus e julietas andam por aí a atuar a solo, não obstante a sua imensa vontade por um dueto.

Numa sociedade que nos oferece de bandeja um buquê de meios e canais (leia-se, sites e apps) que apregoam facilitar o acesso ao sentimento-mor, a pergunta que não posso calar é esta: porque raios então continuamos desemparelhados e/ou secos de afeto alheio? A explicação para este paradoxo parece residir no overdating, isto é na overdose de datings. Em tradução livre para a língua camoniana, o mal dos problemas dos solteiros atuais é o excesso de encontros.

"Como? Esta gaja deve estar a surtar, só pode! Como é que ir a muitos encontros pode complicar a vida daqueles que procuram o amor? Quantos mais encontros se for, mais probabilidade uma pessoa tem de encontrar alguém compatível, certo?" Aposto que foi algo assim que acabou de te passar pela cabeça. Antes que me apedrejes em fórum público, deixa-me dizer-te que esta teoria não é minha, mas sim de quem de direito percebe do assunto.

De acordo com os especialistas em relações, o principal motivo porque a maioria de nós (ainda) se encontra desemparelhada está precisamente na ânsia de encontrar um parceiro, ânsia essa que se traduz em encontros atrás de encontros, que em nada dão.

Ao que os estudos indicam, com o boom de apps de romance, quem está no encontro acaba por, inconscientemente, se focar no próximo em vez de no atual; um problema flagrante numa época em que a frequência de saídas com pessoas novas acelera a olhos vistos, atingindo uma média de dois first dates por semana. Na prática, os praticantes desta autêntica maratona de encontros, acabam por não se permitirem deixar conhecer a fundo, visto estarem numa frenética procura pelo próximo que, creem, será melhor do que o atual.

Apontam aqueles que analisam esta realidade, que o problema começa no facto de se estar constantemente à procura do par ideal no primeiro encontro. Dado que a probabilidade de tal acontecer é mínima, não é dada uma segunda oportunidade a possíveis parceiros. Esta procura 'automática' por alguém é, pois, vista como uma tendência da geração Millennial, que vive da espontaneidade e acaba por esquecer que aqueles com quem tem encontros não são descartáveis.

Insistir over and over again nos primeiros encontros leva a que aquele que procura se canse e se sinta farto de falhar, culpabilizando-se pelo problema e levando-o a desistir de procurar um companheiro. Sobre isso, há que atentar-se ao reverso da moeda: quando se toma o gosto pela atenção que se recebe num primeiro encontro – deveras viciante – entra-se numa espiral de vaidade e futilidade.

Portanto, para quem anda à procura de um chinelo para o seu pé cansado, o melhor mesmo é focar-se numa crush de cada vez e lembrar-se que quando ambas as partes querem embarcar numa relação comme il faut, todo o investimento vale a pena (e, mais importante, a espera).

Acreditar que será através de um 'match' no Tinder ou em qualquer outra app do género que vais encontrar o amor da tua vida é pura utopia. Claro que, volta e meia, a media nos dá conta de um ou outro caso bem-sucedido, mas livra-te de acreditar que isso é regra, e não exceção.

Moral da estória: por mais opções que a tecnologia ponha à nossa disposição, ela de pouco nos vale se não estivermos dispostos a perder tempo para encontrar a 'tal' pessoa. Investir (tempo, sentimentos, expectativas e paciência), single mine, é a chave do sucesso no amor.

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zp_3.jpgViva!

Que achas de hoje falarmos do primeiro encontro, mais especificamente das gaffes que (consciente ou inconscientemente) alguns homens acabam cometendo? Por mais ansiado que ela seja, a eminência da primeira saída com o objeto do nosso interesse é algo que a muito poucos deixa de abalar. Afinal, a par da vontade de agradar, paira no ar toda a espécie de expectativas: levar  a conversação a bom porto, decidir que informações pessoais revelar, acertar nas perguntas, gerir aquele nervoso miudinho que nos acomete sempre que nos sentimos avaliados, e por aí fora.

A pensar nisso, a crónica de hoje é inspirada num artigo da MAAG, que por estes dias foi assuntar junto de várias mulheres quais os temas e atitudes proibidos aos homens no (temido) first date. A conversa com as 18 ladies que aceitaram o desafio, com idades compreendidas entre os 25  e os 66 anos, deu nisto:

1. "Perturba-me a falta de etiqueta à mesa, como lamber a faca. E também não gosto quando não sabem falar, como dizer 'Fui ca (em vez de com) minha mãe à praia'." Luísa, 28 anos

2. "Que não se ria das minhas piadas." Marta, 30 anos

3. "Descuido nos sapatos." Glória, 66 anos

4. "Detesto que se gabem muito, que tenham uma aparência descuidada, que façam muitas perguntas e muitas críticas." Andreia, 38 anos

5. "Pagas tu ou pago eu?" Irina, 29 anos

6. "Falar sobre ex-relacionamentos." Joana, 28 anos

7. "Ter uma atitude altiva para se mostrar uma pessoa confiante, como contar histórias onde foi o maior ou tratar mal o empregado." Ana Luísa, 27 anos

8. "Enganar-se no meu nome." Carmen, 25 anos

9. "Chegar atrasado e tratar-me por boneca ou princesa." Inês, 30 anos

10. "Não tolero erros de português. E se ele der erros na SMS onde estamos a combinar tudo para o encontro, nem apareço!" Rita, 34 anos

11. "Estar constantemente a mexer no telemóvel como quem está a controlar mais alguma coisa… ou mais alguém!" Mia, 36 anos

12. "Falar na mãe." Teresa, 41 anos

13. "Olhar para outras mulheres." Ana, 27 anos

14. "Quando não me perguntam nada sobre mim e não têm assunto." Bárbara, 31 anos

15. "Vais mesmo comer isso tudo?" Patrícia, 30 anos

16. "Odeio homens egocêntricos e não tenho paciência quando se começam a exibir." Magda, 41 anos

17. "Se só falar dele, está cortado da lista." Sandra, 30 anos

18. "Não me beijar." Joana, 25 anos

Se dúvidas houvesse de que pequenos detalhes fazem toda a diferença no primeiro programa a dois, estes testemunhos acabaram de as dissipar. A verdade é que há temas, frases, ações e gestos que são capazes de mutilar um relacionamento ainda no útero da conquista.

Apesar de apontadas ao género masculino, estas podem perfeitamente aplicar-se ao género oposto, razão pela qual todo o cuidado deva ser pouco. Meu bem, se por acaso tens algum encontro na calha, atenta-te a esta crónica, não vás fazer má figura e deitar por terra a oportunidade de te emparelhares.

E com esta retiro-me para os braços do Twoo a ver se consigo fisgar algum incauto ávido por um primeiro encontro.

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6a00d8341c034253ef017c324250dd970b.jpgOra viva!

Por mais balizado que se esteja com encontros, não há como negar que a cada novo fica-se com a sensação de ser a primeira vez. Não me recordo de conhecer quem consiga resistir ao inebriante aroma da cataplana de sentimentos (excitação, ansiedade, temor, expectativa e insegurança) que vai-se marinando até à hora D.

Nessas horas, apela-se a todas as figuras celesteais, no sentido de derramarem sobre aquele evento a luz divina, na firme crença de será o início de um belo romance. É assim que a expectativa assume proporções jurássicas e uma comoção calorosa toma de assalto o nosso espírito.

Ansia-se por conhecer melhor o objeto do nosso interesse, impressioná-lo, cativá-lo, seduzi-lo, porque não admitir, "fisgá-lo". Para que assim seja, isto é, para que nada possa comprometer esse special moment, convém evitar de todo cometer algumas gafes, sob pena de se acabar a noite ainda mais carente.

A propósito disso, o site Bustle apontou uma quantas frases que não devem ser mencionadas num primeiro encontro:

- "Tu não és como as outras mulheres/os outros homens" – não generalizar.

- "Hoje saímos daqui a rir-nos como sei lá o quê" – não exagerar no álcool.

- "A minha ex adorava este LUGAR" – não mencionar ex’s.

- "Não posso chegar muito tarde a casa" – não mostrar pressa.

- "A dividir pelos dois nem fica muito caro..." – não chorar miséria.

- "O que pensas do desempenho do governo?" – não abordar assuntos sensíveis.

Posto isto, desafio-te a consultares a tua memória, a fim de saberes se já não incorreste em nenhum destes pecados românticos. Só não te esqueças de partilhar connosco o resultado dessa pesquisa cognitiva. Combinado?

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24
Jul17

19620522_10213617123529452_2488724146170401633_o.jOra viva!

Eis-me de volta ao teu convívio com uma crónica sobre flirt, sim essa coisa que tão bem sabe ao ego e tanta falta faz em tempos de solteirice. Antes de adentrar pelo post do dia, pergunto-te se és daquelas que "capta" logo quando alguém está de olho em ti ou das que andam sempre a leste de tudo, até que o gajo diga por a+b que te curte. Seja lá qual for o teu perfil, nada como uma conversa amiga para elucidar a questão.

É compreensível que quem ande no mercado não queira deixar escapar nenhuma oportunidade de encontrar o amor, ao mesmo tempo que teme ser presunçoso ou imaginar interesse onde não existe. A propósito disso, Steph Holloway, especialista neozelandês em linguagem corporal, aponta alguns sinais que te podem ajudar a perceber se estão ou não a tentar cortejar-te.

Um primeiro sinal é o olhar. Se um rapaz está constantemente a olhar para ti, prestando atenção a todos os teus movimento, é um sinal flagrante de interesse. Se este for mútuo, não te acanhes, minha amiga, e capricha na retribuição. No caso do olhar se mantiver por algum tempo sem que nenhum dos dois o desvie é sinal de que há match.

Outro sinal a ter em conta são os pés – sim, leste bem. Na opinião deste especialista, se estes estiverem em forma de 'V', é sinal de que o pretendente está aberto a partilhar o espaço dele contigo. Mais ainda: se estão a apontar na tua direção, ele está a tentar entrar no teu espaço.

Holloway revela ainda que, quando estão interessados, os homens tendem a pôr os músculos em maior destaque, enquanto as mulheres procuram realçar o rosto.

Os gestos também têm uma palavra a dizer na arte do flirt: por exemplo, endireitar a gravata, no caso dos homens, ou mexer no cabelo, especialmente no caso das mulheres, são indicadores de interesse.

Meu bem, como pudeste ler, não é assim tão difícil decifrar os códigos inerentes ao namorisco. Só tens que estar atenta, que o amor pode estar à distância de um reparo.

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06
Jun17

14021485_10210385931951682_5237131926236494182_n.jOra viva!

Feito o match, é hora de rever a matéria dada no que toca à sedução/manutenção do interesse dele pela nossa pessoa. Comecemos então por lembrar que a conquista, estejamos a falar de namoro, casamento ou um mero flirt, é apenas a primeira etapa de algo que pode (ou não) evoluir para compromisso. É precisamente aqui que o poder de cativar alguém faz toda a diferença.
 
Por natureza, o sexo oposto – mais conhecido por espécie masculina que todas as mulheres gostariam de decifrar – é bem menos expressivo no que toca a sentimentos, sobretudo no início da relação. Quantas de nós não viveu aquele momento em que doaria um rim, sem sequer pestanejar, se isso lhe permitisse ler a mente, o coração e, porque não, a alma do "seu" gajo?
 
No intuito de nos ajudar a melhor entender os sentimentos masculinos, especialmente o que mais lhes toca o coração, o site Your Tango revelou oito coisas relacionadas com as mulheres que os homens secretamente adoram, mas não partilham porque gostam de apreciar calados e no seu íntimo:
 
1. Pousas a cabeça no peito dele
Este tipo de intimidade, sobejamente apreciado por ambos os sexos, além de revelar o quão segura te sentes com ele, vai despertar o seu lado protetor.
 
2. Mandas mensagem primeiro
Pode até não parecer, mas terem de ser os primeiros a dizer alguma coisa à mulher representa uma enorme pressão para os homens. Além do medo de serem rejeitados, não sabem bem o que dizer. Por isso é um alívio para eles quando somos nós a tomar a iniciativa.
 
3. Verbalizas o quanto o estimas
Ainda que ele consiga decifrar as tuas emoções, nada como dizer por a+b o quanto gostas dele e aprecias o esforço que ele faz por ti e pela vossa relação. Declarações de afeto é algo que lhes toca fundo, por mais que não demonstrem.
 
4. Brincas com o cabelo dele enquanto ele conduz
Outro gesto que costuma deixá-los derretidos. Desde que não o distraias, ele vai recompensar-te com um belo sorriso.
 
5. Falas bem dele em público
Quem não gosta de ser elogiado, ainda para mais em público? Se não estiver à espera, então... Tem é cuidado para não exagerares na dose, já que corres o risco de parecer lamechas, acabando por deixá-lo embaraçado.
 
6. Escutas o que ele diz
Ouvir para compreender (e não para responder) é uma caraterística crucial em qualquer tipo de relação. Por isso dar-lhe atenção total enquanto ele fala é a melhor prova do quanto te importas com ele e com aquilo que ele partilha contigo.
 
7. Mandas mensagens quando sais com os teus amigos
Perceber que pensas nele mesmo estando com os teus amigos, vai deixá-lo feliz, orgulhoso e seguro do teu afeto por ele.
 
8. És afetuosa do nada
Pequenos gestos de carinho, como dar-lhe a mão, fazer-lhe uma festinha na cara ou beijá-lo de leve quando ele menos espera, contam muitos pontos na apreciação dele e na forma como te vê enquanto companheira.
 
Por mais fechados que sejam, esta crónica mostra que, afinal, não é assim tão difícil cativar os homens. O desafio é encontrar um exemplar merecedor destes passos. E mais não digo! 

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